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Balança comercial do agronegócio registra superávit de US$ 8,38 bilhões em maio

As exportações brasileiras do agronegócio atingiram US$ 9,68 bilhões, em maio, superando em 12,8% o valor registrado no mesmo mês do ano anterior. Já as importações tiveram crescimento de 30%, passando para US$ 1,3 bilhão em maio deste ano. O superávit comercial do agronegócio brasileiro aumentou de US$ 7,59 bilhões para US$ 8,38 bilhões para o mesmo período, sendo o terceiro maior da série histórica para meses de maio, abaixo apenas dos valores de 2012 e 2013. Os dados fazem parte da balança comercial do agronegócio, divulgada nesta terça-feira (13) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

EBC

O complexo soja gerou um total de US$ 4,72 bilhões em maio, resultado puxado pelos embarques de grãosAgência Brasil

O complexo soja liderou as vendas e foi responsável por 48,8% das atividades do agronegócio no mês, gerando um total de U$ 4,72 bilhões. A cifra representa acréscimo de 7,5% sobre o valor registrado no mesmo mês do ano passado. Esse desempenho foi puxado pelos embarques de soja em grão, que totalizaram 10,96 milhões de toneladas, com receita de US$ 4,06 bilhões.

Recorde da soja

Saiba Mais

De acordo com a pasta, o volume embarcado de soja em maio deste ano foi recorde em relação a todos os meses da série histórica e é também o segundo mês consecutivo em que o volume ultrapassa 10 milhões de toneladas. Ainda segundo o ministério, um dos fatores do crescimento de participação complexo soja na balança comercial é a safra recorde de soja que o Brasil colhe nesta temporada. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma produção de 113,9 milhões de toneladas da leguminosa.

O Brasil incrementou sua produção de soja em 18,5 milhões de toneladas na última safra e ampliou suas exportações em quase 4 milhões de toneladas, passando de 30,8 milhões de toneladas exportadas entre janeiro e maio de 2016 para 34,8 milhões de toneladas entre janeiro e maio de 2017.

Caso o aumento das exportações chegue a 5 milhões de toneladas no ano, o Brasil exportará mais de 56 milhões de toneladas de soja neste ano, ultrapassando as vendas externas norte-americanas do produto, projetadas em 55,8 milhões de toneladas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).

Além do complexo soja, produtos como açúcar (US$ 824,22 milhões e 1,99 milhão de toneladas) e celulose (US$ 527,72 milhões e 1,19 milhão de toneladas) tiveram destaques no mês de maio.

O setor de carnes foi o segundo mais relevante do mês, com exportações de US$ 1,22 bilhão. No entanto, em relação ao mesmo período de 2016, foi registrado um recuo de 4,1% no valor exportado.

Importações

No mês de maio, foram destaques as aquisições de cereais, farinhas e preparações (US$ 230,89 milhões; acréscimo de 38,4%), produtos florestais (US$ 133,14 milhões; que representaram um acréscimo de 14,3%); pescados (US$ 105,35 milhões; aumento de 50,5%), produtos oleaginosos – exclusive soja (US$ 74,81 milhões; aumento de 32,6%) e lácteos (US$ 60,74 milhões; redução de 3,9%). O adicional nas compras de pescados, em um total de US$ 35,33 milhões, foi o que mais contribuiu para o aumento das importações totais do agronegócio.


Agência Brasil



Mesa diretora do Senado se recusa a afastar Aécio

Argumento dos senadores é de que não há previsão regimental nem constitucional para acatar decisão do STF; ministro diz que Casa descumpre determinação

Joesley depõe sobre recursos a campanhas eleitorais de Lula e Dilma

Moro condena Cabral a 14 anos de prisão

Réu em outras 9 ações, ex-governador do Rio é sentenciado pela primeira vez em decisão do juiz federal; Adriana Ancelmo é absolvida

Deputados tucanos ameaçam dissidência

Ala conhecida como 'cabeças pretas' deve votar pela autorização de abertura de inquérito caso Temer seja denunciado pela Procuradoria


