BB e Itaú cortam juros após Copom reduzir Selic para 6% ao ano

por Danielle Brant e Tássia Kastner

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Caixa se antecipou à redução e já havia comunicado diminuição de taxas para pessoas físicas e jurídicas

Após o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) reduzir a taxa básica Selic para 6% ao ano nesta quarta-feira (31), Banco do Brasil e Itaú Unibanco anunciaram o corte nas taxas de empréstimos para pessoas físicas e empresas.

A Caixa Econômica Federal já havia se antecipado ao movimento de redução e comunicado a diminuição de suas taxas para pessoas físicas e jurídicas durante a tarde desta quarta.

No caso do BB, os cortes foram no crédito para pessoas físicas, jurídicas e financiamento imobiliário, em taxas que passam a valer na próxima segunda (5). No crédito imobiliário, a taxa mínima no SFI (Sistema Financeiro de Habitação) cairá de 8,49% para 8,29%. O SFI abrange imóveis até R$ 1,5 milhão e permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Haverá redução ainda na linha de carteira hipotecária, em que os juros cairão de 8,85% para 8,65%.

O banco decidiu reduzir ainda os juros mínimos no crédito com garantia de veículo (de 1,57% para 1,53% ao mês) e no financiamento para compra de carros novos e seminovos (de 0,88% para 0,84%). No empréstimo pessoal sem garantia, a taxa mínima diminuirá de 2,99% para 2,95% ao mês.

No caso de empresas, a redução se deu em algumas linhas, como desconto de cheque, em que os juros vão cair de 1,26% ao mês para 1,22%.

Já o Itaú Unibanco afirmou que repassará integralmente, a partir de segunda, o corte de 0,5 ponto percentual na Selic. As diminuições se darão no crédito para pessoas físicas e em capital de giro para empresas. A instituição financeira não quis informar as taxas de juros cobradas hoje nas duas linhas.

Mais cedo, a Caixa anunciou corte de até 40% em algumas linhas de crédito para pessoas físicas e empresas.

Segundo o banco, a partir de 1º de agosto, a taxa máxima de cheque especial para pessoas físicas cairá de 13,45% ao mês para 9,99%.

No crédito pessoal tradicional, a taxa começará em 3,99% ao mês —antes, partia de 4,99% mensais. No empréstimo para quem recebe salário na Caixa, o juro diminuirá para 2,29% ao mês. No cartão de crédito, o banco decidiu isentar os clientes de pagar anuidade.

Para empresas, a Caixa também reduziu a taxa em algumas linhas. No cheque especial, o recuo foi de 14,95% para 9,99% mensais. O empréstimo de antecipação de recebíveis caiu de 1,89% para 1,85% ao mês.

A atividade econômica do Brasil iniciou o segundo trimestre com recuo em abril depois de terminar os três primeiros meses do ano com contração, pressionada principalmente pelas vendas varejistas e ratificando as preocupações com o crescimento, segundo o Banco CentralAvener Prado - 09.set.2015/Folhapress

Além disso, o banco decidiu oferecer a partir de 19 de agosto, para pessoas físicas e jurídicas, o chamado pacote Caixa Sim.

Para quem contratar, as taxas no cheque especial cairão para 8,99%, para pessoas físicas e empresas.

No crédito pessoal tradicional e para conta-salário, as taxas para pessoas são iguais às de clientes que não têm o pacote.

A vantagem, para as pessoas físicas que contratarem o pacote, é que o valor mensal pago em tarifa (R$ 25) será devolvido ao cliente em bônus para celular. O produto inclui um seguro de vida prestamista com cobertura de até R$ 4.000 de operações de crédito, em caso de sinistro.

Para empresas, a tarifa é de R$ 49,50, mas sem reversão de crédito para celular e sem o seguro.

