Leilão do 5G arrecada R$ 46,7 bilhões

 Valor soma outorgas e compromissos de investimentos



leilão do 5G, promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), terminou nesta sexta-feira e arrecadou no total 46,7 bilhões, anunciou o ministro das Comunicações, Fábio Faria. O valor soma outorgas e compromissos de investimentos, de acordo com o ministro. Ao todo, 15 empresas participaram do processo. Devido ao grande número de propostas, o certame precisou ser dividido em dois dias.

“Superou todas as nossas expectativas. Chegamos agora ao valor de R$ 46,79 bilhões que já foram leiloados, grande parte será para investimentos”, disse Faria durante coletiva de imprensa na sede da Anatel, logo após o fim do leilão do 5G.

O ministro destacou que seis novas operadoras entraram no mercado. Disse ainda que o leilão foi o segundo maior do Brasil, atrás apenas do leilão do pré-sal. Faria também listou números de certames anteriores. “O leilão do 3G foi R$ 7 bilhões. O 4G foi R$ 14 bilhões. A Telebras, R$ 22 bilhões. Todos somados não chegam ao leilão do 5G”, disse, em referência aos R$ 43 bilhões dos certames que mencionou, na comparação com a arrecadação total superior a R$ 46 bilhões do 5G.

Faria também declarou que há lotes já autorizados a serem leiloados pela Anatel e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), cujos modelos de negócios “ainda não estão muito bem definidos”.  “Quem sabe no próximo ano teremos ainda alguns valores que serão arrecadados para fazer mais investimentos no nosso país, que tem um deserto digital enorme”, disse. Com esses outros valores, o governo estima superar a expectativa inicial de R$ 50 bilhões do leilão. O ministro ainda falou que, “pela primeira vez”, o Brasil terá a “a garantia e a certeza” de que o valor arrecadado será convertido em “benfeitorias para a população”.

Sobre os lotes que não foram arrematados - o que aconteceu principalmente na faixa de 26 GHz -, Faria afirmou que os espectros poderão ser negociados em breve. O ministro e os técnicos da Anatel, no entanto, não apontaram para um período específico e nem divulgaram a quantidade final de lotes que não foram arrematados.

"O entendimento que nós temos é que se em algum momento próximo for oportuno republicar, seria basicamente uma republicação do edital nos mesmos termos, não seria um novo leilão", afirmou o conselheiro Carlos Baigorri.

Compromissos

As empresas vencedoras têm compromissos de investimento definidos pelo Ministério das Comunicações e aprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Anatel. O objetivo das contrapartidas é sanar as deficiências de infraestrutura, modernizar as tecnologias de redes e massificar o acesso a serviços de telecomunicações do país.

Entre os compromissos estão migrar o sinal da TV parabólica para liberar a faixa de 3,5GHz para o 5G, arcando com os custos; construir uma rede privativa de comunicação para a administração federal; instalar rede de fibra óptica, via fluvial, na Região Amazônica; levar fibra óptica para o interior do país; e disponibilizar o 5G em todos as capitais até julho de 2022.

Tim, Claro e Vivo se destacam no último dia do leilão

Nesta sexta-feira, Tim, Claro e Vivo se destacaram na corrida para integrar o 5G no Brasil na frequência de 26 MHz. A segunda iniciou vencendo os blocos G01 e G02, pela oferta de R$ 52.825 milhões em cada um deles. Já os lotes G03,G04 e G05 foram para a Vivo, pelos valores de 52,824 milhões. 

Na região Sul do Brasil, a Tim ganhou diferentes lotes, sendo um deles o H19, que teve proposta única de R$ 8 milhões, com ágio de 6,12% em relação ao valor inicial. A empresa ainda levou o bloco J20, cuja proposta foi de R$ 4 milhões, com ágio de 6,12%. Em nível nacional, a TIM propôs R$ 27 milhões e angariou o bloco I6. 

A Tim, Claro e Vivo, que já atuam no mercado brasileiro, também foram as que arremataram os lotes da principal faixa do 5G, de 3,5 GHz, a chamada "faixa de ouro" por ser a mais utilizada pelo sistema no mundo. Cada empresa venceu um bloco da faixa.

