Maia: parcelamento de dívidas municipais vai ajudar retomada do investimento

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante entrevista fala sobre a aprovação da reforma trabalhista ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo MaiaMarcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (16) que o parcelamento das dívidas dos municípios relativas a contribuições previdenciárias vai permitir que as prefeituras voltem a fazer investimentos e melhorar o ambiente econômico para a sociedade e o governo. A medida provisória foi assinada hoje pelo presidente Michel Temer e beneficia também estados e o Distrito Federal. 

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“Era uma necessidade para muitos prefeitos que receberam suas cidades em uma situação muito ruim. O parcelamento é fundamental para que os prefeitos reorganizem suas contas e voltem a cumprir as funções que cabem aos municípios. Isso ajuda a melhorar o ambiente na sociedade brasileira”, disse Maia.

A dívida das prefeituras com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chega a quase R$ 75 bilhões. De acordo com a medida provisória, os débitos previdenciários serão parcelados em 200 meses, com 25% a menos de encargos e multas, além da redução de 80% dos juros.

O parcelamento foi anunciado na abertura da 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que é promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e deve reunir mais de 5 mil prefeitos na capital. Como ocorre todos os anos, os administradores municipais apresentam demandas aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Oposição

A medida foi criticada pela oposição ao governo na Câmara. Para o líder do PT, Carlos Zarattini (SP), o objetivo da iniciativa é agradar à base aliada em troca de apoio na votação da reforma da Previdência. “O que o governo quer é agradar a essa base parlamentar para que ela aprove um projeto que não tem nenhum respaldo no povo brasileiro. O governo sabe que não tem 308 votos [número necessário para que a proposta seja aprovada] para aprovar essas medidas. E está tentando reverter essa situação", disse.

 

Agência Brasil

Deu a Dirceu, dê a meu cliente

Divulgação/Justiça Federal do Paraná

A defesa de Renato Duque fez novo pedido de liberdade ao Supremo para o ex-diretor da Petrobras. Os advogados pedem que ele seja solto, recebendo o mesmo benefício concedido a José Dirceu. A defesa sustenta que Duque tinha ligação com o petista e também pode aguardar o desfecho das investigações em casa. Leia mais

 

Galo disputa liderança

Celso Pupo/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O Atlético-MG decide hoje contra o Godoy Cruz qual equipe vai terminar o grupo 6 da Libertadores na primeira posição. O time mineiro, com 10 pontos, precisa vencer o argentino, que tem um ponto a mais, para garantir a liderança e a vantagem de decidir em casa na fase de mata-mata. A partida no estádio Independência começa às 21h e você pode acompanhar pelo aplicativo Placar UOL. Leia mais

 

Coritiba estreia com vitória

Cleber Yamaguchi/AGIF

No jogo que fechou a primeira rodada do Brasileirão 2017, o Coritiba goleou o Atlético-GO por 4 a 1 no Couto Pereira. Tomas Bastos, duas vezes, Henrique Almeida e Neto Berola fizeram para os paranaenses; Walter descontou para os goianos. Leia mais

 

Violência recorde em SP

Diego Padgurschi/Folhapress

O número de estupros em São Paulo atingiu o maior patamar nos últimos quatro anos. Foram 2.667 casos registrados até março no Estado. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública, dois terços (1.794) foram de vulneráveis. Março, o mês mais recente da análise, registrou o maior número de estupros desde agosto, com 978 ataques (sendo 640 de vulneráveis) ou 31 por dia. Leia mais

 

Dados da violência no Rio

Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo

Uma pessoa é atingida por bala perdida no Rio de Janeiro a cada dois dias, de acordo com levantamento do jornal Folha de S.Paulo. Apenas neste ano, foram 66 casos, com 23 mortes. Dos atingidos, 95% estavam ou são moradores de favelas ou de outras localidades pobres. Leia mais

Agências da Caixa abrem mais cedo

Arte UOL

As agências da Caixa Econômica Federal abrem duas horas mais cedo nesta terça-feira (16) para a terceira fase de saques das contas inativas do FGTS. As exceções são aquelas que normalmente abrem às 9h: nesse caso, começam a atender uma hora antes e fecham uma hora depois. Podem pegar os recursos os trabalhadores que nasceram em junho, julho ou agosto. Os saques podem ser feitos até 31 de julho. Leia mais