Fonte: Folha Online - 31/07/2019 e SOS Consumidor


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Bolsonaro confirma mal-estar

BRANKO MILANOVIC: CRESCIMENTO, ESTADO DE BEM-ESTAR E A DEMOCRACIA SEGUIRÃO AMEAÇADOS!

(Fernando Canzian - Folha de S.Paulo, 30) Um dos maiores especialistas em desigualdade global, o economista Branko Milanovic diz que o encolhimento da classe média em países como os EUA leva à ascensão de líderes populistas e coloca em risco o crescimento mundial. "Estamos votando contra porque estamos infelizes", diz.
De fora, o mundo parece cada vez menos desigual, com a renda dos países pobres e ricos convergindo. Internamente, porém, a desigualdade só aumenta, espremendo a classe média. Qual a consequência disso? 
Há de fato uma melhora significativa entre as classes mais pobres em países emergentes, principalmente na Ásia. A China atrai mais atenção, mas essa tendência ocorre também na Índia, na Tailândia, no Camboja e no Vietnã.
Esses países têm uma força de trabalho razoavelmente bem-educada, capaz de fazer o que era feito no Ocidente a um custo muito menor.
Então é normal, especialmente se você tiver a capacidade tecnológica de deslocar sua produção para esses países, que prefira que as pessoas estejam trabalhando lá do que na Suécia, nos EUA ou na França, porque vai lucrar mais.
Vem daí parte do fato de a classe média estar sendo espremida. É a globalização somada ao avanço tecnológico trabalhando juntos. Mas é ilusório acreditar que seja possível isolar quanto disso se deve à globalização e quanto às mudanças tecnológicas, porque a globalização é a moldura do quadro no qual acontecem as mudanças tecnológicas.
Mas há uma segunda pressão, que vem do topo. Dos 1%, 5% ou até 20% mais ricos que estão no alto da pirâmide. São pessoas que conseguem se dar muito bem na globalização, que não estão competindo com os que estão na China ou em outros locais.
Pessoas que, de certo modo, se beneficiam da existência de uma força de trabalho mais barata nesses países.
Então, temos uma situação paradoxal, pois o que há de fato é um alinhamento de interesses entre o mundo pobre e o mundo rico contra a classe média nos países ricos.
Ao contrário do dinheiro, que se movimenta livremente pelo mundo, há um limite claro para a imigração. É possível atacar a desigualdade só com taxação sobre o capital, que é móvel?
Os governos se tornaram impotentes para fazer muita coisa, particularmente para colocar impostos sobre o capital.
Conhecemos boas citações de Adam Smith (1723-1790) dizendo basicamente que uma pessoa que possui capital não é um cidadão do seu país de origem, é um cidadão do mundo. Porque pode movê-lo para onde quiser.
E isso agora também é verdade para a mão de obra altamente qualificada.
Você pode fazer muitos trabalhos em muitos lugares do mundo hoje em dia. Com isso, os governos nacionais não são capazes de cobrar impostos facilmente dessas pessoas. É uma situação muito difícil para o Estado de bem-estar social, sob as condições da globalização, porque as pessoas que têm capital monetário ou habilidades muito qualificadas realmente deixam esses países e vão para outros lugares.
E, como se sabe, há muitos países que ficariam felizes em recebê-los, porque eles trazem o poder de compra, dinheiro e tudo o mais.
A ironia aqui é que enquanto países ricos no Ocidente se beneficiam do influxo de trabalho qualificado vindo de países pobres, eles não estão felizes em receber mais estrangeiros. Por isso, fecham a fronteira.
A consequência parece ser um revide da classe média, quando ela vota em governos e líderes populistas, não?
É verdade. E é comum as pessoas perguntarem qual é o programa para as classes médias, como elas poderiam mudar. O fato é que não há nenhum programa coerente.
Então, grande parte dessa votação é o que costumava ser, e ainda é, o chamado voto de protesto. Em outras palavras, estamos votando contra e em boa medida porque estamos infelizes.
Agora, quais são as promessas que pessoas como Donald Trump fazem? São de dois tipos.
De um lado, de que algo será alterado na globalização. No caso de Trump, a promessa é ir a uma guerra comercial com a China, trazer esses empregos de volta para os EUA, o que evidentemente é impossível. Os empregos se foram e não vão voltar.
Mas pelo menos existe uma retórica, existe algum uso de força política para possivelmente forçar a China a mudar os direitos sobre propriedade intelectual, o uso da tecnologia estrangeira, talvez aumentar a importação de soja e coisas assim.
Do outro lado, há só promessa de melhora da distribuição em nível nacional. Porque até agora vimos a reação contra a China e a globalização. Mas muito pouca reação política em termos de medidas a favor da diminuição da desigualdade interna.
Há idas e vindas de políticos. Há, por exemplo, [a deputada democrata norte-americana] Alexandria Ocasio-Cortez, que fala em alíquotas de 70% para os mais ricos ou [o senador independente] Bernie Sanders.
A ironia é que hoje vemos essa ala do espectro político americano mais à esquerda do que em qualquer outra nação no Ocidente. Estamos acostumados a ver os EUA mais à direita do que, digamos, a Suécia ou a Alemanha. É irônico que haja um segmento socialista nos EUA.
Qual a consequência do aprofundamento das desigualdades para o crescimento econômico sustentável?
Essa é a grande questão. O argumento de sempre era o de que seria preciso uma classe média muito forte não apenas para manter a democracia, mas para criar um grupo de pessoas com o mesmo padrão de consumo para gerar produção em massa.
O perigo de fazer a classe média desaparecer é que o motor do crescimento terá que mudar. Não significa que não haverá crescimento, mas que haverá um tipo muito diferente de crescimento.
Outra questão é que quanto maior a desigualdade, menor será a parcela de ricos interessados em serviços públicos, porque eles podem pagar por serviços privados de melhor qualidade como escolas, transporte e saúde.
Numa sociedade polarizada e desigual será possível existir seguro social, sendo que, por definição, a seguridade social inclui todo mundo? Porque se o seguro social for apenas para pessoas que não têm dinheiro ou estão sem trabalho, quem vai pagar por isso?
Os ricos, com certa razão, então pensam que, se não usam nada do Estado, porque pagam por serviços privados, não deveriam pagar pelos serviços públicos.
Portanto, percebemos que há problemas imensos à frente. Primeiro, do Estado de bem-estar social; segundo, do tipo de crescimento que estamos tendo; e, terceiro, da democracia.
Isso não é brincadeira. São questões sérias sobre as quais não teremos consequências em seis meses, mas daqui a 10 ou 20 anos.


