Palocci entrega alegações finais a Sérgio Moro e pede absolvição

O ex-ministro Antonio Palocci pediu ontem (14) à noite a absolvição das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. De acordo com a defesa de Palocci, ficou demonstrado no decorrer da instrução processual a ausência do cometimento do delito por parte do ex-ministro. Preso desde o dia 26 de setembro de 2016, ele está detido na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba.

ex-ministro Antonio Palocci

Os advogados também questionam a competência da Justiça Federal para julga PalocciArquivo/Antonio Cruz/ABr

O pedido da defesa do ex-ministro foi encaminhado ao juiz federal Sergio Moro e consta das alegações finais, parte derradeira do processo antes da decisão judicial. A Procuradoria da República no Paraná entregou suas argumentações em maio.

O Ministério Público denunciou Palocci por recebimento de propina junto ao grupo Odebrecht para obtenção de contratos de afretamento de sondas com a Petrobrás. Ainda de acordo com a denúncia, parte dos recursos foram destinados para pagamento dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura pelo trabalho na eleição presidencial de 2010.

De acordo com a força-tarefa do MP, Palocci atuou de maneira decisiva para que os pagamentos fossem efetivados. Por isso, os procurasdores cobram do ex-ministro o pagamento de R$ 32.110.269,37, valor correspondente à suposta propina paga pela empreiteira Odebrecht.

“A integralidade da prova produzida nos autos demonstra que o acusado não se envolvia ou decidia a forma como que seriam feitos os pagamentos à Monica Moura e João Santana por seus serviços de marketing eleitoral”, diz a peça da defesa.

Saiba Mais

Os advogados pediram ainda que seja decretada incompetência da Justiça Federal para processar e julgar Palocci, uma vez que os crimes que ele teria cometido deveriam ficar a cargo da Justiça Estadual, uma vez que a Petrobras é uma empresa de economia mista.

A legislação determina, no entanto, que os crimes praticados em prejuízo da União serão julgados pela Justiça Federal. Fora dessas hipóteses a competência é, em regra, da Justiça dos estados.

A defesa citou como argumentos decisões de ministros do Supremo Tribunal Federal, entre eles Luís Roberto Barroso e a ministra aposentada Ellen Gracie, nas quais os magistrados afirmam que “a presença de sociedade de economia mista em procedimento investigatório não acarreta, por si só, na presunção de violação de interesse econômico ou jurídico da União.”

A defesa também pede que o processo seja transferido para Brasília, porque as “pretensas irregularidades atribuídas à pessoa do acusado, reitere-se, teriam ocorrido fora da jurisdição paranaense (supostos pagamentos indevidos, solicitados em decorrência da influência do cargo que ocupara Antonio Palocci Filho).”

Mochila com dinheiro

No processo também são acusados por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro o ex-assessor de Palocci, Branislav Kontic, o empreiteiro Marcelo Odebrecht e outros 12 investigados. Segundo delação premiada de Fernando Migliaccio, um dos executivos da Odebrecht, Kontic teria sido encarregado de transportar parte do dinheiro em uma mochila, "nunca menos do que um milhão". A defesa de Kontic também apresentou as alegações finais pedindo a absolvição do ex-assessor.

Para questionar a afirmação do delator, os advogados de Palocci usaram o exemplo, sem citar o nome, de Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso em 3 de junho, filmado antes em uma ação da Polícia Federal transportando, em 28 de abril, uma mala com R$ 500 mil, saindo de um estacionamento com o dinheiro recebido da JBS.

“Ora, como se sabe agora, R$ 500 mil ocupam o volume de uma mala média. Mas, de acordo com o delator Branislav Kontic fazia caber em uma mochila – com aproximadamente um terço ou pouco mais da capacidade da mala carregada pelo deputado paranaense – nunca menos do que o dobro do valor contido em uma mala média… A falácia contada pelo réu colaborador salta aos olhos. Esse fato demonstra, por si só, a inconsistência das alegações feitas pelo corréu delator”, concluiu a defesa.


