Com a chegada da Lei 15.108/2025, INSS muda prioridade na pensão e menor sob guarda disputa com viúva e deixa pais e irmãos para trás

 A sanção da Lei 15.108/2025 recolocou o menor sob guarda judicial no centro da disputa por benefícios previdenciários, ao equipará-lo a filho para fins do artigo 16, § 2º, da Lei 8.213/1991.

Na prática, quando há viúva e menor sob guarda do segurado, ambos passam a concorrer na mesma classe de dependentes (classe I), com divisão do benefício em partes iguais, desde que o menor cumpra os requisitos legais de equiparação.

Pais e irmãos permanecem preteridos, pois a existência de dependente de classe superior exclui o direito dos das classes seguintes.


Como funciona a organização por classes

A mudança altera a dinâmica de reconhecimento da dependência no Regime Geral de Previdência Social.

artigo 16 organiza os dependentes por classes: classe I (cônjuge, companheiro(a) e filhos menores de 21 anos ou inválidos), classe II (pais) e classe III (irmãos menores de 21 anos ou inválidos).

Com a nova redação do § 2º, enteado, menor sob tutela e, agora, menor sob guarda judicial são equiparados a filho, desde que o segurado tenha feito a declaração expressa de dependência e que o menor não possua condições suficientes para o próprio sustento e educação.

Essa realocação resolve conflitos de prioridade: a disputa deixa de ser entre classes e passa a ocorrer dentro da mesma classe.

Presunção e comprovação da dependência

Enquanto o cônjuge, o companheiro e os filhos biológicos ou adotivos têm dependência presumida, os equiparados precisam provar duas condições cumulativas.

Primeiro, deve existir declaração do segurado reconhecendo o menor como seu dependente.

Em seguida, é necessária comprovação objetiva de que o menor não tem meios próprios para se manter ou custear a própria educação.

O vínculo afetivo por si só não basta; a formalidade legal é determinante.

Rateio da pensão entre dependentes

Dessa forma, em um caso com viúva e menor sob guarda judicial que atendam às exigências, ambos integram a classe I.

A viúva ingressa com dependência presumida; o menor somente após demonstrar a guarda judicial vigente, a declaração do segurado e a dependência econômica.

Preenchidos os requisitos, a pensão por morte é rateada em partes iguais entre os dependentes da mesma classe.

Esse rateio observa as regras gerais da pensão e não estabelece preferência automática de um sobre o outro.

O que mudou após a Reforma da Previdência

Há um ponto relevante sobre valores e cotas.

A regra clássica do artigo 77 da Lei 8.213 prevê que, havendo mais de um pensionista, a pensão seja dividida igualmente; se um dependente perde o direito, sua cota-parte entre os pensionistas é redistribuída.

Porém, após a Reforma da Previdência (EC 103/2019), a cota familiar de 50% acrescida de 10% por dependente passou a não se reverter quando um dependente deixa a condição, reduzindo o valor total do benefício nesse aspecto.

Em síntese: a divisão interna entre pensionistas da mesma classe continua igualitária, mas o acréscimo de 10% por dependente não retorna aos demais quando alguém perde a qualidade de dependente.

Exigência de guarda judicial formalizada

No procedimento administrativo, alguns marcos são indispensáveis.

guarda precisa ser judicial e estar vigente no momento do óbito do segurado.

Guarda de fato, sem homologação judicial, não habilita o equiparado na via administrativa.

Além da decisão que concedeu a guarda, é essencial apresentar a declaração do segurado e elementos de prova da dependência econômica do menor.

Sem esse conjunto, o pedido tende a ser indeferido por falta de requisito legal, ainda que haja convivência e laços familiares.

Fim da insegurança jurídica

A alteração legislativa pacifica uma controvérsia que se arrastou por anos.

Em diferentes períodos, decisões administrativas e judiciais admitiram ou negaram a condição do menor sob guarda como dependente do RGPS.