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No Paraná, 70% aprovam administração de Ratinho Junior

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Por Ernesto Neves

Ratinho Júnior (Divulgação/Divulgação)

Levantamento exclusivo do Instituto Paraná mostra que 70,4% dos paranaenses consideram a administração do governador Ratinho Junior (PSD) ótima ou boa.

Só 16,9% responderam que seu governo é ruim ou péssimo, enquanto 2,6% não souberam ou não quiseram responder.

As entrevistas foram feitas entre os dias 16 e 20 de julho.


Veja

Bolsonaro diz que, mesmo após ataques, não vai mudar seu jeito de ser

Em conversa exclusiva com O GLOBO, Bolsonaro confirma que continuará falando à parcela da população mais conservadora e à direita, a primeira a aderir à sua candidatura

Jussara Soares

Presidente Jair Bolsonaro Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERSPresidente Jair Bolsonaro Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS

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BRASÍLIA —O presidente Jair Bolsonaro tem um recado claro: ele não vai mudar. A repercussão negativa, e até críticas de aliados, a suas declarações nos últimos dias, com ataques a governadores do Nordeste e contestação de dados históricos da ditadura militar , estão longe de fazê-lo repensar o próprio comportamento. Em conversa exclusiva com O GLOBO, Bolsonaro confirma que continuará falando à parcela mais conservadora da população, a primeira a aderir à sua candidatura .

