Vejamos... Sob a égide de combater o racismo, as ditaduras, a religiosidade e alegando todos os tipos de preconceitos, as obras de arte, os livros, os filmes, as estátuas, as ruas, as avenidas, etc, que não atendem e comportem as ideias do novo stablishment, são consideradas hostis, racistas e ofensivas aos direitos humanos. Em uma edição do Jornal do Almoço desta semana, assisti uma colunista de economia orientar a seguinte situação: "devemos incentivar o BLACK MONEY aqui em Porto Alegre, ou seja, negro compra de negro, para apoiar a economia e evitar racismo". O Movimento Black Money (MBM), fundado em 2017, liderado pela empreendedora Nina Ferraz, afirma que fazendo circular capital entre negros é fortalecer a raça e sua economia. Pergunto: e se uma pessoa branca afirmasse que branco deveria apenas comprar de branco, o que aconteceria??????? Aqui no Brasil, em 2010, os livros do escritor infantil MONTEIRO LOBATO, especialmente a obra Caçadas de Pedrinho foi acusada de possu...