Agência Brasil

Rodrigo Maia admite suspender recesso para votar eventual denúncia contra Temer

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante sessão para votar Medida Provisória 752/2016, que estabelece diretrizes para a prorrogação e a relicitação dos contratos de parceria, no ple

Para Rodrigo Maia, o eventual pedido da Procuradoria-Geral da República será a principal agenda da Câmara dos DeputadosArquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu hoje (15) a possibilidade de que o recesso parlamentar do Congresso Nacional seja suspenso para análise de um eventual pedido de denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer..

De acordo com Rodrigo Maia, a questão pode justificar uma suspensão do recesso, marcado para acontecer entre 18 e 31 de julho. "Enquanto tiver este processo na Câmara, esta vai ser a agenda prioritária da Casa e deve ser mesmo. Só depois disso que se consegue retomar com mais tranquilidade as outras agendas."

O líder do DEM na Câmara dos Deputados, Efraim Filho (PB), disse nesta quinta-feira que concorda com uma eventual suspensão do recesso parlamentar.

Brasília - O presidente da CPI dos Fundos de Pensão, deputado Efraim Filho, apresenta o parecer do relator Sérgio Zouza (Wilson Dias/Agência Brasil)

Líder do DEM, Efraim Filho concorda com proposta de rapidez de Rodrigo MaiaArqjuivo/Wilson Dias/Agência Brasil

"É difícil comentar hipóteses. Não sabemos que data chega a eventual denúncia, com que conteúdo, com que elementos de prova. O que não devemos é responder com inércia ou omissão. A sociedade espera respostas rápidas e superação da crise e o Congresso tem de fazer sua parte, “disse o deputado.

A eventual denúncia teria como base a gravação de uma conversa entre Temer e o presidente da JBS, Joesley Batista, além de delações de executivos da empresa.

O possível pedido, a ser apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), acusaria o presidente da República dos crimes de obstrução de Justiça, corrupção passiva e participação em organização criminosa.

A denúncia começaria a tramitar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Para que a investigação tenha andamento é necessária a autorização de, no mínimo, dois terços dos representantes da Câmara. O recesso parlamentar está previsto para começar no dia 18 de julho.

Entretanto, para que seja suspenso é preciso a convocação conjunta dos presidentes da Câmara e do Senado ou a aprovação de um requerimento com esse pedido pela maioria absoluta dos integrantes das duas casas, ou seja, pelo menos 257 deputados e 42 senadores.

Uma última possibilidade seria a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Pela Constituição, se a LDO não for votada o Congresso é convocado automaticamente, isto é, não pode interromper os trabalhos legislativos.


Agência Brasil


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DEPUTADA BENEDITA DA SILVA (PT-RJ) - PASTOR MALAFAIA


Que barbaridade! Vejam este absurdo!!!!

O CONSÓRCIO BASTARDO : PT-PMDB-PSDB

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Se o Regime Militar instalado via contragolpe de março de 1964, que durou até 1985, teve alguns méritos, especialmente no impulso que deu ao desenvolvimento, na implantação de diversos programas sociais e na segurança pública que garantiu à sociedade , menos verdade não é que ele também merece alguma censura. Não pelo que fez, mas pelo que não fez. Em síntese : falhou na missão a que viera e que o motivara. O ex-Presidente Ernesto Geisel ,durante o seu mandato, chegou a se manifestar favorável à devolução do poder aos políticos ,mas teve o cuidado de alertar que a sociedade acabaria se arrependendo dessa mudança. Certamente o “velho” Geisel tinha consciência das “feras” que estavam por trás dessa reivindicação. E não se enganou. Se os militares não foram bons o suficiente, seus sucessores foram piores, muito piores, notadamente no aspecto moral.