— Sou assim mesmo. Não tem estratégia. Se eu estivesse preocupado com 2022 não dava essas declarações — afirmou Bolsonaro, ao ser questionado se as falas recentes são planejadas ou apenas resultado de impulsividade.

O presidente recebeu a reportagem em seu gabinete no terceiro andar no Palácio do Planalto após a cerimônia em que lançou um amplo processo de flexibilização de segurança e saúde do Trabalho. Depois de uma curta entrevista coletiva com jornalistas, Bolsonaro estava subindo a rampa que liga o Salão Nobre ao seu gabinete quando foi abordado pela reportagem, que pediu uma conversa com ele. Imediatamente, sem ouvir seus auxiliares da área de comunicação, pediu que os seguranças liberassem a repórter para acompanhá-lo.

LEIA : 'E você acredita em Comissão da Verdade?', questiona Bolsonaro

Planos para o garimpo

A conversa não pôde ser gravada. Na entrada do gabinete, os celulares tiveram que ficar guardados. Entretanto, Bolsonaro, que havia dito que não daria entrevista, emprestou a própria caneta Bic. Assim, suas declarações poderiam ser anotadas corretamente.

Como o encontro não estava previsto, a conversa, que durou 15 minutos, foi interrompida três vezes pelo ajudante de ordens para lembrá-lo que existiam outros dois compromissos à espera. Bolsonaro, mesmo com o alerta, deixou a conversa fluir e falou de vários assuntos, mesmo os incômodos. Afirmou que a imprensa o persegue, mas que não se importa mais.


— O dia que não apanho da imprensa eu até estranho — disse, rindo.



O Globo

E a popularidade de Sergio Moro… subiu

O desgaste causado pela imprensa verdevaldiana, que usou mensagens roubadas por estelionatários para atingir Sergio Moro e tirar Lula da cadeia, já está sendo revertido.

Segundo o Atlas Político, que faz pesquisas mensais sobre o assunto, a popularidade de Sergio Moro parou de cair – ela até subiu um pontinho, de 50,4% para 51,4%.

Ele continua sendo a personalidade mais popular do Brasil, seguido por Jair Bolsonaro.

Quanto a Lula, sua popularidade voltou a cair (de 35,1% para 33,2%), um dado que se reflete também no percentual de eleitores favoráveis à sua prisão (51,7% contra 37,4%).

O Antagonista


ANÁLISES FURADAS
XVIII- 202/18 -01.08.2019

________________________________________

ANÁLISES FINANCEIRAS

Recebo, regularmente, inúmeros relatórios produzidos por analistas das maiores instituições financeiras do nosso país. Alguns vem assinados por analistas tarimbados, demonstrando seriedade e bons fundamentos; outros (não são poucos) de analistas que sequer acreditam naquilo que falam ou escrevem; e não faltam, também, aqueles cujas projeções nada tem a ver com o que realmente acontece.

BALANÇO DA VALE

Ontem, por exemplo, logo após a Vale tornar público o balanço do 2º trimestre, que apontou um PREJUÍZO DE U$ 133 milhões no período, imediatamente tratei de comparar este mau resultado com as projeções feitas por várias instituições financeiras, publicadas no jornal Valor do dia 30/7, que indicavam LUCRO MÉDIO DE US$ 2,6 bilhões, apesar da perda de produção resultante da tragédia de Brumadinho (MG). Eis:

J.P. MORGAN

O J. P. Morgan, na sua projeção, disse que apesar das vendas da Vale terem decepcionado no trimestre, os resultados no período serão sustentados por preços mais altos do minério. Estimou receita de US$ 9,3 bilhões, Ebitda de US$ 4,9 bilhões e LUCRO LÍQUIDO de US$ 2,6 bilhões para a Vale no segundo trimestre do ano.


