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Nascimento: 23 de dezembro de 1979 (37 anos), Fountain Valley, Califórnia, EUA
Programas de TV: Chromiumblue.com
Formação: Universidade da Califórnia em Los Angeles, Universidade Estadual de San Diego
Saiba mais:
As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.



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Gina Carano
Informações
Nascimento
16 de abril de 1982 (35 anos)
Las Vegas, Nevada
Nacionalidade
norte-americana
Altura
1,73 m
Peso
65 kg
Organização(ões)
Jackson’s Mixed Martial Arts (MMA Greg Jackson)
Cartel nas artes marciais mistas
Total
8
Vitórias
7
Por nocaute
3
Por finalização
1
Por decisão
3
Derrotas
1
Por nocaute
1
Página oficial:
Gina Joy Carano (Las Vegas, 16 de abril de 1982) é uma ex-lutadora de MMA dos Estados Unidos.
Gina também já atuou em alguns papeis em seriados de televisão.
Em 15 de agosto de 2009, após sete lutas invictas, Gina sofreu sua primeira derrota contra a brasileira Cristiane Justino.[1]
Em outubro de 2009, Gina apareceu semi-nua na capa da revista americana ESPN The Body Issue.[2][3]
Em 2012 Gina fez sua estreia em Hollywood com o filme Haywire, fato que deu para ela muita presença nas mídias chegando a ser a capa da revista GC.[4]
A 24 de maio de 2013 Gina deu novamente nas vistas quando da estréia do franchise norte-americano Fast & Furious 6 (no Brasil, Velozes e Furiosos 6; em Portugal, Velocidade Furiosa 6). A lutadora dá vida a Riley Hicks, uma agente federal corrupta da DSS. Ao mesmo tempo que colabora com Hobbs, Dominic Toretto e a sua equipe, na localização e apreensão de Owen Shaw, trabalha com Shaw ao fornecer-lhe informações sobre o caso.
Em 4 de abril de 2014, Gina volta aos filme de ação e dessa vez titulado de Sangue na Veia (In the blood). Gina Carano interpreta Ava, uma lutadora com um passado obscuro. Quando o marido de Ava, Derek (Cam Gigandet), desaparece durante sua lua de mel no Caribe, Ava enfrenta uma conspiração do submundo brutal em uma ilha paradisíaca. Ava decide descobrir a verdade e derrubar os homens responsáveis pelo desaparecimento do marido.
Carano dá nas vistas principalmente pelas grandes cenas de luta protagonizadas entre ela e Letty Ortiz, personagem que ganha vida pelas mãos de Michelle Rodriguez.
Em 2015 viveu a Agente da Cia Victoria Phair no filme EXTRACTION (Operação Resgate no Brasil).
E em 2016 deu vida a vilã Pó de Anjo no filme Deadpool, a assistente de Ajax. Tem superforça causada pela mutação induzida.
Cartel no MMA
[Expandir]
Res.
Cartel
Oponente
Método
Evento
Data
Round
Tempo
Local
Notas
Derrota
7-1
Cristiane Justino
TKO (socos)
Strikeforce: Carano vs. Cyborg
15/08/2009
1
4:59
San Jose, Califórnia
Pelo Cinturão Peso Pena Feminino Inaugural do Strikeforce.
Vitória
7-0
Kelly Kobold
Decisão (unânime)
EliteXC: Heat
04/10/2008
3
3:00
Sunrise, Flórida
Vitória
6-0
Kaitlin Young
TKO (Interrompida pelo médico)
EliteXC: Primetime
31/05/2008
2
3:00
Newark, New Jersey
Vitória
5-0
Tonya Evinger
Finalização (mata leão)
EliteXC: Uprising
15/09/2007
1
2:53
Oahu, Havaí
Vitória
4-0
Julie Kedzie
Decisão (unânime)
EliteXC: Destiny
10/02/2007
3
3:00
Southaven, Mississippi
Vitória
3-0
Elaina Maxwell
Decisão (unânime)
Strikeforce: Triple Threat
08/12/2006
3
2:00
San Jose, Califórnia
Vitória
2-0
Rosi Sexton
KO (soco)
WPFC 1 - World Pro Fighting Championships
15/09/2006
2
4:55
Las Vegas, Nevada,
Vitória
1-0
Leiticia Pestova
KO (socos e cotoveladas)
WEF - World Extreme Fighting
10/06/2006
1
0:38
Las Vegas, Nevada
Um acidente de trânsito provocou a morte de um casal de médicos na tarde desta segunda-feira (15), em Barra do Ribeiro, na Metade Centro-Sul do Estado. O acidente envolveu um caminhão e um carro e ocorreu no quilômetro 336 da BR-116, próximo a entrada ao município.

