Pérolas do Facebook e do Pinterest - 20.3.2016

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Papa Francisco com José-Maria Ferreira e outras 43 pessoas.
5 h
CURTA: Papa Francisco DOMINGO DE RAMOS! LEVA ADIANTE ESTE SÍMBOLO!
Que neste momento tão especial de reflexão possamos lembrar-nos daqueles que estão aflitos e sem esperanças. Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais, porque perderam a fé em um novo recomeçar, pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir.












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Publicado por Thaísa Lemos Make Up em Quarta, 16 de março de 2016

O ''BESSIAS''Por BAGUAL #Gaudêncio (Cris Pereira) ... TÁÁÁ LOOOCO!
Publicado por Cris Pereira em Sábado, 19 de março de 2016

Atos mostram reação, mas não melhoram situação do governo, dizem especialistas

Após uma semana conturbada para o governo federal, dezenas milhares de pessoas foram às ruas ontem (18) para se manifestar contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Nas redes sociais, o movimento também ganhou destaque e a hashtag #VemPraDemocracia ocupou ao longo do dia o primeiro lugar entre os trending topics, que são os assuntos mais comentados no Twitter.
Especialistas avaliam que os atos mostraram uma reação aos protestos anti-Dilma promovidos no último domingo (13), mas ainda não são suficientes para garantir tranquilidade ao governo.
Para o professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB) Luis Felipe Miguel, as manifestações preencheram as expectativas do governo e mostraram que ainda há capacidade de mobilização. "Até o momento, como as outras tentativas de colocar gente na rua contra oimpeachment tinham sido frustradas, dava a ideia que o Brasil era a favor do impeachment ou neutro. Agora deu para notar que é diferente", avaliou, em entrevista à Agência Brasil.
Brasília - Manifestantes fazem ato contra processo de impeachment e defesa do governo, na Esplanada dos Ministérios (Wilson Dias/Agência Brasil)
Manifestantes fazem ato contra processo de impeachment e defesa do governo, na Esplanada dos Ministérios. Atos foram realizados em todo o país Wilson Dias/Agência Brasil
Segundo Miguel, o fato de as manifestações anti impeachment terem sido menores do que os atos contra o governo do último domingo não é relevante. "As manifestações de domingo foram amplamente divulgadas pelos grandes meios de comunicação, havia grandes interesses empresariais. As de ontem não contaram com essa ajuda", comparou. “Se fosse para fazer esse tipo de contagem, a correta seria a eleição.”
Diferente de Collor
O cientista político Waldir Pucci, coordenador do curso de Direito do Centro Universitário do Distrito Federal, diz que as manifestações mostram que Dilma ainda tem apoio. "É diferente da situação de Fernando Collor, havia uma unanimidade pela saída do ex-presidente. Tem uma parcela da sociedade que apoia sim Dilma".
No entanto, segundo Pucci, a parcela da sociedade que foi às ruas nessa sexta-feira contra oimpeachment influencia a situação política atual, mas não consegue fortalecer o governo. Ele cita a manifestação em São Paulo, que reuniu 80 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar.
"Não podemos negar que em São Paulo há uma participação grande, mas, ainda assim, inferior a da manifestação de domingo [a favor do impeachment]. Isso vai ter peso político mas não consegue ainda fortalecer novamente o governo, que está fragilizado”, analisou. “Os atos não trouxeram nada de novo ao cenário político.”
Menor que o necessário
Para o cientista político Márcio Coimbra, coordenador do MBA Relações Institucionais do Ibmec no Distrito Federal, “a mobilização foi menor do que o que o governo precisava”.
Coimbra destaca que circularam na internet fotos de manifestantes chegando em ônibus e de organizadores distribuindo lanches. “Isso enfraquece o valor popular do evento”, avaliou. Segundo ele, as manifestações de ontem foram diferentes, por exemplo, dos protestos espontâneos contra o governo que ocorreram na quarta-feira (16), após a indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil. “Parece que as pessoas foram para rua por causa de incentivos”, disse.
As manifestações dessa sexta-feira, segundo a doutora em ciências sociais e professora da Faculdade de Direito da UnB Ana Claudia Farranha, mostram que não tem “jogo ganho por nenhum lado”. Ela ressaltou que os atos não se tratam propriamente de uma manifestação pró-governo, mas que mostram que há um incômodo na sociedade sobre a condução de alguns casos.
"Se há indignação com a corrupção, há indignação com procedimentos que não levam à democracia. A não explicação das escutas telefônicas, a forma como o processo deimpeachment está sendo julgado, com vários deputados [da comissão] que são réus. A nossa democracia não é jogo ganho, é um jogo a ser jogado.”

