Pérolas do Facebook–7.9.2016

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24 de agosto às 10:30 ·

Hum...
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Jorge Abel Ferreira em 83 Distrito Policial.

3 de setembro às 01:40 · São Paulo ·

Esta vítima da sociedade, tentou roubar o carro de uma família. Durante o roubo, sem que a vítima reagisse atirou, atingido-lhe o braço. Puxou outras duas vezes o gatilho mas a arma falhou. A família então entrou em luta com a vítima da sociedade, que caiu e bateu a cara no chão. Não é de dar dó?

 

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Prefiro bicho do que gente
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Ontem às 04:00 ·

Só me diga uma coisinha... Tem como não gostar de cachorro?

 

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6 filmes que inspiram, pois mostram o real poder de nossas escolhas

6 filmes que inspiram, pois mostram o real poder de nossas escolhas

Optei por 6 títulos que podem ser encontrados na Netflix e que, nas últimas semanas, invandiram minha sala e meus pensamentos. Alguns deles ainda…

CONTIOUTRA.COM|POR JOSIE CONTI

 

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Como a indústria da carne trata trabalhadores e bois.

ATENÇÃO: esta reportagem contém imagens fortes.
(Foto: Piero Locatelli/Repórter Brasil)

Ferro quente e pauladas: como vivem os gados que viram bife

CATRACALIVRE.COM.BR

 

 

Presidente do TSE, Gilmar Mendes, destaca que as irregularidades podem resultar na impugnação das candidaturas

Justiça Eleitoral encontra doações de pessoas mortas para candidatos

GAUCHA.CLICRBS.COM.BR

 

 

Renato Dornelles: "São os presos que mandam no presídio. E a sociedade paga caro por isso".

Episódio em que uma facção criminosa não permitiu a retirada de um réu para ser levado ao Tribunal do Júri é o maior exemplo do descontrole.

ZH.CLICRBS.COM.BR

 

 

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Happy Birthday Mr.Roger Waters♪♪♪

Ver tradução

10 Facts You Probably Didn’t Know About Roger Waters

Roger Waters is 73 years of age, still loaded with imperativeness and life, visiting and shaking the world over. Most men would be crushed with such an endeavor, however not old Roger! Roger Waters (conceived 6 September 1943) is an…

PINKFLOYD.EU

 

 

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30 de agosto às 09:26 ·

kkkkkkkkkk

 

 


Prefiro bicho do que gente
com Joanna D'arc Gonçalves Lua e outras 2 pessoas.Curtir Página

20 h ·

Olha, isso te garanto... Amizade como essa, esquece... Só eles mesmo!!

 

 

Ello

 

 

Ello

Meet 3D Artist Andrew Williams

scene360 avatar

@ello + @scene360 feature:

3D WORLDS OF THE FUTURE: AN INTERVIEW WITH DIGITAL ARTIST GOHMN

From high school street artist, to musician, to talented 3D creator, Andrew Williams—“Gohmn” to his online community – has dabbled in a lot of creative outlets. His current passion is creating surreal and detailed 3D worlds which are the result of a daily practice.

His inspiration for his work ranges from music, to Arizona sunsets, to artists who share their work online. He’s also one of those rare folks who shares little more than his art on social media, which makes those fantastical worlds that much more intriguing.

statue of man without face

Terrarium in a crater

Where does the name “Gohmn” come from?
Gohmn (rhymes with “home”) reaches back to when I was making silly street art characters in high school. Back then I adopted the name Gohma, which is the name of a Zelda boss. Gohma is the first boss in Ocarina of Time, which is a game I’ve started playing—and never beat—at least 20 separate times in my life. I guess I just latched onto this character that I’ve had to kill over and over.

I switched to Gohmn when I started producing music and wanted something more google-able. Eventually time spent making music slowly transitioned into time spent making visual art and I just stuck with Gohmn.
Your 3D work is incredibly detailed. What tools or programs do you use to create your art?The main programs I use are Cinema4D, Octane Render, and Photoshop. Then there are a bunch of other plugins and one-off programs that get used in conjunction with those depending on what I’m trying to make. Lately I’ve been having a lot of fun with World Machine.

3d metal sculpture

Read the full interview on Scene360.

