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O novo CPC retira a possibilidade de agravo de instrumento para decisões intermediárias sobre provas e perícias, por exemplo. Acabam os chamados embargos infringentes - recurso apresentado em decisões colegiadas com apenas um voto contrário -, mas prevê que o caso seja reavaliado por outra composição de juízes. Além disso, a cada nova instância que recorrer e perder, a parte passa a pagar as custas do processo e os honorários, e não somente no fim do processo em caso de derrota.
Ações repetitivas
Após o prazo da consulta, as sugestões serão analisadas pelo grupo de trabalho para regulamentação do novo CPC. Todas as propostas de resolução passarão pelo plenário do CNJ, para discussão e aprovação pelo colegiado.
Outra questão é a boa-fé. "Embora o CPC traga punições para quem romper com esse princípio, elas são muito tímidas. Existe um limite máximo. Acreditamos que mais eficiente seria o juiz definir a punição caso a caso, porque, em algumas situações, as partes podem avaliar que a multa vale a pena. Alertamos para esse ponto, inclusive. Os artigos 77 e 81 estipulam o máximo de 20% sobre o valor da causa ou, quando a causa tiver um valor irrisório, dez vezes o salário mínimo", ressaltou.
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EXÉRCITO. QUEM ESCREVERÁ TUA HISTÓRIA?
http://www.averdadesufocada.com/index.php/foras-armadas-notcias-95/14118-2016-03-18-15-07-49
Site A Verdade Sufocada em 18-03-2016
General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva
A esquerda socialista gramcista, liderada pelo Partido dos Trabalhadores e com apoio de grande parte da mídia, inclusive da Rede Globo, atua com intensidade em seu propósito de reescrever a História do Brasil da segunda metade do século passado. Além de matérias jornalísticas e minisséries de TV facciosas, como a que será veiculada naquela Rede, outra ação a que se tem dedicado, também no afã de “satanizar” o regime militar, é a mudança de nomes de logradouros, escolas, obras de engenharia e a retirada de monumentos com que são homenageados os ex-presidentes militares. No seu lugar, têm sido colocados nomes como o de Che Guevara e Carlos Marighela, para ficar apenas com dois exemplos emblemáticos, cujo perfil, para quem não os conhece, pode ser deduzido da leitura de suas próprias palavras:
. Che – “o ódio como fator de luta, o ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona para além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, violenta, seletiva e fria máquina de matar”[1] (destaques por este autor); e
. Marighela – “Atacando de coração esta falsa eleição e a chamada ‘solução política’ tão apeladora aos oportunistas, o guerrilheiro urbano tem que se fazer mais agressivo e violento, girando em torno da sabotagem, do terrorismo, das expropriações, dos assaltos, dos sequestros, das execuções, etc”[2](destaques por este autor).
Eis os exemplos de cidadãos amantes da democracia, liberdade e direitos humanos que querem passar para as nossas futuras gerações.
A história do regime militar não será contada apenas por seus inimigos, nem pode a História do Brasil ficar a reboque de governos de ocasião, ainda mais se dominados por correntes ideológicas radicais internacionalistas e apátridas. O ensino no Exército é regulado por Lei própria.
A Instituição tem imenso orgulho dos seus feitos heroicos, dos chefes exemplares de todos os tempos e não abdica do perene compromisso com o povo e a Pátria brasileira. Como a reputação e a História do Exército são sagradas para o soldado, os chefes sempre cumpriram e cumprirão o dever moral e funcional com o Exército, a Nação e os irmãos de armas do passado. Não abdicarão do direito de ensinar a verdade sobre a participação da Instituição em todos os períodos de nossa História.
Muitos chefes, "ainda na ativa, viram seus avós, pais e outros parentes aderirem ao Movimento de 31 de Marçona primeira hora, com coragem e desprendimento, como um imperativo de consciência na defesa de crenças e ideais”[3] de democracia e liberdade. Eles não aceitarão, sem resposta, execrarem perante a Nação aquela dedicada e desprendida geração, que livrou o Brasil de assassinos, guerrilheiros, terroristas e sequestradores em sua tentativa de transformar o País em uma ditadura totalitária comunista. É exatamente isso que a esquerda radical gramcista está promovendo, com a conivência de altos escalões políticos, que adulam o Exército diante das luzes da ribalta, enquanto tramam contra ele traiçoeiramente nos bastidores. Quem crê que essa esquerda e seus próceres não sejam inimigos da Instituição, da democracia, dos valores da nacionalidade e não tenham “duas caras” está sendo ingênuo.
Contem sua versão “estórica”, esquerda radical nefasta e mídia aliada sem ética. A máscara da mentira despenca a cada dia, enquanto o Exército, Instituição da mais alta reputação, contará a sua versão. Veremos qual vai prevalecer como História.
[1] NARLOCH, Leandro e TEIXEIRA, Duda. Guia Politicamente Incorreto da América Latina. São Paulo. Editora Leya, 2011 (p.48).
[2] MARIGHELA, Carlos. Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano. www.anarquismo.com.br/wp-content/uploads/2013/07/carlos-marig…(p. 58). Acesso em 15-08-2015.
[3] Questão de Consciência (2014), artigo deste autor (com atualização), disponível na Internet em vários sites. Acesso em 15-08-2015.