Em primeiro lugar os gestores públicos militares da época não conseguiram cumprir os propósitos que redundaram na eclosão daquele movimento, permitindo que os principais alvos dessa intervenção se reaglutinassem, infiltrando-se nos diversos partidos de esquerda que já existiam , que deram abrigo inclusive à pior escória da sociedade, interessada em fazer política e dela fazer uma profissão lucrativa.

Ora , se de fato o Regime Militar pecou por alguma incapacitação política ou administrativa durante os seus 21 anos de gestão, menos verdade não é que ele foi muito melhor, em todos os sentidos, para a sociedade brasileira, do que os governos que o sucederam. Isso fica claro se fizermos uma simples comparação daquele período (64 a 85) com os anos que se seguiram, até hoje, ou seja, nestes últimos 32 anos. Nessa comparação entre os dois tempos , nos 21 anos de Regime Militar foram erguidas as 5 (cinco) maiores usinas hidrelétricas do Brasil , ao passo que os “outros”, seus sucessores, durante os seus 32 anos de governo ,não construíram uma só usina que integrasse esse rol. E nem haveria espaço suficiente nesse escrito para lembrar as tantas outras obras públicas e programas sociais realizados nesse período, porque seria uma tremenda “covardia” colocá-las lado a lado. As realizações governamentais após 1985 não passaram de discursos vazios e muita roubalheira, multiplicados geometricamente no período do PT/PMDB, após 2003. E desses dois “sócios” políticos ninguém consegue precisar qual roubou mais. A “pegada” é feia.

Se os governos que se seguiram a partir da instalação da “Nova República” (farsa do Plano Cruzado, etc), em 1985, não mereceram aprovação, depois de 2003, com a vitória do PT e de Lula, a situação passou a “trágica”. As “conquistas” do povo não passaram de esmolas ,em flagrante assistencialismo barato, que não promove ninguém.

Aos “trancos e barrancos” chegou-se a 2017 , com o Brasil mergulhado numa crise sem precedentes . Essa crise atingiu aspectos MORAIS, POLÍTICOS, SOCIAIS e ECONÔMICOS. Mas dela escapou ilesa a parte política desonesta da sociedade ,autora dessa situação ,que passou a se beneficiar de tudo isso na razão inversa dos males que ocasionou

Na verdade todos os políticos e Ministros dos Tribunais Superiores têm “rabo preso”, sem exceção. Isso se dá por um vício de origem. Os Três Poderes no Brasil não são harmônicos , nem independentes e equilibrados, como deveriam ser, a partir da pregação de Montesquieu, que estabeleceu a tripartição dos poderes e um sistema de freios e contrapesos entre eles. Como pode um “Poder”, no caso o Judiciário, ser “independente” ,se os membros da sua Instância Maior (STF) são escolhidos a “dedo” pelo Chefe do Poder Executivo ?

O melhor “tubo de ensaio” para que se avalie essa situação está na “Operação Lava Jato”, envolvendo a Polícia ,o Ministério Público, a Justiça Federal e os respectivos tribunais recursais (TRFs, STJ e STF). E também nos autores das “delações premiadas”. Certamente o “rabo preso” de cada um desse agentes públicos pode explicar os porquês das iniciativas tomadas no curso desse e de outros processos . E tudo funciona inclusive num troca-troca mais ou menos assim: “tu salvas o meu protegido hoje que eu salvarei o teu amanhã”. Isso quer dizer que geralmente nos Tribunais Superiores não há isenção nem imparcialidade nos seus julgamentos, o que só se consegue enxerga nas instâncias inferiores da Justiça.