Marcelo de Moraes: Permanência de PSDB na base não garante paz para o governo

Fragilidade de Temer ainda ameaça seu mandato

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Muçulmanos e o Islã: Descobertas chaves nos EUA e pelo mundo. 
1. Enquanto a população mundial deverá crescer 32% nas próximas décadas, espera-se que o número de muçulmanos aumente em 70% - passando de 1,8 bilhão em 2015 para quase 3 bilhões em 2060. Em 2015, os muçulmanos constituíram 24,1% da população global. Quarenta e cinco anos depois, espera-se que representem mais de três em dez pessoas do mundo (31,1%).  Havia 1,8 bilhão de muçulmanos no mundo a partir de 2015 - cerca de 24% da população global - de acordo com uma estimativa do Pew Research Center. Mas enquanto o Islã é atualmente a segunda maior religião do mundo (após o Cristianismo), é a religião com crescimento mais rápido entre as maiores. De fato, se as tendências demográficas atuais continuarem, o número de muçulmanos deverá exceder o número de cristãos até o final deste século.
2. Mais de um terço dos muçulmanos estão concentrados na África e no Oriente Médio, as regiões que estão projetadas para ter a maior população aumentam. Dentro dessas regiões de alto crescimento - assim como outras - os muçulmanos devem crescer mais rápido que os membros de outros grupos. Na verdade, os muçulmanos devem crescer percentualmente em todas as regiões, exceto a América Latina e o Caribe, onde vivem relativamente poucos muçulmanos.
3. A Indonésia é atualmente o país com a maior população muçulmana do mundo, mas o Pew Research Center projeta que a Índia terá essa distinção até o ano de 2050 (enquanto continuará sendo um país de maioria Hindu), com mais de 300 milhões de muçulmanos. A população muçulmana na Europa também está crescendo; projetando-se que 10% de todos os europeus serão muçulmanos até 2050. Em 2015, de acordo com a estimativa, havia 3,3 milhões de muçulmanos de todas as idades nos EUA, ou cerca de 1% da população dos EUA. As projeções demográficas estimam que os muçulmanos representarão 2,1% da população dos EUA até o ano de 2050, superando as pessoas que se identificam como judeus com base na religião como o segundo maior grupo de fé do país (não incluindo as pessoas que dizem que não têm religião).
4. Há dois fatores principais por trás do rápido crescimento projetado do islamismo, e ambos envolvem demografia simples. Por um lado, os muçulmanos têm mais filhos do que membros de outros grupos religiosos. Em todo o mundo, cada mulher muçulmana tem uma média de 2,9 crianças, em comparação com 2,2 para todos os outros grupos combinados. Os muçulmanos também são os mais jovens (idade média de 24 anos em 2015) de todos os principais grupos religiosos, sete anos menos do que a idade média dos não-muçulmanos. Como resultado, uma maior proporção de muçulmanos já está, ou estará em breve, no ponto de suas vidas em que começam a ter filhos. Isso, combinado com altas taxas de fertilidade, irá estimular o crescimento da população muçulmana.
5. Uma pesquisa de 2011 perguntou sobre características que os ocidentais e os muçulmanos podem associar uns aos outros.
Através dos sete países e territórios de maioria muçulmana pesquisados, uma média de 68% dos muçulmanos disse que veem os ocidentais como egoístas. Números consideráveis também usaram outros adjetivos negativos par descrever os ocidentais, incluindo violentos (média de 66%), gananciosos (64%) e imorais (61%).
6. Os pontos de vista dos ocidentais sobre os muçulmanos foram mais inconsistentes. Uma média de 50% através de quatro países da Europa Ocidental, EUA e Rússia chamou os muçulmanos de violentos e uma média de 58% os chamou de "fanáticos", mas menos utilizaram palavras negativas como gananciosos, imorais ou egoístas.
7. Características associadas aos ocidentais por muçulmanos em países predominantemente muçulmanos: Egoístas 68% / Violentos 66% / Gananciosos 64% / Imorais 61% / Arrogantes 57%. / Características associadas aos muçulmanos por não-muçulmanos nos EUA, Rússia e Europa Ocidental: Fanáticos 58% / Honestos 51% / Violentos 50% / Generosos 41% / Arrogantes 39%.
8. Pesquisas recentes mostram que a maioria das pessoas em vários países com populações muçulmanas significativas tem uma visão desfavorável do Estado Islâmico (EI), incluindo praticamente todos os entrevistados no Líbano e 94% na Jordânia. Números relativamente pequenos dizem ver o EI favoravelmente. Em alguns países, partes consideráveis da população não oferecem uma opinião sobre o EI, incluindo a maioria (62%) dos paquistaneses. As visões favoráveis do EI são um pouco maiores na Nigéria (14%) do que a maioria das outras nações. Entre os muçulmanos nigerianos, 20% dizem ver o EI favoravelmente (em comparação com 7% dos cristãos nigerianos). O grupo militante nigeriano, Boko Haram, que vem realizando uma campanha terrorista no país há anos, jurou fidelidade ao EI.
9. De um modo mais geral, os muçulmanos dizem principalmente que os atentados suicidas e outras formas de violência contra civis em nome do Islã são raramente ou nunca justificados, incluindo 92% na Indonésia e 91% no Iraque. Nos Estados Unidos, uma pesquisa de 2011 descobriu que 86% dos muçulmanos dizem que tais táticas são raramente ou nunca justificadas.


