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Candidato democrata garantiu que medida será tomada no primeiro dia do seu governo
O candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, prometeu que, se vencer as eleições presidenciais, os Estados Unidos serão reincorporados ao Acordo de Paris sobre o clima no primeiro dia do seu governo. Trump confirmou, nesta quarta-feira, a saída oficial do país desse pacto.
"Hoje, o governo abandonou oficialmente o Acordo de Paris. Em exatamente 77 dias, um governo Biden voltará a incorporá-lo", prometeu no Twitter, referindo-se a 20 de janeiro de 2021, data do início do mandato do futuro presidente.
Mais cedo, o democrata saudou o comparecimento dos norte-americanos às urnas e àqueles que encaminharam o voto pelos correios – volume recorde na história do país. Para ele, a atitude é o compromisso mais claro com a democracia: “A democracia é o coração desta nação por dois séculos. Mesmo diante de uma pandemia, mais americanos votaram nesta eleição do que antes”, afirmou.
Na conclusão do rápido discurso, o candidato repudiou ainda qualquer inimizade entre os norte-americanos e, ainda que não tenha declarado vitória, prometeu trabalhar pela união do país. “Não haverá estados azuis ou vermelhos, apenas os Estados Unidos da América”, prometeu, caso seja confirmado presidente dos Estados Unidos pelos próximos quatro anos.
AFP e Correio do Povo
Alguns pontos do leste podem ter chuva isolada e passageira
A quinta-feira será mais um dia em que o sol aparece em todo o Rio Grande do Sul. Nuvens esparsas são esperadas no Leste do Estado, mas o tempo bom predomina. Como persiste a circulação de umidade vinda a partir do oceano, não se pode descartar chuva por demais isolada e passageira no Leste gaúcho no decorrer do dia.
O Estado estará sob a influência de uma massa de ar frio na parte Leste, enquanto pelo Oeste ingressa ar mais quente. Por isso, o dia é mais uma vez agradável com maior aquecimento no Oeste e no Noroeste, onde faz calor à tarde. Vento por vezes moderado deve ocorrer da tarde para a noite.
As mínimas rondam os 3ºC em São José dos Ausentes e os 7ºC em Santana do Livramento. As máximas, por sua vez, podem chegar a 28ºC em Uruguaiana e 29ºC em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 11ºC e 24ºC.
MetSul e Correio do Povo
Estados de Michigan e Arizona registram atos pró-Trump
Pelo menos 30 manifestantes que participaram de um protesto contra o presidente Donal Trump foram presos em Manhattan, Nova Iorque, na madrugada desta quinta-feira, após contrariarem ordem de dispersão da polícia local. Os manifestantes exigem a contagem total dos votos. Os atos ocorrem enquanto o país aguarda o resultado da eleição presidencial.
As prisões ocorreram por volta das 20h de quarta-feira, no horário local, de acordo com um porta-voz do Departamento de Polícia de Nova Iorque. Incêndios foram provocados em áreas onde os manifestantes estavam reunidos. Antes do início da marcha, várias centenas de manifestantes se reuniram no Washington Square Park, em Manhattan, para um protesto contra Trump e a violência policial.
Já em Detroit, no Michigan, e em Phoenix, no Arizona, dezenas de apoiadores do atual presidente Trump se reuniram em frente aos centros de apuração dos votos para pedir a interrupção da contagem das cédulas eleitorais.
Agência Estado e Correio do Povo
Pazuello testa negativo para Covid-19, diz Ministério da Saúde
Senado confirma derrubada de veto à desoneração da folha até 2021
Prefeitura amplia horário de funcionamento do comércio em Porto Alegre
Ceará vence o Santos por 1 a 0 e garante vaga nas quartas da Copa do Brasil
Flamengo vence o Athletico-PR por 3 a 2 e avança na Copa do Brasil
EPTC garante que trajeto não foi cancelado e pode se consultado pelo aplicativo
Os moradores da Vila Santa Helena, no bairro Lomba do Pinheiro, que precisam utilizar a linha de ônibus 397.4, entre 6h e 8h, se surpreenderam na última segunda-feira ao não encontrarem coletivo que saía da parada 12, entre a avenida Deputado Adão Pretto e a rua Continental. Nesta terça-feira, o fato se repetiu e motivou uma manifestação de cerca de 50 pessoas, no final da tarde, em frente ao abrigo onde costumava sair o veículo.