O Ministro Relator da “Lava Jato” no STF, Dr.Edson Fachin , nomeado por Dilma, que para os desavisados e, em especial , para o grupo do PT, tem sido um “herói”, um ”mocinho”, posiciona-se com bastante rigidez com os políticos do PMDB e PSDB. Mas o seu currículo demonstra suas estreitas relações “passadas”, em Curitiba, antes de ser Ministro, com a CUT e o MST ,apêndices o PT, bem como com a Senadora Gleisi Hoffmann ,atual “Presidenta” do PT, e seu marido Paulo Bernardo ,ex-Ministro de Dilma. Além disso ele seria assíduo “passageiro” por cortezia no Jatinho da JBS-Friboi, de Joesley Batista, envolvido até “debaixo d’água” em corrupção governamental. E o acordo da delação ´premiada de Joesley foi aceito e rapidamente homologado por Fachin , atingindo em cheio Temer e Aécio, “inimigos mortais” do PT de Fachin.

Já o Procurador Geral da República, Dr.Rodrigo Janot, foi nomeado para esse cargo em 2013,pela então Presidente Dilma, a quem protege. E de certo modo ele está complicando a situação de Temer.

Quanto ao empresário Joesley , este deve muitos favores ao PT, eis que a sua empresa, a JBS-Friboi ,passou a liderar o mercado mundial de carnes com ajuda muito “camarada” do BNDES ,com interferência do então Presidente Lula.

E como fica o Presidente Temer? Ora,na sua maneira mais refinada de ser, Temer é tão esperto quanto Lula. Com o poder que tem à mão, nomeou os dois Ministros do TSE que foram decisivos na manutenção do seu mandato. Ao mesmo tempo colocou lá no Ministério da Justiça , que comanda a Polícia Federal, um “cupincha” seu com a missão de boicotar a “Lava Jato”, livrando ele e a sua quadrilha das suas garras. Tudo muito “coerente”, com certeza.

Outro personagem de destaque nessa nebulosa engrenagem é o Ministro do STF e Presidente do TSE, Gilmar Mendes, figura polêmica que visivelmente simpatiza com a cúpula do PSDB, e que foi nomeado para o Supremo por FHC. Esse Ministro deu o voto de “minerva”, salvando a chapa Dilma/Temer da cassação no processo de impugnação dos seus mandatos no TSE. Mas a essa altura talvez não mais interessasse ao PSDB a cassação dessa chapa e nem teria sido juridicamente possível atender ao pedido descabido dessa ação ,que incluía a posse imediata de Aécio Neves, que perdera para Dilma. Isso para não citar o profundo desgaste do nome de Aécio pelos últimos acontecimentos envolvendo o seu nome em corrupção. Mas esse voto de “minerva” de Mendes não convenceu, além de juridicamente insustentável. Mas apesar de tudo , talvez tenha sido “menos pior” essa decisão que absolveu a “chapa”, eis que se avizinhava algo pior ainda, se acolhida a representação. Os “lobos”, que não se conformaram com a queda que tiveram com o impeachment de Dilma estavam de prontidão para agir e retomar o poder por qualquer meio. Mas a “coisa” não para aí. Gilmar tem forte ligação com Joesley, socialmente, e nos negócios. Tanto que vende os seus bois para o frigorífico de Joesley, que em contrapartida patrocina eventos no Instituto de Direito Publico-IDP, de Gilmar, em Brasilia.

Um Ministro do STF afirmou há bom tempo atrás que o Supremo julgava “politicamente”. É verdade. Mas na Justiça esse privilégio é só do STF. E se outro tribunal ou juiz ousar fazer o mesmo ,com certeza vai ser repreendido pelo Supremo com toda a “moral” que ele tem.

Na verdade principalmente o STF não passa de um covil corporativo de compra e venda de interesses. Todos, sem exceção, têm algum comprometimento com “a” , “b”, ou “c” . Até mesmo por gratidão pela respectiva nomeação. Os “figurões” da República , quando implicados em ilícitos, não são pacientes da “Justiça”, porém da “Politica”. E tem mais: seus Ministros entram pela “democracia”, apesar de indireta, e lá dentro permanecem como ditadores. Não podem mais ser retirados por nenhuma outra autoridade, a não ser por “impeachment”, que jamais aconteceu. Portanto o poder que eles têm equivale ao poder dos ditadores, e das suas decisões não há mais a quem recorrer, como afirmou Rui Barbosa.

