"Eleição de Biden nos EUA é vitória da ponderação sobre o extremismo", diz Leite

 Governador gaúcho se manifestou sobre a vitória do candidato democrata no Twitter


O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, se manifestou sobre a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais nos Estados Unidos neste sábado. Segundo ele, a eleição do candidato democrata é a vitória da ponderação sobre o extremismo e da civilidade sobre a irracionalidade. 

"Que a mudança semeada pelos americanos sirva de exemplo e pavimente novos e mais felizes caminhos para a democracia e o respeito à diversidade no mundo", tuitou na tarde deste sábado. 



O governador de São Paulo, João Doria, foi mais um político brasileiro a comemorar a vitória de Joe Biden nas eleições americanas. Em seu Twitter, Doria declarou que ficou feliz com a confirmação do resultado e declarou Biden é um defensor da democracia e das relações multilaterais.


R7 e Correio do Povo

Instabilidade chega ao RS ao longo deste domingo

 Porto Alegre terá máxima de 26°C



O sol aparece mais uma vez em todo o Rio Grande do Sul neste domingo, mas com nuvens no decorrer do dia e períodos de maior nebulosidade em algumas regiões, conforme a MetSul Meteorologia. No Leste do Estado, circulação oceânica ainda traz chance de instabilidade muito isolada. 

No Oeste e no Noroeste, área de instabilidade vindas do Norte da Argentina e do Paraguai vão trazer chuva com trovoadas no final da tarde e/ou à noite. Parte do Norte também pode ter instabilidade isolada. A temperatura se eleva menos que no sábado. 

Em Porto Alegre, o domingo de sol e nuvens terá temperaturas variando entre 17°C e 26°C. 

MetSul e Correio do Povo

Imóveis: um mercado à prova de crise?

 

Edição 1.222 | 07/09/20
Com juros baixos, cada vez mais brasileiros trocam de casa, mesmo na pandemia. O pujante mercado imobiliário é um dos temas da edição desta quinzena da EXAME, que traz também a diversidade nas urnas, os investimentos "viciantes" da Robinhood e a pressão sobre as big techs. Boa leitura!
As matérias da revista impressa são exclusivas para assinantes. Como cortesia aos leitores das newsletters da EXAME, abrimos algumas das reportagens desta edição, que ficarão disponíveis ao longo deste sábado. Esperamos que aproveite a leitura.

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É hora de comprar
Trabalhadores em futuros prédios na Vila Madalena, em São Paulo: obras aceleradas, mesmo com a pandemia | Germano Lüders/Exame
 
  Cortesia   No ano da pandemia de covid-19, da provável maior queda da economia brasileira em mais de um século, existe um setor que vive seu melhor momento em muitos anos. Nunca tantos brasileiros decidiram concretizar a decisão da compra da casa própria. Ou como investimento. O mercado imobiliário mostrou resiliência no momento mais agudo da crise e está liderando o processo de retomada da economia. Um estudo exclusivo preparado pelo Grupo Zap para a EXAME revela a dimensão do momento de transformação do mercado de imóveis residenciais no país. Amparados pelo crédito imobiliário com as menores taxas de juro da história do país, os brasileiros que podem buscam imóveis maiores e estão dispostos a se afastar do centro e dos locais de trabalho graças à opção do trabalho remoto. E começam a pagar mais caro na compra. É um momento de euforia que contrasta com a apatia de muitos setoresLeia a reportagem completa.

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Planalto vê manifestação sobre vitória de Biden como afobação

 Presidente Jair Bolsonaro não se pronunciou sobre a eleição presidencial nos Estados Unidos


O presidente Jair Bolsonaro silenciou sobre a eleição do democrata Joe Biden à presidência dos Estados Unidos resultado projetado pela imprensa norte-americana. Mais de uma hora depois de divulgado o resultado, nem o Palácio do Planalto nem o Ministério das Relações Exteriores se pronunciaram. A decisão isola o Brasil no plano internacional, depois que outros chefes de Estado e governo já reconheceram a vitória de Biden e o congratularam nas redes sociais.