Com a Lei 15.108/2025, o legislador estabeleceu um parâmetro unificado: o menor sob guarda volta ao rol de equiparados a filho, com os mesmos direitos previdenciários aplicáveis aos filhos, desde que comprovada a dependência e feita a declaração do segurado.

Não se cria uma nova classe, tampouco se flexibilizam presunções; apenas se recoloca o menor sob guarda na classe I, com a porta de entrada bem delimitada.

Impactos para famílias e dependentes

Os reflexos práticos são imediatos.

Em famílias em que avós, tios ou padrastos detêm guarda judicial de crianças e adolescentes, a lei abre a possibilidade de reconhecimento previdenciário, desde que respeitados os requisitos de equiparação.

Para viúvas e viúvos, a regra do rateio igualitário permanece; o que muda é quem pode integrar a mesma classe.

Para pais e irmãos, a presença de qualquer dependente de classe I mantém a exclusão do direito, como já estabelecia o sistema de classes.

Dinâmica da habilitação e divisão da pensão

Em termos de fluxo do benefício, o desenho segue conhecido.

Se a viúva é a única habilitada, recebe a integralidade da pensão, observadas as regras de cálculo atuais.

Com a habilitação posterior de um menor sob guarda que comprove os requisitos, a pensão passa a ser dividida em partes iguais entre ambos a partir da habilitação.

Havendo cônjuge e mais de um filho — biológicos ou equiparados —, a divisão igualitária entre todos os dependentes da classe I continua a reger o pagamento.

Quando um dependente dessa classe perde o direito (por exemplo, ao completar 21 anos sem hipótese de prorrogação), a cota-parte entre pensionistas é redistribuída, mas o acréscimo de 10% por dependente do cálculo global não retorna aos remanescentes.

Exigência de provas documentais

Mesmo com a equiparação expressa na lei, cada pedido seguirá sujeito a análise individual da prova.

presunção legal de dependência não alcança o menor sob guarda, motivo pelo qual a documentação deve sustentar a insuficiência de meios para sustento e educação.

Comunicados oficiais já indicam que o INSS reconhece a nova redação legal e processa os requerimentos com base nesses critérios, reforçando que forma e conteúdo probatório continuam determinantes.

Click Petróleo e Gás

Podpah se torna TV digital em busca de mais alcance, soluções de negócio e geração de conteúdo

 Cinco anos depois de ser lançado como um podcast, o Podpah dará um novo passo na produção de conteúdo como uma TV digital. Com nova sede inaugurada em São Paulo (SP), o grupo expandirá a atuação em busca de maior impacto.

A primeira grande diferença será em relação ao alcance. O Podpah passará a atuar em diversas plataformas digitais, com a intenção de estar mais acessível para uma maior quantidade de pessoas.

“O Podpah não vai só ficar no YouTube, passará a estar também em outras plataformas, de streaming e música. Também estaremos na Fast TV, em que entraremos a partir do início do ano que vem”, contou Victor Assis, CEO do Podpah, à Máquina do Esporte.

Com a mudança, o grupo também poderá oferecer novas possibilidades de parcerias, o que potencializará os ganhos comerciais. Além dos tradicionais conteúdos de marca, o Podpah também oferecerá outras soluções de mídia.

“Conseguiremos expor com frequência uma campanha de vídeo de 30 segundos, de banner, enfim, todos esses formatos já consagrados de mídia. Então, a marca consegue pensar e fazer um conteúdo 360, mas ao mesmo tempo consegue trabalhar a própria campanha com frequência na programação do Podpah”, exaltou o executivo.

Por fim, o movimento inclui o lançamento de novos programas para preencher a grade de programação. A intenção é ter atrações o suficiente para manter transmissões constantes, mais próximas do que se vê em canais de televisão tradicionais.

A entrada no universo das Fast TVs é parte essencial na nova estratégia. Neste modelo, a Podpah TV poderá ser acessada de forma direta através de televisões conectadas, que têm dominado o mercado.

