Teich chega a Manaus onde acompanhará trabalhos contra crise de Covid-19

Estado tem uma das maiores incidências da doença, com 548 mortes e mais de 6,6 mil infectados

Ministro pretende visitar vários estados que estão em condições limítrofes


O ministro da Saúde, Nelson Teich, chegou a Manaus na tarde deste domingo para acompanhar a crise no sistema de saúde local em razão da pandemia do novo coronavírus. O estado do Amazonas possui umas das maiores incidências de Covid-19, com 548 mortes e 6.683 pessoas infectadas, segundo balanço deste domingo. Outros 1.901 pacientes se recuperaram.
Teich se reuniu com o governador Wilson Lima (PSC) e o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB). Na segunda, ele visita o Comando Militar da Amazônia e o Hospital Delphina Rinaldi Abdel Azir, pela manhã, e o Hospital de Campanha Municipal e o Hospital Retaguarda Nilson Lins, à tarde.
No Twitter, o ministro divulgou vídeo afirmando que o objetivo é acompanhar de perto as ações de combate à covid-19. "O foco é pleno em ação, melhorar nossa capacidade de cuidar das pessoas, entregar resultados e salvar vidas. É pra isso que a gente está indo lá e vai fazer o mesmo com outras cidades do Brasil na sequência". 
Também pelo Twitter, Teich divulgou que o ministério contratou 267 profissionais da saúde para atuar no Amazonas, sendo 37 médicos, 118 enfermeiros, 57 técnicos em enfermagem, 26 fisioterapeutas, 12 farmacêuticos e 17 biomédicos. Sistema funerário Além da crise no sistema de saúde, a capital amazonense vive também uma crise no sistema funerário. O Cemitério Nossa Senhora de Aparecida passou a realizar enterros à noite. Diversas covas foram abertas de forma emergencial, e uma mesma cova chega a ser ocupada por dois caixões.

R7 e Correio do Povo

Roberto Jefferson, Presidente Nacional do PTB, faz uma breve e sensata análise da saída de Sérgio Moro do governo.

Estiagem preocupa moradores de Faxinal do Soturno (RS)

Prefeitura tem recebido pedidos de água potável para o consumo das famílias

Sem previsão de volumes consideráveis de chuva para os próximos dias, a preocupação com a seca aumenta

Em Faxinal do Soturno, no Centro do Estado, além dos prejuízos causados pela Covid-19, aumenta a preocupação das famílias do interior em virtude da estiagem. Além das perdas nas lavouras, moradores estão tendo dificuldades com a falta de água potável. A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos tem entrega de água como demanda extraordinária às atividades da pasta. Com o prolongamento da estiagem, novos pedidos do recurso para o consumo das famílias, assim como água para os bebedouros de animais, chegam à prefeitura. Sem previsão de volumes consideráveis de chuva para os próximos dias, a preocupação com a seca aumenta.
Segundo o secretário Clóvis Benetti, 40 propriedades estão sendo abastecidas pela secretaria. “Uma caçamba faz de quatro a cinco viagens por dia para o interior, levando cerca de seis mil litros de água em cada carga”, destaca. O veículo foi equipado com tanques, bombonas e mangueiras, para abastecer os bebedouros e encher as caixas de água das propriedades. No início dos atendimentos, a secretaria chegou a enviar uma caminhonete e um caminhão, além da caçamba, para atender aos pedidos decorrentes da estiagem. Os Bombeiros Voluntários também ajudaram.
Segundo Benetti, além da entrega de água, a Secretaria de Obras e a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente trabalha de forma contínua na abertura de bebedouros para animais, microaçudes e vertentes. “É uma forma de buscar novas fontes de água nas propriedades”, destaca.
Recentemente foi realizada a entrega de quatro mil litros de água na propriedade do agricultor Vanderlei de Gregori, no Sítio dos Mellos. A quantia abasteceu o único bebedouro dos três bovinos que ainda restam no rebanho do produtor. Segundo ele, metade dos animais foi vendida em razão da escassez de recursos, uma vez que a estiagem também afeta a produção da pastagem. “Uma seca longa assim eu nunca vi”, afirma.
Na propriedade da aposentada Clementina Vidal Zenero, também em Sítio dos Mellos, falta água potável. De acordo com ela, a fonte que abastece a família está secando e não tem capacidade para atender a demanda de água necessária para as atividades essenciais da casa. Junto com o marido, ela planta para a subsistência e, pela primeira vez desde o início da estiagem, precisou de água da prefeitura.

