“Lula saiu de Brasília muito preocupado”, comenta Gerson Camarotti

Preocupado com cenário em Brasília, Lula convoca reunião de emergência em São Paulo: glo.bo/1paP7fv

Dentição de bebês

O recém-nascido não conhece alimentos à base de açúcar ou mel, logo não é recomendado adição desses nesta primeira fase da vida.
Entretanto, recomenda-se a limpeza dos primeiros dentes assim que erupcionarem com a ponta da fralda ou com gaze após a alimentação. 

Consumo anual de 227 ovos

Os gaúchos consomem 227 ovos cada um, por ano, segundo estudo feito pela Asgav com a colaboração do setor de Economia da Fiergs divulgado durante o “Momento Ovos RS” nesta semana. A informação foi apurada com dados da produção local, exportações e entrada de ovos dos outros estados. O diretor executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, disse que “o ovo tem sido cada vez mais valorizado nas refeições sulinas”.



Fonte: Correio do Povo, página 10 de 10 de outubro de 2015.


Como funciona o Comitê que confere o Prêmio Nobel da Paz?

O Prêmio Nobel da Paz é concedido por um comitê composto por cinco membros, todos escolhidos pelo parlamento da Noruega (Storting).
As eleições desse comitê são realizadas de seis em seis anos e pode haver reeleição. Embora esta não seja uma exigência, em geral os integrantes do comitê são noruegueses natos. Até 1936, na entrega do Prêmio Nobel da Paz para Carl von Ossietzky, nenhum membro do governo havia composto o comitê.
Em 1977 um nova regra foi adotada, com a execução dos componentes do parlamento para a eleição do comitê do Nobel. Este nome mudou para Comitê Norueguês do Nobel, que é completamente independente.
O estatuto de Fundação do Nobel proíbe a divulgação das reuniões do Comitê. Não deve haver comentários sobre a escolha dos candidatos. Nem as diferenças de opinião devem ser divulgadas.

Diante destas regras, os integrantes do comitê não fazem parte de nenhum debate público que possa vir a anunciar as suas decisões. 

Supreme Central Parque: Conquiste seu espaço e transforme sua vida

Mais informações:

Luis Borges

Fone: (51) 8039-0049

Alexandre I da Rússia - História virtual

Alexandre I
Imperador e Autocrata de Todas as Rússias
Rei da Polônia e Grão-Príncipe da Finlândia
Imperador da Rússia
Reinado24 de março de 1801
1 de dezembro de 1825
Coroação15 de setembro de 1801
PredecessorPaulo I
SucessorNicolau I
EsposaLuísa de Baden
Descendência
Maria Alexandrovna da Rússia
Isabel Alexandrovna da Rússia
Nome completo
Alexandre Pavlovich Romanov
CasaRomanov
PaiPaulo I da Rússia
MãeSofia Doroteia de Württemberg
Nascimento23 de dezembro de 1777
São PetesburgoRússia
Morte1 de dezembro de 1825 (47 anos)
TaganrogRússia
EnterroCatedral de Pedro e Paulo,
São PetesburgoRússia
Assinatura