Ex-Blog do Cesar Maia

DNS da Google está passando por instabilidade no Brasil


POR FELIPE PAYÃO | @felipepayao


De acordo com relatos, o DNS da Google, conhecido como 8.8.8.8 e 8.8.4.4, está passando por instabilidade em todo o Brasil. Tanto no Twitter quanto no Reddit, diversos usuários de internet estão comentando sobre problemas de acesso à internet. Além de usuários domésticos, muitas empresas de tecnologia estão passando pelo menos problema. O problema, até o momento, parece ter iniciado às 13h desta quarta-feira (14).

O TecMundo recomenda o OpenDNS, da Cisco

Obviamente, a solução é fácil e equipes de infraestrutura em companhias conhecem a resposta: basta trocar o DNS. Se você é um usuário doméstico e não conhece outro DNS, o TecMundo recomenda o OpenDNS, da Cisco (208.67.222.222 e 208.67.220.220). Para saber como alterar o seu DNS, acesse aqui.

"Aqui onde eu trabalho, em uma empresa de telecomunicação, em 5 minutos já tinham cerca de 100 ligações no suporte", "fiquei uns bons 20 minutos tentando ver o motivo da TIM e da VIVO não funcionarem, só depois percebi que era o DNS da Google" e "alguém puxou o plug na Google" são alguns dos comentários feitos nas redes sociais.

A Google ainda não comentou o problema de hoje

Em alguns casos, o roteador de internet pode acabar forçando algum DNS — e, no caso, pode ser o da Google. Por isso, é necessário pegar o modelo do seu roteador e verificar as configurações. Para saber como alterar, veja mais abaixo.

A Google ainda não comentou o problema de hoje (14). A página de status, que não é atualizada em tempo real, não mostra a instabilidade. Quando a Google realizar algum comentário, esta notícia será atualizada.

Mapa de calor: problemas relacionados ao DNS da Google

Mapa de calor

Como trocar o DNS

  • Clique com o botão direito do mouse sobre o ícone de rede, botão localizado ao lado do relógio, e selecione “Abrir Central de Rede e Compartilhamento”.
  • Em “Alterar as configurações do adaptador”, clique duas vezes sobre o dispositivo usado para o estabelecimento da conexão (cabo ou wireless) e abra as “Propriedades”.
  • Na caixa “Esta conexão utiliza os seguintes itens”, clique em “Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4) e então abra as “Propriedades”.
  • Marque a opção “Usar os seguintes endereços de servidor DNS” e informe os números que foram escolhidos. Salve as alterações em “OK”, em todas as telas, e pronto.

Trocando DNS

FONTE(S)

Carne e linguiça juntas rendem burger incrível



Ingredientes
Hambúrguer
  • 130 grama(s) de carne moída
  • 130 grama(s) de linguiça apimentada (equivale a dois gomos)
  • 4 fatia(s) de queijo cheddar
  • 4 mini pães para hambúrguer
Molho
  • 1 tomate sem sementes
  • 2 colher(es) de chá de maionese
  • 1 colher(es) de chá de mostarda
  • 1 colher(es) de chá de salsinha picada

Modo de preparo
Hambúrguer
Separe a linguiça da pele e misture com a carne moída. Molde os hambúrgueres.
Em uma frigideira bem quente, coloque um fio de óleo e o hambúrguer. Tempere a parte de cima com sal. Após 2 minutos, ou quando estiver bem dourado, vire e coloque sal novamente.
Quando estiver no ponto, disponha sobre o hambúrguer uma fatia de queijo cheddar dobrado e abafe para ajudar a derreter. Retire os hambúrgueres e doure os pães na mesma frigideira.
Molho

Corte o tomate ao meio, retire as sementes e rale a polpa.
Misture a polpa ralada com uma colher de maionese, salsinha, mostarda. Monte o lanche, com o pão, molho e o hambúrguer.