“Teremos uma grade rodando 24 horas por dia, mas quando for começar um programa ao vivo no Pod Party [festa organizada pelo grupo], também vamos veicular esse programa imediatamente”, disse Assis, um dos responsáveis pelo sucesso do grupo.

Victor Assis (direita), CEO do Podpah, apresenta planos do grupo ao lado dos apresentadores Igão (centro) e Mítico (esquerda)

Esportes

Os esportes estão entre as verticais de atuação da Podpah TV, ao lado de entretenimento, humor e cultura. Neste universo, o grupo conta com a Madhouse TV.

“Como modelo de negócio, Madhouse é nosso lugar para transmissão de esportes. Temos dois gigantes no mercado brasileiro disputando o futebol, mas existem outros muitos esportes profissionais disponíveis no mercado, com audiência relevante, e que ninguém está olhando”, apontou Victor Assis.

A estratégia da Podpah TV nas transmissões esportivas, portanto, será baseada na busca por ativos que estejam conectado com o DNA do grupo.

A expectativa é de que, em breve, o Podpah anuncie uma nova propriedade relacionada ao universo das transmissões esportivas. Com e-Sports, o canal já chegou a superar 300 mil aparelhos conectados em um jogo de Counter-Strike 2.

“Espero que no próximo mês eu possa dar duas ou três novidades. A Madhouse de fato é nosso canal para consolidar todas essas transmissões que temos conversado no mercado”, afirmou.

O Podpah também prepara conteúdos para a Copa do Mundo de 2026. Apesar de não planejar transmitir jogos, o grupo planeja explorar possibilidades de criação ao redor do evento.

“Vamos nos preparar para ter conteúdos pré-Copa, desde saúde mental de jogadores, cultura dos países-sede, até alguns jogos com influenciadores que brincam um pouco com essa característica de Copa do Mundo”, projetou o diretor.

Trata-se de um projeto que deverá ser revelado nos próximos meses.

Sede

Para acompanhar todo esse desenvolvimento projetado com a mudança, o Podpah inaugurou uma nova sede. O grupo se mudou para um espaço com 6 mil metros quadrados, dez vezes maior do que o local que usava até o início da semana passada.

O novo espaço foi planejado para acompanhar o desenvolvimento da empresa para, pelo menos, os próximos 10 anos. Por isso, oferece uma infraestrutura que chega a superar as necessidades atuais do grupo.

O local também representa um novo ativo para o Podpah, que poderá ser utilizado para o relacionamento com atuais parceiros e potenciais patrocinadores, e é posicionado como um espaço para ativações.

Amazon, Philips, Oakley, Red Bull, Superbet, New Era, Levi’s e Ipiranga, entre outras, possuem espaços dentro da nova sede.

“As marcas que estão com a gente têm a disponibilidade de usar nossa infraestrutura para produzir conteúdo próprio. A Amazon, por exemplo, precisou usar um estúdio para uma sessão de fotos para um produto”, lembrou Victor Assis.

Além disso, a sede será utilizada como plataforma de negócios, para aproximar os talentos da casas e outros influenciadores a marcas, com o objetivo de gerar novas parcerias.

“É um espaço de comunicação, ele é um espaço de cultura, de música, para ter todas as vertentes de uma cultura brasileira envolvidas no mesmo lugar. Então, a ideia é que as marcas que estão aqui com a gente consigam desenvolver cada vez mais esse conhecimento dentro do ecossistema do Podpah, mas também fora dele”, concluiu o CEO.


Máquina do Esporte

YouTube derruba transmissão da XSports, que se pronuncia

 


O novo canal Xsports, que foi oficialmente lançado também no YouTube, teve seus conteúdos derrubados na plataforma de streaming na última quinta, 2 de outubro, justamente em sua estreia. Em comunicado oficial divulgado nas redes sociais, a equipe do Xsports pediu desculpas aos torcedores que aguardavam as transmissões esportivas, afirmando que a queda do canal ocorreu por motivos alheios ao seu controle.