Correio do Povo

Estudantes da Ufrgs ajudam contra Covid-19 na linha de frente

Alunos atuam ao lado de professores e médicos em unidades de saúde e no Hospital de Clínicas

Estudantes se voluntariaram para combate à doença

Estudantes de Medicina e Enfermagem da Ufrgs participam de ações na linha de frente no combate à Covid-19. De forma voluntária, preferiram seguir trabalhando e aprendendo, na prática, com a realidade de uma pandemia. Eles atuam ao lado de professores e profissionais graduados em unidades de saúde e Hospital de Clínicas. Experiência que encaram como enriquecedora para o futuro em suas profissões.
Juliana Kerber, 24 anos, está no quinto ano de Medicina e faz estágio na Unidade de Saúde Santa Cecília, onde duas equipes, com 12 acadêmicos cada, se dividem entre o atendimento presencial e telessaúde. “Fazemos orientações aos pacientes, separando os que têm problemas respiratórios dos que desenvolvem outros sintomas. Além dos conhecimentos de saúde, ajudamos a lidarem com seus medos, tranquilizando sempre que possível”, conta. Juliana percebe os aprendizados adquiridos no combate ao novo coronavírus, ainda que isso acarrete na distancia da família. “São todos de Poço das Antas, município perto de Lajeado. Para vê-los, só por chamadas de vídeo mesmo. Mas é melhor assim, para a proteção de todos”, diz.
No mesmo posto de saúde, o futuro colega de profissão Thiago Krampe, 24 anos, colaborou na vacinação aos idosos contra a gripe, grupo de risco da Covid-19. Assim como Juliana, encontrou muitos pacientes preocupados com a pandemia. “É gratificante poder estar ali levando algum conforto à sociedade”.  A carga horária foi reduzida para evitar o risco de contágio, mas as escalas de trabalho continuam. “Desde o começo da pandemia, eu estava dentro do Hospital, e vivemos uma situação de ansiedade por conta das informações vagas e desencontradas. Não sabíamos como seria com os equipamentos de proteção ou se as nossas atividades seriam mantidas”, relata o estudante, que retornou ao estágio curricular obrigatório, mas com uma vivência marcante. “Um trabalho em meio a um cenário de pandemia traz um crescimento com certeza”, completa.
Aluno de Enfermagem no último ano do curso, Felipe Adonai Pires Soares, 25 anos, prestou atendimento desde crianças e adolescentes, como do Instituto Pão dos Pobres, até idosos em geriatrias. “É um misto de sensações, há medo e ansiedade, mas também é bom saber que estamos trabalhando em favor de algo maior”, salienta. Para ele, que já voltou a atuar na emergência de Hospital de Clínicas, a receptividade das pessoas atendidas foi o que mais marcou. “As crianças diziam que também gostariam de ser profissionais da saúde”, relembra. Felipe espera que seja possível fazer a festa de formatura nos moldes habituais. “Seria entre junho e julho deste ano. Até brinco com os meus colegas de curso, seremos lembrados como os ‘egressos da pandemia’”. 