Agência Estado, R7 e Correio do Povo


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Greta Thunberg diz em Glasgow que a COP26 é "um fracasso"

 Para jovem ativista, a conferência é um "festival de lavagem de imagem"



A jovem ativista sueca Greta Thunberg declarou nesta sexta-feira que a conferência sobre a mudança climática de Glasgow (COP26) é "um fracasso", a uma semana do encerramento das negociações. "Não é segredo que a COP26 é um fracasso", disse Thunberg a milhares de jovens na cidade escocesa.

"É uma celebração de duas semanas do 'aqui não acontece nada' e bla bla bla", acusou. "Isso não é mais uma conferência do clima. É um festival de lavagem de imagem", acrescentou.

Delegados de quase 200 países estão reunidos desde domingo passado para aumentar a redução de gases de efeito estufa e transição energética, com o objetivo de manter o aquecimento do planeta em um máximo de +1,5ºC.

Ao longo dessa primeira semana, os países anunciaram grandes coalizões para reduzir o consumo de combustíveis fósseis, eliminar o financiamento de fontes de energia tradicionais e acelerar a transição, mas sem calendários claros. "Nossos líderes não estão liderando. Isso é liderança", gritou Greta, apontando para a multidão.

AFP e Correio do Povo


Entenda o que é Miocardite e os riscos desta inflamação do coração

PGR fala em “arroubo de retórica” e não vê crime em falas de Bolsonaro no 7 de setembro

 Parecer é assinado pelo vice-procurador-geral Humberto Jacques de Medeiros



A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou nesta sexta-feira, ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não vê crime do presidente Jair Bolsonaro pelos discursos golpistas no feriado de 7 de Setembro.

O parecer é assinado pelo vice-procurador-geral Humberto Jacques de Medeiros, para quem a conduta do presidente não passou de "arroubo de retórica". "Não tendo havido o emprego de violência ou de ameaça, limitando-se o noticiado à imprecação verbal, ou quaisquer outras atitudes e comportamentos que não sejam aptos a anular ou dificultar significativamente a capacidade de atuação do poder constitucional, não há crime", escreveu no documento enviado ao STF.

A manifestação foi enviada em uma notícia-crime movida pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que imputa a Bolsonaro os crimes de atentado contra a ordem constitucional, o Estado Democrático de Direito e a separação dos Poderes. O vice-presidente da CPI da Covid também pediu uma investigação sobre o financiamento das manifestações organizadas em São Paulo e Brasília no feriado da Independência. A relatora é a ministra Cármen Lúcia.

Ao discursar para apoiadores, Bolsonaro deu um ultimato ao presidente do STF, Luiz Fux, para que 'enquadrasse' o ministro Alexandre de Moraes, ameaçou descumprir decisões judiciais e pedir a destituição de ministros e levantou suspeitas sobre a urna eletrônica. Em seguida, recuou dos ataques e aconselhado por seu antecessor, o ex-presidente Michel Temer (MDB), disse que as declarações foram feitas no "calor do momento".

Além do pedido ao STF, existe uma frente de apuração em curso no Tribunal Superior Eleitoral que investiga se políticos e empresários financiaram as manifestações antidemocráticas convocadas pelo governo federal no 7 de setembro. A investigação foi aberta com base em um vm vídeo que circulou nas redes sociais mostrando um dos organizadores da caravana bolsonarista distribuindo camisetas e notas de cem reais aos apoiadores que compareceram ao ato em São Paulo.

Agência Estado e Correio do Povo


Com problema no coração, Agüero agradece a torcedores pelo carinho

Frigoríficos deixam de usar toda a capacidade instalada

 Indústria entende que ociosidade é decorrência de redução do rebanho bovino, exportação de animais vivos e expansão de lavouras no Estado



A queda na utilização da capacidade instalada das plantas industriais vem preocupando os frigoríficos gaúchos. De acordo com o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Rio Grande do Sul (Sicadergs), o cenário de ociosidade é decorrente de uma combinação de fatores ocorridos nos últimos cinco anos, como a diminuição do rebanho gaúcho, as vendas de animais vivos para outros países e estados e a expansão das lavouras. O baixo consumo de carne também colabora para a diminuição do volume de abates.