More Gohmn

Ello
The Creators Network.

 

 

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Como manda a lei

image (9)O Estadão, em editorial, mostra que a estratégia do PT é proteger os vândalos que depredam as cidades “apostando na confusão moral”:

“A manutenção da ordem, dever da polícia, é tratada como repressão arbitrária – e qualquer ato da polícia nesse terreno, mesmo que no estrito cumprimento do seu dever, é logo apropriado e divulgado de forma estridente pela máquina de propaganda partidária com o objetivo de construir a realidade que lhe interessa.

Assim, uma manifestante que teve ferimentos num olho em razão de estilhaços de uma bomba de gás lacrimogêneo atirada pela polícia, no último dia 31 de agosto, foi imediatamente convertida em mártir petista. Sua vida deixou de lhe pertencer. Ela passou a servir como ilustração do ‘golpe de Estado dado no País’, como afirmou Dilma em seu perfil no Twitter. A moça foi ‘vítima da violência policial que tenta reprimir manifestações democráticas’, disse Dilma, sem se ater ao fato de que a bomba que feriu a jovem foi atirada para dispersar vândalos e baderneiros, que não estavam fazendo nenhuma ‘manifestação democrática’ e tinham de ser contidos, como manda a lei”.

 

O Antagonista

Uzi

A submetralhadora Uzi foi criada pelo israelense Uzi Gal. O modelo foi usado pela primeira vez em 1954 e saiu de linha no final do ano de 2003.

Zumbi

Nascido nas senzalas de Alagoas, Zumbi foi o último chefe lendário Quilombo dos Palmares. Símbolo da resistência negra, notabilizou-se pela bravura na liderança de escravos rebeldes. Vítima de emboscada preparada pelos senhores, Zumbi morreu em 20 de novembro de 1695. Seu corpo foi mutilado, e a cabeça, exposta em praça pública na cidade de Recife.

O que pouca gente sabe é que os escravos bebiam cachaça quando trabalhavam, eram viciados em maconha e envenenavam os seus senhores.

Eles tinham perfil de assassinos drogados ou curandeiros charlatões.

Fonte: Munzungas: consumo e manuseio de químicas por escravos e libertos do Rio Grande do Sul (1828-1888)

Autor: Roger Costa da Silva

Zero Cifra

Os termos zero e cifra tem a mesma origem etimológica. Ambos nasceram da palavra árabe cefer, que significa vazio, e que na criação dos números arábicos passou a significar o nada, o vazio, o zero.

Semyon Kirlian

Em 1939, o eletricista russo Semyon Kirlian descobriu, acidentalmente, o que viria a ser objeto de muita curiosidade e estudos. Após construir um dispositivo que tirava fotografias, o eletricista resolveu experimentá-lo fotografando a própria mão. Ao revelar a chapa, ficou fascinado com o efeito, pois das pontas dos dedos emanava uma estranha luminosidade, hoje conhecida como o efeito Kirlian e testado em vários objetos e seres vivos. Era a fotografia da aura.

Seja um sedutor. Exerça a sedução na política II

Na política, assim como nas relações amorosas, a arte da sedução exige sutileza

Não se conquista alguém aos brados, anunciando abertamente seus objetivos, abusando da insistência, articulando argumentos e afirmando suas qualidades e virtudes em contraste com os defeitos dos concorrentes. Mas tudo isso é feito numa campanha eleitoral. Atenção: o que se busca com tais ações, é só o voto e não o comprometimento emocional, a adesão afetiva. Portanto, a sedução aplicada à política constitui-se numa forma de buscar o voto – ou o apoio – diferente dos estímulos usuais da propaganda eleitoral: mais indireta que direta, mais emocional que racional, mais sugestiva que propositiva.

