Em parecer, juristas refutam acusações da CPI contra o Presidente Bolsonaro

 

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O dia em que Enéas Carneiro rasgou elogios ao "desconhecido" deputado Bolsonaro e agiu quase como "profeta" (veja o vídeo)

 

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O dia em que Enéas Carneiro rasgou elogios ao "desconhecido" deputado Bolsonaro e agiu quase como "profeta" (veja o vídeo)

Jovem Pan e RedeTV abrem as portas para Alexandre Garcia

 

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Ricardo Feltrin - Jovem Pan e RedeTV abrem as portas para Alexandre Garcia

Deputado Gil Diniz desafia Mamãe Falei para um debate

 

1.000 dias do Ministério da Infraestrutura

 

Argentina reabre a fronteira para brasileiros, mas voos são poucos; entenda regras para viajar

 


A Argentina reabriu nesta sexta-feira (1º) a fronteira com os países vizinhos depois de quase 1 ano de restrição por conta da pandemia, mas ainda com poucos voos para brasileiros.

Somente a partir de 1º de novembro a entrada será permitida para todos os estrangeiros, sem exceção. A expectativa é de que só então as frequências de voos sejam ampliadas.

Exigências para entrar

Por enquanto, só podem entrar no país os visitantes vacinados de Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile. E os visitantes terão que respeitar algumas exigências:

  • apresentar o comprovante de vacinação completa com, pelo menos, 14 dias a partir da segunda dose, independentemente da marca da vacina.
  • apresentar um teste RT-PCR realizado até 72 horas antes da viagem e um teste antígeno no ponto de entrada ao país. Entre o 5º e o 7º dia depois da chegada à Argentina, deverá apresentar um novo teste PCR.
  • quem não tiver o esquema completo de vacinação, incluindo os menores de idade, ficará isolado numa quarentena obrigatória, além de precisar realizar todos os testes mencionados.
  • os exames não serão mais obrigatórios quando a Argentina atingir 50% da população vacinada. Atualmente, o país tem 44,8% da população com as duas doses.

As mesmas exigências são feitas para cruzar a fronteira terrestre.

Poucos voos

Segundo reportagem da agência RFI, as companhias aéreas ainda não contam com tempo prévio suficiente para programar e comercializar voos.

Das que atualmente mantêm voos entre Brasil e Argentina, a Aerolíneas Argentinas obteve autorização para duas frequências semanais entre Buenos Aires e São Paulo até 15 de outubro. Foi pedida autorização para três voos semanais ao Rio de Janeiro em novembro e quatro em dezembro.

A Latam só foi autorizada a realizar cinco voos nos dias 1, 3, 8, 10 e 15 de outubro entre São Paulo e Buenos Aires. A Turkish Airlines só voará nos dias 5 e 12 de outubro entre Buenos Aires e São Paulo.

Ainda segundo a RFI, as companhias brasileiras Azul e Gol continuam sem voar a Buenos Aires. A Gol só pretende retomar os voos em dezembro.

O Sul

Vazamento de chaves do Pix expõe dados de 395 mil pessoas

 


O Banese (Banco do Estado de Sergipe) informou que o vazamento de dados do Pix não afetou a confidencialidade de senhas, histórico de transações ou outras informações financeiras de seus clientes. A informação do vazamento foi confirmada pelo BC (Banco Central). Em nota, o banco comunicou que foram detectadas consultas indevidas a dados relacionados a 395 mil chaves Pix, exclusivamente do tipo “telefone”, de não clientes do banco a partir do acesso de duas contas bancárias de clientes do banco.

Ainda segundo o Banese o fato foi comunicado a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), que em conjunto com o Banco Central tem trabalhado na apuração e comunicação dos fatos. O Banese reforçou a necessidade da adoção de cuidados básicos a serem seguidos pelos usuários do sistema financeiro. Sempre suspeitar de mensagens SMS ou em aplicativos enviadas por números desconhecidos, e nunca clicar em links enviados por tais números. Ter atenção redobrada ao receber ligações de pessoas que passando por bancos e jamais fornecer informações pessoais. Códigos de SMS ou senhas bancárias. Ter cuidado com emails e páginas falsas que tentam se passar por qualquer instituição financeira e nunca utilizar senhas fáceis de serem descobertas.

Esse é o primeiro vazamento desse tipo de dados do Pix registrado pelo Banco Central. A autarquia federal também garante que, apesar do acesso indevido por parte dos criminosos, não ocorreu movimentação de recursos ou acesso as contas. A Autoridade Monetária Nacional também acrescentou que vai apurar o ocorrido e aplicar medidas sancionatórias previstas na regulação. Afirmou ainda que suas afetadas pelo vazamento serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo do seu banco e destacou que nem o Banco Central, nem as instituições participantes, usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagens chamadas telefônicas, SMS ou e-mail.

A notícia do vazamento vem depois do Banco Central terá adotado medidas para aumentar a segurança do Pix em meio a ocorrência de crimes, incluindo sequestros relâmpagos, que permitem transferências imediatas feitas nos sete dias da semana e a qualquer horário.

O Banco Central estabeleceu um limite de mil reais para operações entre pessoas físicas das oito da noite às seis da manhã. Também permitiu que a instituição que detém a conta do usuário recebedor, Pessoa Física, possa efetuar um bloqueio preventivo dos recursos por até 72 horas em caso de suspeita de fraude.