A limitação de partidos que emprestei ao “Consórcio Bastardo”, composto pelo PT,PMDB e PSDB, deve-se ao fato de que TODOS os Ministros do STF (11), exceto Marco Aurélio Mello, levado por Collor, foram alçados aos seus cargos só pelos três partidos desse “consórcio”,7 (sete) dos quais pelo PT (com Teori, eram 8). Daí o prestígio e a blindagem do PT nesse tribunal . Mas os “outros” partidos não são nada melhores. Não integram o “consócio” por uma simples razão: faltou-lhes força.

O Brasil, portanto, meus caros, vive de perto o dilema interpretado por Ney Matogrosso: “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. A única chance de recuperação desse caos político seria aplicação imediata do artigo 142 da CF (Intervenção Constitucional), que entretanto só poderia dar certo mediante forte mobilização popular e adesão do lado certo das Forças Armadas, da tropa e da caserna, descartado o grupo de generais que se agacha incondicionalmente aos pés do Governo, comprometido com a podridão do “status quo” político reinante. Essa intervenção teria que atingir em cheio os Três Poderes, e seria a única chance de pôr um fim na ”monarquia” (ou “tirania”?) do Supremo Tribunal Federal, o que jamais aconteceria pelas vias “democráticas” tradicionais. Já é tempo do “direito da força” ter uma oportunidade e prevalecer temporária e excepcionalmente sobre uma “força do direito” totalmente viciada e corrompida.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo

Fachin nega pedido de Lula para suspender ação sobre tríplex no Guarujá

Relator afirmou não ver qualquer ilegalidade que justifique a suspensão do processo na instância de origem

Relator afirmou não ver qualquer ilegalidade que justifique a suspensão do processo na instância de origem | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Relator afirmou não ver qualquer ilegalidade que justifique a suspensão do processo na instância de origem | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de liminar feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para suspender a ação penal sobre o tríplex no Guarujá que tramita na 13ª

Vara Federal de Curitiba, do juiz Sérgio Moro.

A decisão do ministro foi tomada em uma reclamação apresentada no STF, na qual a defesa de Lula pedia para ter acesso a informações sobre eventuais acordos de colaboração premiada negociados pelo ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e o executivo Agenor Franklin Magalhães Medeiros.

A defesa de Lula sustenta que essas informações podem influenciar diretamente a ação penal a que responde seu cliente e questiona o fato de Moro ter negado acesso a "eventual e incerto acordo de colaboração não celebrado". Na decisão, Moro, no entanto, acolheu o pedido para que o Ministério Público Federal, nas alegações finais, informe se o acordo tiver sido celebrado, caso não esteja sob sigilo decretado por outro juízo.

Ao negar a liminar, Fachin afirmou não ver qualquer ilegalidade que justifique a suspensão do processo na instância de origem. Para o ministro, como não há elementos seguros para verificar se o acordo foi fechado, não há como dar acesso aos documentos.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Juristas apresentam pedido de impeachment de Gilmar Mendes

Cláudio Fonteles e Marcelo Neves dizem que ministro do STF cometeu crime de responsabilidade; G1 buscava contato com assessoria de Gilmar Mendes.

Por Gustavo Garcia, G1, Brasília

O ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles e o professor de Direito da Universidade de Brasília (UnB) Marcelo Neves apresentaram nesta quarta-feira (14) ao Senado um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes (assista no vídeo acima ao momento em que o pedido foi protocolado).

O G1 buscava contato com a assessoria do ministro até a última atualização desta reportagem. Caberá ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), analisar o pedido.

No documento, assinado por outros juristas e estudantes de Direito, Cláudio Fonteles e Marcelo Neves apresentam, pelo menos, três razões para o impedimento de Gilmar.