A sedução é indireta leve, envolvente, gratificante e induz ao prazer e ao desarmamento das defesas pessoais. Ela nunca desaparece ser o que é: conquista sem parecer estar conquistando, “vende uma imagem” sem parecer estar vendendo, convence sem parecer esforçar-se para convencer. A sedução funciona melhor nas relações “face a face” e com pequenos grupos, mas também pode ser exercida em grande escala, entre o político e o público. Não é qualquer líder, entretanto, que consegue envolver o público. É preciso que haja uma disposição prévia e favorável por parte da população e que o líder possa ou pareça possuir os atributos desejados a um sedutor. Também é preciso seguir algumas regras:

A força da sedução está no fato dela ser capaz de manejar emoções e sentimentos

1 – Apareça com uma novidade, nunca como mera publicidade

Evite surgir para o público num contexto publicitário. Antes, faça que sua aparição seja notícia. As pessoas dão maior atenção e se interessam mais por notícias do que por publicidade. Frente a uma notícia, também estão psicologicamente, desarmadas e predispostas a aceitar seu conteúdo como verdadeiro. Revele-se a propósito de algum assunto que chame a atenção da mídia, para que ela, voluntariamente, paute o assunto para cobertura. Faça uma detalhada orquestração do evento e do local, de tal forma que o “roteiro” tenha algum conteúdo emocional. Esconda sua intenção real e comporte-se como “parte do evento”.

2 – Priorize a forma, não o conteúdo

Prepare o cenário de sua aparição como um espetáculo para os olhos. A imagem sempre será mais forte do que as palavras. Ilustre a maior parte de sua mensagem com estímulos visuais persuasivos e sutis.

Com cores, fotos, bandeiras, vídeos, cartazes e banners devem compor um ambiente agradável e estimulante. Deixe que as pessoas mergulhem o olhar em tais elementos enquanto você fala. Suas palavras, como é óbvio, devem estar integradas ao ambiente criado, mas devem ser incidentais a ele.

Sua linguagem deve ser sugestiva, quase hipnótica, e precisa buscar sintonia emocional, mais que persuasão racional. As pessoas vão compor a mensagem, misturando frases que você disse com o sentimento provocado pelos visuais.

3 – Privilegie o aspecto emocional

A sedução acontece porque maneja emoções e sentimentos. A racionalidade pode até ajudar, mas nunca estará em primeiro plano. Não promova sua mensagem pela argumentação razoável. Se agir assim, você vai dividir o público e quebrar o “clima”. Busque, ao contrário, uma emoção básica, algo que todos possam compartilhar. Patriotismo, solidariedade, valores familiares, orgulhos regionais, exemplos históricos de grandeza e heroísmo são temas que podem provocar uma unanimidade afetiva, sobre o qual você vai, cuidadosamente, justapor sua mensagem. Com tais temas você pode mobilizar o afeto das pessoas, deixá-las emocionalmente sensíveis, atentas ao seu discurso e dispostas a aceitar o que você diz.

Sua mensagem deve estar inserida de maneira natural e aceitável no desenvolvimento do “tema”. Para tanto, você deve, mais que articulá-la racionalmente, sugeri-la, insinuá-la. Sua presença também deve carregar símbolos adequados ao tema, sem exageros que a tomem caricata.

4 – Fale a linguagem de sua audiência

Evite de todas as formas parecer superior às pessoas com as quais vai falar. Evite palavras complicadas, dados e estatísticas enfadonhas e raciocínios complexos. Ainda que os eleitores o reconheçam como uma autoridade, prove que você é capaz de sentir como eles, é um deles e compartilha medos, projetos e esperanças.

Faça-os acreditar em você, confiar em você. A linguagem, se usada com naturalidade, é um poderoso recurso de aproximação e identidade. Se você fala e sente como eles, usa, inclusive, as expressões que somente os “locais” usam, você não pode ser visto como um deles.

Sua mensagem, falada “nessa língua”, tende a ser acolhida sem maiores reservas e defesas. E apresentada sob as formas de sugestão e insinuações, pode ser internalizada pelo público como se fosse o raciocínio deles. Este é o objetivo.

Francisco Ferraz

Fonte Política Para Políticos

http://www.politicaparapoliticos.com.br/imprimir.php?t=755355 – 3/6/2008

Seja um sedutor. Exerça sedução na política I

Líderes totalitários e governantes democráticos granjearam poder exercendo a arte da sedução

Durante vários séculos, os homens não precisaram se preocupar muito com a sedução. A “conquista” de uma mulher se fazia pela força – ou por contratos e acordos. Com a esposa devidamente cativada – sempre às voltas com as ocupações domésticas e a criação dos filhos – desaparecia qualquer necessidade de encantamento, se é que isto tenha chegado a existir um dia.

