Não somos todos iguais. E isso é ótimo.

 

Ricardo Sales

Ricardo Sales

Consultor de diversidade e comunicação | Pesquisador em diversidade e sexualidade, na USP| Palestrante | Professor de RP

A questão da diversidade entrou na pauta das grandes empresas e tem mobilizado líderes e funcionários engajados com a igualdade no ambiente de trabalho. Isso é ótimo e aponta para uma sociedade mais justa e equilibrada.

Porém, a maneira de conduzir esta discussão é fundamental para o seu sucesso. Assim, considero necessário levantar alguns pontos. Tenho visto gente muito bem intencionada levantar a bandeira de que somos todos iguais. São profissionais de diferentes áreas, todos envolvidos com a questão do respeito e da luta por mais oportunidades aos diversos grupos minorizados (mulheres, negros, LGBT, pessoas com deficiências, entre outros).

Embora os objetivos sejam os melhores, o discurso de que somos todos iguais enfraquece as discussões sobre diversidade e inclusão nas organizações. Por um motivo muito simples: não, não somos todos iguais. Somos escancaradamente diferentes uns dos outros.

Cada um de nós é único em sua experiência profissional, posicionamento diante da vida, opiniões sobre os fatos, background cultural etc. E é isso que faz a riqueza da humanidade e sustenta a diversidade como um dos fatores que elevam a criatividade e trazem inovação para as empresas.

Diferentes vivências e pontos de vista fortalecem uma equipe. Um grupo homogêneo, por outro lado, tende a reproduzir soluções parecidas.

A questão não é insistir que somos todos iguais. E sim apontar para a necessidade de termos todos direitos e oportunidades iguais, independentemente de nossa raça, gênero, origem, idade, orientação sexual ou condição física.

Como diz o sociólogo português Boaventura Sousa Santos, "temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades."

É uma frase maravilhosa e que eu complementaria da seguinte forma: é preciso, sim, lutar por direito à igualdade. Mas precisamos também avançar no direito à diferença.

Falar sobre diversidade e inclusão nas empresas é levantar a bandeira de que temos o direito a ser diferentes uns dos outros, sem que isso limite nossas carreiras ou oportunidades. É também ser valorizado não apesar das nossas diferenças, mas justamente por causa delas.

No dia 1º/6 vou oferecer uma oficina sobre comunicação e diversidade, em São Paulo, na região da Avenida Paulista. Serão duas turmas, com apenas dez pessoas cada, para que a gente possa interagir bastante. Vamos conversar sobre os principais pontos que envolvem a questão da diversidade e como construir uma comunicação mais inclusiva, empática e que valorize as diferenças. Interessados podem escrever para reinaldo@txaiconsultoria.com.br

 

 

Ricardo Sales

Ricardo Sales

Consultor de diversidade e comunicação | Pesquisador em diversidade e sexualidade, na USP| Palestrante | Professor de RP

 

Você tem certeza? Fake news são o ovo da serpente moderno

Francisco Soares Brandão no LinkedIn

O universo da internet é, por natureza, livre e criativo e oferece grande potencial de negócios. Mas pode ser também perigoso...


218 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

10 livros que vão te deixar mais inteligente

Daniel Scott no LinkedIn

Seja honesto: você lê com frequência? Só nesse ano, eu já devo ter lido (ou ouvido em audiobook) aproximadamente 20 livros. É...


841 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

Por que eu não realizo a minha ideia empreendedora?

Murillo Leal no LinkedIn

Somos formados por aquilo que acreditamos. Aquilo que cremos influenciará diretamente na maneira como permanece o nosso estado,...


180 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

A Melhor Coach do Mundo

Ana Maria Braga no LinkedIn

Às vezes eu fecho os olhos e me sinto em seu colo. Sou capaz de sentir o seu cheiro, ouvir sua voz. De noite, quando vou dormir,...


1303 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

Por que colaborar é melhor que competir, até entre concorrentes

Paulo Fernando Silvestre Jr. no LinkedIn

Se você costuma me acompanhar aqui no LinkedIn, provavelmente sabe que estive em Boston (EUA) na semana passada, participando do...