As vítimas fatais foram identificadas como Jorge Luiz Gross, de 70 anos, e Mirela Jobim de Azevedo, de 60. De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o casal estava em uma BMW, com placas de São Paulo (SP), que colidiu frontalmente com um caminhão, emplacado em Sertão Santana (RS), quando Gross tentou fazer uma ultrapassagem em local permitido.
O homem conduzia o carro e morreu no local da colisão. A mulher chegou a ser encaminhada para atendimento médico em Guaíba, mas não resistiu aos ferimentos. O motorista do caminhão envolvido no acidente não ficou ferido. A perícia também atendeu a ocorrência.
No momento da colisão, o casal de médicos endocrinologistas estava retornando de Punta del Este, no Uruguai. Jorge Gross e Mirela de Azevedo eram professores de medicina da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
Entre 1994 e 1995, 26 pessoas morreram durante operações policiais no Complexo do Alemão, no RJ.
Segundo empresária, empresa não pagou valores via caixa 2 que haviam sido acertados durante campanha de 2014
Dilma pediu "paciência" sobre pagamento, diz Mônica Moura | Foto: Roberto Stuckert Filho / PR / Divulgação / CP Memória
A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) pediu que Mônica Moura tivesse "paciência" com os atrasos nos pagamentos da Odebrecht, disse a delatora em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF). Segundo Mônica, a empreiteira não pagou R$ 25 milhões via caixa 2 que haviam sido acertados devido aos serviços de marketing político prestados à campanha de Dilma à reeleição em 2014.
"Quando chegou o final de 2014, a campanha acabou, nós ganhamos (a eleição), a Lava Jato estava adiantada. E aí esses R$ 25 milhões nunca foram pagos, nunca foram depositados na conta da Shell Bill (conta mantida pelo casal na Suíça), a Odebrecht já 'tava' com medo, tinha confusão em torno disso", disse Mônica Moura ao MPF. A empresária definiu a experiência como a primeira vez em que recebeu "cano da Odebrecht" por conta da "situação que estava acontecendo".
De acordo com a delatora, o assunto foi discutido com Dilma Rousseff em vários encontros no Palácio da Alvorada ao longo de 2015. "Você precisa ter paciência, espera que eles vão resolver", teria dito Dilma à empresária, conforme depoimento. "Foi um ano intenso para não ganhar um tostão. Essa campanha não nos deu um real de lucro, porque todo o lucro que a gente ia receber depois ficou travado", comentou Mônica Moura, ao falar do impacto da Lava Jato.
O valor oficial combinado para o marketing político do marqueteiro João Santana, marido de Mônica, foi de R$ 70 milhões. Outros R$ 35 milhões seriam pagos pela Odebrecht via caixa 2 - dessa parte, apenas R$ 10 milhões foram efetivamente pagos, de acordo com a empresária. Antes dos problemas com atrasos no pagamento de caixa 2 da Odebrecht, a delatora garantiu em depoimento que Dilma deixou claro que ela mesma ia cuidar de sua campanha em 2014.
"A Dilma me disse isso: 'O PT não vai se envolver em nada, eu não quero o PT em nada, não quero o Vaccari (João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT) em nada, porque não confio nele'. Ela me falou assim mesmo: 'Não quero mais que o PT se meta'", relatou Mônica. De acordo com a empresária, Dilma não queria mais ninguém do PT cuidando da campanha dela porque a petista já se considerava fortalecida por ser presidente e buscar a reeleição.
Em nota enviada à imprensa, a assessoria de Dilma Rousseff disse que a petista "nunca negociou doações eleitorais ou ordenou quaisquer pagamentos ilegais a prestadores de serviços em suas campanhas, ou fora delas". "São mentirosas e descabidas as narrativas dos delatores sobre supostos diálogos acerca dos pagamentos de serviços de marketing. Dilma Rousseff jamais conversou com João Santana ou Mônica Moura a respeito de caixa dois ou pagamentos no exterior. Tampouco tratou com quaisquer doadores ou prestadores de serviços de suas campanhas sobre tal assunto", informou a assessoria da ex-presidente.
A Odebrecht, por sua vez, informou que "está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua". Em nota enviada à imprensa, a empreiteira disse que "já reconheceu os seus erros, pediu desculpas públicas, assinou um acordo de leniência com as autoridades do Brasil, Estados Unidos, Suíça e República Dominicana, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas".