Alexandre I (São Petesburgo23 de dezembro de 1777 – Taganrog1 de dezembro de 1825) foi o Imperador da Rússia de 1801 até sua morte, também sendo o primeiro russo a ser Rei da Polônia e Grão-Príncipe da Finlândia. Era filho do imperador Paulo I e sua esposa Sofia Doroteia de Württemberg, ascendendo ao trono após o assassinato do pai.
Alexandre, tanto como grão-duque quanto imperador, ele muitas vezes usava de retórica liberal, porém manteve as práticas absolutistas da Rússia durante toda sua vida. Logo no início de seu reinado Alexandre realizou pequenas reformas sociais e depois grandes reformas educacionais, também prometendo reformas constitucionais e sobre a servidão, porém nunca fez nenhuma proposta concreta. Na segunda metade de seu reinado ele ficou cada vez mais arbitrário, reacionário e temerário de conspirações. Alexandre expulsou professores estrangeiros das escolas russas e a educação passou a ser mais religiosa e politicamente conservadora.
Internacionalmente, ele governou o Império Russo durante o conturbado período das Guerras Napoleônicas. Ele mudou de lado várias vezes entre 1804 e 1812, passando de pacificador neutro, aliado de Napoleão Bonaparte até inimigo do imperador francês. Ele se aliou ao Reino Unido em 1805 na Terceira Coligação, porém após sua derrota na Batalha de Austerlitz ele trocou de lado e aliou-se à França através dos Tratados de Tilsit. Alexandre juntou a Rússia ao Bloqueio Continental e travou pequenos conflitos com os britânicos. Entretanto, ele e Napoleão nunca conseguiam concordar em alguma coisa, especialmente acerca da Polônia, e a aliança acabou ruindo em 1810. Seu maior triunfo militar veio dois anos depois, quando a invasão francesa da Rússia terminou em desastre, levando à queda Napoleão pouco depois na Batalha das Nações. Ao fim do período napolêonico, Alexandre formou aSanta Aliança a fim de suprimir movimentos revolucionários na Europa.
Alexandre se casou em 1793 com a princesa Luísa de Baden, com quem teve duas filhas que morreram jovens: Maria e Isabel. Ele morreu sem herdeiros no final de 1825, apesar de rumores que teria fabricado sua morte e se transformando em um monge naSibéria terem aparecido posteriormente. Sua morte causou grande confusão, com seu irmão Constantino abdicando de seu direito a sucessão e fazendo com que militares se rebelassem na Revolta Dezembrista contra seu outro irmão, que eventualmente sucederia Alexandre como Nicolau I.

Reinado

Imperador e autocrata de todas as Rússias desde 1801, foi muito influenciado por sua avó, a imperatriz Catarina II, que o tirou do país para educá-lo, e o considerava seu sucessor. Ela fez dele o herdeiro em 1796. Primeiro filho do grão-duque Paulo Petrovitch, futuro Paulo I, e da grã-duquesa Maria Feodorovna, nascida princesa de Württemberg-Montbéliard.
Feito imperador quando assassinado o pai, em 12 de março de 1801, foi coroado na catedral da Dormição no Kremlin em 15 de setembro de 1801.
Seguidora, em termos, dos princípio iluministas, Catarina II convidou o filósofo francês Denis Diderot para ser seu tutor particular. Como Diderot não aceitou, a czarina convidou como preceptor o cidadão suíço Frédéric-César La Harpe, que, em termos de pensamento filosófico, seguia as ideias de Jean-Jacques Rousseau, era republicano por convicção e um excelente educador que inspirou afeto em seu aluno e ajudou a moldar permanentemente sua mente mantendo-a flexível e aberta. Alexandre é considerado das mais interesantes figuras de seu século, autocrata e jacobino, místico e homem do mundo, natureza complexa, extremamente popular em todos os níveis da sociedade. Iniciou reformas administrativas, educativas, científicas, no regime da servidão.
Seu reinado foi marcado por uma política externa flutuante. Aliado da Inglaterra e do Império Austríaco na coalizão de 1805 contra a França revolucionária, participou da Terceira Coligação contra Napoleão Bonaparte, mas as forças russo-austríacas foram vencidas em Austerlitz (1805). Fez aliança com oReino da Prússia mas depois das derrotas de Eylau e de Friedland (1807) se viu obrigado a assinar o Tratado de Tilsit, tornando-se aliado de Napoleão. Declarou guerra à Inglaterra e aderiu ao Bloqueio Continental.
Atacou então a Suécia, para obter a Finlândia (1808). Renovou hostilidades contra o Império Otomano, continuadas até a Paz de Bucareste (1812). O ressentimento russo com o sistema continental dominado pelos franceses provocou a invasão da Rússia (1812). Havia retomado em (1811) a luta contra Napoleão, com isso causou a invasão de seu país, o que fez a Europa levantar-se contra o invasor. Embora retornasse à capital antes da derrota russa em Borodino (setembro de 1812), Alexandre tomou parte ativa na destruição do exército retirante de Napoleão [1813] em Dresden e em Leipzig. Entrou em Paris (1814) com os Aliados, visitou triunfante Londres. Após a campanha da Rússia, desastrosa para os franceses, participou da Sexta Coligação em 1813 e, caindo Napoleão, contribuiu para a restauração da dinastia dos Bourbons. Alexandre comandou o exército russo na campanha contra Napoleão. Após o fracasso da campanha da Rússia (1812), participou da libertação da Europa (Batalha das Nações, 1813; campanha da França, 1814).
Em 1815, inspirou a Santa Aliança da Europa cristã, com os soberanos do Império Austríaco e do Reino da Prússia. Queria resgatar o poder das dinastias absolutistas europeias. No Congresso de Viena (1815) recebeu a Polônia, assumiu o trono, deu-lhe uma nova constituição.