Humm Minuto

Marcel van Hattem protocola emenda para discutir privatização do Banrisul, Procergs e Corsan

By Assessoria de Imprensa

O deputado Marcel van Hattem (PP) protocolou, nesta terça-feira (13/6), emenda ao Projeto de Lei (PL) 107/2017 e ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 3/2017. As duas proposições tratam sobre autorização de realização de plebiscito para promover atos para privatização, federalização, extinção ou operações societárias de empresas públicas controladas pelo governo do Estado. A emenda do deputado Marcel adiciona Banrisul, Procergs e Corsan à lista que já contava com CEEE, CRM e Sulgás.

Na visão do deputado Marcel, empresa deve ser privada, nunca pública. “Como a crise financeira leva o Estado a não conseguir sequer cumprir os seus deveres mais básicos, como pagamento de salários a professores e policiais, o governo estadual deve concentrar seus esforços no que é mais básico para a população. Empresas públicas que necessitam de investimento podem ser geridas pela iniciativa privada sem qualquer prejuízo de aumento de custos ou diminuição de serviços”, disse.

Como a oposição não concedeu acordo para que fosse votado pela Assembleia Legislativa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que evitava a necessidade de plebiscito para venda ou cedência do controle das empresas públicas, o governo estadual mudou a sua estratégia e aceitou realizar o plebiscito. No entanto, ao se deparar com a nova postura do governo sobre o tema, deputados de oposição passaram a tentar atrasar os trâmites internos para evitar que o plebiscito seja feito ainda em 2017.

O deputado espera também que a oposição mantenha a coerência e entenda a necessidade de que seja ouvida a opinião da população gaúcha o quanto antes, através de um plebiscito que inclua a opção de privatização do Banrisul, Procergs e Corsan.


Marcel van Hatten

'Lula disse que o PT é vítima do ódio. Pois Miriam Leitão foi alvo de todo o amor que os petês sabem dar', diz Roberto Jefferson

Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, criticou as agressões à jornalista Miriam Leitão, e também a falta de repúdio à violência por parte das feministas petistas. Jefferson escancarou o duplo padrão do discurso petista: "Lula disse que o PT é vítima do ódio das elites, que todos destilam ódio. Pois Miriam Leitão foi alvo de todo o amor que os petês sabem dar'.

Você sempre quis saber como o Brasil, de um dos países mais prósperos e desenvolvidos do mundo, perdeu totalmente o rumo?

Leia abaixo os comentários de Roberto Jefferson:

Não vi nenhuma feminista rechaçar as agressões de petistas à jornalista Miriam Leitão. Cadê Maria do Rosário? Cadê Gleisi, Jandira, Vanessa?
Um absurdo que ninguém no avião se mobilizou para fazer contraponto às agressões dos petês à jornalista Miriam Leitão. O piloto era petista?
Outro dia a Dilma Bolada criticou "fascistas". Cadê a Dilma Bolada que nada fala sobre os fascistas petistas que atacaram Miriam Leitão?
Lula disse que o PT é vítima do ódio das elites, que todos destilam ódio. Pois Miriam Leitão foi alvo de todo o amor que os petês sabem dar.
O que aconteceu com Miriam Leitão é o que acontecerá no Brasil em um novo governo Lula. A radicalização contra os opositores será brutal.
Não há dúvidas de que o PT, em um novo governo Lula, partirá pra cima da imprensa e de movimentos contrários a eles. Nicolás Lula governará.
Quando petistas sofrem agressões, cai o mundo. Quando eles são os agressores, é luta política. A seletividade petista chega a ser criminosa.




Folha Política

Instituto de Gilmar Mendes recebeu patrocínio de R$ 2,1 milhões da J&F

Marlene Bergamo/Folhapress

O ministro Gilmar Mendes no plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) durante o 4 º e último dia de julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer,

Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal

LETÍCIA CASADO
CAMILA MATTOSO
DE BRASÍLIA


O grupo J&F, que controla a JBS, gastou nos últimos dois anos R$ 2,1 milhões em patrocínio de eventos do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), que tem como sócio o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Ao ser questionado pela Folha sobre o assunto, o instituto disse que devolveu R$ 650 mil deste total no dia 29 de maio, após a revelação do acordo de delação premiada de executivos da empresa.