Comunicado oficial

“O time da Xsports pede desculpas a todos os fãs e torcedores que gostariam de assistir às nossas transmissões no Youtube. Por motivos fora de nosso controle, nossos conteúdos foram derrubados de forma sistemática apesar de, contratualmente, a Xsports ter todos os direitos e autorização para transmitir os eventos.

Gostaríamos de ter feito uma estreia fantástica para todos, democratizando o acesso ao esporte, nossa missão aqui na Xsports. Infelizmente, por motivos externos, fomos impossibilitados.

Pedimos desculpas mais uma vez.”

O novo canal Xsports, que foi oficialmente lançado também no YouTube, teve seus conteúdos derrubados na plataforma de streaming na última quinta, 2 de outubro, justamente em sua estreia. Em comunicado oficial divulgado nas redes sociais, a equipe do Xsports pediu desculpas aos torcedores que aguardavam as transmissões esportivas, afirmando que a queda do canal ocorreu por motivos alheios ao seu controle.

Comunicado oficial

“O time da Xsports pede desculpas a todos os fãs e torcedores que gostariam de assistir às nossas transmissões no Youtube. Por motivos fora de nosso controle, nossos conteúdos foram derrubados de forma sistemática apesar de, contratualmente, a Xsports ter todos os direitos e autorização para transmitir os eventos.

Gostaríamos de ter feito uma estreia fantástica para todos, democratizando o acesso ao esporte, nossa missão aqui na Xsports. Infelizmente, por motivos externos, fomos impossibilitados.

Pedimos desculpas mais uma vez.”

Além da Tela

Deputado acaba com todas as narrativas de Lula na ONU

 



Fonte: https://vm.tiktok.com/ZMH71tUhjEMSB-XDcKE/

CEO do Walmart diz que não consegue pensar em um único emprego que não será alterado pela IA

 Os CEOs não estão se esquivando do que os especialistas do mercado de trabalho vêm dizendo há meses: a inteligência artificial está transformando a força de trabalho.

De banqueiros a empresas de consultoria, os líderes empresariais estão se reestruturando rapidamente à medida que a adoção da IA se torna fundamental. Os CEOs de empresas globais esperam que os investimentos em IA mais que dupliquem em dois anos, e 61% estão adotando ativamente agentes de IA em grande escala, de acordo com um estudo da IBM realizado em maio.

“É muito claro que a IA vai mudar literalmente todos os empregos”, disse o CEO do Walmart, Doug McMillon, esta semana durante uma conferência sobre força de trabalho com outros executivos de negócios, informou o The Wall Street Journal na sexta-feira.

E a IA já mudou o varejista global, que desenvolveu chatbots para ajudar clientes, fornecedores e comerciantes. A empresa também criou novas funções, como a de “desenvolvedor de agentes”, cuja descrição de cargo é construir ferramentas de IA para automatizar o fluxo de trabalho em toda a empresa.

Doug McMillon, CEO do Walmart, disse que, embora a IA automatize algumas tarefas para os trabalhadores da empresa, isso não se traduzirá em demissões em massa Foto: Spencer Tirey/AP

No entanto, embora a IA automatize algumas tarefas dos funcionários do Walmart, isso não se traduzirá em demissões em massa.

“Nosso objetivo é criar a oportunidade para que todos cheguem ao outro lado”, disse McMillon. Alguns empregos e tarefas no Walmart serão eliminados, mas outros serão adicionados, acrescentou.

O Walmart planeja manter um quadro de funcionários de cerca de 2,1 milhões de trabalhadores em todo o mundo nos próximos três anos, embora se espere que a combinação desses empregos mude, disse a diretora de pessoal do Walmart, Donna Morris, de acordo com o The Journal.