A autarquia também informou que mudou o regulamento do Pix para deixar claro que os bancos devem ser responsabilizados por fraudes decorrentes de falhas dos seus próprios mecanismos de gerenciamento de risco.

O Sul

Tênis Adidas Lite Racer 2.0 Feminino

 


De design esportivo, o Tênis Adidas Lite Racer 2.0 Feminino é sinônimo de conforto nos pés. O cabedal em mesh oferece flexibilidade e excelente ventilação interna que afasta o mau odor, enquanto a entressola em EVA garante amortecimento em cada passo. O fechamento em cadarço permite um ajuste prático e o solado emborrachado fornece aderência e tração em cada passo.

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Pela primeira vez desde o início da pandemia, o Brasil tem mais de 50% das pessoas com idade para trabalhar empregadas, segundo o IBGE

 


Pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19, mais de 50% das pessoas com idade para trabalhar estão ocupadas no Brasil, segundo informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na quinta-feira (30). O número de pessoas ocupadas (89,0 milhões) avançou 3,6%, com mais 3,1 milhões no trimestre fechado em julho. Com isso, o nível de ocupação subiu 1,7 ponto percentual para 50,2%. “Essa é a primeira vez, desde o trimestre encerrado em abril de 2020, que o nível de ocupação fica acima de 50%, o que indica que mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país”, destaca a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

A taxa de desempregoo recuou para 13,7% no trimestre fechado em julho, uma redução de 1,0 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em abril. Isso corresponde a 14,1 milhões de pessoas na fila em busca de um trabalho no país. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada pelo IBGE.

Houve um aumento no emprego com carteira assinada no setor privado e nos postos de trabalho informais, com a manutenção da expansão do trabalho por conta própria sem CNPJ e do emprego sem carteira no setor privado. Isso fez, inclusive, com que a taxa de informalidade subisse dos 39,8% do trimestre móvel anterior para 40,8%, no trimestre encerrado em julho.

O emprego com carteira assinada avançou 3,5%, com mais 1,0 milhão de pessoas, totalizando 30,6 milhões no trimestre até julho. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o contingente aumentou 4,2%, com mais 1,2 milhão de pessoas. É o primeiro aumento no emprego com carteira, desde janeiro de 2020, na comparação anual.

O número de empregados no setor privado sem carteira (10,3 milhões) cresceu 6,0% na comparação com o trimestre móvel anterior. Em um ano, esse contingente subiu 19,0% ou 1,6 milhão de pessoas.

O trabalho por conta própria manteve a trajetória de crescimento e atingiu o patamar recorde de 25,2 milhões de pessoas, um aumento de 4,7%, com mais 1,1 milhão de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o contingente avançou 3,8 milhões, alta de 17,6%. “Essa é a forma de inserção na ocupação que mais vem crescendo nos últimos trimestres na PNAD Contínua, embora o trabalho com carteira assinada comece a ter resultados mais favoráveis”, acrescentou Adriana Beringuy.

O trabalho doméstico aumentou 7,7%, somando 5,3 milhões pessoas. Frente ao mesmo período do ano anterior, cresceu 16,1%, um adicional de 739 mil pessoas. As expansões trimestral e anual foram as maiores em toda a série histórica da ocupação dos trabalhadores domésticos.

Já as categorias dos empregadores (3,7 milhões) e dos empregados do setor público (11,8 milhões) não tiveram variações significativas nas duas comparações.

Em um ano, a população empregada cresceu 7,0 milhões no país. Adriana Beringuy observa, contudo, que esse crescimento, embora muito significativo, tem como base de comparação o mesmo trimestre de 2020, quando o trabalho ainda era bastante afetado pela pandemia. “Embora tenha havido um crescimento sucessivo ao longo dos trimestres, mostrando recuperação da ocupação, a população ocupada segue inferior ao período pré-pandemia em cerca de 5,0 milhões de pessoas”, disse a analista do IBGE.

O crescimento de pessoas empregadas no trimestre fechado em julho, avançou em seis dos 10 agrupamentos de atividades econômicas. Nenhuma registrou perdas. Construção avançou 10,3%, seguida por alojamento e alimentação (9,0%), serviços domésticos (7,7%), transporte, armazenagem e correio (4,9%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4,5%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,2%).

Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, esse crescimento foi ainda mais disseminado. Das 10 atividades, oito avançaram no aumento de empregos, com destaque para construção (23,8%), alojamento e alimentação (16,8%) e serviços domésticos (16,5%). “Essas duas últimas atividades tiveram perdas muito acentuadas na pandemia. São atividades que ainda estão recompondo o seu contingente”, observa Adriana Beringuy.

O trabalho informal, que inclui aqueles sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração, chegou a 36,3 milhões de pessoas e uma taxa de 40,8%. No trimestre anterior, a taxa foi de 39,8%, com 34,2 milhões de pessoas. Há um ano esse contingente era menor, 30,7 milhões e uma taxa de 37,4%, o menor patamar da série.

“Em um ano, o número de informais cresceu 5,6 milhões. O avanço da informalidade tem proporcionado a recuperação da ocupação da PNAD Contínua”, explica Adriana Beringuy. “Embora tenha havido um crescimento bastante acentuado no período, o número de trabalhadores informais ainda está distante do máximo registrado no trimestre fechado em outubro de 2019, quando tínhamos 38,8 milhões de pessoas na informalidade”, acrescenta.

O Sul