Melody: dos falsetes infantis ao sucesso no pop brasileiro

 


Resumo rápido: Melody, nome artístico de Gabriela de Abreu Severino, é uma cantora e compositora brasileira nascida em 2007, em São Paulo. Ficou conhecida ainda criança por seus vídeos com falsetes inspirados em Mariah Carey e hoje, aos 18 anos, é uma das artistas jovens mais populares do país, com carreira marcada por hits de funk, pop e parcerias com nomes de peso da música nacional.

Quem é Melody?

  • Nome completo: Gabriela de Abreu Severino

  • Nascimento: 4 de fevereiro de 2007, em São Paulo

  • Idade: 18 anos (em 2025)

  • Profissão: Cantora e compositora

  • Estilo musical: Funk melody, pop, piseiro e dance-pop

  • Extensão vocal: Soprano, conhecida pelos falsetes

Início da carreira

Melody começou a aparecer na internet em 2015, quando tinha apenas 8 anos. Seus vídeos com falsetes — técnica vocal inspirada em cantoras como Mariah Carey e Christina Aguilera — viralizaram rapidamente. Produzidos com apoio do pai, MC Belinho, os vídeos chamaram atenção e abriram portas para participações em programas de TV.

Seu primeiro single de destaque foi “Falem Mal”, que consolidou sua imagem como jovem promessa da música brasileira.

Consolidação e sucesso

  • Ao longo dos anos, Melody lançou músicas que misturam funk, pop e piseiro, conquistando milhões de visualizações no YouTube e streams nas plataformas digitais.

  • Tornou-se conhecida também por sua presença marcante nas redes sociais, onde mantém contato direto com fãs e gera debates sobre sua carreira.

  • Em 2025, ao completar 18 anos, já acumulava fortuna milionária, incluindo mansão, carros de luxo e até jatinho particular, reflexo de uma década de carreira bem-sucedida.

Parcerias e colaborações

Melody já trabalhou com artistas como Naldo Benny, Ana Castela e outros nomes do cenário pop e sertanejo. Essas colaborações ajudaram a ampliar seu alcance e diversificar seu repertório.

Impacto e estilo

  • Marca registrada: os falsetes, que se tornaram sua assinatura vocal.

  • Imagem pública: jovem ousada, que mistura música e entretenimento digital.

  • Influência: representa uma nova geração de artistas que começaram a carreira pela internet e conquistaram espaço na indústria musical tradicional.

📌 Em resumo: Melody é hoje uma das cantoras jovens mais influentes do Brasil, com carreira iniciada na infância, marcada por falsetes, presença digital e sucessos no funk e pop. Aos 18 anos, já consolidou seu nome como artista e empresária, sendo considerada uma das figuras mais promissoras da música brasileira contemporânea.

  • Melody se apresenta em Rio Preto nesta sexta-feira - Diário da Região
  • ‎Melody - Apple Music
  • Porque cantora Melody faz sucesso 🤔😂💣🔥#celebridadesplanetabrasilmu ...
  • Rolês - OLHA QUEM VEM! 🧡 Não é pegadinha! A Melody, dona do recente hit ...

Vídeo - Como afastar gambás do seu pátio

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/como-afastar-gambas-do-seu-patio.html

Vídeo - Pediatras alertam para riscos de piscinas infláveis em crianças pequenas

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/pediatras-alertam-para-riscos-de.html

Vídeo - Estudo aponta concentração do crescimento econômico no RS e retração em municípios dependentes do agro

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/estudo-aponta-concentracao-do.html

Vídeo - Avicultura gaúcha segue impedida de exportar frango para a China e entidade critica atuação do Ministério

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/avicultura-gaucha-segue-impedida-de.html

Vídeo - O SILÊNCIO PREMIADO - 20.01.26

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/o-silencio-premiado-200126.html

Verão pressiona o bolso dos brasileiros: 77% percebem aumento dos gastos, revela Serasa

 



●●     Para 42% dos entrevistados, os gastos deste verão serão maiores do que no anterior;

●     Período com viagens, férias e mais entretenimento demanda planejamento das finanças.

●     24% notam aumento na conta de luz;

  • ●     Mais da metade da população já se endividou no período;
  • ●    Pesquisa da Serasa mostra os impactos da estação no orçamento dos brasileiros.