“Havia uma outra linha, Bonsucesso-Santa Helena, mas que já chegava aqui lotado. Então, há mais de 20 anos, quando o bairro, que pertencia a Viamão, passou a ser de Porto Alegre, conquistamos este serviço, que nos foi tirado”, diz a representante do Coletivo Mulheres em Ação, Tania Aguiar. Segundo ela, a alteração ocorreu sem diálogo com a comunidade. “É um desrespeito, uma injustiça com uma das regiões que mais têm óbitos e internações por Covid-19. Foi na cala da noite”, reclama. Na manhã de terça-feira, representantes de entidades representativas do bairro estiveram no local, onde 18 pessoas esperavam na fila, sem saber da mudança.
Nair Trindade, da Associação Amigos da Lomba do Pinheiro, teme que outro serviço, que ainda está normalizado, o da lotação que passa na região, possa sair de lá. “Queremos a permanência da lotação e a volta da nossa linha, que faz somente o trajeto bairro-Centro, já era o suficiente para os trabalhadores da Santa Helena”, conta. Faixas e cartazes foram expostos durante o protesto, que contou com apoio dos motoristas e de pedestres que passavam por ali na ocasião. Tania lembra que o bairro tem uma comissão de transporte coletivo, que também não foi avisada da alteração. “Queremos dialogar com a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação), estamos abertos a isso. Se não der certo, vamos recorrer à Justiça”, afirma.
A EPTC, por nota, informa que a linha 397.4 não foi cancelada e que “pode ser consultada no aplicativo TRI POA, com horários e itinerário em tempo real, assim como também na tabela horária disponível no site da EPTC”. A linha de reforço para atender a demanda de passageiros no horário do pico na região da Lomba do Pinheiro foi reforçada, segundo o órgão, “de uma para quatro viagens no pico da manhã, para dar mais conforto ao usuário, nos horários das 6h15, 6h55, 7h35 e 8h15, e garantir praticamente o mesmo atendimento de antes da pandemia”, diz a nota.
Conforme a EPTC, o ponto inicial foi deslocado para cerca de um quilômetro na mesma via, avenida Deputado Adão Pretto, “com o incremento da oferta em mais de 100% e para ter um melhor atendimento aos passageiros em todo o percurso”.
Correio do Povo
Estudo feito na Índia com 250 profissionais de saúde com uso prolongado das máscaras cirúrgicas ou N 95, essenciais para proteger esses profissionais da contaminação do covid 19, revela uma série de problemas na área respiratória, na pele da face, na boca, dentre outros. No caso das máscaras artesanais, usadas por pessoas saudáveis, não há evidência de proteção do covide mas os efeitos colaterais para a saúde certamente são os mesmos.
Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1801211503378737&id=522420381257862
Ibovespa acompanhou o bom humor externo e fechou em alta de 2,16%
No dia das eleições norte-americanas, o dólar teve pregão volátil no Brasil, oscilando 11 centavos entre a máxima e a mínima. Pela manhã, caiu a R$ 5,65 em meio ao maior apetite por ativos de risco no mercado financeiro global, com a visão de que uma vitória de Joe Biden hoje pode ser acompanhada de grande pacote de estímulo fiscal, que pode superar US$ 3 trilhões, o que deve enfraquecer o dólar mundialmente. Nos negócios da tarde, o clima de cautela prevaleceu antes do encerramento da votação e dos eventos dos próximos dias e dólar passou a ensaiar alta, com investidores recompondo posições, em meio à visão de que o dólar abaixo de R$ 5,70 está barato neste momento.
Em sessão de fraco volume de negócios, o dólar à vista terminou em alta de 0,42%, cotado em R$ 5,7622, perto das máximas do dia. No mercado futuro, o dólar para dezembro fechou com ganho de 0,20%, cotado em R$ 5,7620.
Após bater os níveis mais altos em 30 dias, o dólar passou a cair hoje em meio a visão do mercado de que Biden pode ser o vencedor, comenta o analista sênior de mercados do banco Western Union, Joe Manimbo. Uma "onda azul" em Washington, com democratas levando a Casa Branca e o Senado pode desencadear estímulos mais pró-mercados e, em última instância, negativos para o dólar do que no caso de uma reeleição de Donald Trump.