Coube à mulher, para se defender da brutalidade e da ingerência de outros em sua própria vida, desenvolver a sedução com uma arte sofisticada, a forma mais avançada de persuasão e poder. Não físico, mas psicológico. Não de maneira direta e ostensiva, mas com sutileza e astúcia. Cleópatra é o exemplo mais emblemático: seduziu Júlio Cesar e, depois, Marco Antônio para preservar seu império.

Por volta do século 18, sobretudo em razão do brilho e da importância adquiridos pela vida na Corte, os homens passaram a se interessar pela sedução, como forma de conquistar mulheres jovens. É o período em que se destacam Duque de Lauzun, Casanova e Don Juan, como grandes sedutores e amantes, versados na arte de fascinar, irresistíveis em seus avanços e estratagemas.

Coube à mulher, para se defender da brutalidade e da ingerência de outros em sua própria vida, desenvolver a sedução como uma arte sofisticada

De 1800 em diante, a sedução sobrepuja a relação amorosa e ganha dimensão social e política

De qualquer forma, o fenômeno havia antecipado na França, no final do século 17, pelo fantástico trabalho de construção da imagem de Luís XIV, o Rei Sol, ainda que de forma limitada pela sociedade da época e pelos recursos técnicos disponíveis.

A partir do século 19, entretanto, políticos e governantes descobriram que a sedução também podia ser exercida em grande escala, especialmente com as massas populares. Napoleão foi, talvez, quem melhor e mais cedo percebeu tal possibilidade e a desenvolveu.

Naquela época, a conquista apoiava-se, basicamente, num tipo de oratória coadjuvada pelo uso inteligente de símbolos – enormes espetáculos e recursos teatrais criavam uma atmosfera carregada de importância e grandeza, em torno da presença física do líder.

O ato político cortejava os ouvidos e a mente (discurso) e os olhos (espetáculo), de maneira a emocionar, envolver e cativar os participantes – a mis-en-scène do carisma.

Ao seduzir as massas, os líderes ganhavam poder sem precisar usar a força. Isto porque a essência da sedução é – como sempre foi – um “jogo psicológico” e não de beleza.

Seduzir é usar a gratificação e o prazer como “iscas”, manipular as emoções do outro, estimular o desejo – e também a confusão e a incerteza sobre como realizá-lo – e induzir a rendição. Em outras palavras, um “jogo de poder”. Os sedutores entendem o enorme potencial contido no ato de entrega a sua vontade. Uma pessoa “apaixonada”, por um amante ou por um líder, é alguém que age emocionalmente, que rebaixou seu senso crítico a ponto de eliminá-lo, tornando-se muito sugestionável e facilmente conduzível.

A sedução, a forma consumada de poder. Os que a ela se submetem, o fazem livremente, com felicidade e de boa vontade

A sedução é, pois, a forma consumada de poder. Os que a ela se submetem, o fazem livremente, com felicidade e de boa vontade. Eles perdoam as desilusões e a manipulação, encarregando-se de encontrar razões que as justifiquem. Os princípios são basicamente os mesmos, tanto na sedução amorosa, quanto na política. Os grandes sedutores não eram e não são, necessariamente pessoas fisicamente bonitas e atraentes. Entretanto, possuem um “charme” envolvente e irresistível. Sabem criar um clima intrigante em torno de si, são exímios em demonstrar atenção e interesse pela criatura mais importante para você, isto é, você mesmo, e são capazes de transportar as pessoas de sua realidade prosaica para um projeto grandioso, um mundo novo, uma aventura gloriosa.

Nem Napoleão, nem Hitler, nem Mussolini, nem De Gaulle, nem Stalin podiam ser considerados fisicamente atraentes e bonitos. Muito ao contrário: alguns equilibravam-se com muita dificuldade para não serem vistos como ridículos, outros para não serem encarados como banais. Todos eles, entretanto, sabiam administrar o seu “carisma” com muito zelo.

Benito Mussolini: combinação do discurso ultranacionalista dos gestos teatrais e da ambientação grandiosa seduziu multidões na Itália na metade do século 20.