Janeiro de 2026 – O clima mais quente do ano desperta sensações positivas para parte da população, mas também acende um alerta no bolso dos consumidores. Um novo levantamento da Serasa, realizado em parceria com o Instituto Opinion Box, revela que 77% dos brasileiros percebem aumento dos gastos durante a estação em que costumam viajar e socializar mais. 54% deles revelam que já se endividaram em razão de despesas sazonais do período.

 

Segundo a pesquisa, para 42% dos brasileiros, os gastos deste ano serão maiores do que no anterior. Entre os principais motivos pessoais por esse aumento, os entrevistados destacam o custo da energia elétrica (19%), mudanças na situação financeira pessoal (15%) e a alta nos preços de produtos característicos da estação, como protetor solar, roupas e itens de praia (9%).

 


 

Os dados mostram ainda que 62% dos entrevistados afirmam se planejar financeiramente para lidar com os gastos adicionais no período. Para arcar com essas despesas extras, o Pix e transferências bancárias aparecem como principal meio de pagamento (31%). No entanto, o uso do cartão de crédito parcelado também se destaca, citado por 25,2%.

 

Além do planejamento financeiro, os brasileiros afirmam adotar comportamentos diferentes durante o verão. Entre as principais mudanças, 17% evitam consumir refeições fora de casa, 15% tomam banhos mais curtos e consomem mais águas e bebidas naturais, respectivamente. Por sua vez, 14% evitam usar equipamentos elétricos em horário de pico e 10% reduzem o uso do ar-condicionado.

 

“O verão exige mais atenção ao planejamento financeiro, pois concentra fatores que elevam o consumo dentro e fora de casa. Quando esses gastos não são mapeados, o risco de endividamento cresce, especialmente com o uso do cartão de crédito parcelado”, afirma Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira.

 

Dicas de economia para o verão

 

Para amenizar o impacto da conta de luz na estação, a recomendação é adotar hábitos simples, como usar o ar-condicionado de forma consciente, priorizar ventiladores, aproveitar a iluminação natural e desligar aparelhos que não estão em uso.

 

Além da economia de energia elétrica, a especialista reforça que o planejamento financeiro é essencial para atravessar o período com mais tranquilidade. Ajustar o orçamento mensal, mapear os gastos típicos do verão e criar uma reserva específica para despesas sazonais são medidas que ajudam a evitar desequilíbrios nas finanças.

 

“Para quem pretende utilizar o cartão de crédito, a atenção deve ser redobrada. Antes de parcelar uma compra, avalie se o valor cabe no orçamento, para evitar acúmulo de prestações. Monitorar o limite do cartão e priorizar gastos planejados ajuda a prevenir a bola de neve nas próximas estações”, orienta Aline.

 

A Serasa criou diversos artigos no blog sobre dicas para economizar durante essa estação. Para acessar, basta clicar no link:

https://www.serasa.com.br/blog/como-economizar-energia-eletrica-em-todos-os-comodos-da-casa/ ou acessar o site da Serasa (https://www.serasa.com.br/).

 

 

Metodologia

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 17 e 30 de dezembro de 2025, com 1.083 entrevistas online em todo o Brasil. Margem de erro de 3 pontos percentuais.

 

Informações à imprensa:

ngf imprensa e assessoria (51)991236847 e (51) 996537333

 

 

Sobre a Serasa    

Com o propósito de revolucionar o acesso ao crédito no Brasil, a Serasa oferece um ecossistema completo voltado para a melhoria da saúde financeira da população por meio de produtos e serviços digitais. Mais informações em www.serasa.com.br e via redes sociais no @serasa.  


Vídeo - Um terço dos cursos de Medicina não atinge proficiência no Enamed 2025

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/um-terco-dos-cursos-de-medicina-nao.html

Guia prático: como afastar gambás de forma segura e sem agressão

 


A presença de animais silvestres em ambientes domésticos pode causar susto, dúvidas e até riscos tanto para as pessoas quanto para os próprios animais. Entre eles, o gambá é um visitante comum em quintais e casas urbanas. Para lidar com essa situação, é essencial agir com rapidez, mas também com respeito à natureza.

O que fazer ao encontrar um gambá?

Se um gambá aparecer em sua casa, mantenha a calma. Esse mamífero marsupial geralmente busca abrigo ou alimento. Não tente tocá-lo ou maltratá-lo — além de perigoso, isso configura crime ambiental, conforme a Lei 9.605/98 e a Instrução Normativa 141 do Ibama.