Iluminismo

Século das Luzes ou Iluminismo, termo usado para descrever as tendências do pensamento e da literatura na Europa e em toda a América durante o século XVIII, antecedendo a Revolução Francesa. Foi empregado pelos próprios escritores do período, convencidos de que emergiam de séculos de obscurantismo e ignorância para uma nova era, iluminada pela razão, a ciência e o respeito à humanidade. As novas descobertas da ciência, a teoria da gravitação universal de Isaac Newton e o espírito de relativismo cultural fomentado pela exploração do mundo ainda não conhecido foram também uma base importante.
Entre os precursores do século XVI, destacam-se os grandes racionalistas, como Renê Descartes e Baruch Spinoza e os filósofos políticos Thomas Hobbes e John Lock. É igualmente marcante na época a permanente fé no poder da razão humana. Chegou-se a declarar que, mediante o uso judicioso da razão, seria possível um progresso sem limites. Porém, mais que um conjunto de ideias estabelecidas, o Iluminismo representava uma atitude, uma maneira de pensar. De acordo com Immanuel Kant, o lema deveria ser “atrever-se a conhecer”. Surge o desejo de reexaminar e pôr em questão as ideias e os valores recebidos, com enfoques bem diferentes, daí as coerências e contradições entre os escritos de seus pensadores. A doutrina da Igreja foi duramente atacada, embora a maioria dos pensadores não renunciassem totalmente a ela.
A França teve destacado desenvolvimento em tais ideias e, entre os seus pensadores mais importantes, figuram Voltaire, Charles de Montesquieu, Denis Diderot e Jean-Jacques Rousseau. Os expoentes do movimento foram: Kant, na Alemanha; David Hume, na Escócia; Cesare Beccaria, na Itália; e Benjamin Franklin e Thomas Jefferson, nas colônias britânicas. A experimentação científica e os escritos filosóficos entraram em moda nos círculos aristocráticos, surgindo assim o chamado despotismo ilustrado. Entre seus representantes mais célebres, encontram-se os reis Frederico II da Prússia, Catarina II a Grande Rússia, José II da Áustria e Carlos III da Espanha. O Século das Luzes terminou com a Revolução Francesa de 1789, pois quando esta veio a incorporar inúmeras ideias iluministas em suas etapas mais difíceis, elas ficaram desacreditadas aos olhos de muitos europeus contemporâneos. O Iluminismo marcou o momento decisivo para o declínio da Igreja e o crescimento do secularismo atual, assim como serviu de modelo para o liberalismo político e econômico e para a reforma humanista do mundo ocidental no século XIX.


