Greta Thunberg diz em Glasgow que a COP26 é "um fracasso"

 Para jovem ativista, a conferência é um "festival de lavagem de imagem"



A jovem ativista sueca Greta Thunberg declarou nesta sexta-feira que a conferência sobre a mudança climática de Glasgow (COP26) é "um fracasso", a uma semana do encerramento das negociações. "Não é segredo que a COP26 é um fracasso", disse Thunberg a milhares de jovens na cidade escocesa.

"É uma celebração de duas semanas do 'aqui não acontece nada' e bla bla bla", acusou. "Isso não é mais uma conferência do clima. É um festival de lavagem de imagem", acrescentou.

Delegados de quase 200 países estão reunidos desde domingo passado para aumentar a redução de gases de efeito estufa e transição energética, com o objetivo de manter o aquecimento do planeta em um máximo de +1,5ºC.

Ao longo dessa primeira semana, os países anunciaram grandes coalizões para reduzir o consumo de combustíveis fósseis, eliminar o financiamento de fontes de energia tradicionais e acelerar a transição, mas sem calendários claros. "Nossos líderes não estão liderando. Isso é liderança", gritou Greta, apontando para a multidão.

AFP e Correio do Povo


Entenda o que é Miocardite e os riscos desta inflamação do coração

PGR fala em “arroubo de retórica” e não vê crime em falas de Bolsonaro no 7 de setembro

 Parecer é assinado pelo vice-procurador-geral Humberto Jacques de Medeiros



A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou nesta sexta-feira, ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não vê crime do presidente Jair Bolsonaro pelos discursos golpistas no feriado de 7 de Setembro.

O parecer é assinado pelo vice-procurador-geral Humberto Jacques de Medeiros, para quem a conduta do presidente não passou de "arroubo de retórica". "Não tendo havido o emprego de violência ou de ameaça, limitando-se o noticiado à imprecação verbal, ou quaisquer outras atitudes e comportamentos que não sejam aptos a anular ou dificultar significativamente a capacidade de atuação do poder constitucional, não há crime", escreveu no documento enviado ao STF.

A manifestação foi enviada em uma notícia-crime movida pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que imputa a Bolsonaro os crimes de atentado contra a ordem constitucional, o Estado Democrático de Direito e a separação dos Poderes. O vice-presidente da CPI da Covid também pediu uma investigação sobre o financiamento das manifestações organizadas em São Paulo e Brasília no feriado da Independência. A relatora é a ministra Cármen Lúcia.

Ao discursar para apoiadores, Bolsonaro deu um ultimato ao presidente do STF, Luiz Fux, para que 'enquadrasse' o ministro Alexandre de Moraes, ameaçou descumprir decisões judiciais e pedir a destituição de ministros e levantou suspeitas sobre a urna eletrônica. Em seguida, recuou dos ataques e aconselhado por seu antecessor, o ex-presidente Michel Temer (MDB), disse que as declarações foram feitas no "calor do momento".

Além do pedido ao STF, existe uma frente de apuração em curso no Tribunal Superior Eleitoral que investiga se políticos e empresários financiaram as manifestações antidemocráticas convocadas pelo governo federal no 7 de setembro. A investigação foi aberta com base em um vm vídeo que circulou nas redes sociais mostrando um dos organizadores da caravana bolsonarista distribuindo camisetas e notas de cem reais aos apoiadores que compareceram ao ato em São Paulo.

Agência Estado e Correio do Povo


Com problema no coração, Agüero agradece a torcedores pelo carinho

Frigoríficos deixam de usar toda a capacidade instalada

 Indústria entende que ociosidade é decorrência de redução do rebanho bovino, exportação de animais vivos e expansão de lavouras no Estado



A queda na utilização da capacidade instalada das plantas industriais vem preocupando os frigoríficos gaúchos. De acordo com o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Rio Grande do Sul (Sicadergs), o cenário de ociosidade é decorrente de uma combinação de fatores ocorridos nos últimos cinco anos, como a diminuição do rebanho gaúcho, as vendas de animais vivos para outros países e estados e a expansão das lavouras. O baixo consumo de carne também colabora para a diminuição do volume de abates.