9 estratégias para afastar gambás sem feri-los

  1. Acione órgãos responsáveis Contate a Secretaria de Gestão Ambiental ou o Centro de Zoonoses da sua cidade para o resgate seguro.

  2. Iluminação noturna Como têm hábitos noturnos, manter o ambiente iluminado ajuda a afastá-los. Sensores de movimento são aliados eficazes.

  3. Use cheiros repelentes Amônia, naftalina e alho são aromas que incomodam os gambás e funcionam como repelentes naturais.

  4. Evite deixar comida exposta Não alimente o animal e mantenha alimentos e rações bem guardados.

  5. Proteja sua lixeira Mantenha tampas bem fechadas, use correntes ou pesos e evite que os recipientes virem.

  6. Aproveite pelos de pets Espalhar pelos de cães ou gatos escovados pode simular a presença de predadores e afastar o gambá.

  7. Feche acessos à casa Vede rachaduras, buracos e possíveis entradas em telhados, garagens e forros.

  8. Pode árvores próximas Como são bons escaladores, podar árvores evita que cheguem ao telhado.

  9. Mantenha o ambiente limpo Evite acúmulo de lixo e mantenha terrenos e arredores livres de poluentes.

O papel ecológico do gambá

Apesar da má fama, o gambá é inofensivo e só ataca em defesa própria. Ele desempenha funções importantes na natureza:

  • Espalha sementes.

  • Controla pragas, alimentando-se de escorpiões, lagartos e até serpentes.

Riscos à saúde

O gambá pode transmitir doenças como leptospirose pela urina, verminoses pelas fezes e raiva por mordidas. Por isso, é essencial higienizar os locais por onde passou com água, sabão e álcool.

Como agir sem agredir o meio ambiente

Jamais capture ou tente soltar o animal por conta própria. Isso pode gerar estresse e ataques. Em caso de gambá ferido ou em perigo, acione os órgãos competentes para o resgate.

📌 Em resumo: os gambás não são inimigos. Eles são parte da cadeia ecológica e devem ser tratados com respeito. Seguindo medidas simples de prevenção, é possível afastá-los de casa sem causar danos ao animal ou ao meio ambiente.

A GLORIOSA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA- (IV)

  O Brasil participou, apesar que de forma modesta, da I GM ("A Grande Guerra") que não trouxe expressivos ensinamentos para as milenares Arte e Ciência da Guerra. Conspícuos historiadores ressaltam, entretanto, o estoicismo e a bravura (a "incredible bravery") dos combatentes que suportaram as trágicas vicissitudes de um conflito global que se supunha ser o último deles. O assunto já foi muito bem analisado por renomados exegetas como o professor Ivan Rodrigues de Faria, in "Revista do Exército Brasileiro, volume 133, 3° trimestre de 1996"' e pelo coronel Luiz Ernani Caminha Giorgis, no seu excelente livro de memorabília, "O Brasil na I Guerra Mundial- o Centenário da Grande Guerra" (Klassika - Cultura Histórica, 2014). 