O período final

Alexandre I, Imperador da Rússia.
Desde a invasão da Rússia se tornara profundamente religioso. Lia a Bíblia diariamente e rezava muito. Deixara-se influenciar em Paris pelos pensamentos místicos de uma visionária, Bárbara Juliana Krüdener chamada Madame von Krudener, que se considerava profetisa enviada ao tsar por Deus. Teve influência curta mas profunda pois o tsar nunca mais abandonaria seu fervor religioso.
Voltando à Rússia, a partir de 1818 demonstrou políticas retrógradas e reacionárias que o alienaram do povo. Desde que Napoleão foi derrotado em 1812, surgiram sociedades secretas pela Rússia exigindo a abolição da servidão. Um desses movimentos, um grupo de nobres insatisfeitos chamados dezembristas, pediam também o fim da autocracia. Sua liga idealista se tornara uma aliança dos monarcas contra os povos, depois dos encontros em Aix-la-ChapelleTroppauLaibach (Liubliana) e Verona - campeões do despotismo, defensores de uma ordem mantida pela força das armas.
Alexandre mesmo ficou golpeado pelo motim de seu regimento Semenovski e pensou detectar a presença de radicalismo revolucionário. O que marcou o fim de seus sonhos liberais. Todas as rebeliões lhe pareceram então doravante revoltas contra Deus. Chocou o povo russo ao recusar apoio aos gregos, povo da mesma religião católica ortodoxa, ao se levantarem contra o Império Otomano, mantendo que eram rebeldes como outros. O chanceler austríaco o príncipe Metternich, a quem o tsar deixou a direção dos negócios europeus, aproveitou-e de seu estado de espírito. Tinha mesmo abandonado os assuntos do país a seu favorito Arakcheev.
A morte da única filha muito amada, uma enorme inundação em São Petersburgo em 1824 e o descontentamento com os regimentos de seu exercito levaram-no à Crimeia, para tentar recuperar a saúde. Sua coroa passara a pesar muito e não escondia da família e dos amigos o desejo de abdicar. Quando a tsarina adoeceu, Taganrog, aldeia no mar de Azov, parecia um destino ideal. Mas o tsar contraiu malária durante uma viagem de inspeção, e morreu. Sua morte repentina, seu misticismo, a perplexidade da corte e a recusa de permitir a abertura de seu caixão ajudaram a criar a lenda de sua "partida" para um refúgio siberiano.
Está sepultado na Fortaleza de São Pedro e São Paulo, São Petersburgo, Rússia.[1]
Anexou a Transcaucásia da Pérsia (1813) e a Bessarábia após guerra contra o Império Otomano (1812). Aboliu muitos castigos bárbaros, melhorou as condições de vida dosservos e fomentou a educação.
Sucedido por seu irmão Nicolau.