Apesar do clima de calmaria de hoje, com alta das bolsas e queda do dólar, Manimbo alerta que este ambiente pode rapidamente mudar. Sobretudo se na noite de hoje, quando começar a apuração, a sinalização for de uma disputa apertada entre os dois candidatos, o que pode abrir espaço para contestação judicial e dias de incerteza, ressalta o analista. Para o Brasil, a visão de especialistas ouvidos pelo Broadcast é que o país pode se beneficiar menos deste ambiente de maior liquidez internacional, por causa das críticas de Biden à política ambiental de Jair Bolsonaro e a forte deterioração fiscal.
"Foi um dia de otimismo global, com esperança de estímulos nos Estados Unidos, reduzindo assim a pressão no dólar, que caiu bastante aqui e recuperou um pouco à tarde", ressalta o chefe da mesa de câmbio da Terra Investimentos, Vanei Nagem. "O mercado foi de pouca liquidez hoje."
No mercado doméstico, o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria brasileira teve em outubro o maior crescimento desde 2006 e ajudou a melhorar o humor dos investidores. Ainda nos eventos internos, a perspectiva de aprovação hoje no Senado do projeto de autonomia do Banco Central também é positiva. As mesas de câmbio monitoram ainda a ata da reunião de política monetária do BC. Os analistas do JPMorgan vêm menor chance de corte de juros pela frente, apontando que o BC elevou o tom no documento sobre os riscos fiscais no Brasil e que os dirigentes alertaram para risco de instabilidade nos preços dos ativos caso haja mais cortes na Selic.
Vindo de sua pior semana desde março e tendo emendado em outubro o terceiro mês de perdas, o Ibovespa chegou a mostrar menos ímpeto à tarde do que pela manhã, mas conseguiu fechar o Election Day nos EUA em alta de 2,16%, a 95.979,71 pontos, com ganhos em Nova Iorque de até 2,06% (Dow Jones) no encerramento, após segunda-feira também positiva em Wall Street, que movimentou para cima os ADRs de empresas brasileiras.
Reforçado, o giro neste retorno de feriado ficou em R$ 31,8 bilhões na B3, com o Ibovespa saindo de mínima na abertura a 93.967,64 e chegando na máxima do dia, renovada perto do fechamento, a 96.350,23 pontos (+2,55%). Na Europa, Frankfurt (+2,55%) e Milão (+3,19%) fecharam nos picos da sessão, após série ruim em que os índices do velho continente estiveram pressionados por novas medidas de distanciamento social em resposta à segunda onda de covid-19.
"Os mercados reagiram positivamente ao Dia das Eleições, finalizado hoje, e saudaram positivamente o 'novo presidente americano', o que pode destravar a agenda de pacotes de estímulos nos EUA. Uma sinalização importante é que os eleitores democratas tendem a votar mais por correio", aponta em nota a Upside Investor Research. A consultoria política Eurasia avalia em 80% a chance de triunfo para Biden e, caso o democrata seja vitorioso na Flórida, Carolina do Norte ou Arizona, o resultado final pode ser conhecido ainda esta noite - uma rápida definição que seria muito bem-vinda para os investidores.
"Se Biden vencer ainda hoje, os mercados emergentes devem abrir bem amanhã. Por outro lado, quanto mais apertado for o resultado, especialmente em swing States estados que alternam preferência, maior a chance de judicialização. O mercado pareceu colocar no preço hoje uma onda azul, com vitória de Biden acompanhada por maioria democrata no Senado e na Câmara. Mas é preciso ter cautela", aponta Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos.
Como em 2000, o pior cenário envolve apuração prolongada e questionamentos judiciais, que tendem a atrasar definição do vencedor. Ainda assim, o mercado começou a se posicionar para vitória de Biden e reconfiguração de forças no Senado, que abriria caminho para mais estímulos após a materialização de "onda azul" - ou seja, ampla vitória democrata nas urnas, passando a contar o futuro presidente com maioria nas duas casas.
Sanchez destaca fatores domésticos que contribuíram para que o Ibovespa buscasse desde cedo se ajustar à sequência positiva em Wall Street. "A ata melhorou muito a comunicação do BC, com diretrizes mais objetivas e opções muito mais claras, reduzindo a zero a chance de cortes adicionais (na Selic)", observa o economista-chefe da Ativa, chamando atenção também para a abordagem da questão fiscal no documento. "Desde ontem, com as declarações do Rodrigo Maia contra a prorrogação do auxílio emergencial e de estado de calamidade, já havia um sentimento mais positivo quanto ao fiscal", acrescenta.