De acordo com fontes do Planalto, Bolsonaro reagiu com "tranquilidade" ao resultado e reforçou que vai esperar um "quadro concreto" para se pronunciar. Ainda segundo integrantes do governo, o presidente considera qualquer pronunciamento uma afobação e vai aguardar o término dos processos judiciais movidos por Trump, que não reconhece a derrota e contesta o resultado alegando, sem provas, que há fraude no processo judicial.

A postura de Bolsonaro segue recomendações de sua assessoria para um dos cenários previstos, uma vitória com margem apertada de votos e a contestação judicial por parte do aliado, o republicano Donald Trump. Esse era o conselho dado ao presidente nessa hipótese para que não se precipitasse na comunicação virtual, como antecipou o Estadão na manhã da última segunda-feira.


Integrantes do Planalto argumentam que nenhum Estado encerrou oficialmente a apuração, e, portanto, a vitória do democrata está sendo declarada pela imprensa. O silêncio de Bolsonaro, porém, não está atrelado a uma expectativa de reviravolta nas urnas, mas a uma "prudência" de que a imprensa, alvo frequente de ataques de Trump e Bolsonaro, tenha errado. A militância bolsonarista, por sua vez, segue reproduzindo que há fraude no processo eleitoral, o que não tem respaldo das autoridades americanas.

O silêncio de Bolsonaro contrasta com o estilo do presidente, que costuma usar as redes sociais para rebater ou felicitar adversários. Foi o que ocorreu, por exemplo, em 30 de setembro, quando Biden fez críticas à preservação da Amazônia e ameaçou sanções econômicas sobre o governo brasileiro. Bolsonaro não demorou a rebater o democrata nas redes.

O Estadão entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores e o Palácio do Planalto sobre o resultado das eleições nos EUA, mas o governo não se pronunciou.

Autoridades 

As primeiras autoridades do Brasil a reconhecerem o triunfo do democrata foram o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o vice, Marcos Pereira (Republicanos-SP), num indicativo de que o caminho para aproximação entre os países pode ser o parlamento.

"A vitória de Joe Biden restaura os valores da democracia verdadeiramente liberal, que preza pelos direitos humanos, individuais e das minorias. Parabenizo o presidente eleito e, em nome da Câmara dos Deputados, reforço os laços de amizade e cooperação entre as duas nações", publicou Maia, minutos após o anúncio pela imprensa dos EUA.

"Parabenizo Joe Biden pela vitória. O democrata é o 46º presidente dos Estados Unidos da América. Faço votos que seu mandato seja frutífero e benéfico para todos. A beleza da democracia é a alternância no poder", escreveu Pereira.

Manifestação 

É comum que chefes de governo se manifestem logo após um país chegar ao resultado das eleições presidenciais. Alguns dos primeiros foram os primeiros-ministros do Canadá, Justin Trudeau, da Alemanha, Angela Merkel, e das Ilhas Fiji, Frank Bainimarama, que parabenizou Biden antecipadamente, nas primeiras horas deste sábado, dia 7, antes mesmo da projeção do resultado. Adversário de Bolsonaro, o presidente da França, Emmanuel Macron, também felicitou Biden. Todos usaram suas redes sociais.

O momento de falar é uma decisão de política externa do Palácio do Planalto. E costuma variar de presidente para presidente. Em 2000, quando a eleição americana também passou por contestação na Justiça e recontagem de votos, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) só enviou carta ao republicano George W. Bush, vencedor, 36 dias após a votação, em dezembro. Bush derrotara Al Gore, democrata na sucessão de Bill Clinton, de quem FHC era amigo.

Agora, o tucano já abriu uma exceção e se manifestou porque, segundo ele, "vivemos nestes últimos dias um momento decisivo para a democracia". Ele fez crítica incisiva aos últimos pronunciamentos de Trump, que cita insistentemente ilegalidades na votação sem apresentar provas.

"Em dois séculos e meio, nenhum presidente americano havia buscado deslegitimar o processo eleitoral, um dos alicerces fundamentais da democracia. O atual o fez sistemática e deliberadamente. Sua reeleição representaria, portanto, um grave risco à democracia, e não só nos Estados Unidos. Por isso, pelo que não aconteceu, vivemos um momento histórico, que merece ser celebrado", afirmou FHC, em comunicado.

