O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, anunciou neste sábado (7) que o país não participará do “Conselho de Paz”, iniciativa proposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, devido a limitações constitucionais consideradas insuperáveis.
Motivos da decisão
Segundo Tajani, a Constituição italiana não permite que o país integre uma organização comandada por um único líder. Ele reforçou que a Itália continua disposta a colaborar em iniciativas voltadas à paz, incluindo apoio em Gaza e na formação de forças policiais.
Contexto do Conselho
O “Conselho de Paz” foi inicialmente concebido para supervisionar a trégua em Gaza e coordenar a reconstrução do território palestino. Com o tempo, passou a ser pensado como um organismo voltado para a resolução de conflitos em escala global.
Declarações e repercussões
Após encontro com o vice-presidente americano JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, Tajani destacou que há um “obstáculo jurídico insuperável” para a adesão italiana.
A primeira-ministra Giorgia Meloni já havia sinalizado, duas semanas antes, que a configuração atual do Conselho levantava problemas constitucionais. Outros aliados dos EUA, como França e Reino Unido, também manifestaram dúvidas sobre a proposta.
📌 Resumo: A Itália descartou integrar o “Conselho de Paz” liderado por Trump, alegando barreiras constitucionais. O governo italiano, no entanto, reafirmou disposição em contribuir com iniciativas de paz, especialmente relacionadas a Gaza.

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