Um levantamento feito pela entidade mostra que o estoque de animais vivos no Estado caiu de 13,6 milhões em 2016 para 10,9 milhões em 2020. Entre 2016 e 2021, mais de 1 milhão de bovinos saíram do Rio Grande do Sul, afirma o diretor executivo do Sicadergs, Zilmar Moussalle. “Isso deixou de ser abatido aqui. Como abatemos 2 milhões (de animais por ano), nos últimos cinco anos saiu metade do que abatemos num ano todo”, compara. Com base no preço médio de venda do bovino abatido, de R$ 6.234,60, o Sicadergs estima que nesse período os frigoríficos gaúchos deixaram de gerar uma receita de R$ 6,3 bilhões.

O fluxo de saída de bovinos, porém, teve uma acentuada queda neste ano – somadas, as exportações e as vendas a outros estados brasileiros passaram de 331.366 exemplares em 2020 para 36.083 neste ano, até o momento. Esse recuo elevou a oferta no mercado interno e derrubou os preços do boi, o que obrigou os frigoríficos a reduzir os valores na venda de carne ao comércio. “O varejo não mexeu no preço da ponta”, destaca Moussalle. Esse conjunto de circunstâncias não alterou o consumo, que continuou baixo, o que, segundo Moussalle, leva o frigorífico a reduzir abates. “Aí faz férias coletivas, fecha temporariamente, reduz o quadro (de funcionários)”, diz o dirigente, observando que a recente interrupção das exportações de carne à China também elevou a oferta interna e impactou os preços.

Segundo Moussalle, a indústria vem discutindo soluções no âmbito da Câmara Setorial da Pecuária de Corte. Ele alerta que as dificuldades dos frigoríficos se refletem em outras cadeias, como as indústrias de embalagens, couro e calçados.

Correio do Povo


Flamengo vence Atlético-GO por 2 a 0 e ainda sonha com o título

Jarro/gomil com bacia à venda na loja - Antiquário

 





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Telefone/Whatsapp: 51985028080 
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Bolsonaro alfineta Moro e diz que país tem bom ministro da Justiça

 Presidente faz a declaração um dia após depor à PF no inquérito que apura acusações do ex-ministro Sergio Moro



O presidente Jair Bolsonaro declarou na tarde desta sexta-feira que, agora, o governo federal tem um bom ministro da Justiça e Segurança Pública, diferentemente do passado. 

A declaração, durante evento de entrega da ampliação do sistema de abastecimento de água em Ponta Grossa, no Paraná, ocorre um dia após Bolsonaro prestar depoimento à Polícia Federal no inquérito que apura sua suposta interferência no órgão, conforme acusou o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. 

No depoimento, Bolsonaro afirmou que Moro sugeriu aceitar a mudança, pedida pelo presidente, do então diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, em troca de uma indicação de Bolsonaro para que ele ocupasse uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). 

O presidente negou que tenha interferido politicamente na Polícia Federal. Disse que decidiu mudar Valeixo por ter essa prerrogativa como presidente da República e por “falta de interlocução” com o antigo diretor-geral. Após o depoimento de Bolsonaro, Moro negou que tenha pedido uma cadeira no STF. “Não troco princípios por cargos”, declarou após depoimento de Bolsonaro. 

Bolsonaro cita possível filiação ao PP 

No evento desta sexta-feira, Bolsonaro voltou a dizer que está “solteiro”, numa referência a não ser filiado neste momento a nenhuma legenda política. Ele mencionou que o PP (Progressistas) é uma das siglas interessadas em sua filiação. “Eu estou sem partido, estou solteiro, por enquanto”, brincou. “Tem três entidades que querem casar comigo. Uma é o PP do (deputado federal) Ricardo Barros”, declarou. 

Bolsonaro viajou ao Paraná na companhia do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), eleito por aquele estado. 

