Explosão de carro-bomba mata oito pessoas e fere dezenas na Colômbia | Clic Noticias

Fato aconteceu no pátio da escola de cadetes de Bogotá. Presidente Iván Duque classifica como ‘ato terrorista’: https://glo.bo/2Rvi7S9 #GloboNews
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Luiz Fernando Machado Costa relatou à Justiça, durante interrogatório, ter recebido pagamento como parcela de um dos investimentos que o ex-ministro Geddel Vieira Lima fez em empreendimentos imobiliários: https://glo.bo/2FGurb9 #GloboNews
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Investigação criminal apura movimentações financeiras de Fabricio Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro: https://glo.bo/2RXTNrg#GloboNews
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O ministro Luiz Fux, do STF, determinou a suspensão da investigação criminal que apura movimentações financeiras de Fabricio Queiroz – ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro. A informação foi divulgada pelo MP-RJ. Segundo a nota, a suspensão vale até que o relator da reclamação s…

Teo Cury e Rafael Moraes Moura
Rita Lisauskas
Coluna do Estadão

Senador Flávio Bolsonaro pede a anulação de provas no caso Queiroz | Clic Noticias

Definição será dada pelo ministro Marco Aurélio de Mello após o fim do recesso do STF: https://tinyurl.com/yccrr595 #GloboNews
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Ministro Luiz Fux, do STF, mandou suspender apuração sobre movimentação financeira de Fabrício Queiroz. Fux atendeu a pedido do deputado Flavio Bolsonaro: https://glo.bo/2RRzT1f #GloboNews
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Andreia Sadi comenta decisão de Luiz Fux de suspender investigação sobre Fabrício Queiroz.

Com decreto da posse de armas, MST fala em ‘incentivo a violência no campo’ | Clic Noticias



Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST, disse ao site Metrópoles que o movimento está preocupado com “o incentivo à violência”.
A flexibilização da posse de armas, acrescentou, serve apenas para Jair Bolsonaro “pagar a fatura dos patrões que financiaram sua campanha, como a Taurus”.
“Há muito, Bolsonaro criminaliza os movimentos sociais, como o MST e as comunidades quilombolas e indígenas. Com o decreto, ele continua a incentivar a violência no campo. Violência que só atinge os mais pobres. Não morre latifundiário, só morre trabalhador do campo. O que nós queremos é uma reforma agrária ampla, para produzirmos alimento barato e saudável para acabar com o problema da fome.”


O Antagonista

Comércio varejista cresce 2,9% de outubro para novembro


O volume de vendas do comércio varejista cresceu 2,9% na passagem de outubro para novembro de 2018. O dado é da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta veio depois de duas quedas: 0,7% de agosto para setembro e 1,1% de setembro para outubro.
O indicador também teve altas de 0,4% na média móvel trimestral, de 4,4% na comparação com novembro de 2017, de 2,5% no acumulado do ano e de 2,6% no acumulado de 12 meses.
Seis das oito atividades varejistas pesquisadas tiveram alta na passagem de outubro para novembro, com destaque para outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,9%), móveis e eletrodomésticos (5%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,8%), que foram beneficiados por promoções anunciadas em novembro.
Também tiveram alta os segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,7%), tecidos, vestuário e calçados (1,7%) e combustíveis e lubrificantes (0,1%).
Por outro lado, dois setores tiveram queda no volume de vendas: livros, jornais, revistas e papelaria (-1,9%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,2%).
O varejo ampliado, que também considera os segmentos de veículos e peças e de materiais de construção, teve crescimento de 1,5% de outubro para novembro. A alta foi menos intensa do que a do varejo por causa das quedas de 2,2% nos setores de veículos, motos, partes e peças e de 0,7% nos materiais de construção.
Na média móvel trimestral, o varejo ampliado teve queda de 0,1%, mas nas outras comparações teve alta: comparação com novembro (5,8%), acumulado do ano (5,4%) e acumulado em 12 meses (5,5%).
Receita nominal
A receita nominal do comércio varejistas teve alta de 2,7% na comparação com outubro de 2018, de 1% na média móvel trimestral, de 8,4% em relação a novembro de 2017, de 5% no acumulado do ano e de 4,8% no acumulado de 12 meses.
A receita nominal do varejo ampliado teve alta na comparação com outubro de 2018 (1,4%), na média móvel trimestral (0,2%), comparação com novembro de 2017 (9,2%), no acumulado do ano (7,3%) e no acumulado de 12 meses (7,1%).
Fonte: Agência Brasil

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    Quem vai sentenciar Lula? | Clic Noticias



    Os petistas plantaram na imprensa que a juíza Gabriela Hardt não vai sentenciar Lula, com o argumento de que ela prefere esperar o sucessor de Sergio Moro.
    Isso é uma manobra (porca) para deslegitimá-la.
    Não há ninguém melhor do que a juíza Gabriela Hardt para sentenciar Lula, considerando que ela acompanha seus processos há anos e interrogou o criminoso no caso do sítio.