O IDP diz que, em razão de uma cláusula contratual relacionada à conduta ética e moral por parte do patrocinador, rescindiu um contrato assinado em 11 de junho de 2015 com o grupo.

Segundo a faculdade, os recursos foram destinados a cinco eventos, "além do suporte a um grupo de estudos em Direito do Trabalho, da concessão de bolsas de estudo para estudantes carentes e egressos do sistema prisional, cursos gratuitos para a comunidade".

De acordo com o IDP e a JBS, um dos congressos incluídos nos patrocínios ocorreu em abril, em Portugal, pouco mais de uma semana depois de sete executivos do frigorífico firmarem um acordo de delação com o Ministério Público Federal. Participaram daquele encontro magistrados, ministros do governo de Michel Temer, além de advogados e políticos.

A JBS, por meio da assessoria de imprensa, diz que gastou R$ 1,45 milhão desde 2015, sem mencionar a devolução de R$ 650 mil. A empresa cita três congressos patrocinados, sendo o último realizado em Portugal, neste ano, no valor de R$ 650 mil.

A delação foi homologada pelo ministro Edson Fachin no STF, relator do caso, que decidiu levar ao plenário do tribunal um recurso do governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), que contesta sua relatoria. Ou seja, o colegiado do qual Gilmar faz parte terá que tomar decisão sobre a delação. Não há ainda data para esse julgamento.

Em maio, Gilmar defendeu que a homologação da delação fosse discutida pelo plenário. O acordo tem sido alvo de críticas por supostas fragilidades em relação a penas dos envolvidos.

No dia 27 de maio, reportagem da Folha informou que a família de Gilmar vende gado no Mato Grosso para o frigorífico –segundo ele, as negociações são encabeçadas pelo irmão. O ministro diz que não havia motivo para se declarar impedido de participar de votações sobre assuntos envolvendo a empresa.

Na ocasião, a reportagem o questionou sobre encontro que teve com o empresário Joesley Batista, delator e um dos sócios da JBS que gravou secretamente o presidente Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Gilmar confirmou a reunião, ocorrida, segundo ele, a pedido do advogado Francisco de Assis e Silva, outro delator da empresa. Joesley, de acordo com Gilmar, apareceu de surpresa. A reunião, diz o ministro, tratou de questão referente a um julgamento do STF sobre o setor de agronegócio.

A data da conversa, segundo Gilmar, é posterior a 30 de março, quando o tribunal realizou um julgamento sobre o Funrural, fundo abastecido com contribuições de produtores rurais à previdência.

O IDP anunciou a presença do presidente Temer em um seminário patrocinado pelo governo. De acordo com a programação, Temer participará da cerimônia de abertura do seminário, marcado para os dias 20 e 21 de junho.

O evento é chamado de "7º Seminário Internacional de Direito Administrativo e Administração Pública-Segurança Pública a Partir do Sistema Prisional". O anúncio no site da faculdade de Gilmar estampa propaganda da Caixa e o logo oficial do governo. O banco informou à Folha que vai repassar R$ 90 mil de patrocínio. O ministro e a faculdade negam conflitos de interesse –alegam que a Caixa patrocina eventos do instituto desde 2011.

OUTRO LADO

O IDP afirmou que até a delação, "a conduta das empresas do grupo J&F era considerada exemplar", inclusive como relevantes patrocinadores de iniciativas acadêmicas e culturais de inúmeras instituições públicas e privadas.

"As ofertas de patrocínio, para qualquer empresa, são formuladas pela administração e pelo jurídico do IDP, por escrito. A exposição da marca é sempre decisão unilateral do patrocinador", disse o instituto.

Sobre os R$ 650 mil devolvidos em maio, o IDP diz que os recursos chegaram depois da realização do evento. E, por isso, como não foram gastos, foram devolvidos.

Por meio da assessoria, Gilmar disse que "não é, nem nunca foi, administrador do IDP. Sendo assim, não há como se manifestar sobre questões relativas à administração do instituto". E citou as regras previstas na legislação sobre possível impedimento dele em julgamentos.

A assessoria da JBS não respondeu a diversas questões feitas pela Folha: quem fez os pedidos em nome do IDP, se houve alguma solicitação por parte de Gilmar e se a JBS costuma patrocinar eventos de outras faculdades.