Para ajudar a determinar como treinar e preparar os funcionários, a empresa está acompanhando os tipos de empregos para ver quais aumentam, diminuem e se mantêm estáveis.

A retenção do quadro de funcionários é uma diferença marcante em relação a outras mensagens corporativas recentes.

A CEO da Accenture, Julie Sweet, disse que a rápida adoção da IA levou a demissões este ano e alertou que mais saídas são possíveis onde a requalificação dos funcionários não é viável.

No início deste mês, o CEO da Salesforce, Marc Benioff, disse que a empresa cortou 4 mil empregos de suporte ao cliente este ano devido a ganhos de eficiência diretamente ligados à tecnologia de IA.

Em maio, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, disse que a IA poderia eliminar cerca de metade de todos os empregos de nível básico para profissionais de colarinho branco. Os cortes poderiam ocorrer dentro de cinco anos e causar um aumento do desemprego de até 20%, acrescentou.

Mas, de acordo com o CEO do Walmart, a empresa continuará contando com a interação face a face, mesmo que se incline mais para a IA.

Em janeiro, a empresa de tecnologia Symbotic anunciou que o Walmart pagaria US$ 520 milhões para construir uma plataforma robótica habilitada para IA para melhorar a conveniência das compras por meio da aceleração da retirada e entrega online nas lojas.

Outros fornecedores também ofereceram robôs trabalhadores à empresa. No entanto, “até que estejamos atendendo robôs humanóides e eles tenham a capacidade de gastar dinheiro, continuaremos atendendo pessoas”, disse McMillon. “Vamos colocar pessoas na frente das pessoas.”


Estadão

Em crise, Fast Shop fecha 11 lojas e um centro de distribuição

 Ao dar continuidade ao processo de reestruturação, a rede Fast Shop vai fechar 11 lojas, cerca de 15% do parque, e um centro de distribuição, dizem fontes. O Valor já havia antecipado a informação em setembro, quando apurou que a varejista demitiu funcionários, reduziu o número de diretorias e estava revendo o portfólio de lojas após o escândalo envolvendo a empresa na Operação Ícaro, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP).

Procurada, a empresa diz que “reavalia constantemente a sua estrutura e operação — inclusive de lojas físicas, com a priorização de pontos de venda que estejam alinhados à sua estratégia”. Atualmente, são 80 lojas no país, incluindo as bandeiras Fast Shop e M1, especializadas em celulares, informática e áudio. Há também 5 lojas da marca A2You, voltadas para produtos da Apple.

Segundo informação do portal Times Brasil, confirmada pelo Valoros primeiros pontos a serem fechados serão da A2You nos shoppings Barigui (Curitiba), Aricanduva, Boulevard Tatuapé e Interlagos (todos em São Paulo). Em seguida, a companhia encerrará as operações nos shoppings Iguatemi Salvador, M1 Itaquera (SP), M1 SP Market, SP Market e Rio Mar Fortaleza, além de fechar o centro de distribuição de Fortaleza. Por fim, as atividades serão encerradas no Barra Salvador e no M1 Litoral Plaza, em Praia Grande (SP).

A crise da Fast Shop começou em agosto, quando uma investigação do MP-SP revelou um esquema que envolvia a liberação mais acelerada de créditos de ICMS em troca de propina para o chefe de fiscalização da Secretaria da fazenda, Artur Silva Neto.

Para tentar evitar uma piora do ambiente interno, a companhia contratou Rodrigo Ogawa como CEO interino. O executivo é especialista em gestão de crise e assumiu o posto em setembro.

família Kakumoto, controladora da companhia, fechou acordo de não persecução penal à diretoria com a Promotoria de São Paulo, que envolve o pagamento de R$ 100 milhões de multa. O valor será pago pelos executivos e sócios e não pela empresa. Ainda há negociações em andamento para quitação de dívidas fiscais e multas junto ao Fisco.


Valor Econômico