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Gilmar Mendes hostilizado por brasileiros em Portugal: polêmica no exterior
Gilmar Mendes é hostilizado por brasileiros em Portugal
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Fonte: https://web.facebook.com/100064549908383/posts/1202525091909143/?rdid=fYfgITonNn3d6TrE#
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WhatsApp recebe novo design: mais praticidade ao compartilhar Status
Enquanto se prepara para liberar amplamente a escolha do nome de usuário, o WhatsApp também começou a testar um novo design para visualização de Status.
Com isso, a plataforma se inspira mais uma vez no Instagram para oferecer um visual "familiar" para quem já está acostumado a usar os Stories da rede social.
Como você pode ver abaixo, a quantidade de visualizadores do Status agora deve aparecer no canto inferior esquerdo, enquanto que no topo também há o botão para mais opções.
Agora, o que realmente chama a atenção nessa atualização é o destaque que o compartilhamento no Facebook ou Instagram deve ganhar dentro do WhatsApp.
Isso porque o atalho para as duas redes sociais foi adicionado no canto inferior direito, sendo que o usuário só precisa tocar nos ícones para que o Status seja compartilhado.
Caso ele ainda não tenha feito a integração das contas, o WhatsApp deve oferecer essa opção por meio de um atalho que aparecerá na tela.
Por meio da Central de Contas da Meta, o usuário também poderá definir se todos os seus Status serão compartilhados automaticamente nas suas outras redes sociais ou se fará isso manualmente por postagem individual.
Por enquanto, assim como acontece com a função de repostagem, tudo permanece no estágio beta do WhatsApp para iPhone.
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Banco deposita R$ 18,6 milhões por engano e exige devolução com juros
Um empresário de Goiânia foi surpreendido com um depósito de R$ 18.666.000,00 em sua conta corrente após um banco errar em uma operação massiva. O caso, que inicialmente parecia um golpe de sorte, rapidamente se transformou em um imbróglio judicial quando a instituição financeira, além de reaver o valor, se negou a fazer um acordo e passou a exigir a devolução do montante com juros, segundo a defesa do cliente.
O episódio, detalhado em uma reportagem da Record Goiás, expõe a complexa situação de um cliente que utilizou parte do dinheiro antes de ser notificado. A reação do banco incluiu o registro de um boletim de ocorrência e uma ação que levou à apreensão de bens, enquanto o empresário alega ter tentado negociar a devolução desde o primeiro momento, sendo agora réu em um processo criminal e autor de uma ação de indenização contra a instituição.
O ponto de partida do caso foi uma falha sistêmica em um grande banco, ocorrida no dia 26 de dezembro do ano passado. O erro operacional afetou cerca de 400 clientes em todo o Brasil, que receberam depósitos milionários inesperados. Entre eles estava Guilherme Moreira, dono de um restaurante de luxo em Goiânia, que viu sua conta saltar para mais de R$ 18,6 milhões da noite para o dia.
No dia seguinte ao depósito, antes de uma comunicação formal do banco, Guilherme realizou cinco transferências que, juntas, somaram mais de R$ 1,1 milhão. Documentos obtidos com exclusividade pela Record Goiás mostram que ele transferiu R$ 150 mil para seu pai, outros R$ 150 mil para a conta de sua empresa, R$ 502 mil para um fornecedor e adquiriu um veículo Porsche, ano 2014, no valor de R$ 280 mil. Essas movimentações se tornaram o centro da acusação da instituição financeira.
A resposta do banco e a ação policial
Diante das transferências, a instituição financeira optou por uma abordagem dura. Em vez de focar apenas na recuperação administrativa do valor, o banco registrou um boletim de ocorrência contra Guilherme. A ação policial resultou em uma determinação judicial para a busca e apreensão do veículo de luxo, que foi posteriormente entregue à instituição como parte da restituição.
Segundo o delegado responsável pelo caso, existem indícios de que o empresário tentou tirar vantagem da situação. A investigação apontou que, no dia anterior ao depósito, o saldo em conta de Guilherme era de aproximadamente R$ 27 mil, um valor drasticamente inferior ao milhão que ele movimentou. Com base nisso, o empresário foi indiciado por crimes que, somados, podem resultar em até 11 anos de prisão.