ITAÚ BBA

Já o Itaú BBA disse esperar um resultado "sólido" no período. Estimou receita de US$ 9,4 bilhões, Ebitda de US$ 4,7 bilhões e LUCRO LÍQUIDO DE US$ 2,47 bilhões para a Vale entre abril e junho.

BRADESCO

O Bradesco BBI, por sua vez, projetava que o custo da empresa será impactado por volumes menores. Previu que o custo de produção da Vale até o porto, o chamado custo caixa C1, deva subir US$ 1,5 por tonelada, situando-se em US$ 15,4 por tonelada. O banco projetou receita de US$ 9,4 bilhões, Ebitda de US$ 4,8 bilhões e LUCRO LÍQUIDO DE US$ 1,72 bilhão para a Vale no segundo trimestre.

ENGANADOS OU...

Ora, quando estamos falando de PROJEÇÕES, por certo que ninguém pode esperar que os relatórios mostrem números com resultados exatos. Entretanto, quando as especulações dão conta, como é o caso da VALE, de um LUCRO MÉDIO DE U$ 2,6 BILHÕES, e o RESULTADO mostra um PREJUÍZO DE U$ 133 MILHÕES,  aí é demais. Ou foram todos enganados por algo impossível de ser previsto, ou...


MARKET PLACE

PRODUÇÃO INDUSTRIAL - A produção industrial recuou 0,6% em junho.  Como resultado, a produção industrial encerrou o 2T19 com queda de 0,7% em relação ao trimestre anterior. A abertura da pesquisa revelou que a produção em todas as grandes categorias da indústria recuou entre maio e junho, com destaque para as quedas das indústrias de bens de consumo não duráveis (-1,2%) e de bens intermediários (-0,3%). Os insumos típicos da construção civil, importante indicador coincidente do PIB da construção, também recuou em junho (-0,4% considerando a série dessazonalizada por nós), permanecendo em nível deprimido.

DETALHE: enquanto a economia padece, os deputados e senadores curtem férias, deixando de lado as REFORMAS que poderiam mudar o panorama do nosso sofrido e empobrecido Brasil. 
DIA DOS PAIS - No Dia dos Pais, os clientes do Moinhos Shopping irão concorrer a uma viagem para um dos maiores e mais importantes eventos de tênis do mundo: o torneio Australian Open. O sorteio garante uma viagem com acompanhante para Melbourne, cidade onde o campeonato é realizado. O Australian Open é disputado no final do mês de janeiro e compõe um dos quatro torneios do Grand Slam de tênis, sendo o primeiro da temporada. O campeonato compreende as categorias simples e duplas nas quais concorrem homens e mulheres.
O vencedor da promoção irá viajar com um acompanhante a Melbourne, na Austrália, entre os dias 20 e 29 de janeiro de 2020, com direto a sete noites de hospedagem no Melbourne Marriott Hotel, além de seguro saúde e do ingresso para prestigiar um dia do torneio. Para participar, entre os dias 29 de julho e 12 de agosto, os clientes devem trocar R$ 500,00 em compras nas lojas participantes do Moinhos Shopping por um cupom para concorrer ao sorteio. A troca dos cupons ocorrerá no balcão de troca, localizado no primeiro andar do empreendimento. O sorteio será realizado no dia 13 de agosto de 2019.
O regulamento está disponível no site: www.moinhosshopping.com.br.


FRASE DO DIA

Uma infinidade de seres inferiores ao ser humano prova uma infinidade de seres superiores a ele.

              John Locke

STF gastou 630 mil reais com passagens para mulheres de ministros entre 2009 e 2012

Por Diego Amorim

Entre 2009 e 2012, o Supremo Tribunal Federal emitiu pelo menos 48 passagens aéreas internacionais em nome de mulheres de ministros que integravam a corte naquele período.