Um levantamento feito pela entidade mostra que o estoque de animais vivos no Estado caiu de 13,6 milhões em 2016 para 10,9 milhões em 2020. Entre 2016 e 2021, mais de 1 milhão de bovinos saíram do Rio Grande do Sul, afirma o diretor executivo do Sicadergs, Zilmar Moussalle. “Isso deixou de ser abatido aqui. Como abatemos 2 milhões (de animais por ano), nos últimos cinco anos saiu metade do que abatemos num ano todo”, compara. Com base no preço médio de venda do bovino abatido, de R$ 6.234,60, o Sicadergs estima que nesse período os frigoríficos gaúchos deixaram de gerar uma receita de R$ 6,3 bilhões.

O fluxo de saída de bovinos, porém, teve uma acentuada queda neste ano – somadas, as exportações e as vendas a outros estados brasileiros passaram de 331.366 exemplares em 2020 para 36.083 neste ano, até o momento. Esse recuo elevou a oferta no mercado interno e derrubou os preços do boi, o que obrigou os frigoríficos a reduzir os valores na venda de carne ao comércio. “O varejo não mexeu no preço da ponta”, destaca Moussalle. Esse conjunto de circunstâncias não alterou o consumo, que continuou baixo, o que, segundo Moussalle, leva o frigorífico a reduzir abates. “Aí faz férias coletivas, fecha temporariamente, reduz o quadro (de funcionários)”, diz o dirigente, observando que a recente interrupção das exportações de carne à China também elevou a oferta interna e impactou os preços.

Segundo Moussalle, a indústria vem discutindo soluções no âmbito da Câmara Setorial da Pecuária de Corte. Ele alerta que as dificuldades dos frigoríficos se refletem em outras cadeias, como as indústrias de embalagens, couro e calçados.

Correio do Povo


Flamengo vence Atlético-GO por 2 a 0 e ainda sonha com o título

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Bolsonaro alfineta Moro e diz que país tem bom ministro da Justiça

 Presidente faz a declaração um dia após depor à PF no inquérito que apura acusações do ex-ministro Sergio Moro



O presidente Jair Bolsonaro declarou na tarde desta sexta-feira que, agora, o governo federal tem um bom ministro da Justiça e Segurança Pública, diferentemente do passado. 

A declaração, durante evento de entrega da ampliação do sistema de abastecimento de água em Ponta Grossa, no Paraná, ocorre um dia após Bolsonaro prestar depoimento à Polícia Federal no inquérito que apura sua suposta interferência no órgão, conforme acusou o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. 

No depoimento, Bolsonaro afirmou que Moro sugeriu aceitar a mudança, pedida pelo presidente, do então diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, em troca de uma indicação de Bolsonaro para que ele ocupasse uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). 

O presidente negou que tenha interferido politicamente na Polícia Federal. Disse que decidiu mudar Valeixo por ter essa prerrogativa como presidente da República e por “falta de interlocução” com o antigo diretor-geral. Após o depoimento de Bolsonaro, Moro negou que tenha pedido uma cadeira no STF. “Não troco princípios por cargos”, declarou após depoimento de Bolsonaro. 

Bolsonaro cita possível filiação ao PP 

No evento desta sexta-feira, Bolsonaro voltou a dizer que está “solteiro”, numa referência a não ser filiado neste momento a nenhuma legenda política. Ele mencionou que o PP (Progressistas) é uma das siglas interessadas em sua filiação. “Eu estou sem partido, estou solteiro, por enquanto”, brincou. “Tem três entidades que querem casar comigo. Uma é o PP do (deputado federal) Ricardo Barros”, declarou. 

Bolsonaro viajou ao Paraná na companhia do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), eleito por aquele estado. 

Em discurso, Bolsonaro também voltou a criticar manifestantes que protestaram contra ele na Itália. Disse que os movimentos no exterior eram de brasileiros “bancados por alguém”, sugerindo que havia interesse político em criticá-lo. “Comecei a sair pelos fundos. Por que sair para enfrentar os histéricos, juntamente com parte da mídia, também histérica?”, perguntou o presidente. 