522 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

Quando seu dinheiro acaba

Gustavo Tanaka no LinkedIn

Esse é um texto que eu queria ter escrito um bom tempo atrás. Mas eu quis ter mais clareza antes de escrever. Queria dominar o...


1221 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

Carreiras são como árvores: e não crescem da noite pro dia

Flavia Gamonar no LinkedIn

Com alguma frequência recebo mensagens de pessoas frustradas e insatisfeitas com seu trabalho atual. Muitas delas, são jovens em...


1060 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

O efeito reverso da síndrome do pequeno poder

Flavia Gamonar no LinkedIn

A síndrome do pequeno poder, de acordo com a psicologia, é uma atitude de autoritarismo por parte de um indivíduo que, ao receber...


710 pessoas estão dialogando sobre isto

Recomendações para você

Como perdermos 1 milhão de reais

Tomás Duarte no LinkedIn

Perdemos um faturamento potencial projetado para os próximos 2 anos de 1 milhão de reais. É uma notícia triste mas que vale a...


463 pessoas estão dialogando sobre isto

Agentes da Força Nacional começam combate à violência no Rio de Janeiro



Os 300 homens vão se revezar em turnos.

PARA MELHORAR, DE PRONTO, O RESULTADO FISCAL DA PREFEITURA DO RIO!

1. Desde que o Prefeito Crivella assumiu a Prefeitura do Rio, que sistematicamente trata dos graves problemas fiscais que enfrentará em 2017. A execução orçamentária do primeiro bimestre publicada no Diário Oficial não confirma isso. Em breve virá a publicação do primeiro quadrimestre que também não confirmará qualquer estresse fiscal. Bem, quem sabe, podem ser projeções.
2. A única queda significativa de receita se concentra no ISS. As demais estão no entorno do valor real. E mesmo alguma redução nominal –na margem- está mais que compensada pelas despesas. Isso para não falar dos investimentos, cuja comparação com 2015 e 2016 está distorcida pelos investimentos olímpicos, vários deles com transferências federais.
3. O Prefeito Crivella e sua equipe financeira e previdenciária estão anunciando caminhos pedregosos, de difícil tramitação parlamentar e que terão enorme resistência popular. Alguns deles com repercussão apenas ano que vem, claro, se forem aprovados pela Câmara Municipal.
4. Prometem apresentar legislação de compensação a concessões urbanísticas. Mas a primeira iniciativa, no mês de maio de 2017, foi reativar a tramitação do PLC 85 que autoriza a mudança de uso de bens tombados e protegidos de forma a torná-los mais atrativos e lucrativos. No entanto, o texto do PLC 85 não prevê nenhuma compensação à Prefeitura pela valorização –muitas vezes enorme valorização- de vários desses imóveis.
5. Mas há medidas que o Prefeito poderia adotar que teriam impacto imediato. Durante 12 anos, a Prefeitura não incluiu o BDI no custo das obras. O BDI, alegado pelas empreiteiras, seria para cobrir eventuais custos fixos da empresa, não diretamente aplicados nas obras. Hum...
6. Em 31 de maio de 2010, em ato do secretário de obras, “por expressa autorização do Exmo. Sr. Prefeito”, foi recriado o BDI. No caso de cartas convite –pequenas obras- passou de 0% para 25%. No caso de Tomada de Preço, passou de 0% para 20%. E no caso de concorrência –obras de médio e grande portes- passou de 0% para 16%. Com isso, a Prefeitura do Rio, nos quase 8 anos, teve uma despesa adicional no entorno de 2 bilhões de reais, pelo menos.
7. Na mesma época alterou um ato do Prefeito anterior, desde 1995, que previa correção do saldo do principal em obras, programas e contratos, após 2 anos, em função de uma inflação previsível. O ato do Prefeito em 2010 reduziu o cálculo do saldo de obras, programas e contratos, apenas após um ano. Para se ter uma ideia, apenas nos contratos com as OSs, por exemplo, o custo adicionado andou pela casa dos 150 milhões de reais por ano. Isso para não falar das obras cujo custo agregado por esta antecipação de correção andou por um patamar superior a 500 milhões de reais.
8. Portanto, com 2 atos do Prefeito, reativando o que foi aplicado por 12 anos (excluindo o BDI e voltando o preço de correção dos contratos para dois anos), a Prefeitura do Rio poderia agregar um resultado fiscal de uns 500 milhões de reais por ano. Assim, evitaria carregar os problemas alegados nos ombros da população e dos servidores.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Polícia de SP faz operação de combate ao crime organizado em Guarulhos




Agentes tentam cumprir mais de 30 mandados de prisão.