    O Antagonista

    A tara pela sociedade perfeita ao longo do tempo…


    "Metade das mulheres que morreram em 2016 foram vítimas de arma de fogo."
    Manchete da extrema-imprensa.
    Será que se essas vítimas tivessem uma arma para se defender, teriam morrido?
    Não há grupo mais beneficiado pelo porte de arma que mulheres, fisicamente menos fortes.
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    “"Metade das mulheres que morreram em 2016 foram vítimas de arma de fogo." Manchete da extrema-imprensa. Será que se essas vítimas tivessem uma arma para se defender, teriam morrido? Não há grupo mais beneficiado pelo porte de arma que mulheres, fisicamente menos fortes.”

    A esquerda não está nem aí para quem foi assassinado por Battisti | Clic Noticias

    A esquerda repete a lenga-lenga sobre democracia e que comunismo já era, mas não diz um pio sobre as vítimas de Cesare Battisti, mortas em nome da ditadura do proletariado
    Flavio Morgenstern 14/01/2019
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    Cesare Battisti é um terrorista de extrema-esquerda, assassino de três pessoas e mandante do assassinato de uma quarta. Seus crimes foram perpetrados quando militava no grupo Proletários Armados pelo Comunismo (Proletari Armati per il Comunismo, PAC), grupo de terroristas que, como o próprio nome diz, não estava muito a fim de disfarçar que eram comunistas, que estavam armados e que matariam para instaurar a ditadura do proletariado preconizada por Karl Marx.
    Como os terroristas do Brasil, foi bastante ativo, perigoso e violento sobretudo nos anos 70, quando a Itália vivia uma agitação de atentados terroristas, tanto de grupos fascistas, como o Ordine Nuovo, quanto de organizações comunistas, como o Proletari Armati per il Comunismo de Battisti. Era a época chamada Opposti Estremismi, quando grupos extremistas “opostos” (e concorrentes) queriam instaurar, cada um, seu totalitarismo na Itália. Como no Brasil, a época de Opposti Estremismi foi posteriormente denominada “Anos de Chumbo” (Anni di piombo).
    Bem diferentemente do Brasil, entretanto, foi o tratamento histórico: a Itália chamou seus terroristas de terroristas, mesmo quando eram de esquerda. No Brasil, quem matou jovens com carros-bomba, deixou bombas em aeroportos, amputou pernas e matou pessoas a rajadas de tiros em plena rua simplesmente se transformou em “ativista em prol da democracia” nos livros do MEC, na mídia e entre a intelectualidade, e logo ascenderam ao poder.
    Rogo di Primavalle Não à toa, terroristas italianos viram no Brasil um Paraíso de refúgio, no qual não apenas não seriam punidos como poderiam até mesmo desfrutar do poder com um partido sindicalista no poder. Não foi apenas Cesare Battisti: o terrorista Achille Lollo, que matou a família de um gari membro de um partido concorrente, o Movimento Sociale Italiano. No caso Rogo di Primavalle (“incêndio de Primavalle”), Achille Lollo foi com três outros integrantes do movimento comuno-terrorista Potere Operaio, também conhecido como Potop, até um apartamento no terceiro andar de via Bernardo da Bibbiena 6,próximo à praça Primavalle, para matar Mario Mattei. O gari fugiu pela janela, salvando-se. Sua esposa conseguiu ir para o andar superior com os filhos de 9 e 4 anos. Outras duas filhas, de 19 e 15 anos, salvaram-se por um balcão. Um dos últimos filhos, Virgílio, 22 anos, ouviu o choro do irmão menor, Stefano, 10 anos, enquanto escapava. Voltou para tentar salvá-lo. Ambosmorreram carbonizados.
    Achille Lollo fundador psolO incendiário de crianças (falamos dos filhos de um gari) Achille Lollo veio para o Brasil e fundou o PSOL, Partido Socialismo e Liberdade (aquele do Adelio Bispo, talvez o partido brasileiro com mais assassinos por cabeça). As autoridades italianas pediram a sua extradição, quando foi descoberto quase por acaso. Despiciendo relatar a resposta do STF.
    Já Cesare Battisti tem um histórico de assassinatos um pouco mais longo. Matou a tiros o marechal de polícia penitenciária Antonio Santoro, em 1978. Em fevereiro do ano seguinte, as vítimas foram o joalheiro Pierluigi Torregiani, em Milão, e o açougueiro Lino Sabbadin, na parte de Veneza que fica em terra firme. Ambos teriam matado ladrões a tiros. Como sabemos qual a visão de comunistas (ou até da “esquerda moderada”) sobre ladrões, fica fácil entender a motivação dos crimes. O açougueiro fazia parte do mesmo partido do gari que Achille Lollo tentou assassinar, o Movimento Sociale Italiano (MSI). Os Proletários Armados pelo Comunismo disseram ter “colocado fim” à sua “esquálida existência”. Por fim, o policial Andrea Campagna, assassinado de sopetão, como é comum aos covardes terroristas.