 

 

Julgamento à vista

Wilson Dias/ABr

O relator Herman Benjamin liberou para julgamento o processo contra a chapa Dilma-Temer, que pode levar à cassação do mandato do atual presidente da República. Cabe agora ao ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, marcar uma data para que a ação seja julgada pelos sete ministros da Corte. Leia mais

Lula indiciado de novo

Estadão Conteúdo

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Lula pelo crime de corrupção passiva por suposta participação em venda de uma medida provisória, investigada na operação Zelotes, que estendeu incentivos fiscais a montadoras de veículos. A defesa do petista nega e afirma que o indiciamento faz parte de 'perseguição política' contra o ex-presidente. Leia mais

 

 

Paralisação de ônibus em SP

Werther Santana/Estadão Conteúdo

A volta para casa deverá ser tumultuada nesta terça-feira (16). O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de São Paulo confirmou uma paralisação que promete fechar os terminais de ônibus entre 14h e 17h. A categoria é contra a proposta dos empresários de reajustar o salário dos trabalhadores em 3%. Leia mais

Maia: parcelamento de dívidas municipais vai ajudar retomada do investimento

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante entrevista fala sobre a aprovação da reforma trabalhista ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo MaiaMarcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (16) que o parcelamento das dívidas dos municípios relativas a contribuições previdenciárias vai permitir que as prefeituras voltem a fazer investimentos e melhorar o ambiente econômico para a sociedade e o governo. A medida provisória foi assinada hoje pelo presidente Michel Temer e beneficia também estados e o Distrito Federal. 

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“Era uma necessidade para muitos prefeitos que receberam suas cidades em uma situação muito ruim. O parcelamento é fundamental para que os prefeitos reorganizem suas contas e voltem a cumprir as funções que cabem aos municípios. Isso ajuda a melhorar o ambiente na sociedade brasileira”, disse Maia.

A dívida das prefeituras com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chega a quase R$ 75 bilhões. De acordo com a medida provisória, os débitos previdenciários serão parcelados em 200 meses, com 25% a menos de encargos e multas, além da redução de 80% dos juros.

O parcelamento foi anunciado na abertura da 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que é promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e deve reunir mais de 5 mil prefeitos na capital. Como ocorre todos os anos, os administradores municipais apresentam demandas aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Oposição

A medida foi criticada pela oposição ao governo na Câmara. Para o líder do PT, Carlos Zarattini (SP), o objetivo da iniciativa é agradar à base aliada em troca de apoio na votação da reforma da Previdência. “O que o governo quer é agradar a essa base parlamentar para que ela aprove um projeto que não tem nenhum respaldo no povo brasileiro. O governo sabe que não tem 308 votos [número necessário para que a proposta seja aprovada] para aprovar essas medidas. E está tentando reverter essa situação", disse.

 

Agência Brasil

Conselheiro norte-americano confirma repasse de informações secretas à Rússia

O general H.R McMaster, conselheiro de Segurança dos Estados Unidos (EUA), confirmou nessa segunda-feira (15) que o país compartilhou informações confidenciais com a Rússia, na semana passada, durante a visita do chanceler russo, Sergei Lavrov, à Casa Branca. Em comunicado. ele disse que em nenhum momento foram discutidos fontes ou métodos de inteligência.
Não só a imprensa do país, como também a mídia mundial, repercutiram na tarde e noite dessa segunda-feira a informação difundida pelo jornal The Washington Post de que Trump forneceu informações classificadas pelo país como ultra-secretas ao chanceler Lavrov.

O jornal teve acesso ao conteúdo da conversa e aos dados compartilhados, por meio de fontes oficiais não identificadas.

Outros funcionários também conversaram com veículos como a CNN, confirmaram a informação e frisaram que os principais pontos do relatório do Washington Post sobre a divulgação das informações são verdadeiros.

Ainda não há maiores informações sobre o teor dos dados compartilhados, mas a imprensa local diz que alguns pontos repassados por Trump à Russia são protegidos por protocolos de segurança e têm acesso restrito.

Além da entrevista do conselheiro de Segurança, a Casa Branca enviou comunicados assinados por ele sobre o caso. Ele reiterou que além de não compartilhar métodos de inteligência, não "houve revelações sobre operações militares que não sejam de conhecimento público". E completou: "Eu estava na sala [na reunião] e isso não aconteceu".