Eles afirmam, por exemplo, que o ministro do STF praticou atividade político-partidária junto a parlamentares, o que é vedado a magistrados pela lei do impeachment.

Para ilustrar esse argumento, os juristas se referiram às conversas telefônicas que Gilmar teve com o senador afastado Aécio Neves(PSDB). O diálogo foi gravado pela Polícia Federal – leia a transcrição da conversa ao final desta reportagem.

"No caso da conversa com o senador Aécio Neves, que já era investigado criminalmente no Supremo – logo ele não poderia ter essas intimidades – ele realiza atividade político-partidária", expôs Marcelo Neves.


O ministro Gilmar Mendes (Foto: Agência Brasil)

O ministro Gilmar Mendes (Foto: Agência Brasil)



Abuso de autoridade

No diálogo ao qual os juristas se referem, o ministro diz a Aécio que vai conversar com o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) sobre o projeto de abuso de autoridade que à época tramitava no Senado.

"Tem uma conversa de um magistrado da Suprema Corte dialogando com membro do Senado, diálogo esse, objetivo, concreto e não desmentido, em que o senhor ministro caracterizadamente desenvolve atividade político-partidária", declarou Cláudio Fonteles.

"Instado por Aécio Neves a atuar diante de colega seu, Flexa Ribeiro, para que assuma determinada postura em projeto que diz respeito à limitação da própria magistratura e do Ministério Público, Gilmar se apressa em dizer que imediatamente assumirá a postura que ele lhe pede", acrescentou o autor do pedido de impeachment de Gilmar Mendes.

O ex-procurador-geral da República disse, também, que Gilmar tem atuado em julgamentos em que deveria, na visão dos juristas, se declarar suspeito ou impedido de votar.

"Ele [Gilmar] atuou no Tribunal Superior Eleitoral em processo no qual o advogado Guilherme Pitta estava atuando e Guilherme Pitta é advogado do escritório em que também é sócia a senhora Guiomar, esposa de Gilmar Mendes", declarou Marcelo Neves.

Além disso, Fonteles e Neves argumentaram que Gilmar Mendes tem agido de maneira indecorosa quando critica decisões de outros magistrados.

"O juiz não pode falar sobre processos de seus colegas nem criticar a não ser dentro dos autos. O ministro Gilmar não só critica os votos dos colegas como também utiliza palavras como ‘velhaco’ e ‘louco’ para as posições de colegas. Ataca membros do MP", declarou Neves.

Segundo os juristas, eles também vão entrar com uma reclamação no Supremo Tribunal Federal contra Gilmar Mendes e, também, vão à Procuradoria-Geral da República pedir uma investigação para apurar suposto crime de Gilmar com base na conversa gravada com Aécio.

"A conversa faz parte da denúncia da PGR que afirma que houve crime de corrupção passiva e de obstrução de Justiça de Aécio. Se essa conversa é um dos fundamentos da denúncia, cabe discutir a coautoria do senhor Gilmar", finalizou Marcelo Neves.

O senador afastadi Aécio Neves e o ministro Gilmar Mendes, durante seminário em Lisboa (Portugal) (Foto: Armando Franca/AP)

O senador afastadi Aécio Neves e o ministro Gilmar Mendes, durante seminário em Lisboa (Portugal) (Foto: Armando Franca/AP)


Transcrição

Leia abaixo a transcrição da conversa entre Aécio Neves e Gilmar Mendes que embasa o pedido de impeachment do ministro do STF:

Aécio Neves: "Oi, Gilmar. Alô."

Gilmar Mendes: "Oi, tudo bem?"

Aécio: "Você sabe um telefone que você poderia dar que me ajudaria na condução lá. Não sei como é sua relação com ele, mas ponderando... Enfim, ao final dizendo que me acompanhe lá, que era importante... Era o Flexa, viu? [Aécio se referia ao senador Flexa Ribeiro]"

Gilmar: "O Flexa, tá bom, eu falo com ele."