R7 e Correio do Povo


Mancini deve manter base do time do Grêmio, mas levará "mistério" até a hora do clássico Gre-Nal

Piratini abre inscrições para concurso da Secretaria de Saúde

 Serão 922 vagas - 724 para cargo de especialista em saúde e 198 para técnico em saúde



O governo do Rio Grande do Sul publicou, nesta sexta-feira, o edital do concurso público para provimento de 922 vagas para a Secretaria da Saúde. Serão 724 vagas do cargo de especialista em saúde e 198 vagas do cargo de técnico em saúde. 

Segundo o edital, as inscrições estão abertas até o dia 6 de dezembro no portal da Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs). Os valores são de R$ 211,22 para os cargos de nível superior, e R$ 92,64 para cargos de nível técnico. As provas serão realizadas em Porto Alegre e na Grande Porto Alegre.

A seleção será feita com provas escritas para os cargos de nível técnico, marcadas para 9 de janeiro, com a data pendente de confirmação. Para os cargos de nível superior, além da prova escrita, com caráter eliminatório e classificatório, também no dia 9 de janeiro, a segunda etapa será constituída de uma prova de títulos.  

As vagas são destinadas a profissionais concursados para atuarem em unidades em Porto Alegre, Pelotas, Santa Maria, Caxias do Sul, Passo Fundo, Bagé, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Alegrete, Erechim, Santo  ngelo, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Lajeado, Ijuí, Osório e Frederico Westphalen.

Do total das vagas, 10% serão destinados a pessoas com deficiência e também há a reserva de vagas para pessoas negras (consideradas pretas ou pardas). O edital está disponível no Diário Oficial do Estado

Correio do Povo

MPT recomenda exigir cartão de vacinação no ambiente de trabalho

 Nota técnica publicada nesta sexta-feira abrange vacinas previstas no PNI; governo proibiu exigência em empresas



O Ministério Público do Trabalho (MPT) orientou os empregadores a exigir comprovante de vacinação de seus empregados, colaboradores e demais pessoas que desejarem entrar no ambiente de trabalho. Essa orientação consta de uma nota técnica divulgada nesta sexta-feira.

No documento, o órgão pediu aos empregadores que “procedam à exigência da comprovação de vacinação de seus trabalhadores e trabalhadoras (observados o esquema vacinal aplicável e o cronograma vigente) e de quaisquer outras pessoas (como prestadores de serviços, estagiários etc), como condição para ingresso no meio ambiente laboral, ressalvados os casos em que a recusa do trabalhador seja devidamente justificada, mediante declaração médica fundamentada em contraindicação vacinal descrita na bula do imunizante”. 

A medida vai contra portaria publicada pelo Ministério do Trabalho e Previdência, na última segunda-feira, que proíbe, além da exigência do cartão de vacinação, a demissão por justa causa, caso o funcionário não apresente comprovante de que tomou a vacina contra a Covid-19. O texto afirma que impedir o acesso ao trabalho é inconstitucional e discriminatório.

O MPT considerou que o ambiente de trabalho possibilita o contato de trabalhadores e agentes causadores de doenças infecciosas, como a Covid-19, e que a redução dos riscos desse tipo de contágio é uma incumbência do empregado. Além disso, destacou que uma cobertura vacinal ampla traz impactos positivos para a imunidade da população. 

A nota técnica recomenda ainda que as empresas realizem campanhas internas de incentivo à vacinação. E aos empresários, que também exijam de outras empresas por eles contratadas a comprovação de esquema vacinal completo de trabalhadoras e trabalhadores terceirizados, seguindo o cronograma do município ou do estado onde ocorre a prestação de serviços.

