Partido quer afastamento de Alcolumbre da presidência da CCJ https://t.co/ByhKAlV0nt
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Após notícia sobre resort, irmão de Toffoli é afastado de paróquia . https://t.co/WasmJc7gnd
— Fernando Eustaquio (@fernandor159) November 3, 2021
Guaraná é uma planta trepadeira da família Sapindaceae, nativa da bacia amazônica e especialmente comum no Brasil. O guaraná tem folhas grandes e cachos de flores e é mais conhecido pelas sementes de seus frutos, que têm o tamanho de um grão de café.
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1309942409421095
AO VIVO: Desmascarando as mentiras da imprensa / O fim das esquerdas no Brasil (veja o vídeo) https://t.co/Hbi6aYxXtH
— Jornal da Cidade Online (@JornalDaCidadeO) November 3, 2021
CLIMA | ONU vê compromissos nacionais pelo clima como frágeis e distantes do ideal. #COP26 https://t.co/UxKttR9ElK
— MetSul.com (@metsul) November 3, 2021
A diabete é uma doença crônica causada pela insuficiência de produção de insulina no corpo. O Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, em 2021 também comemora os 100 anos da descoberta da insulina. Para compartilhar conhecimento e as diferentes formas de tratamento, hoje (4) e amanhã (5), a Faculdade de Ciências da Saúde do Hospital Moinhos de Vento promove o II Simpósio de Educação em Diabetes — 100 anos da insulina: uma história a ser contada. No último dia do curso também haverá atividades com ênfase para os pacientes e familiares, como forma de promover educação e conhecimento sobre o diabetes
Confira: https://iisimposioeducacaodiabetes.eventize.com.br/index.php?pagina=3
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As chuvas do mês de outubro aliviaram um pouco a pior crise hídrica no Brasil nos últimos 91 anos.
Nos primeiros dias de outubro, por exemplo, o reservatório de Furnas, um dos mais importantes no país, estava funcionando com apenas 13,6% de sua capacidade. Após as chuvas, o índice subiu para 17,22%.
A situação, porém, ainda é bastante crítica em vários reservatórios espalhados pelo Brasil. O do sistema Cantareira, por exemplo, está funcionando com apenas 28,2% de sua capacidade.
Durante o mês de novembro, são esperadas três frentes frias que devem aumentar um pouco mais os níveis dos reservatórios.
De acordo com a meteorologista do Climatempo, Josélia Pegorim, as chuvas de outubro realmente proporcionaram uma discreta elevação em alguns reservatórios e fez com que o nível da água parasse de baixar em outros. Ainda assim, a chuva de um mês não resolverá a situação.
Setor elétrico com a crise hídrica
Segundo a analista da CNN Thais Herédia, as medidas de gestão de risco adotadas devido à crise hídrica, como o aumento da capacidade da transmissão de energia, junto à reação do clima, fizeram com que o risco de racionamento fosse desconsiderado por especialistas.
Ainda segundo Herédia, o governo optou por ter uma postura de não alarmar a população em relação à crise hídrica, mas que a conta mais cara da energia chegará a todos, devido à tarifa de escassez hídrica, que cobra R$ 14,20 a mais por cada 100 kWh consumido.
(Publicado por Ligia Tuon)
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ANALISTAS FAKE
No dia 2 de junho, tão logo o IBGE divulgou que o PIB brasileiro havia crescido 1,2% no primeiro trimestre de 2021, escrevi o editorial - ANALISTAS DE ARAQUE-. Lá atrás, já se foram 5 meses, apontei o quanto os boletins emitidos por quase todas as instituições financeiras do país estavam equivocadas, pois quase todos, como que de forma -combinada-, projetavam um crescimento de 0,8%. Ou seja, a taxa informada pelo IBGE ficou 50% maior do que mostrava a trincada BOLA DE CRISTAL DO MERCADO.
AGENTES DO PÂNICO
Pois, passados exatos 5 meses, devo reconhecer que os AGENTES DO PÂNICO não cometeram qualquer equívoco. Tudo que fizeram foi INTENCIONAL, com o nítido propósito de desestabilizar o governo e com isso fazer com que poupadores e investidores sigam acreditando, piamente, que a complicada situação -fiscal- das contas públicas, assim como da alta dos índices de inflação, tem como único responsável o Poder Executivo.
PROVADO E COMPROVADO
Em nenhum momento, mais do que provado e comprovado, o SETOR FINANCEIRO se posicionou e/ou pressionou o Poder Legislativo com o propósito de incentivar e exigir a aprovação de inúmeros outros projetos que certamente levariam a um extraordinário crescimento do nosso PIB. Isto indica, claramente, o quanto algumas instituições financeiras não apoiam as soluções que colocam o nosso empobrecido Brasil na rota do crescimento e do desenvolvimento.