"Não acredito que o mercado tenha embarcado em 'onda azul' - haveria mais motivos de preocupação do que para celebrar. O fato é que, com Trump, Wall Street triplicou de valor - o S&P 500 estava em 1.120 pontos naquela madrugada de 2016 em que surpreendeu e saiu vitorioso. Trump sofreu desgaste no último ano de mandato, mas não dá para esquecer o que foi feito antes. Não há definição, vai ser uma madrugada para passar acordado", diz Jefferson Laatus, estrategista-chefe do Grupo Laatus.
"Independente de quem vença, o pacote vai destravar, senão a economia apaga em momento no qual a Europa volta para a quarentena", acrescenta. "Por outro lado, para o Brasil, eventual vitória de Biden seria problemática especialmente em relação ao meio ambiente, com mais pressão internacional, coordenada a partir dos EUA, sobre a Amazônia", observa Laatus.
Nesta terça-feira, os ganhos se distribuíram bem na B3 por empresas e setores, como os de commodities (Petrobras ON +3,95% e PN +3,75%; Vale ON +4,61%, no pico do dia no fechamento), bancos (Bradesco PN +3,42%, Itaú PN +2,43%) e siderurgia (CSN +9,01%, maior alta do Ibovespa, e Gerdau PN +6,28%, segundo maior ganho do dia). Na ponta do índice da B3, além de CSN e Gerdau, destaque também para Usiminas (+6,24%). No lado oposto, CVC cedeu 3,26%, BR Malls, 2,94%, e Sul América, 2,50%.
O mercado de juros fechou taxas em alta, refletindo a leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e fatores técnicos relacionados ao megaleilão de 5 milhões de NTN-B 15/5/2023. Os vértices intermediários foram os mais afetados, pela percepção de que o documento "corrigiu" o tom "dovish" e, para muitos, equivocado, do comunicado. Com isso, na curva a termo, as apostas em aperto da Selic em dezembro ganharam espaço. As máximas foram atingidas à tarde, passado o leilão, mesmo com a manutenção do cenário positivo no exterior, onde os ativos de risco tiveram boa performance, amparados na ideia de que uma vitória democrata na eleição presidencial americana deve acelerar o acordo para o pacote fiscal nos Estados Unidos.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 subiu de 3,465% no ajuste de sexta-feira para 3,51% no fechamento da sessão estendida. O DI para janeiro de 2023 encerrou a sessão estendida em 5,18%, de 5,056% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2025 fechou com taxa de 6,92%, ante ajuste anterior de 6,785%, e a do DI para janeiro de 2027 avançou de 7,574% para 7,69%.
Os pontos mais destacados da ata foram aqueles em que o Banco Central discorre sobre o forward guidance, orientação futura de que não pretende reduzir os estímulos monetários se cumpridas determinadas condições que, segundo o BC, seguem satisfeitas: projeções de inflação abaixo da meta no horizonte relevante, regime fiscal não alterado e expectativas de inflação de longo prazo ancoradas. E explicou que sustentar o teto de gastos por si só não garante o forward guidance. "Alterações de política fiscal que afetem a trajetória da dívida pública ou comprometam a âncora fiscal motivariam uma reavaliação, mesmo que o teto dos gastos ainda esteja nominalmente mantido", afirma a ata.
Depois da ata, a precificação para a Selic na curva hoje apontava 75% de chance de aperto de 25 pontos-base no Copom de dezembro, ante 67% na sexta-feira. Os cálculos são do Haitong Banco de Investimento.
Vitor Carvalho, sócio-gestor da LAIC-HFM, viu o mercado de juros hoje basicamente reagindo à ata, que, na sua visão, corrigiu "um comunicado que estava fora da realidade". "O mercado de DI segue zerando posições pela falta de fluxo novo", disse. Além da questão do teto, Carvalho destaca ainda ter sido importante o BC sinalizar que preservou a frase sobre o espaço remanescente para corte, que já constava do comunicado e ata anteriores, somente por "uma questão prudencial". "Ou seja não quer dizer nada", afirmou.
A ata já pressionava os juros de curto e médio prazos pela manhã e, passado o leilão de NTN-B, as taxas deste trecho ampliaram a alta e atingiram as máximas do dia, enquanto os longos zeraram o viés de baixa. Nas mesas, profissionais atribuíram o ganho de ritmo às operações de investidores que, ao participarem do leilão, precisavam se proteger no DI. "O mercado está travando o risco da inflação implícita dos papéis", disse um gestor, ressaltando que mesmo com oferta grande, de 5 milhões - a maior do ano para um único vencimento de NTN-B -, a operação teve grande demanda.