O secretário de Estado, Rex Tillerson, também se pronunciou à noite e disse que Trump e Lavrov "discutiram ampla gama de questões", incluindo esforços conjuntos para conter as ameaças do terrorismo.

Trump recebeu Lavrov um dia depois de demitir o diretor do FBI, James Comey. A demissão vem sendo amplamente criticada pela maneira como foi feita e pelos argumentos usados por Trump. Para o presidente, Comey interferiu nas investigações dos e-mails institucionais de Hillary Clinton, usados a partir de um servidor privado. Também eram feitas investigações sobre a suposta interferência da Rússia nas eleições norte-americanas, para prejudicar Hillary na campanha eleitoral, na qual foi derrotada por Trump.

Os críticos de Trump veem relação entre a demissão de Comey e uma tentativa de barrar investigações sobre a suposta interferência russa nas eleições.

Comey foi demitido um dia antes da chegada do ministro das Relações Exteriores ao país.

 

Agência Brasil

A OBSTRUÇÃO DESESPERADA PASSOU A SER A ÚNICA ALTERNATIVA PARA LULA/PT/DILMA!

1. Análises realizadas anos atrás por pesquisadores da Universidade da Califórnia mostraram, através de estudos econométricos e de correlação, que a curva de ascensão do PT e sua representação parlamentar tinha basicamente Lula como fator explicativo.
2. Após o afastamento de Dilma por erros graves de direito, restava ao PT a explicação para o impeachment ter sido um golpe branco e passaram a bradar em concentrações e em plenários dos legislativos –federal, estaduais e municipais- a palavra de ordem - “golpistas”.
3. E o objetivo dos “golpistas” era atingir Lula. Suas palavras de ordem terminaram por produzir algum descolamento entre Lula e Dilma. As pesquisas registraram este descolamento, com Lula mantendo um patamar entre 25% e 30% de intenções futuras de voto.
4. A rejeição a Lula (não votaria de jeito nenhum) ficava situada no patamar dos 50%, basicamente o mesmo do presidente da República e do presidente do PSDB. A base de apoio ao governo foi atraída pela antipolítica, buscando um nome fora da política, ou um “político novo”. Ilusão treda.
5. Aquela dinâmica caminhava para uma enorme probabilidade de Lula no segundo turno. A base do governo reagia, dizendo: quem for com ele para o segundo turno vence a eleição.
6. A construção de uma rede internacional de palestras de forma a que Dilma se apresentasse tentando caracterizar o “golpe branco” foi sendo ampliada. E, com isso, o batido discurso de vitimização de Lula ganhou alguma expressão.
7. Dessa forma, a batalha parlamentar de obstrução, por oposição significativamente minoritária, ganhou algum respaldo nos antes debilitados movimentos sociais, especialmente nas corporações. Um artigo da chamada reforma trabalhista -o término da contribuição sindical compulsória, que ainda depende do Senado- caminha para abalar a base financeira do corporativismo.
8. A obstrução parlamentar, com algum movimento nas ruas, foi sendo adensada politicamente. Até o cara a cara entre Lula e Moro, com Lula fazendo de sua defesa jurídica seu discurso para Moro. Apesar do cinismo de algumas respostas, Lula saiu vivo, mesmo que cambaleante, do depoimento prestado.
9. Mas, em seguida, a delação premiada dos marqueteiros de Lula e Dilma foi mortal. Os marqueteiros vivem, nas campanhas, a intimidade dos candidatos. O Documentário “Entre Atos” mostra isso claramente. E no caso de Lula/PT/Dilma foi um ciclo de 20 anos, acentuando a intimidade.
10. Dilma perdeu o argumento que usava sempre, que o impeachment por mais razões tecno-jurídicas que o justificassem não atingia a aura de honestidade que era repetida à exaustão. As deleções de João Santana e, especialmente, de Monica Moura desintegraram esse argumento. Com isso, o impeachment, além das razões jurídicas, passou a ter uma amplíssima base de legitimação.
11. E Lula, que se colocava à margem dos problemas, como líder popular, e sua equipe que criticava duramente o Power-Point dos procuradores da Lava-Jato, mergulhou diretamente na circunferência que o mostrava como consciente e operador de tudo. Assim desintegrou-se inteiramente a última boia de sustentação política de Lula e do PT.
12. Se a tática usada desde o impeachment era a obstrução + palavras de ordem, agora a única tática passa a ser a Obstrução Desesperada. E essa Obstrução Desesperada, com os últimos fatos, e a correspondente deslegitimação dos argumentos de Lula e Dilma, inevitavelmente diluirá a base sobrevivente de apoio político e parlamentar. O Desespero retórico e obstrutivo de uma minoria é que se fará presente - daqui para frente.    