Luta contra o câncer

Edu Moraes/Divulgação/Record

O apresentador Marcelo Rezende revelou em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, que está lutando contra um câncer no fígado e no pâncreas. O jornalista, que também trabalha na emissora, está afastado do programa Cidade Alerta desde o dia 5. Ele ficou internado em São Paulo de segunda a quinta-feira da última semana. Leia mais

 

Deserto alimentar

uol tab

Para comer bem, a população de regiões mais pobres em cidades como São Paulo precisa lidar com mais um capítulo da desigualdade social brasileira: o deserto alimentar. Além da dificuldade econômica, barreiras físicas também atrapalham a jornada que leva ao hipermercado mais próximo, o que leva a diminuição de alimentos mais nutritivos. Leia mais

 

 

Dicas para melhorar o tráfego do blog ou site sem precisar gastar nada

 

Blog Marketing Online - Marketing Digital/Monetização/Backlinks/SEO Melhorar o tráfego do blog poderá trazer grandes resultados, angariar novos leitores e atingir a maior audiência possível é certamente uma das maiores cobiças de um empreendedor que visa o sucesso e ganhar dinheiro na internet com...
Click no título acima para continuar lendo o artigo.

Distrito Federal suspende cobrança extra na conta de água a partir de junho

A Agência Reguladora de Água, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) anunciou hoje (15) que suspenderá, a partir de 1º de junho, a tarifa de contingência que elevou a conta de água em 20% e estava em vigor desde outubro o ano passado.

O diretor-presidente da Adasa, Paulo Salles, disse que a tarifa adicional nas contas dos brasilienses já surtiu efeito. Segundo ele, a tarifa serviu para cobrir os gastos decorrentes da seca e para mostrar aos usuários a necessidade de reduzir o consumo de água.

agência brasil

Racionamento de água no Distrito Federal começou em janeiro Marcelo Casal/Arquivo/Agência Brasil

Salles, no entanto, não descartou a volta da cobrança adicional no futuro. “As metas têm que ser cumpridas, caso as metas não sejam cumpridas nós teremos que entrar ou com o racionamento no segundo dia ou teremos que voltar com a tarifa de contingência”, disse.

Atualmente, o DF passa por racionamento de água com desligamento do abastecimento a cada seis dias.

O monitoramento das metas de consumo será feito por uma curva de acompanhamento do Reservatório do Descoberto. Apesar do fim da cobrança extra, a agência ressalta que a crise hídrica na região não acabou e que a redução no consumo de água é de extrema importância.

 

 

Agência Brasil

Cuidado com o míssil

Ahn Young-joon/AP

Os EUA pediram sanções mais fortes à Coreia do Norte, após lançamento de um novo míssil pelo país neste domingo (14). O objeto disparado percorreu cerca de 700 km até cair no mar do Japão. A Coreia já tinha lançado um míssil em fevereiro e sofrido diversas sanções de países como China e Rússia. Leia mais

A decisão de Palocci

Folhapress

Advogados vão tentar convencer nesta segunda (15) o ex-ministro Antonio Palocci a não retirar o habeas corpus em que pede ao STF para ser libertado. A iniciativa enfraqueceria a posição dele para negociar delação premiada com o Ministério Público Federal. Leia mais

 

Violência sem solução

Folhapress

Somente 1 em cada 5 inquéritos policiais abertos pelo departamento que investiga homicídios em São Paulo resulta em prisão. De acordo com policiais e especialistas em segurança, o quadro atual do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) é resultado de falta de estrutura e de verba para investigações, baixa renovação, reduzida reciclagem do efetivo e práticas pouco eficazes de atuação. Leia mais

 

Vai parar de novo?