Correio do Povo

Caminhoneiros redobram cuidados para manter atividade essencial na pandemia

Setor é responsável pelo abastecimento das cidades em meio a crise do coronavírus

Setor é responsável pelo abastecimento das cidades na pandemia
Para evitar uma intensificação de contágio do coronavírus, as pessoas foram obrigadas a ficar em casa, a economia, por consequência, acabou praticamente parando. Nas rodovias, o fluxo de veículos reduziu mais de 18% no primeiro mês de pandemia, segundo levantamento da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). Como nas ruas das cidades, somente o essencial circula nas estradas. 
Muitas mercadorias, algumas delas produtos e equipamentos fundamentais para o combate ao Covid-19, só chegam pelas mãos dos caminhoneiros, alguns dos heróis invisíveis desta pandemia. Enfrentando lonjuras, infraestrutura precária e encarando prazos apertados para cumprir suas entregas, muitos dos caminhoneiros tinham a solidão da estrada quebrada, durante as paradas de descanso, na companhia de outros parceiros de boleia. Não têm mais e o ofício ficou ainda mais solitário em tempos de pandemia.
Em um posto de combustível, à beira da freeway (BR 290), no último sábado, o caminhoneiro de Tapes, Valmir de Oliveira, 47 anos, mostrava, orgulhoso, seu antídoto para a solidão: a presença da esposa Tatiane Medeiros, 37, da filha Letícia, de 9, e o Joãozinho, um filhote de cachorro, com dois meses de idade. Oliveira, na companhia das duas e mais o bichinho, estavam indo para São Paulo. Ele conta que faz esta rota semanalmente, mas que uma vez por mês, Tatiane vai junto. “Serve para aproximar a nossa família; além disso, ela é apaixonada também por caminhão”, conta. 
A companhia foi bem vinda neste mês de abril. O motorista lembra que o pessoal, ao parar no posto para pernoite, costumava se agrupar. “Agora é banho, cabine e tchau”, lamenta Oliveira, sobre as mudanças impostas pelo novo coronavírus. Uma questão também observada pelo seu colega de estrada, Vilmar Bender, 51 anos, de Santa Rosa, que estava levando uma carga de máquinas agrícolas de Montenegro para Imperatriz, no Maranhão, em uma viagem de mais de 3.800 quilômetros. “A gente gosta de se aproximar, poder abraçar os colegas, conversar. Agora não mais. O pessoal fica com medo”, confessa Bender.
Na estrada, o pior da pandemia já passou, segundo Oliveira. Isso, por que nos primeiros 30 dias, aproximadamente, em que se determinou o distanciamento social e a suspensão das atividades comerciais, muitos motoristas enfrentaram dificuldades na alimentação. “Os restaurantes e conveniências estavam fechados. Eu aqui tenho caixa (caixa térmica), mas quem dirige caminhão com tanque ou rampa não tinha esta alternativa”, conta. 
A caixa é mais que um cooler. Há uma outra que também guarda utensílios de cozinha e até um fogareiro. Foi uma mão na roda para o caminhoneiro de Tapes. Mas quem não tinha como, foi alimentado pela solidariedade à beira da estrada. “Houve dias, em Santa Catarina, principalmente, a cada 20 quilômetros tinha pessoal distribuindo marmitas”, relata. 
Ações de distribuição de marmitas também vêm ocorrendo ainda no Rio Grande do Sul, algumas promovidas pela própria comunidade, outras por empresas e concessionárias de rodovias. Tudo para que ninguém passe fome na estrada. “É o se alimentar que está judiando. Mas hoje temos que agradecer a quem está nos dando estes almoços. O pessoal se ajuda bastante”, retribui Bender.

Só os fortes

Bender, que é caminhoneiro há 14 anos, mas já trabalha nas estradas há mais tempo, se recorda de um episódio, na cidade de Cuiabá, capital do Mato Grosso. “Chegaram para a gente e falaram: ‘vocês são uns homens fortes, têm saúde".
Mas não é bem assim. Apesar do motorista de Santa Rosa e o de Tapes não terem visto de perto a doença, nem ter conhecimento de algum colega que tenha se contagiado com a Covid-19, eles sabem que a coragem de encarar sozinhos quilômetros de estrada não o fazem mais resistentes ao novo coronavírus. “A gente tem que se cuidar. Tenho álcool-gel e máscara. Neste momento, nossa proteção é muito importante para que as mercadorias e da epidemia cheguem ao destino.