Fonte: http://www.brasil.terravista.pt/praiabrava/2837/page3.html – 23/10/2003

Universitários brasileiros serão embaixadores em conferência nos Estados Unidos

Quatro universitários brasileiros participarão, como embaixadores do Brasil, da segunda edição da Brazil Conference, organizada por estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, do nome em inglês), nos Estados Unidos. 
A conferência ocorrerá nos dias 22 e 23 de abril, em Harvard, na cidade de Boston, e terá como tema central a busca de soluções para problemas brasileiros. Os nomes dos estudantes selecionados foram divulgados semana passada. Eles participaram de concurso encerrado em 25 de fevereiro, aberto a universitários de instituições públicas e privadas brasileiras.
O projeto dos embaixadores da Brazil Conference, como os estudantes inscritos são chamados, tem entre suas idealizadoras Larissa Maranhão, de 21 anos, aluna do terceiro ano de economia em Harvard, natural de Maceió (AL). “A ideia surgiu durante reunião da direção da conferência sobre como aumentar o impacto que o evento tem, não só para quem está nos Estados Unidos, mas também levar isso para dentro de casa, disseminar no Brasil”, informou Larissa.
Inscrição
A decisão foi escolher alunos de graduação “engajados”, que vão para os Estados Unidos com tudo pago pela conferência e participam dos debates, “com a condição de que vão levar isso para dentro das universidades deles depois e organizar algum evento para continuar a discussão”, acrescentou Larissa.
Para se inscrever, os candidatos deviam responder por que queriam se tornar embaixadores da Brazil Conference, contar um pouco de sua história e dizer de que forma pretendem levar o conhecimento adquirido de volta para sua universidade. Em um vídeo de 30 segundos, deveriam fazer uma pergunta relacionada a um tema ligado ao momento atual do Brasil.
Larissa acrescentou que a equipe ficou “impressionada” com a qualidade do material enviado, das respostas e com a “empolgação das pessoas”. Ela disse acreditar que os escolhidos poderão ser peças-chave na discussão sobre o Brasil, “até porque eles têm o termômetro mais sensível do que a gente sobre o que está acontecendo no Brasil".
Entre os palestrantes confirmados na Brazil Conference estão o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a ministra  Carmem Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), o professor da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV) Joaquim Falcão e os empresários Jorge Paulo Lemann e Abílio Diniz.
O objetivo da Brazil Conference é discutir de forma produtiva e prática os problemas e oportunidades do Brasil e como chegar perto de respostas para indagações quanto ao desenvolvimento brasileiro no momento.
Os participantes vão debater temas relacionados à população, entre eles saúde e educação, o Brasil e o mundo (envolvendo relações internacionais e comércio externo), política, economia e instituições, empreendedorismo, inovação e tecnologia.
Professores de Harvard, especialistas em Brasil, América Latina, o grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), além de empresários e políticos levarão ao evento uma perspectiva diferente e acrescentarão questões novas à discussão. “Uma coisa bem variada, de modo a conseguirmos um debate sob várias perspectivas diferentes”, comentou Larissa Maranhão.
Escolhidos
Laís Higashi tem 24 anos, é natural de Londrina (PR) e está no último ano de administração da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP). “Para mim, é uma honra ser uma embaixadora da Brazil Conference. Na verdade, como tinha muita gente inscrita não esperava ser selecionada. Fiquei muito contente.” Para ela, participar da conferência promovida por estudantes brasileiros de Harvard e do MIT é uma oportunidade muito grande de ouvir pessoas importantes e influentes, trazer isso de volta para o Brasil e trabalhar com isso, “que é o que eu quero fazer”.
Laís assume este ano a presidência da organização não governamental (ONG) Um Litro de Luz,  onde foi voluntária em 2015. A ONG é voltada para projetos de iluminação solar em comunidades de baixa renda. A ideia de Laís Higashi é expandir o projeto para todo o Brasil. Ela quer aplicar na ONG o que aprender na Brazil Conference e disseminar para outras associações de jovens que trabalham na área de negócios sociais sustentáveis. “Esse é um meio  pelo qual posso replicar o que for falado lá”.