PALAVRA DO GESTOR
Pois, ontem, para minha grata surpresa, recebi um ótimo texto mostrando que nem tudo está perdido. Existem, sim, ANALISTAS SÉRIOS, do tipo que produzem conteúdos que mostram a clara situação econômica, financeira e fiscal do nosso Brasil. É o caso da coluna -PALAVRA DO GESTOR-, que é publicada mensalmente pela Agência CMA e
escrita por Raphael Juan, sócio fundador da BBT Asset Management, responsável pela gestão de portfólios e corresponsável pela área de gestão de risco e
trading. Leiam a última coluna, com o título -SERÁ QUE BRASÍLIA SABE DISSO?- e tirem suas conclusões:
DÉFICIT PRIMÁRIO
Os recentes dados da situação fiscal brasileira mostraram novamente uma surpresa positiva, e o Brasil é o país, entre os relevantes, que mais reduziu seu déficit primário no último ano. E por que será que foi o mercado financeiro que mais sofreu com a desvalorização de seus ativos domésticos? A resposta está no ruído político que tivemos ao longo deste ano. O mercado não tolera um cenário desconhecido, com risco de elevação da dívida pública e a gota d'agua foi a proposta do novo Auxílio Brasil em R$ 400,
furando assim o teto de gastos.
A consequência foi uma precificação da taxa Selic acima dos 12% para os próximos 10 anos - ou seja, o mercado precificou uma crise financeira, em que a dívida pública ficará desgovernada, gerando inflação contínua com necessidade de manter a Selic nas alturas.
O MERCADO É SOBERANO
Discordamos deste cenário, pois parece que esquecemos das conquistas relevantes, como é o caso do próprio teto de gastos, mostrando que um desgoverno das contas públicas gera impeachment do presidente, ou mesmo a reforma da Previdência, banco central independente e gostando ou não um Congresso que é pressionado junto à população a fazer uma gestão pública consciente e que os efeitos destrutivos da inflação geram uma opinião pública negativa. O Brasil nunca pulou no precipício e não será agora que nos tornaremos uma Venezuela ou Argentina, e já passamos por isto algumas vezes.
Tudo o que precisamos neste momento é uma demonstração concreta de que não teremos aumento permanente da despesa pública e que existe uma âncora fiscal para que os preços dos ativos domésticos voltem à normalidade e a seus fundamentos econômicos.
Quase 50% de nossa carteira está em títulos de renda fixa marcados a uma rentabilidade de 12,5% ao ano. Porém com a alta contínua da curva de juros futura, estes títulos sofrem com a marcação à mercado, até que tenhamos um novo patamar de juros, prejudicando a rentabilidade no curto prazo, mas garantindo uma rentabilidade futura que não existe em outro mercado de renda fixa mundial.
Continuamos alocados com uma parcela em empresas estrangeiras e moeda forte como o dólar, totalizando quase 20% do portfólio.
Mesmo que o momento seja de aversão a Bolsa brasileira, continuamos posicionados com uma parcela importante, uma vez que os números continuam mostrando resiliência das empresas investidas e sem danos causados pelo aumento da inflação. As empresas vêm repassando preços aos clientes finais, as margens continuam saudáveis, com crescimento de receita e lucro, fazendo com que os múltiplos das ações fiquem ainda mais baratos.
Temos "cases" no portfólio, onde o caixa da empresa representa 70% do valor de mercado. Muitos investidores não estão fazendo conta e estão seguindo os movimentos de manada. O mercado apresenta um modo irracional, saindo a qualquer preço, pressionando todos os ativos. A descrença no governo é total, independente dos dados divulgados.
As incertezas das ações do governo para o próximo ano e o compromisso como ajuste fiscal são os principais motivos pelo atual nível de preço dos ativos domésticos. O governo tem se comunicado muito mal em relação ao orçamento de 2022, e conseguiu transformar um cenário de recuperação fiscal surpreendente, em um cenário de risco.
Com a volta do CDI devido à alta inflação, o investidor que vem sofrendo com a marcação a mercado corre para a renda fixa. O problema é que desta vez a inflação é temporária até que haja uma reestruturação das cadeias produtivas. Em conversa com diversas empresas dos setores afetados pela falta de insumos e problemas logísticos, estes demonstram uma melhora nos estoques e os problemas deverão estar equacionados até meados do primeiro trimestre de 2022.
Não haverá necessidade em manter um juro tão alto por tanto tempo. O mercado, como sempre, se moverá na frente e irá precificar uma queda da Selic, beneficiando ativos de risco. O investidor não pode "correr atrás do rabo". Como sempre dissemos, investimento é de longo prazo e como diz o megainvestidor Warren Buffet: "Se você não consegue controlar suas emoções, você não pode controlar seu dinheiro".
Continuamos com um plano claro, apesar dos péssimos resultados de curto prazo. Existe muito dinheiro na mesa e oportunidades que aparecem poucas vezes
na vida.
AMBIENTE MACROECONÔMICO
O setor público brasileiro apresentou superávit de R$ 12,9 bilhões em setembro, surpreendendo o mercado. A surpresa veio dos governos regionais, refletindo uma melhora na arrecadação. A dívida bruta avançou para 83% do PIB e a dívida líquida cedeu para 58,5% do PIB. Números mostram forte retomada da arrecadação pública, beneficiando o resultado das contas públicas no curto prazo.
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