Cuidados para os caminhoneiros

Não cumprimente pessoas de forma próxima, com apertos de mão, abraços ou beijos. Mantenha um metro de distância.
Evite se apoiar ou tocar em lugares sem necessidade.
Evite ficar próximo de quem está tossindo e, nesses casos, se possível, oriente a essa pessoa que use máscara.
O álcool em gel deve fazer parte, a todo momento, do seu dia a dia. 
Higienize as mãos a cada 30 minutos ou sempre que tocar em algo.
Sempre que der uma parada, lave bem as mãos com água e sabão. Esfregue as palmas, entre os dedos e nas pontas, debaixo das unhas e nos punhos.
Após usar o banheiro e lavar bem as mãos, use papel toalha ou o cotovelo para tocar na maçaneta e abrir a porta.
Higienize bem o volante, o câmbio, o freio de mão e o painel do seu caminhão. Use, para isso, água e sabão ou álcool que tenha concentração superior a 70%.
Se possível, utilize talheres e pratos descartáveis ou tenha seus próprios utensílios para fazer refeições na estrada. Isso porque o coronavírus também passa pela saliva. Se os pratos e talheres não estiverem bem lavados, podem aumentar o risco de contágio.
Nunca compartilhe suas toalhas, sejam elas de banho ou de rosto.
Se você tiver os sintomas mais comuns do coronavírus (febre e tosse seca), fique em casa. Caso você esteja em viagem e comece a apresentar os sintomas, use máscara.


Correio do Povo

Fábio Assunção fala sobre o coronavírus e do ditador João Doria

Inter quer que sócios banquem construção do CT de Guaíba

Clube precisa de aproximadamente R$ 70 milhões para construção da primeira fase

Primeira fase da obra está orçada em R$ 70 milhões

O Inter precisa de aproximadamente R$ 70 milhões para construir ao menos a primeira fase do Centro de Treinamento na área de mais de 700 mil metros quadrados em Guaíba. No momento, porém, não tem o dinheiro nem a perspectiva de tê-lo em curto ou médio prazo. Por isso, o clube planeja chamar os seus associados a participar do projeto. A ideia é convencê-los a bancar a construção do CT. 
O projeto é gestado pelo vice-presidente de negócios estratégicos, João Pedro Lamana Paiva. Ele encomendou uma pesquisa para medir se os associados teriam condições e disposição para pagar entre R$ 20 e R$ 30 mensalmente, além da quantia da mensalidade. “Acho que há boas chances de os associados participarem do projeto, como já fizeram com a construção do Beira-Rio lá na década de 1960. Mas quero ter certeza disso antes de apresentar o projeto ao Conselho de Administração”, observou João Pedro Lamana Paiva, que também coordena o projeto de reforma do Gigantinho, paralisado pela pandemia. 
O projeto do novo CT do Inter inclui a construção de até oito campos de futebol, um mini-estádio para 1,6 mil pessoas, um hotel para até 300 atletas e toda a infraestrutura necessária para os treinos de todas as categorias de base e grupo principal.

Correio do Povo

"Há lealdades maiores do que as pessoais", diz Sergio Moro

Ex-ministro prestou depoimento à Polícia Federal a respeito das acusações que fez contra Jair Bolsonaro

Ex-ministro prestou depoimento à Polícia Federal a respeito das acusações que fez contra Jair Bolsonaro

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro postou na manhã deste domingo, no Twitter, que "há lealdades maiores do que as pessoais". No sábado, Moro prestou depoimento à Polícia Federal (PF) a respeito das acusações que fez contra o presidente Jair Bolsonaro no dia 24 de abril, durante pronunciamento em que anunciou sua demissão.