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Maia: parcelamento de dívidas municipais vai ajudar retomada do investimento

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante entrevista fala sobre a aprovação da reforma trabalhista ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo MaiaMarcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (16) que o parcelamento das dívidas dos municípios relativas a contribuições previdenciárias vai permitir que as prefeituras voltem a fazer investimentos e melhorar o ambiente econômico para a sociedade e o governo. A medida provisória foi assinada hoje pelo presidente Michel Temer e beneficia também estados e o Distrito Federal. 

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“Era uma necessidade para muitos prefeitos que receberam suas cidades em uma situação muito ruim. O parcelamento é fundamental para que os prefeitos reorganizem suas contas e voltem a cumprir as funções que cabem aos municípios. Isso ajuda a melhorar o ambiente na sociedade brasileira”, disse Maia.

A dívida das prefeituras com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chega a quase R$ 75 bilhões. De acordo com a medida provisória, os débitos previdenciários serão parcelados em 200 meses, com 25% a menos de encargos e multas, além da redução de 80% dos juros.

O parcelamento foi anunciado na abertura da 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que é promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e deve reunir mais de 5 mil prefeitos na capital. Como ocorre todos os anos, os administradores municipais apresentam demandas aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Oposição

A medida foi criticada pela oposição ao governo na Câmara. Para o líder do PT, Carlos Zarattini (SP), o objetivo da iniciativa é agradar à base aliada em troca de apoio na votação da reforma da Previdência. “O que o governo quer é agradar a essa base parlamentar para que ela aprove um projeto que não tem nenhum respaldo no povo brasileiro. O governo sabe que não tem 308 votos [número necessário para que a proposta seja aprovada] para aprovar essas medidas. E está tentando reverter essa situação", disse.

 

Agência Brasil

O MP3 está morto

Jae C. Hong/AP

Após 22 anos do surgimento do MP3, o Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, instituto alemão que inventou o formato de áudio, informou que o programa de licenciamento do MP3 foi oficialmente encerrado. Na prática, isso significa que não haverá novos produtos com suporte ao formato, mas as faixas MP3 salvas continuarão sendo reproduzidas da mesma maneira. Leia mais

Prévia do PIB

Getty Images

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central, considerado uma prévia do PIB, teve queda de 0,44% em março na comparação com o mês anterior, informou o BC. Já em relação a março de 2016, o indicador registrou avanço de 1,05% sem o ajuste sazonal, porque considera períodos iguais. Com ajuste, houve alta de 0,68%. Leia mais

 

 

Envenenados correm risco

Divulgação

Seis pessoas de uma mesma família envenenadas por chumbinho neste domingo ainda correm risco de morte, em Camaragibe (PE). A polícia local montou uma força-tarefa para descobrir o autor do crime. O principal suspeito é o ex-namorado de uma das vítimas. O veneno foi usado no tempero da comida ingerida pelas pessoas. Leia mais

 

Bellucci eliminado

Andrew Medichini/AP

Thomaz Belucci perdeu de virada nesta segunda-feira para o belga David Goffin e se despediu logo na primeira rodada do Masters 1000 de Roma, na Itália. O brasileiro caiu por 2 sets a 1, em jogo que teve parciais de 6/7 (5-7), 6/3 e 6/4. Leia mais

 

Macron nomeia premiê da França

Francois Lenoir/Reuters

O novo presidente da França, Emmanuel Macron, nomeou nesta segunda-feira o conservador Edouard Philippe como primeiro-ministro, em uma ação sem precedentes na França pós-guerra de escolha voluntária de um líder de fora do partido do presidente para ocupar o cargo de premiê. Philippe, de 46 anos, prefeito da cidade portuária de Le Havre e parlamentar, é aliado próximo do conservador de destaque Alain Juppé e integra a ala moderada do partido conservador Os Republicanos.  Leia mais