A versão da defesa: tentativa de acordo frustrada
O advogado de Guilherme Moreira contesta veementemente a narrativa de má-fé, afirmando que seu cliente buscou o banco assim que percebeu o erro. A defesa apresentou mensagens de texto trocadas com o gerente da conta, nas quais o empresário se coloca à disposição para negociar a devolução dos valores. A principal reviravolta no caso, segundo o advogado, foi a postura irredutível da instituição.
O grande impasse surgiu porque, de acordo com a defesa, o banco erra mas se recusou a aceitar um acordo de devolução, exigindo o montante integral corrigido com juros. “O meu cliente, além de estar com a conta negativada até hoje, recebendo uma série de cobranças, teve agora um bem apreendido na operação policial e todo o constrangimento de enfrentar uma investigação criminal”, afirmou o advogado à Record Goiás. Em resposta, o empresário moveu uma ação de indenização por danos morais e materiais contra o banco.
Consequências legais: “achado não é roubado”?
Embora a situação tenha sido provocada por uma falha interna, a lei brasileira é clara sobre a apropriação de valores indevidos. O ditado popular de que “achado não é roubado” não se aplica ao sistema jurídico. Apropriar-se de dinheiro que entrou na conta por engano, mesmo que o banco errar seja a causa, caracteriza uma infração penal. A orientação legal é sempre buscar a devolução imediata a quem é de direito.
O erro do banco, na época, foi notícia em diversos portais, e muitos dos clientes que receberam os valores os devolveram por conta própria, evitando complicações legais. O caso de Guilherme Moreira, no entanto, serve como um alerta sobre como uma falha operacional pode escalar para uma disputa judicial complexa, com graves consequências financeiras e criminais para o cliente envolvido.
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Melhor alternativa ao Windows 10 para manter-se atualizado até 2032
A data que marca o encerramento do suporte oficial para o Windows 10 está definida para 14 de outubro de 2025. A partir desse momento, as edições mais utilizadas, como Home, Pro e Education, deixarão de receber qualquer tipo de apoio da Microsoft.
A consequência mais crítica é que, sem o fornecimento de atualizações de segurança e qualidade, o sistema operacional ficará altamente vulnerável a ciberataques e novas falhas, conforme alertado pela própria Microsoft. Além disso, o usuário não terá mais suporte técnico para problemas ou novas funcionalidades liberadas.
Alternativa
Para quem busca uma extensão de segurança imediata, a Microsoft oferece o programa pago Extended Security Updates (ESU). Este programa permite que os usuários comprem uma licença que estende as atualizações de segurança por até três anos, levando o suporte, no máximo, até outubro de 2028.
O custo para participar deste programa, no entanto, é oneroso, sendo que a licença para o primeiro ano custou historicamente cerca de US$ 30 para consumidores, tornando-se mais cara a cada ano adicional. No entanto, a verdadeira rota para prolongar o uso seguro do sistema até a próxima década reside em uma versão especializada e pouco conhecida do Windows: o Windows 10 IoT Enterprise LTSC 2021.
A sigla LTSC significa Long-Term Servicing Channel (Canal de Manutenção de Longo Prazo) e, como o nome sugere, esta edição é projetada para equipamentos que requerem estabilidade máxima e ciclos de vida estendidos, como dispositivos industriais, sistemas de automação, caixas eletrônicos (ATMs) e terminais de ponto de venda (POS).
O uso desta versão é o que garante o suporte estendido para correções de segurança até 13 de janeiro de 2032, de acordo com as políticas de Ciclo de Vida da Microsoft.
Mais tempo
Ao realizar a migração para o LTSC, o usuário ganha a promessa de segurança máxima até 2032 e um sistema notavelmente mais estável e leve, pois ele evita as constantes atualizações de recursos que muitas vezes geram bugs nas versões de consumo.
Outra vantagem apontada é a ausência de bloatware, já que aplicativos voltados para o consumo, como a Microsoft Store e a assistente virtual Cortana, são removidos desta edição. Contudo, essa solução não é ideal para o usuário comum.
O licenciamento do LTSC é complexo e geralmente exige contratos por volume, tornando sua aquisição legal e individual desafiadora e, muitas vezes, mais cara. Além disso, o usuário abre mão de todas as funcionalidades modernas e melhorias visuais do Windows e corre o risco de enfrentar problemas de compatibilidade com drivers e softwares recentes, que podem não reconhecer a versão LTSC como um sistema operacional de consumo padrão.
Diário do Litoral


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