Aécio: "Porque ele é o outro titular da comissão, somos três, sabe?... Né..."

Gilmar: "Tá bom, tá bom. Eu vou falar com ele. Eu falei... Eu falei com o Anastasia e falei com o Tasso... Tasso não é da comissão, mas o Anastasia... O Anastasia disse 'Ah, tô tentando... [incompreensível]' e..."

Aécio: "Dá uma palavrinha com o Flexa... A importância disso e no final dá sinal para ele porque ele não é muito assim... De entender a profundidade da coisa... Fala 'Ó, acompanha a posição do Aécio porque eu acho que é mais serena'. Porque o que a gente pode fazer no limite? Apresenta um destaque para dar uma satisfação para a bancada e vota o texto... Que vota antes, entendeu?"

Gilmar: "Unhum."

Aécio: "Destaque é destaque é destaque... Depois não vai ter voto, entendeu?"

Gilmar: "Unhum. Unhum."

Aécio: "Pelo menos vota o texto e dá uma..."

Gilmar: "Unhum."

Aécio: "Uma satisfação para a ban... Para não parecer que a bancada foi toda ela contrariada, entendeu?"

Gilmar: "Unhum."

Aécio: "Se pudesse ligar para o Flexa aí e fala..."

Gilmar: "Eu falo pra com ele... E falo com ele... Eu ligo pra ele... Eu ligo pra ele agora."

Aécio: "...[incompreensível]... importante"

Gilmar: "Ligo pra ele agora."

Aécio: "Um abraço."

Logo em seguida, Aécio liga para o senador Flexa Ribeiro e mantém a seguinte conversa:

Aécio Neves: "Um amigo nosso em comum que você vai ver quem é... Está tentando te ligar... Aí você atende ele, tá? Um cara importante aí que você vai ver que é."

Flexa Ribeiro: "Tá bom."

Aécio Neves: "...[incompreensível]... no seu gabinete para fazer umas ponderações, aí você encontra comigo, tá bom?"

Flexa Ribeiro: "Tá ok então, um abraço."

Aécio Neves: "...[incompreensível]... na CCJ."

Flexa Ribeiro: Então tá.



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Cunha depõe em inquérito que investiga Temer e diz que silêncio "nunca esteve à venda"

Eduardo Cunha foi interrogado no inquérito contra o presidente Michel Temer aberto a pedido do STF com base na delação da JBS: https://glo.bo/2sBs3w2

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Lula nunca quis ficar rico, diz Gilberto Carvalho na Lava Jato

Ex-chefe do gabinete pessoal no governo petista foi uma das 87 testemunhas de defesa do ex-presidente

Lula nunca quis ficar rico, diz Gilberto Carvalho na Lava Jato  | Foto:  Fernando Frazão / Agência Brasil / CP

Lula nunca quis ficar rico, diz Gilberto Carvalho na Lava Jato | Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil / CP

O ex-chefe do gabinete pessoal da Presidência da República Gilberto Carvalho (Governo Lula) afirmou em depoimento na Operação Lava Jato que o petista "nunca" usou a função de presidente "para auferir recursos próprios". Gilberto Carvalho prestou depoimento nesta terça-feira, como testemunha de defesa do ex-presidente Lula.

"O presidente Lula tem muitos defeitos, como qualquer ser humano. Agora, tem uma coisa. Ele nunca quis ficar rico. Ele nunca pensou em usar a função dele como presidente para auferir recursos próprios, isso eu posso ter certeza, posso afirmar porque eu acompanhei no dia a dia naqueles oito anos que eu estive ali", declarou.

Gilberto Carvalho é uma das 87 testemunhas convocadas por Lula em ação penal sobre supostas propinas da Odebrecht. Segundo o processo, parte dos valores ilícitos foi lavada mediante a aquisição, em benefício do petista, de um imóvel na Rua Dr. Haberbeck Brandão, nº 178, em São Paulo, em setembro de 2010. O local seria usado para a instalação do Instituto Lula.