Casamento e posteridade

Tinha sido casado aos 16 anos, em São Petesburgo em 9 de outubro de 1793, com Luísa de Baden, de 14 anos (rebatizada na Rússia como Elisaveta Aleksandrovna) nascida em Karslhue em 24 de janeiro de 1778 - morta em 16 de maio de 1826 em Bjelev). Era filha do marquês Carlos de Bade, irmã de Carlos de Bade, o qual em 1806 casou-se comStephanie de Beauharnais, filha adotiva de Napoleão. Seu casamento foi muito infeliz. Extremamente popular, ela se converteu à religião ortodoxa. Graciosa e culta, deixou umDiário, documento precioso.
Somente deixou filhas.
  1. Maria Aleksandrovna Romanova, (São Petersburgo, 29 de maio de 1799 - 8 de julho de 1800 São Petersburgo).
  2. Isabel Aleksandrovna Romanova, (São Petersburgo 15 de novembro de 1806- 12 de maio de 1808, São Petersburgo).
E da aristocrata polonesa Maria Marishkine, filha do príncipe Czetwertyński, teve uma filha, Sofia (1806-1824) que casou com o príncipe Dimitri Narishkine.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
Commons possui imagens e outras mídias sobre Alexandre I da Rússia
Precedido por
Paulo I da Rússia
Imperador da Rússia
1801 - 1825
Sucedido por
Nicolau I da Rússia





Wikipédia

Essa faixa tem sentido !.....

É preciso desmistificar o chefe do mensalão...   

NÚMERO DE PASSAGEIROS DE ÔNIBUS URBANOS DIMINUIU 14% EM 5 ANOS!


           
(Folha de S. Paulo, 10) 1. O número de passageiros de ônibus urbanos no país caiu em média 4,2% no ano passado em relação a 2014 (2011 a 2015 menos 14,6%). Levantamento inédito da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano) estima uma perda de 900 mil usuários por dia. Trata-se do quarto ano seguido de queda –e a maior registrada nesta década. Esse mapeamento é feito pela entidade a partir dos dados de 16 grandes cidades (incluindo as maiores capitais), que detêm praticamente dois terços dos passageiros transportados no Brasil inteiro.
       
2. Cerca de 85% dos usuários de transporte público no Brasil circulam em ônibus. Os números eram ruins no primeiro semestre de 2015, mas pioraram nos seis últimos meses do ano, quando a queda média beirou 7% (para 78%). O levantamento indica que a queda de usuários vinha sendo mais forte nas regiões periféricas das grandes cidades (áreas mais industriais). Os números do segundo semestre, no entanto, apontam que esse problema se alastrou para as capitais (onde há mais prestação de serviços).  Segundo cálculos da NTU, uma taxa de R$ 0,10 no combustível na cidade de São Paulo renderia R$ 600 milhões por ano –equivalentes a quase um terço dos atuais subsídios municipais aos ônibus.
   

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“METRÔ DO RIO CORRE CONTRA O TEMPO”!


       
(Estado de S. Paulo, 10) O engenheiro Ronaldo Balassiano, da pós-graduação em engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, especializado em transportes, considera que só será possível abrir o metrô em toda a sua capacidade em agosto caso as obras sejam finalizadas até o fim de maio. Isso pela necessidade de testes técnicos e, em seguida, abertura gradual com horário limitado, para que o sistema possa, suportar os 300 mil passageiros/dia estimados – pode chegar a 450 mil em dias de pico. “Temos de testar todas as composições”, disse Balassiano. O Cartão de Transporte Olímpico, com o qual será feito o embarque durante os dias de jogos, vai custar R$ 25.

Ex-Blog do Cesar Maia


TRIÂNGULO DAS BERMUDAS: CRISE, INSTABILIDADE E ESTABILIDADE POLÍTICAS!

1. No início de 1990, quando desenvolvia sua pré-candidatura a governador, Cesar Maia foi contatado por um intelectual e político, que pediu que ele não forçasse sua candidatura e que houvesse uma concentração de forças em torno de Brizola. E que isto era fundamental para a estabilidade política futura com Collor presidente. Ele prestou atenção e foi conversar com alguns políticos sêniores e politólogos a respeito das razões relacionadas com a estabilidade política e a avaliação feita.
           