A missão da Organização dos Estados Americanos (OEA), que acompanha o pleito, divulgou não ter encontrado irregularidades graves na votação. Neste sábado, o presidente da OEA, Luís Almagro, parabenizou Biden e a vide Kamala Harris em publicação no Twitter. "Esperamos continuar trabalhando em estreita colaboração com os Estados Unidos pela democracia, direitos humanos, desenvolvimento e segurança no hemisfério", escreveu.

Segundo o Estadãoapurou, assim que Bolsonaro decidir, a Presidência está pronta para fazer contato com o vencedor. Porém, não está descartado que Bolsonaro se manifeste apenas pelo Twitter. O chefe do Executivo também pode determinar que o contato seja feito pelo embaixador brasileiro nos Estados Unidos, Nestor Foster.

Já Luiz Inácio Lula da Silva, em 2008, telefonou para Barack Obama no mesmo dia do anúncio do resultado. O presidente eleito americano retornou dias depois e eles conversaram por 15 minutos. Por sua vez, Michel Temer, em 2016, preferiu parabenizar com um telegrama.

Agência Estado e Correio do Povo

Trump refuta admitir derrota e diz que venceu eleição

 Presidente americano destacou que recebeu mais de 70 milhões de votos; Biden superou os 74 milhões


Em uma nova manifestação via Twitter após a vitória do democrata Joe Biden, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não apenas admitiu a derrota como disse que ele venceu as eleições. O posicionamento ocorre no momento em que figuras dentro do Partido Republicando já parabenizam o adversário. 

Trump afirmou que recebeu mais de 71 milhões de votos – ele passou de 70 milhões, na verdade, três milhões a menos que Biden, que é o presidente eleito com o maior número de votos na história dos Estados Unidos. Em seu tuíte, o atual presidente disse que “coisas ruins aconteceram enquanto os observadores de sua campanha não puderam ver” durante a apuração. Ele não apresentou provas da acusação, porém. A postagem foi marcada como duvidosa pelo Twitter. 

Ainda assim, a campanha de Trump prepara-se para uma batalha judicial, a ser iniciada a partir de segunda-feira. Em comunicado distribuído à imprensa, a campanha fala que a disputa eleitoral “está longe do fim”.

O reconhecimento da derrota faz parte de um rito informal das eleições americanas, onde o vencedor normalmente aguarda o lado que perdeu as eleições para fazer o discurso da vitória. Isso não ocorrerá este ano. 

Biden pode superar 300 delegados

A vitória de Biden, que conforme as projeções da mídia americana, já soma 279 delegados na noite deste sábado, foi confirmada após o democrata levar os votos da Pensilvania, no início da tarde. Naquele momento, Biden foi de 253 para 273 delegados. São necessários 270 para vencer a eleição. 

Na noite deste sábado, Biden ainda lidera no Arizona e na Georgia, enquanto Trump estava à frente na Carolina do Norte e no Alasca. Caso esses resultados se confirmem, Biden terminaria  a disputa com 306 delegados e Trump, com 232. 



Correio do Povo

Biden prega união como presidente eleito: "Era da demonização de uns com os outros acaba agora"

Democrata prometeu não poupar esforços para reverter a pandemia da Covid-19



O primeiro discurso de Joe Biden como presidente eleito foi de união e de guerra declarada à Covid-19. O democrata estendeu a mão a eleitores e congressistas republicanos ao pregar trabalho conjunto para mostrar o melhor dos Estados Unidos ao mundo e resolver as crises internas. “A era da demonização de uns com os outros termina agora”, enfatizou.

“Prometo ser um presidente que não vai dividir, vai unir. Um homem que não vê umas dezenas de estados, vê os Estados Unidos da América”, começou Biden, já na abertura de sua fala. “Eu procurei esse cargo para restaurar a alma da América, reconstruir a espinha dorsal desse país. Milhões votaram por essa visão. Agora tenho o trabalho de tornar essa missão real.”

