domingo, 8 de novembro de 2020

Imóveis: um mercado à prova de crise?

 

Edição 1.222 | 07/09/20
Com juros baixos, cada vez mais brasileiros trocam de casa, mesmo na pandemia. O pujante mercado imobiliário é um dos temas da edição desta quinzena da EXAME, que traz também a diversidade nas urnas, os investimentos "viciantes" da Robinhood e a pressão sobre as big techs. Boa leitura!
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É hora de comprar
Trabalhadores em futuros prédios na Vila Madalena, em São Paulo: obras aceleradas, mesmo com a pandemia | Germano Lüders/Exame
 
  Cortesia   No ano da pandemia de covid-19, da provável maior queda da economia brasileira em mais de um século, existe um setor que vive seu melhor momento em muitos anos. Nunca tantos brasileiros decidiram concretizar a decisão da compra da casa própria. Ou como investimento. O mercado imobiliário mostrou resiliência no momento mais agudo da crise e está liderando o processo de retomada da economia. Um estudo exclusivo preparado pelo Grupo Zap para a EXAME revela a dimensão do momento de transformação do mercado de imóveis residenciais no país. Amparados pelo crédito imobiliário com as menores taxas de juro da história do país, os brasileiros que podem buscam imóveis maiores e estão dispostos a se afastar do centro e dos locais de trabalho graças à opção do trabalho remoto. E começam a pagar mais caro na compra. É um momento de euforia que contrasta com a apatia de muitos setoresLeia a reportagem completa.

O jogo do investimento
Como um aplicativo viciante da fintech Robinhood transformou a compra e a venda de ações num passatempo
 

Big Techs: poderosas demais?
Ações contra Facebook e Google chamam atenção para como as big techs dominam vários segmentos. A forma como elas atuam pode mudar
 

Imposto sim, por que não?
  Cortesia   Ian Parry, economista do FMI, defende um imposto sobre as emissões de carbono
 

Diversidade nas urnas
  Cortesia   As eleições municipais devem trazer um recorde de candidatos de grupos pouco representados. Como isso muda o jogo?
 

Na doença e na saúde
O setor de farmácias está consolidando no Brasil com o avanço de grandes redes. Isso é bom para o consumidor?

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