Folha de S. Paulo

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MPF vai recorrer de absolvição de Adriana e quer pena maior para Cabral

Do UOL, em São Paulo

Reprodução - 27.abr.2017/Justiça Federal do Paraná

  • Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral

    Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral

A força-tarefa da Lava Jato, do MPF-PR (Ministério Público Federal no Paraná), informou em nota divulgada nesta terça-feira (13) que vai recorrer da decisão do juiz Sergio Moro de absolver a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), em processo no qual ela é acusada de lavagem de dinheiro. O recurso será apresentado ao TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), sediado em Porto Alegre.

Segundo a decisão de Moro, não havia provas para condenar Adriana pelo crime. Apesar disso, o magistrado reconhece que a advogada tinha um "padrão de vida, especialmente de consumo, acima do normal e inconsistente com os rendimentos lícitos dela e do ex-governador" e reprovou os gastos com recursos provenientes de crimes de corrupção. O juiz argumenta que o gasto do produto do crime em bens de consumo não é, por si só, lavagem de dinheiro.

Adriana Ancelmo cumpre prisão domiciliar em seu apartamento na zona sul carioca por ordem da Justiça Federal do Rio, onde responde por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ela teria usado seu escritório de advocacia para receber propina e comprado joias para lavar o dinheiro ilícito.

A advogada foi julgada por Moro no mesmo processo em que Cabral foi condenado a 14 anos e dois meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo contratos de obras do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).

EU ACREDITEI EM CABRAL, DIZ ADRIANA ANCELMO

A força-tarefa da Lava Jato no Paraná informou também que vai pedir penas maiores para o ex-governador e os outros condenados no caso. São eles Wilson Carlos, ex-secretário e braço direito de Cabral, e Carlos Miranda, operador financeiro do esquema, ambos por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Assim como Adriana Ancelmo, a mulher de Wilson Carlos, Mônica Carvalho, foi absolvida por falta de provas, e os procuradores paranaenses também vão recorrer dessa decisão.

O advogado de Cabral, Rodrigo Roca, afirmou ao UOL que vai recorrer da condenação. O advogado de Wilson Carlos, Pedro de Albuquerque e Sá, declarou que "a sentença é muito extensa" e que ainda não teve tempo hábil para fazer a leitura. "Estamos analisando", afirmou ele. O defensor disse ainda não saber se vai ou não recorrer à Justiça Federal do Paraná na tentativa de anular a sentença.

O advogado de Carlos Miranda, Daniel Raizman, disse ao UOL que pretende recorrer da decisão. "Não houve prejuízo da Petrobras, uma vez que a licitação foi conforme a direito. Não há provas de solicitação de dinheiro por parte dos agentes públicos nem que CM [Carlos Miranda] tenha recebido valores. Tampouco há provas que os valores gastos tem origem ilícito (sic) nem provas de ocultação de patrimônio por parte de Carlos Miranda", afirmou a defesa.

Sérgio Cabral está preso desde novembro passado após ser acusado pela força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro de chefiar esquema de corrupção durante sua gestão à frente do Estado (2007 a 2014). Após ficar detido no Complexo de Bangu, na zona oeste, ele foi transferido há duas semanas para uma cadeia em Benfica, zona norte do Rio.

A denúncia

De acordo com a denúncia da Lava Jato, a Andrade Gutierrez pagava propina a Cabral por todo grande projeto tocado pela empresa no Rio de Janeiro. No caso específico das obras do Comperj, ainda de acordo com o MPF, o valor inicial do contrato era de R$ 819,8 milhões, mas foi alvo de aditivos e acabou saindo por cerca de R$ 1,18 bilhão.

Ainda segundo a denúncia, as propinas teriam sido depois acertadas pelos dirigentes da empreiteira com o então governador, Wilson Carlos e Carlos Miranda. Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Área de Abastecimento da Petrobras, é quem teria informado aos dirigentes da empreiteira que as propinas deveriam ser pagas a Cabral e seus associados.

A denúncia também abrangia crimes de lavagem de dinheiro produto do crime de corrupção e de ajuste fraudulento de licitações. A lavagem envolveria valores de cerca de R$ 2,6 milhões.

Nas alegações finais, a Procuradoria defendeu que houve pagamento de cerca de 1% de vantagem indevida sobre o valor do contrato de terraplanagem do Comperj, celebrado entre a Petrobras e o Consórcio Terraplanagem, do qual participava a Andrade Gutierrez.


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