Aluno do curso de engenharia civil da Universidade Federal do Ceará (UFCE), João Castro Júnior, de 23 anos, tem duas áreas de interesse para depois da formatura: transportes e recursos hídricos. Ele viaja no dia 20 de abril para os Estados Unidos, para participar, como embaixador, da Brazil Conference.
Pare ele, antes de aplicar no Brasil os conhecimentos que receberá durante o evento em Boston é importante alinhar o que pretende fazer com os demais selecionados. “A priori, acredito que vamos desenvolver um plano de ação para aplicar no Brasil o que ouvirmos na conferência. Acredito que o trabalho alinhado em conjunto seja mais útil e gere mais impacto do que quatro trabalhos isolados no Brasil.”
Entre os palestrantes que despertam a atenção de João está Jim Collins, que ensina liderança e investiga o que motiva empresas a se tornarem grandes. “Ele é o cara da liderança”. Outro destaque é o empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann, símbolo de gestão eficiente, que formou a maior empresa cervejeira do mundo, a Anheuser-Busch InBev.
“Para mim, é um ícone de empreendedorismo no Brasil e no mundo”. Como João participa de uma empresa júnior na faculdade, ele não tem dúvidas de que vai aproveitar muito a experiência em sua vida acadêmica e na vida pessoal, como empreendedor.
Oficinas
Eduarda Zoghbi, 22 anos, estudante de ciência política na Universidade de Brasília (UnB), se forma até o fim deste ano. Saber que tinha sido selecionada como embaixadora da conferência teve sabor especial para ela. “Estou comemorando até hoje. Fiquei muito feliz e emocionada”. Como João Castro Júnior, Eduarda também participou de uma empresa júnior e é ali que quer aplicar o que aprender em Harvard. “Acho que esse tipo de evento tem bastante a contribuir para eles”.
Quando retornar ao Brasil, ela deseja organizar oficinas para debater temas de palestras na conferência. “Como faço ciência política, vários dos temas (da conferência) a gente já estuda. Seria legal fazer umas dinâmicas, colocar em prática”. Eduardo viaja dias antes da conferência, porque quer aproveitar para conhecer as universidades promotoras do evento e também a cidade de Boston.
O caçula dos embaixadores da Brazil Conference é Alexandre Fernandes de Lima, de 19 anos, aluno da primeira turma de engenharia mecatrônica do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo. Ele está no segundo ano, se forma em 2019 e recebeu uma bolsa integral. “Senão, não daria para estudar. Sou bolsista desde o ensino fundamental”. A engenharia mecatrônica é um curso novo no Brasil e junta mecânica, eletrônica e computação. “É um pouco do que você aplica em controle industrial, na parte de juntar programação com mecânica”.
Alexandre já conhece a Universidade de Harvard, de onde voltou no dia 3 de fevereiro, depois de ser selecionado para participar de um programa de liderança da Embaixada dos Estados Unidos com outros jovens do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile que causam impacto em suas comunidades. “Voltei cheio de ideias para aplicar no Brasil”.
Durante o programa, Alexandre ganhou US$ 400 para investir no desenvolvimento de um projeto em São Paulo sobre jovens negros que estão nas faculdades. Na Brazil Conference, ele pretende aprofundar mais o assunto na questão da educação e da inclusão social no Brasil. “Vou trazer tudo isso para o projeto”.
Negros
Nos Estados Unidos, ele teve contato com movimentos negros e constatou que no Brasil, apesar de a grande maioria da população ser negra, há poucos negros na faculdade e , na política.
O projeto que Alexandre desenvolve conta com ajuda de universitários do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, que estudam medicina, ciências sociais e letras. O piloto do projeto deve estar estruturado até agosto para, a partir daí, “a gente continuar tocando”. Alexandre vai organizar um workshop para avaliar o papel dos negros que estão na faculdade, a diferença entre os negros que se formavam antes e os que estão se formando agora com as políticas de inclusão e como isso pode melhorar.
“É criar esse senso de realidade que está ocorrendo no Brasil e, a partir daí, trazer outros jovens inspiradores para darmos continuidade ao projeto”. A viagem de Alexandre para Boston está programada para o dia 20 de abril.