R7 e Correio do Povo

Um samurai e seus lacaios usando armadura de malha e armados com naginata, 1870

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1310651172683552

WhatsApp Web dispensa celular e pode ser usado em 4 dispositivos

 Atualização do grupo Meta está em fase de desenvolvimento e pode não estar disponível para todos os usuários


O grupo Meta, antigo Facebook, disponibilizou nesta sexta-feira uma nova atualização que permite ao usuário usar o WhatsApp Web sem precisar de internet no celular. Lançado em 2015, esta é uma das maiores atualizações da versão do aplicativo de troca de mensagens para o navegador do computador.

Outra função que a nova atualização disponibilizou é a possibilidade de vincular até quatro dispositivos à mesma conta. As mensagens enviadas ao número de celular cadastrado no WhatsApp serão sincronizadas em tempo real em todos os aparelhos.

Para ter acesso à nova funcionalidade do WhatsApp Web, é preciso realizar uma autenticação de QR code usando o celular com o aplicativo do WhatsApp instalado.

Após realizar a leitura do código QR code que aparecerá ao acessar o WhatsApp Web, a versão do navegador fará um breve download das mensagens armazenadas no telefone. Em seguida, o usuário já poderá enviar mensagens sem conexão de internet no celular.

A atualização do WhatsApp Web é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nesta sexta. Entretanto, alguns usuários podem não ter acesso às novas funcionalidades disponibilizadas pelo grupo Meta, já que a versão do aplicativo para o navegador está em modo beta.


R7 e Correio do Povo


Após recuo de Bolsonaro, médico recusa condecoração


Brasil registra 389 mortes e 13.321 novos casos de coronavírus

Coordenadores pedem para sair do Inep a menos de um mês do Enem

 Desligamentos de servidores experientes geram receio por segurança da aplicação da prova



Dois coordenadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão responsável pela aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), pediram exoneração de seus cargos, a menos de um mês da prova. Ambos são servidores antigos e experientes, que estão há mais de dez anos trabalhando com o Enem. O exame será nos dias 21 e 28.

Hélio Júnior Rocha Moraes, coordenador-geral de Logística da Aplicação, e Eduardo Carvalho Sousa, coordenador-geral de Exames para Certificação, comunicaram os pedidos de exoneração entre quarta-feira e quinta. Segundo o Estadão apurou, outros coordenadores e diretores do órgão podem também pedir demissão nos próximos dias por não concordarem com atitudes do atual presidente, Danilo Dupas. Ele teria publicado uma portaria responsabilizando também os servidores do Inep por eventuais problemas no Enem, algo que sempre havia sido responsabilidade apenas do presidente do órgão. O Ministério da Educação (MEC) pediu uma reunião com Dupas para entender a situação.

Moraes fazia toda a organização logística da prova, o que envolve a alocação dos candidatos nas salas de aplicação e supervisão de contratos. Durante a aplicação do Enem, ele era a pessoa crucial, para contatos com os policiais, os Correios, a gráfica. Servidores ouvidos pela reportagem temem pela segurança do exame sem a presença de profissionais experientes, já que Dupas nunca participou da realização do Enem.

Sousa coordena o setor responsável pela elaboração da prova e já havia saído de licença médica por estresse. A prova está pronta e já impressa. O Estadão apurou que os pedidos de exoneração têm relação com divergências com Dupas, que tentou mudar os professores responsáveis pela elaboração do Enem. Com a discordância de Sousa, Dupas teria desistido. Mesmo assim, a situação ficou insustentável e Sousa preferiu deixar o cargo.

Em outubro, o Inep já havia exonerado, a pedido, Daniel Miranda Pontes Rogerio do cargo de diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais. Esse órgão é responsável por sistematizar dados relacionados a coleta, estudo e avaliação educacional. O esvaziamento do departamento pode comprometer a consolidação de informações importantes para a transferência de recursos na Educação - já que a alocação da verba depende de dados atualizados.

A Associação dos Servidores do Inep (Assinep) divulgou um documento em que alerta para problemas em vários setores do Inep. Os servidores, que fizeram manifestação na quinta-feira, se dizem vítimas de assédio da presidência atual e falam de risco às provas. Procurado, o Inep não se manifestou.

Agência Estado e Correio do Povo