    Após 21 anos do término da I GM, eclodiu uma outra, de dimensões totais e globais, bem mais ampla e cruenta. E o Brasil teve de se envolver na nova guerra, em face de torpedeamentos de navios mercantes nacionais, por submarinos alemães.
    No entreguerras, a partir de 1919, atuou junto ao Exército Brasileiro, até 1939, uma Missão Militar Francesa (relembremos que a França foi uma das nações vitoriosas da I GM), a qual nos trouxe inúmeros benefícios, particularmente quanto a novos métodos de ensino castrense. Tal Missão, no entanto, não teve ingerência na Escola Militar do Realengo nem na Escola de Formação de Sargentos. Em Realengo, foi instituída a "Missão Indígena", ou como o nome indica, "natural da terra", autóctone, nacionalista, a fim de se diferenciar da mencionada Missão Francesa (os oficiais prestavam concurso para terem a honra de integrar os quadros da dita Missão). 
    Outra vez, como já explicado, os torpedeamentos de navios mercantes, que quase inviabilizaram a cabotagem nacional, foi o "primus inter pares" para o Brasil declarar guerra, inicialmente contra a Alemanha e a Itália. Campanhas difamatórias contra o país e os brasileiros foram desencadeadas, máxime nos estados do Sul, onde havia focos (quistos) de nazifascismo nas populações de origem alemã e italiana. O nosso governo foi sábio ao criar, mesmo antes da guerra, unidades do Exército nas cidades sulinas de colonização alemã e italiana, com vistas à integração nacional (até hoje essas organizações militares lá se encontram). Na Itália, os alemães e fascistas tentaram, por meio da propaganda, influenciar psicologicamente a nossa tropa. Consta que diziam de nós: "Ou são bravos ou são loucos; como não podem ser bravos só podem ser loucos" (o que não deixa de ser um superlativo elogio para os nossos soldados!). Aliás, numa breve recorrência histórica, anote-se que na Guerra do Paraguai, também a propaganda adversa foi muito empregada. Os paraguaios distribuíam o jornal "Cabichui" (que em guarani quer dizer 'vespa negra'), com acerbas críticas ao Imperador Dom Pedro II, aos comandantes militares e aos soldados brasileiros, sempre explorando o viés racial (éramos tachados de "macaquitos") pela existência de negros em nosso Exército (ver publicação, fartamente ilustrada, com 94 exemplares, do "Cabichui - Periódico de la Guerra de la Triple Alianza", Edición Museo del Barro, Assunción, 1984). A propósito, na Itália, circulava o nosso jornalzinho, o "Zé Carioca", na inspiração do "Joe Carioca" de Walt Disney...
    Em 1944, duas preocupações fundamentais avultaram de importância: 1) a defesa do território pátrio, em especial do estratégico 'saliente nordestino' (denominado de "Trampolim da Vitória") por causa das tropas alemãs no Norte da África; e também de nossas ilhas oceânicas, por meio de bases aeronavais. Natal era a segunda maior base aérea do mundo, somente inferior à de Nova Iorque e 2) a organização da 1ª DIE (Divisão de Infantaria Expedicionária), à base de 3 Regimentos de Infantaria, após a declaração do 'estado de beligerância' ou 'de guerra' contra a Alemanha e a Itália. O recrutamento em todos os estados da Federação foi extremamente difícil, como nos deixou narrado em importante livro, o ministro da Guerra, general Eurico Gaspar Dutra (por ilustração, afirme-se que tal recrutamento foi muito mais civilizado do que o ocorrido, por imperiosa necessidade, quando da Guerra do Paraguai - muitas vezes "a pau e corda").
    As FFAA brasileiras dispunham de um efetivo de 60.000 homens e não teriam, desafortunadamente, capacidade de constituir um Corpo de Exército (3 Divisões com cerca de 70.000 homens), como de início estabelecido. A formação da  1ª DIE foi, à época, contundentemente criticada. É que ao invés de se aproveitar, por exemplo, uma Divisão já existente no Rio de Janeiro, convocaram-se tropas de MG, SP , MT e do próprio RJ, o que assaz dificultou uma melhor preparação que foi realizada na Vila Militar do Distrito Federal (RJ), onde se deu a concentração geral. As outras duas Divisões seriam formadas, posteriormente, no Nordeste e no Sul. Entretanto, essa decisão aparentemente errada, propiciou que a FEB fosse representada por gente de todos os rincões do Brasil (patrícios de diversas classes sociais, religiões, profissões e níveis culturais, com as suas virtudes, defeitos, sotaques e idiossincrasias). Tal conduta foi primacial para uma maior união, melhor dizendo, coesão dos brasileiros pelo que se pode afirmar que os nossos expedicionários foram o "verdadeiro índice do povo brasileiro"...
    A tropa brasileira, a única da América do Sul a participar da guerra, ao chegar à Itália foi incorporada ao IV Corpo de Exército, do V Exército dos EUA, este ao comando do famoso general Mark Clark. O V Exército encontrava-se desfalcado, eis que 2 Corpos de Exército franceses foram transferidos para o seu país, após o desembarque aliado na Normandia ("Dia D", 6 de junho de 1944). Em decorrência dessa crítica situação, o "Destacamento FEB", à base do 6° RI, foi logo empregado no vale do rio Serchio (o armamento e equipamento foram entregues à véspera da entrada em combate). Era a Vanguarda da 1ª DIE que daria início a uma memorável arrancada rumo à 'Vitória Final' no Teatro de Operações do Mediterrâneo. Impende lembrar que a expressão "Força Expedicionária Brasileira (FEB)" só seria adotada em julho de 1945, após o retorno dos expedicionários.
    O febiano marechal Humberto de Alencar Castello Branco, em seus percucientes estudos acerca da FEB, apontou 4 fases da gloriosa participação de nossa Força Expedicionária na guerra.        (continua). 
    Coronel Manoel Soriano Neto - Historiador Militar