Os bilhetes, para a primeira classe, foram comprados na empresa Eurexpress Travel Viagens e Turismo Ltda. e custaram ao STF R$ 629.919,23.

A emissão dessas passagens ocorreu, inclusive, em períodos de festas de fim de ano, datas improváveis para a realização de eventos de caráter protocolar.

As informações constam de relatório elaborado por auditores do TCU que serviu de base para o voto do então relator do processo, José Múcio Monteiro, que, ao assumir a presidência do tribunal de contas em dezembro do ano passado, deixou a relatoria, sem que a tramitação do caso tivesse sido concluída. O documento foi obtido com exclusividade por O Antagonista.

O processo sobre a farra das passagens no STF chegou ao TCU em 2013. Pelas normas internas, como registramos ontem, teria de ser apreciado em até 180 dias, mas, por razões desconhecidas, se arrastou por quase seis anos.

Em resposta aos primeiros pedidos de explicação feitos pelo TCU sobre bilhetes para cônjuges de ministros, o STF não indicou motivos que justificassem a realização daquelas viagens nem mesmo explicou por que as mulheres tiveram de acompanhar os magistrados.

“Assim, não restou demonstrada, sob a ótica do interesse público, as razões que teriam levado à indispensabilidade da presença dos cônjuges nos respectivos eventos”, ressalta trecho do relatório.

“A emissão de passagens aéreas internacionais para cônjuges de ministros do STF, a despeito de estar prevista em regulamento interno da Corte [o STF já revogou essa norma], não encontra amparo em leis e normativos que regem a matéria atinente à representação protocolar ou cerimonial no exterior”, acrescentaram os auditores.

E mais:

“Verifica-se, portanto, não haver fundamento legal para a realização de despesas de viagens tendo como beneficiárias pessoas não vinculadas à Administração Pública, na medida em que não exercem qualquer atividade relacionada ao interesse do serviço e, consequentemente, que tenha como objetivo o atendimento do interesse público.”

Ontem, o processo em questão — já nas mãos de outro relator, o ministro Raimundo Carreiro — foi, enfim, levado ao plenário do TCU e, em menos de cinco minutos, os ministros decidiram recomendar que o STF acabe de vez com a farra das passagens, dando ampla publicidade a esses gastos. A sessão seria secreta, mas Carreiro retirou o sigilo após uma série de publicações neste site — veja aqui.


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Diz O Globo:

“As investigações da PF mostraram que Walter Delgatti, responsável por realizar os ataques cibernéticos, tinha em suas mãos centenas de contatos de peso. Os nomes vão do narrador esportivo Galvão Bueno ao ministro da Educação Abraham Weintraub.

Delgatti também detinha os contatos de quase toda cúpula das Forças Armadas do governo, como o general Heleno e o vice-presidente, Hamilton Mourão.”


O Antagonista



Exclusivo: STF gastou 630 mil reais com passagens para mulheres de ministros entre 2009 e 2012

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Chega de Gleisi

Lula está desistindo de Gleisi Hoffmann.

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José Nêumanne

Camila Pitanga também prestigiou farsa de desagravo na ABI a Greenwald, novo mártir forjado da liberdade de imprensa. Foto: Marcos Tristão/ABI

A onda de movimentos de protesto contra ameaças ao advogado que se passa por jornalista americano Glenn Greenwald tenta provar duas mentiras. A primeira delas é que não há liberdade de expressão e opinião no Brasil, e, sem dúvidas, há. A segunda, que o governo viola o direito de manter sua fonte de notícia sob sigilo e proteção, e o que há agora é a investigação de um crime de invasão de celulares de 976 cidadãos brasileiros, sem nada a ver com divulgação de supostas mensagens que, aliás, ainda não foram autenticadas por peritos.

Para ver o comentário no Jornal da Gazeta da quarta-feira 31 de julho de 2019, às 19 horas, clique aqui


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