Peter Leone/Futura Press/Estadão Conteúdo

Motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo planejam parar os trabalhos entre as 14h e 17h desta terça-feira (16). A categoria reivindica um aumento salarial e, até o momento, não teve o pedido atendido. Leia mais

Macron assume presidência da França e diz que União Europeia é prioridade

Da EFE

Emmanuel Macron assumiu neste domingo (14) a presidência da França com a vontade de relançar a construção de uma Europa forte que ofereça proteção perante os riscos da globalização e que apresentou como o eixo de sua política para garantir que o país continue sendo uma das grandes potências mundiais. As informações são da agência de notícias EFE.

Macron fez da União Europeia em seu discurso inaugural uma das prioridades de seu mandato, como já havia dito durante a disputa que manteve na campanha eleitoral com a líder ultradireitista, Marine Le Pen. O novo presidente prometeu que a Europa "será fundada e relançada" porque "nos protege e nos permite projetar no mundo nossos valores".

Emmanuel Macron discursa após vencer os segundo turno das eleições francesas

Emmanuel Macron tomou posse neste domingoLionel Bonaventure/Agência Lusa/direitos reservados

O presidente terá uma primeira chance para demonstrar sua vontade na viagem inaugural ao exterior, amanhã pela tarde, para se encontrar em Berlim com a chanceler alemã, Angela Merkel. A boa relação franco-alemão será uma condição de partida para sua ideia de alcançar "uma Europa mais eficaz, mais democrática, mais política", que constitui "um instrumento da potência e da soberania" da França.

Macron, que também tem previsto jantar na quarta-feira (17) com o presidente do conselho italiano, Paolo Gentiloni, insistiu que "o mundo e a Europa necessitam mais do que nunca da França, uma França forte que leve a voz da liberdade e da solidariedade, de uma França que sabe inventar o futuro". O novo líder disse que na política internacional sua prioridade será "estar sempre ao lado da liberdade e dos direitos humanos" para "construir a paz de forma duradoura".

Seu discurso europeísta faz parte de sua estratégia para devolver a confiança a uma França que, segundo seu próprio diagnóstico, há décadas duvida de si mesma. Por isso, uma de suas ideias é mudar esse estado de ânimo e convencer os franceses de que o país "tem em sua mão todas as cartas (...) das grandes potências do século 21".

Macron avisou que não cederá "em nada" de seu programa, começando pela reforma para flexibilizar o mercado trabalhista, que quer adotar neste ano por decreto, mas, em paralelo, disse que "fortalecerá a solidariedade nacional" para atender os que "se sentem esquecidos" e perdedores da globalização.

Lacunas

Pela tarde, durante uma recepção na Câmara municipal oferecida pela prefeita, a socialista Anne Hidalgo, Macron indicou que "no centro "de seu mandato estará a vontade de acabar com as lacunas que há na França, com o objetivo de que "a globalização beneficie a todos". Macron considerou que o desafio é impedir que "nosso país se desfaça" e para isso é preciso "divulgar o sucesso, alargar o campo das possibilidades", porque é consciente dos "problemas" do país desde o ponto de vista territorial e social.

A transferência de poderes de Hollande para Macron foi feita neste domingo no Palácio do Elísio com uma reunião de uma hora entre os dois presidentes. Pela tarde, antes de comparecer à Câmara Municipal de Paris, o presidente quis visitar o hospital militar de Percy para ver os soldados feridos em um gesto em direção das tropas que cumprem missões no exterior, mas também de proteção antiterrorista no território francês.

Macron deve anunciar - provavelmente amanhã - seu novo primeiro-ministro para a formação do Governo na terça-feira (16), de forma que na quarta-feira possa realizar o primeiro Conselho de Ministros.

Primeiro ministro

Essa nomeação é um exercício particularmente delicado para alguém que revolucionou a paisagem política francesa como ele, que não tem um partido político com presença nas instituições, e que para poder pôr em prática a política que prometeu necessita conseguir uma maioria parlamentar nas eleições legislativas de junho.

Circularam vários nomes como possível primeiro-ministro, mas o que mais soou é o deputado dos Republicanos e prefeito da cidade de Le Havre, Edouard Philippe, algo que seria interpretado como uma tentativa de captar o eleitorado conservador.

 

Agência Brasil

Coreia do Norte faz teste com míssil balístico capaz de carregar ogiva nuclear

 

Isso dias depois de o novo presidente da Coreia do Sul dizer que queria dialogar com o país vizinho.