    Cesare BattistiCesare Battisti, como seu colega de ideologia Achille Lollo, é exatamente o ideal da esquerda que se consubstanciou em partidos como PT e PSOL: alguém que fala em “democracia” quando precisa de proteção do Estado contra seus crimes, alguém que pega em armas para matar crianças, garis ou adversários políticos em prol de implantar a ditadura do proletariado quando anda por aí. O verniz de “esquerda light” de um PT serve exatamente a isso: proteger terroristas perigosíssimos com um edulcorado discurso de que “a democracia está em perigo” quando colocamos assassinos na cadeia, abraçando toda a sorte de totalitários, genocidas e terroristas em sua boléia.
    Lemos por todo o lado, hoje, um discurso minimizador do “efeito Bolsonaro” na prisão e extradição de Battisti, que fugiu para a Bolívia antes de o novo presidente ser eleito (sua extradição para a Itália era uma promessa de campanha de Bolsonaro).
    Quase nunca se fala em PT, em proletários, em armados, em comunismo (não será nenhuma surpresa se descobrirmos que Cesare Battisti e seu colega Achille Lollo, que mora no Botafogo, perto da churrascaria Porcão, defendem o desarmamento da população civil). Parece que foi uma chicana que ocorreu por acidente, espontaneamente, no Brasil. Não se fala, por exemplo, que o último ato de Lula no poder, no dia 31 de dezembro de 2010, foi justamente ter concedido refúgio a Cesare Battisti, via canetada Mont Blanc.
    Battisti recebe apoio do PSOLParece que estas palavras incomodam jornalistas. Parece mesmo que, talvez, se falarmos em comunismo, em armas, em PT, em matar um gari de um partido direitista, em assassinar joalheiros e açougueiros que reagem a assaltos, em assassinar policiais, em PSOL, ora, talvez falar de tudo isso faça com que boa parte do eleitorado mais carente do PT passe a não ver a esquerda, Lula, Dilma, Suplicy et caterva como “heróis contra a ditadura”. Talvez, quem sabe, os jornais não queiram que a população saiba disso. Quando se precisa comentar o nome dos movimentos, é sempre en passant, como se Battisti (ou Lollo) apenas estivessem numa fase ruim da vida, bebendo demais. Que a esquerda nada tem a ver com isso.
    Sobretudo, é quase impossível ver qualquer um dos grandes formadores de opinião de esquerda do país – um Fernando Haddad, uma Marilena Chaui, um Vladimir Safatle, um PC Siqueira, uma Cynara Menezes, um Zé de Abreu, uma Fernanda Lima, um Felipe Neto, uma Márcia Tiburi (aquela que defende assalto), um Marcelo Freixo, um Jean Wyllys, uma Eliane Brum, uma Monica de Bolle, uma MC Carol, um Tico Santa Cruz, um Fabio Pannunzio, um Gregório Duvivier, um Marcelo Rubens Paiva preocupados com as vítimas desses terroristas – assassinados in nomine communismi, sempre urge frisar.
    Pelo contrário: criaram até um Comitê de Solidariedade (sic) para cuidar do terrorista italiano. Não se sabe se alguém já escreveu uma linha para os familiares das vítimas lamentando sua morte.
    Um Gilberto Dimenstein até tentou relativizar e comparar aos assassinos de Marielle Franco, a monomania atual da esquerda brasileira, mas o tiro só saiu pela culatra:
    Gilberto Dimenstein Cesare Battisti Marielle Franco
    Afinal, ninguém defende os assassinos de Marielle Franco. Entretanto, a esquerda defende desabridamente os assassinos Cesare Battisti e Achille Lollo. E tudo em nome do comunismo. Sempre devemos lembrar disso quando alguém de esquerda disser que “não defende o comunismo”, que “o comunismo já acabou” ou que “lutavam por democracia”. Basta virem um comunista de verdade, armado, matando açougueiros ou crianças, e rapidamente veremos se esta logorréia se sustenta.

    Senso Incomum

    Moro quer separar presos mais perigosos dos menos perigosos | Clic Noticias



    O plano de Sergio Moro é separar os presos mais perigosos dos presos menos perigosos.
    Para fazer isso, segundo o Valor, ele estuda criar um cadastro nacional que permita classificar os detentos pelo grau de periculosidade.
    “O objetivo é enfraquecer as facções criminosas que comandam presídios brasileiros, uma vez que a separação dos presos dificultaria o aliciamento dos que cometeram crimes de menor gravidade.”

    O Antagonista


    REPÓRTER ZOEIRO – UNIVERSO PARALELO – HADDAD GANHOU: http://youtu.be/VJ-ej4Fev6U?a via @YouTube