O depoimento do ex-ministro durou oito horas e Moro foi ouvido por delegados da PF e representantes da PGR (Procuradoria-Geral da República), em Curitiba. O ex-juiz da Lava Jato apresentou conversas, áudios e e-mails trocados com o presidente durante o período que ocupou o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Durante o depoimento de Moro, grupos de manifestantes pró-governo chamavam o ex-ministro de "rato" e "Judas", xingamento utilizado por Bolsonaro nas redes sociais antes da oitiva. "Com tantos crimes maiores, porque ele quis se voltar contra o presidente e sua família?", gritavam do carro de som.
Um grupo de apoiadores de Moro também esteve no local, com faixas de suporte ao ex-juiz e a Operação Lava Jato. Durante a noite, um entregador de delivery levou pizzas para a equipe que acompanhava a oitiva - naquela hora, o depoimento de Moro já durava mais de sete horas. Foram feitas duas pausas durante o dia.
Moro acusou Bolsonaro de trocar o comando da PF para obter informações e relatórios sigilosos de investigações ao anunciar demissão, na semana passada. O Planalto se preocupa com o andamento de inquéritos que apuram esquemas de divulgação de 'fake news' e financiamento de atos antidemocráticos realizados em abril, em Brasília.
"O presidente me disse que queria ter uma pessoa do contato pessoal dele, que ele pudesse colher informações, relatórios de inteligência, seja diretor, superintendente, e realmente não é o papel da Polícia Federal prestar esse tipo de informação. As investigações têm de ser preservadas. Imagina se na Lava Jato, um ministro ou então a presidente Dilma ou o ex-presidente (Lula) ficassem ligando para o superintendente em Curitiba para colher informações", disse Moro, ao comentar as pressões de Bolsonaro para a troca no comando da PF.
A troca de comando na PF foi barrada por liminar do ministro Alexandre de Moraes, que viu indícios de desvio de poder na nomeação de Alexandre Ramagem, diretor da Abin, para a chefia da PF. Ramagem é próximo de Bolsonaro e amigo dos filhos do presidente. A indicação foi anulada pelo Planalto e o presidente ainda estuda recursos contra a decisão judicial.
Moro prestou depoimento e acredita-se que tenha apresentado provas que sustentem suas acusações contra o presidente. À revista Veja, o ex-ministro afirmou que apresentaria provas "em momento oportuno" – isso incluiu áudios e inúmeras trocas de mensagens pessoais e de governo trocadas com o presidente pelo WhatsApp, aplicativo favorito de Bolsonaro para delegar ordens a subordinados.
O ex-juiz da Lava Jato prestou depoimento acompanhado de advogado e não falou com a imprensa ao chegar e deixar a sede da PF em Curitiba. O inquérito aberto a pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, mira tanto o presidente quanto Moro. O ex-ministro é investigado por suposta denunciação caluniosa e crime contra a honra. A PGR foi representada pelos procuradores João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, Antonio Morimoto e Hebert Reis Mesquita. Este último integrou o grupo de trabalho da Lava Jato dentro da Procuradoria-Geral desde a gestão Raquel Dodge.
Ao autorizar na última segunda-feira, a abertura do inquérito, em uma decisão de 17 páginas, o ministro Celso de Mello observou que o presidente da República "também é súdito das leis", apesar de ocupar uma "posição hegemônica" na estrutura política brasileira, "ainda mais acentuada pela expressividade das elevadas funções de Estado que exerce".
Horas antes do depoimento de Moro, o presidente utilizou suas contas nas redes sociais chamou o ex-ministro de "Judas" ao divulgar vídeo em que uma pessoa não identificada diz ter ouvido vozes de outras pessoas que falariam com Adélio no momento do crime, mesmo com dois inquéritos da Polícia Federal, um deles já concluído, apontarem que o esfaqueador agiu sozinho.
Durante a manhã, ao deixar o Palácio do Alvorada, o presidente não quis falar com a imprensa, mas disse a apoiadores que não será alvo de nenhum "golpe" em seu governo."Ninguém vai fazer nada ao arrepio da Constituição. Ninguém vai querer dar o golpe para cima de mim, não", disse.