Após agradecer à sua família e exaltar o papel da vice-presidente, Kamala Harris, Biden se dirigiu aos opositores. “A todos que votaram para o Trump, eu entendo o desapontamento. Eu perdi algumas vezes”, citou. “Mas agora, vamos dar uma chance uns aos outros. É o tempo de baixar a temperatura, olhar um para o outro de novo, escutar uns aos outros. Parar de ver os oponentes como inimigos”, sublinhou o presidente eleito. “Esse é o momento de curar na América”, ponderou.

Em seguida, Biden exaltou os preceitos de dignidade e verdade que pretende seguir: “A América nos chamou para marchar com as forças da decência, da bondade, da esperança e da ciência para as grandes batalhas do nosso tempo”, argumentou. “Contra o Covid, para garantir a saúde da família de vocês, para salvar nosso planeta, para manter o clima sob controle. Precisamos dar a todos nesse país uma chance verdadeira”, avaliou.

A seguir, o futuro presidente mirou seus esforços no combate à pandemia do coronavírus. “Nosso trabalho começa em ter o Covid-19 sob controle. Não temos como reparar a economia e restaurar sua vitalidade até ter isso controlado”, definiu.

“Na segunda-feira, vou criar um grupo de cientistas e médicos para um time de transição que combaterá o Covid-19. Não vou poupar esforço para reverter essa pandemia”, projetou. “Eu sou um democrata orgulhoso, mas eu vou governar como um presidente americano. Vou trabalhar duro para quem não votou por mim, assim como para aqueles que votaram.”


Correio do Povo

Trump refuta admitir derrota e diz que venceu eleição


Planalto vê manifestação sobre vitória de Biden como afobação





Cesta básica de Porto Alegre registra alta de 5,16% em outubro

 Conjunto de alimentos passou a custar R$ 581,39 - R$ 28,53 a mais do que em setembro



A cesta básica de Porto Alegre fechou o mês de outubro em alta de 5,16%, conforme divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta sexta-feira. O conjunto de alimentos passou a custar R$ 581,39 – R$ 28,53 a mais do que em setembro – e está na quarta posição entre as cestas básicas mais caras do Brasil. 

Na capital gaúcha, o produto que registrou alta em relação a setembro foi a batata (38,46%), seguido pelo óleo de soja (20,22%) e o tomate (16,11%). Os demais produtos que tiveram alta foram: o arroz (9,73%), a banana (7,04%), o café (5,58%),  o pão (2,44%), a carne (1,66%), açúcar (0,38%) e o  feijão (0,12%).  Já o leite (-2,37%), a manteiga (-0,85%) e a farinha de trigo (-0,67%) tiveram queda no último mês. 

De acordo com a pesquisa da Dieese, a batata teve o valor aumentado em nove das dez cidades do Centro-Sul. As altas oscilaram entre 7,78%, em Campo Grande, e 38,67%, em Goiânia. A retração foi registrada em Curitiba (-6,67%). A oferta reduzida devido ao fim da colheita de inverno, elevou os preços do tubérculo. 

O valor do óleo de soja apresentou aumento nas 17 capitais, com destaque para Brasília (47,82%), João Pessoa (21,45%), Campo Grande (20,75%) e Porto Alegre (20,22%). O alto volume de exportação, a baixa oferta interna devido à entressafra e a elevação do preço do grão no mercado internacional explicam o contínuo aumento de valor do óleo nas prateleiras dos mercados. 

Os dados da pesquisa indicaram que os preços das cestas básicas aumentaram em 15 capitais pesquisadas. Apenas em Salvador e Curitiba, o custo diminuiu. Com base no conjunto de alimentos mais caro que, em outubro, foi a de São Paulo, o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.005,91, o que corresponde a 4,79 vezes o mínimo vigente, de R$ 1.045,00. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças. 

Correio do Povo

Porchat volta a atacar os cristão: "Se Jesus voltasse hoje, seria travesti"

 O povo da lacração não cansa de atacar a fé cristã. Lamentável.




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1805179526315268&id=522420381257862