2. Era a teoria do Triângulo das Bermudas na política brasileira. Os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo formam este triângulo, decisivo para a definição da política brasileira, especialmente em momentos críticos. Mesmo que não se consiga formar este triângulo com 3 políticos de dimensão nacional, é fundamental que pelo menos um o seja. De outra forma, o barco da política brasileira flutuará ao sabor das ondas do momento. E dependerá apenas da capacidade e abrangência do Presidente da República.
           
3. Até a revolução de 1930 e entre 1946 e 1960, o Rio enquanto Distrito Federal dependia da força de seus parlamentares e, eventualmente, pela importância e autonomia do prefeito. Foi o caso único de prefeito, de Pedro Ernesto (preso por Getúlio), que seria decisivo na eleição presidencial de 1938, abortada pelo Estado Novo, e de parlamentar de Carlos Lacerda. A política brasileira oscilou entre Minas Gerais e São Paulo, o que denominou-se política do Café com Leite. A própria revolução de 1930 só ocorreu por causa da intervenção de Minas Gerais e seu governador Antônio Carlos de Andrada.
           
4. A partir de 1960 isto vai ficando mais claro, com a criação do Estado da Guanabara. O golpe militar de 1964 não teria ocorrido sem o Triângulo das Bermudas: Guanabara, Minas Gerais e São Paulo, ou seja, Carlos Lacerda, Magalhães Pinto e Ademar de Barros dando sustentação. O processo de redemocratização viabilizou-se com o Triângulo das Bermudas: Rio, Minas e S. Paulo, liderado por Brizola, Tancredo Neves e Franco Montoro, a partir de 1983.
           
5. A reversão desse quadro se dá com o Triângulo das Bermudas enfraquecido com Moreira Franco, Newton Cardoso e Orestes Quércia, abrindo um vácuo para a ascensão de Collor. Em 1990, com as políticas de Minas e São Paulo que ficariam enfraquecidas sob as lideranças de Helio Garcia e Fleury, era –naquele raciocínio inicial- fundamental eleger Brizola para dar peso político em pelo menos um vértice do Triângulo das Bermudas.
           
6. Com a eleição de Fernando Henrique Cardoso em 1994, o Triângulo das Bermudas estava apagado –e aderente- na eleição de seus parceiros do PSDB (Aécio Neves, Geraldo Alckmin e Marcelo Alencar). Mas em 1998, dois dos vértices do triângulo foram perdidos com a eleição de Itamar Franco em Minas e Garotinho no Rio, apoiado por Brizola. Voltou o Triângulo das Bermudas de dois vértices; Formou-se uma aliança entre os governadores Olivio Dutra (Rio Grande do Sul) Itamar Franco (Minas Gerais) e Garotinho (Rio de Janeiro). Fernando Henrique enfraqueceu o triângulo atraindo Garotinho com um empréstimo fortemente subsidiado em base aos royalties – de US$ 9 bilhões.
           
7. Com Lula e Dilma, o Triângulo das Bermudas foi desenergizado, com os mandatos parciais de Alckmim-Lembo e de Serra-Goldman em São Paulo, Anastasia em Minas Gerais e o amigo Cabral no Rio.
           
8. Neste momento atual, crítico, com a economia brasileira afundando e discutindo-se o impeachment de Dilma, o Triângulo das Bermudas está desmontado: Pimentel, amigo de Dilma em Minas Gerais; Pezão, amigo de Dilma no Rio de Janeiro; e o perfil conciliador de Alckmin em São Paulo. O barco se move ao sabor das ondas. Um eventual temporal político o fará afundar.
           
9. Neste sentido, as eleições de 2018, para cumprirem suas necessárias dimensões políticas, deverão ir além do foco presidencial e necessitarão remontar o Triângulo das Bermudas, com 3 novos governadores de peso político intrínseco e nacional em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Pelo menos dois. Portanto, a dinâmica 2016-2018 é bem mais complexa do que apenas a destituição e/ou eleição de outro presidente.

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