Em discurso, Bolsonaro também voltou a criticar manifestantes que protestaram contra ele na Itália. Disse que os movimentos no exterior eram de brasileiros “bancados por alguém”, sugerindo que havia interesse político em criticá-lo. “Comecei a sair pelos fundos. Por que sair para enfrentar os histéricos, juntamente com parte da mídia, também histérica?”, perguntou o presidente. 

R7 e Correio do Povo


Mancini deve manter base do time do Grêmio, mas levará "mistério" até a hora do clássico Gre-Nal

Piratini abre inscrições para concurso da Secretaria de Saúde

 Serão 922 vagas - 724 para cargo de especialista em saúde e 198 para técnico em saúde



O governo do Rio Grande do Sul publicou, nesta sexta-feira, o edital do concurso público para provimento de 922 vagas para a Secretaria da Saúde. Serão 724 vagas do cargo de especialista em saúde e 198 vagas do cargo de técnico em saúde. 

Segundo o edital, as inscrições estão abertas até o dia 6 de dezembro no portal da Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs). Os valores são de R$ 211,22 para os cargos de nível superior, e R$ 92,64 para cargos de nível técnico. As provas serão realizadas em Porto Alegre e na Grande Porto Alegre.

A seleção será feita com provas escritas para os cargos de nível técnico, marcadas para 9 de janeiro, com a data pendente de confirmação. Para os cargos de nível superior, além da prova escrita, com caráter eliminatório e classificatório, também no dia 9 de janeiro, a segunda etapa será constituída de uma prova de títulos.  

As vagas são destinadas a profissionais concursados para atuarem em unidades em Porto Alegre, Pelotas, Santa Maria, Caxias do Sul, Passo Fundo, Bagé, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Alegrete, Erechim, Santo  ngelo, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Lajeado, Ijuí, Osório e Frederico Westphalen.

Do total das vagas, 10% serão destinados a pessoas com deficiência e também há a reserva de vagas para pessoas negras (consideradas pretas ou pardas). O edital está disponível no Diário Oficial do Estado

Correio do Povo

MPT recomenda exigir cartão de vacinação no ambiente de trabalho

 Nota técnica publicada nesta sexta-feira abrange vacinas previstas no PNI; governo proibiu exigência em empresas



O Ministério Público do Trabalho (MPT) orientou os empregadores a exigir comprovante de vacinação de seus empregados, colaboradores e demais pessoas que desejarem entrar no ambiente de trabalho. Essa orientação consta de uma nota técnica divulgada nesta sexta-feira.

No documento, o órgão pediu aos empregadores que “procedam à exigência da comprovação de vacinação de seus trabalhadores e trabalhadoras (observados o esquema vacinal aplicável e o cronograma vigente) e de quaisquer outras pessoas (como prestadores de serviços, estagiários etc), como condição para ingresso no meio ambiente laboral, ressalvados os casos em que a recusa do trabalhador seja devidamente justificada, mediante declaração médica fundamentada em contraindicação vacinal descrita na bula do imunizante”. 

A medida vai contra portaria publicada pelo Ministério do Trabalho e Previdência, na última segunda-feira, que proíbe, além da exigência do cartão de vacinação, a demissão por justa causa, caso o funcionário não apresente comprovante de que tomou a vacina contra a Covid-19. O texto afirma que impedir o acesso ao trabalho é inconstitucional e discriminatório.

O MPT considerou que o ambiente de trabalho possibilita o contato de trabalhadores e agentes causadores de doenças infecciosas, como a Covid-19, e que a redução dos riscos desse tipo de contágio é uma incumbência do empregado. Além disso, destacou que uma cobertura vacinal ampla traz impactos positivos para a imunidade da população. 

A nota técnica recomenda ainda que as empresas realizem campanhas internas de incentivo à vacinação. E aos empresários, que também exijam de outras empresas por eles contratadas a comprovação de esquema vacinal completo de trabalhadoras e trabalhadores terceirizados, seguindo o cronograma do município ou do estado onde ocorre a prestação de serviços.

R7 e Correio do Povo

Um samurai e seus lacaios usando armadura de malha e armados com naginata, 1870

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1310651172683552