Cultivavam um mistério sobre suas vidas pessoal e familiar, despertando curiosidade e especulação; vestiam-se de maneira diferente; possuíam uma oratória ajustada a sua época ao seu público; lançavam mão de espetáculos grandiosos e impactantes, para magnificar sua importância; tinham gestos peculiares, que revelavam força, determinação e coragem; manifestavam preocupação, interesse e dedicação aos governados e à nação: apresentavam suas decisões, invariavelmente, como expressão do interesse nacional; incorporavam a suas imagens atributos como abnegação, amor à pátria, sacrifício, heroísmo e idealismo.

E não foram apenas governantes totalitários – como Hitler, Stalin e Mussolini – que desenvolveram e exerceram a arte de seduzir o povo. Os líderes democráticos também o fizeram e fazem: o próprio De Gaule, na França, Kennedy, nos EUA, e Collor, no Brasil, são alguns exemplos dessa habilidade.

Quais são, então, os componentes principais da arte de seduzir na política? Como envolver eleitores e apoiadores? As respostas você vai conhecer em breve, no próximo trecho desde artigo.

Francisco Ferraz

Fonte: Política Para Políticos

http://www.politicaparapoliticos.com.br/imprimir.php?t=755351 – 27/5/2008

Cade dá aval para bancos criarem cadastro próprio de inadimplentes

por Luci Ribeiro

A Gestora de Inteligência de Crédito (GIC), uma espécie de bureau de crédito, atuará no fornecimento de serviços sobre informações de pessoas físicas ou jurídicas para fins de decisão sobre concessão de crédito
BRASÍLIA - A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação, com restrição, da operação entre Bradesco, Banco do Brasil, Banco Santander (Brasil), Caixa Econômica Federal e Itaú Unibanco pela qual pretendem constituir a Gestora de Inteligência de Crédito (GIC), uma espécie de bureau de crédito.
A decisão foi publicada nesta segunda-feira, 05, no Diário Oficial da União (DOU. Segundo o Cade, um bureau de crédito atua no fornecimento de serviços sobre informações de adimplência e inadimplência de pessoas físicas ou jurídicas para fins de decisão sobre concessão de crédito. O novo bureau atuará tanto no cadastro negativo como no cadastro positivo.
Após análise de informações obtidas junto ao mercado, verificou-se que os setores de serviços de informações negativas (cadastro negativo) e de informações positivas (cadastro positivo) de pessoas físicas e jurídicas seriam afetados pela operação em virtude da integração vertical existente entre bancos e bureaus de crédito, já que os bancos são, ao mesmo tempo, fornecedores de insumos para os bureaus e consumidores dos serviços prestados por estes, informou o Cade.
A parceria entre os cinco bancos foi anunciada em janeiro deste ano e notificada ao Cade no último mês de abril. Segundo as empresas, a GIC desenvolverá um banco de dados para agregar, conciliar e tratar informações cadastrais e de crédito de pessoas físicas e jurídicas - os clientes deverão autorizar a inclusão de suas informações no banco de dados.
A nova companhia terá seu controle compartilhado entre as instituições financeiras, sendo que cada uma delas deterá 20% de seu capital social. O conselho de administração da nova empresa será composto por membros indicados pelos bancos, e os executivos terão dedicação exclusiva ao negócio, preservando sua gestão independente.
Em despacho, a Superintendência oferece impugnação da operação e propõe sua aprovação "condicionada à celebração do Acordo em Controle de Concentrações proposto pelas requerentes". Agora, o processo será encaminhado ao Tribunal do Cade, a quem caberá tomar a decisão final sobre o caso, acatando ou não a sugestão da Superintendência.
Em junho, a Superintendência declarou "complexo" o ato de concentração entre os bancos, o que indicava que o órgão já tinha eventuais preocupações concorrenciais diante da operação. Na ocasião, a Superintendência pediu novas diligências para aprofundar a análise do caso antes de emitir parecer. Entre as novas ações, ficou estabelecido que as empresas deveriam apresentar ao órgão "detalhamentos das práticas de governança a serem adotadas pela GIC, pormenorizando quais ações serão, de fato, tomadas para preservar a independência das requerentes entre si e em relação à GIC". /COM AGÊNCIA BRASIL
Fonte: Estadão - 05/09/2016 e Endividado