R7 e Correio do Povo

"Democracias e liberdades caminham juntas" afirma Moro após agressões a jornalistas

Fotógrafo tentava registrar imagens quando virou alvo em frente ao Palácio do Planalto


O ministro Sergio Moro afirmou neste domingo que a "democracia e liberdades caminham juntas e não separadas". O ex-ministro comentou ataques desferidos por grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro contra profissionais da imprensa durante cobertura de manifestação, em Brasília. Profissionais do grupo Estado foram agredidos com chutes, murros e empurrões enquanto trabalhavam.
"Estado de Direito, integridade e tolerância caminham juntos e não separados”, escreveu Moro. Durante a cobertura da manifestação, o fotógrafo do jornal Estado de S. Paulo, Dida Sampaio, registrava imagens do presidente em frente à rampa do Palácio do Planalto, na Esplanada dos Ministérios, quando foi agredido. Sampaio usava uma pequena escada para fazer o registro das imagens quando foi empurrado duas vezes por manifestantes, que desferiram chutes e murros .
O motorista do jornal, Marcos Pereira, que apoiava a equipe de reportagem, também foi agredido fisicamente com uma rasteira. Os dois profissionais procuraram o apoio da Polícia Militar e deixaram o local escoltados pelos policiais. Ambos passam bem. O repórter da Folha de S.Paulo Fabio Pupo também foi empurrado ao tentar defender Sampaio. Os repórteres do Estado Júlia Lindner e André Borges, que também acompanham a manifestação para o Estado, foram insultados, mas sem agressões físicas.

Estadão Conteúdo  e Correio do Povo

Essa Crise Mundial foi Planejada? - Dr. Walter Veith





Nesta entrevista, o Dr. Walter relata sobre um documento alemão que chegou as suas mãos na semana passada, onde foi elaborado em 2012 falando sobre uma crise que possivelmente ocorreria no mundo em 2020. Este mesmo documento fala de um vírus que viria da Ásia e se alastraria em todo o mundo causando um verdadeiro caos. Confira! Se increva em nosso canal e clique no sininho para receber notificação para novos videos dessa serie. Assista a continução desse video aqui: https://youtu.be/JJK9cQshHVE Assista também a série Ataque Total onde o Dr. Walter aborda esses assuntos com mais profundidade. https://www.youtube.com/watch?v=G71JK... Link deste vídeo em inglês: https://www.youtube.com/watch?v=abevO... Link deste vídeo em espanhol: https://www.youtube.com/watch?v=Vmtfv... #Crisemundial #Coronavírus #WalterVeith #Fimdomundo #Eventosfinais #TVTerceiroAnjo #Crise #profecias LINKS: Deutscher Bundestag - Documento em alemão https://www.terceiroanjo.com/noticia/... Institut für wirtchaftsforshung und gesellschaftspolitik https://youtu.be/Dk8wqJbNhq0 Germany up to 70% infected https://www.bbc.com/news/world-us-can... Dr. Marc Siegel https://www.foxnews.com/media/dr-sieg... Chinese tycoon vanishes https://www.foxnews.com/world/high-pr... Guillotine the rich https://www.washingtontimes.com/news/... Mass surveillance of Israelis https://www.timesofisrael.com/governm... 1000 Troops deployed https://www.foxnews.com/politics/nati... 7 Noahide Laws https://www.chabad.org/library/articl... Governments recognize Noahide Laws https://www.noahide-academy.com/noahi... Education Day Law / Noahide Law https://www.congress.gov/bill/102nd-c... Adventist Home Page 141 EDUCATION Page 228 Acesse nossa website e encontre mais de mil videos relacionados a esse. http://www.terceiroanjo.com