O acerto do pagamento da propina destinada ao ex-presidente, segundo a denúncia, foi intermediado pelo então deputado federal Antonio Palocci, com o auxílio de seu assessor parlamentar Branislav Kontic, que mantinham contato direto com Marcelo Odebrecht, auxiliado por Paulo Melo, a respeito da instalação do espaço institucional pretendido pelo ex-presidente.

O ex-chefe de gabinete de Lula afirmou ter conhecido o patriarca da Odebrecht, Emilio Odebrecht. Os assuntos tratados entre o executivo e Lula, segundo Gilberto Carvalho, eram ligados à economia nacional, expansão das empresas, mercado africano e latino-americano.

"No nosso governo não havia clima para ninguém, nenhum picareta que fosse, chegar e fazer qualquer tipo de oferta. Havia uma regra entre nós muito forte nesse sentido. Nós não podíamos nem receber convites para ir para torneios, não sei o que lá, ou tal, que o Banco do Brasil financiava ou que a própria Petrobras financiava. Era um rigor muito grande do ponto de vista de que não se misturavam as coisas de que ali a gente tinha que tratar do assunto público. Então, não tinha crime. Naqueles oito anos, posso lhe afiançar. Não havia clima para isso, não havia ninguém que

tivesse coragem de chegar para o presidente e dissesse: 'eu quero lhe oferecer tal coisa'.", relatou.

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, questionou Gilberto Carvalho se o Instituto Lula funcionaria no mesmo local do Instituto Cidadania. Em 2011, foi criado o Instituto Lula a partir da transformação do Instituto Cidadania.

"Daquilo que eu sei, sim. Para mim só houve uma mudança praticamente de nome, depois que ele deixou o governo. A única sede que eu tomei conhecimento, que existe é essa. Não existe outra sede", afirmou Gilberto Carvalho.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Tiroteio em San Francisco, na Califórnia, deixa quatro mortos, incluindo o agressor

Disparos foram ouvidos em depósito de uma companhia de entrega de encomendas

Tiroteio em San Francisco, na Califórnia, deixa quatro mortos, incluindo agressor | Foto: Josh Edelson / AFP / CP

Tiroteio em San Francisco, na Califórnia, deixa quatro mortos, incluindo agressor | Foto: Josh Edelson / AFP / CP

Um homem matou três pessoas a tiros e feriu mais duas antes de se suicidar em um depósito da companhia de entregas UPS, em San Francisco - informou a Polícia nesta quarta-feira, descartando, até o momento, que se trate de um ato terrorista.

"Nesse momento, identificamos seis vítimas, incluindo o suspeito, que faleceu, assim como outras três vítimas", disse o chefe da Polícia em exercício, Toney Chaplin.

O agressor vestia um uniforme da UPS, mas, segundo Chaplin, ainda não está confirmado que fosse um funcionário da empresa. O incidente aconteceu em um depósito da companhia responsável pelas entregas na área de São Francisco. Nessa instalação, que foi evacuada, trabalham 850 pessoas.

Depois de socorrer as vítimas e esvaziar o prédio, a Polícia encontrou o agressor. Ainda armado, ele atirou na própria cabeça antes de ser detido. "Sabemos que o ataque envolveu um único homem" e "neste momento não acreditamos que esse incidente esteja relacionado com terrorismo", acrescentou o oficial.

A Polícia ordenou a moradores e trabalhadores da empresa que procurassem abrigo, enquanto respondiam ao chamado de emergência pela manhã. O porta-voz da UPS Steven Gaunt disse à imprensa local que o atirador, aparentemente um funcionário insatisfeito, invadiu uma sala, onde os trabalhadores se reuniam antes de sair para fazer a entrega das

encomendas. Então, ele atirou. Testemunhas disseram ter ouvido vários disparos na unidade.


AFP e Correio do Povo