Agência Estado e Correio do Povo
Resultado deixa o Xavante na 13° colocação, com 22 pontos e "distante" da zona de rebaixamento
Em jogo de pouco brilho, o Brasil de Pelotas empatou com o Sampaio Corrêa sem gols, na noite desta terça-feira, no estádio Bento Freitas, em jogo adiado da quinta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o time maranhense ficou na sexta posição, com 28 pontos, a três do Juventude, o primeiro dentro da zona de acesso. No entanto, ainda tem um jogo a menos. O Xavante, por outro lado, ficou em 13º, com 22, fora da zona de rebaixamento.
Sem poder contar ainda com o técnico Claudio Tencati, o Brasil encontrou as mesmas dificuldades dos últimos jogos, esbarrou na marcação do Sampaio Corrêa e reclamou muito de um pênalti não marcado em uma disputa entre Ferreira e Nuno. O duelo foi de poucas emoções, mas com leve domínio do Sampaio Corrêa na etapa inicial.
O time maranhense foi mais arisco, mas não eficaz. Ferreira arriscou de longe e colocou o goleiro Rafael Martins para trabalhar. Danilo Gomes e Caio Dantas também tentaram, sem sucesso. No fim da etapa inicial, o Brasil criou sua única oportunidade. Bruno José deixou com Delatorre. Com o gol aberto, mandou por cima.
No segundo tempo, o Brasil deu mostras de que cresceria e chegou a perder nova chance clara com Delatorre. Desta vez, Marlon salvou em cima da linha. Danilo Gomes foi outro que tentou para o time gaúcho. Ele recebeu na esquerda, levou para o pé direito e carimbou a trave.
Diferente do primeiro tempo, quando teve domínio, o Sampaio foi sufocado pelo Brasil, que não conseguiu transformar a superioridade em gol. O time maranhense ainda perdeu Eloir expulso. Com um a menos, teve de se fechar para segurar o Brasil, mas claramente desperdiçando grande oportunidade de se aproximar dos líderes.
Em seu próximo compromisso, o Brasil enfrenta o Cuiabá no sábado, às 16 horas, no estádio Bento Freitas. No domingo, às 16h, o Sampaio Corrêa recebe o Vitória no Castelão, em São Luís.
Agência Estado e Correio do Povo
Segundo Ministério da Saúde, ele continuará sendo monitorado pela equipe médica que o acompanha desde o início do tratamento para a Covid-19
O Ministério da Saúde informou que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, recebeu alta do Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, no fim da tarde desta terça-feira.
Pazuello seguirá sendo monitorado pela equipe médica que o acompanha desde o início do tratamento para a Covid-19, em sua residência, na capital federal, afirma o ministério. O ministro também se submeteu a um novo teste para Covid-19 e aguarda o resultado.
Pazuello passou o fim de semana internado no Hospital das Forças Armadas, em Brasília. O hospital é o mesmo no qual o ministro estava cumprindo isolamento social após ser diagnosticado com a Covid-19, há 13 dias.
Ele havia sido transferido para a unidade particular após um quadro de desidratação na última sexta-feira. Horas após receber recebe alta hospitalar e deixar o Hospital DF Star, o ministro retornou ao Hospital das Forças Armadas.
No hospital, ele se submeteu a exames do tratamento da Covid-19 para hidratação e acompanhamento médico. O procedimento faz parte da conduta indicada pela equipe médica do ministro.
R7 e Correio do Povo
A Secretaria de Estado do Vaticano requisitou aos representantes pontifícios que partilhassem com os bispos de cada país alguns esclarecimentos sobre os comentários em relação às uniões civis homossexuais feitas pelo Papa Francisco, em um documentário lançado no festival de cinema de Roma no dia 21 de outubro.
Conforme já havíamos adiantado aqui na Gazeta do Povo, as palavras do papa foram tiradas de contexto. Neste domingo (1.º), a Secretaria de Estado do Vaticano confirmou, não só que as palavras que o Papa Francisco disse no documentário foram mal interpretadas, mas que elas foram retiradas de duas perguntas diferentes e reproduzidas como se fosse uma resposta só.
Quero continuar a ler a reportagem completa.
Gazeta do Povo