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
Cristiano Duarte
cristiano.duarte@rdgaucha.com.br
Foto: Bruno Alencastro /Agencia RBS
Com o objetivo de sair do vermelho e equilibrar as contas, os Correios devem apresentar nos próximos dias medidas que reestruturarão a empresa, que atualmente possui uma dívida de mais de R$ 4 bilhões, prejuízo orçado entre 2015 e 2016. Entre as metas, os Correios estudam a viabilidade jurídica de corte de parte do efetivo de funcionários, após o resultado do Programa de Demissão Incentivada (PDI) ficar abaixo da expectativa.
Em novembro de 2016, o PDI teve uma baixa adesão de funcionários: dos 17 mil trabalhadores que preenchiam os requisitos para participar do programa, apenas 5,5 mil aderiram ao plano.
Atualmente, os Correios contam com mais de 110 mil funcionários. Com o desligamento dos 5,5 mil, que participaram do PDI, a estimativa é de economia de R$ 700 milhões ao ano.
Gaúcha
Bibiana Dihl
bibiana.dihl@rdgaucha.com.br
Um idoso morreu carbonizado após um incêndio em uma residência em Giruá, na região das Missões, na manhã deste domingo (14). Ele foi identificado como Severino de Lima da Rosa, de 97 anos.
O fogo começou pouco depois das 6h na residência de madeira, no bairro Morada do Sol, conforme os Bombeiros. O idoso não conseguiu ser retirado de casa a tempo. Outras duas pessoas que estavam na casa conseguiram sair e não ficaram feridas.
Os Bombeiros acreditam que as três pessoas estavam dormindo quando o fogo começou e, por isso, apenas duas conseguiram escapar. A corporação conseguiu combater as chamas cerca de uma hora depois, mas a residência ficou completamente destruída. A casa ao lado não ficou danificada.
Ainda não há informações sobre o que causou o incêndio, o que será verificado pela perícia.
Gaúcha
Cristiano Duarte
cristiano.duarte@rdgaucha.com.br
Foto: reprodução /Reprodução
Um brigadiano atirou acidentalmente contra si mesmo, na madrugada desse domingo (14). O acidente ocorreu quando o policial voltava de uma ronda de rotina no bairro Partenon, em Porto Alegre.
Ao guardar a pistola no coldre, o brigadiano acabou disparando na própria virilha. No momento do acidente, ele estava sozinho, mas conseguiu deslocar-se até o Hospital de Pronto Socorro.
O brigadiano passa bem e está fora de risco.
Gaúcha
A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não admitiu recurso da Corpus Saneamento e Obras Ltda. contra decisão que a condenou a incluir o número de motoristas, garis e coletores de lixo na base de cálculo da quantidade de aprendizes que deve contratar. Para a maioria dos ministros, o exercício das três funções demanda formação profissional e, portanto, elas precisam ser consideradas na contratação de aprendizes.
A Corpus pediu a anulação de multa aplicada pelo Ministério do Trabalho pelo descumprimento do artigo 429 da CLT, que obriga as empresas a empregar e matricular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem número de aprendizes equivalente a, no mínimo, 5% dos trabalhadores contratados para funções que necessitam de formação profissional. Atuante no município de Vila Velha (ES), a Corpus alegou que as profissões de motorista, coletor e gari não precisam de formação específica.
O juízo de primeiro grau manteve a multa, mas excluiu da base de cálculo da cota os coletores de lixo e os garis. Posteriormente, o Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) restabeleceu as três profissões para a apuração do número de aprendizes, levando a empresa a recorrer ao TST.
Relator do recurso, o ministro Augusto César explicou que, para a definição das funções que demandam formação profissional, deve ser considerada a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), elaborada pelo Ministério do Trabalho – critério previsto no artigo 10 do Decreto 5.598/2005. De acordo com o ministro, as funções de motorista, gari e coletor de lixo estão incluídas na CBO. “Assim, é certo que tais atividades exigem formação profissional e devem, portanto, servir de critério para a fixação da base de cálculo para a contratação de aprendizes”, concluiu.
Houve divergência da ministra Kátia Arruda, para quem as funções de gari e coletor de lixo não exigem formação a ponto de influenciar na cota de aprendizes. “Como são atividades, elas têm de estar incluídas na CBO, mas isso não significa que demandam formação profissional. Caso o contrário, teremos de exigir que adolescentes tenham curso de aprendizagem para ser gari, e não há formação técnica nesse sentido”, disse.
Prevaleceu, no entanto, o voto do ministro relator pelo não conhecimento do recurso da empresa.
(Guilherme Santos/CF)
Processo: RR-116100-34.2008.5.17.0010
Tribunal Superior do Trabalho