Sindicato não pode exigir verba de não filiados

por Livia Scocuglia

Em repercussão geral, STF fixa inconstitucionalidade de contribuição imposta por convenção

Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou, em repercussão geral, que é inconstitucional exigir de empregados não sindicalizados a contribuição assistencial, por acordo, convenção coletiva ou sentença normativa.
O tribunal decidiu reconhecer a repercussão geral da discussão e reforçar a jurisprudência da Corte de banir essa prática. O único ministro contrário à fixação da tese foi o ministro Marco Aurélio.
A proposta pela repercussão geral foi do relator do ARE 1.018.459, ministro Gilmar Mendes, que foi acompanhado por todos os ministros da Corte, com exceção do ministro Ricardo Lewandowski e da presidente Cármen Lúcia, que não votaram no plenário virtual. Agora, a decisão no caso valerá para os demais casos similares analisados pelo Judiciário.
O processo envolve o Ministério Público do Trabalho da 9ª Região e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, de Máquinas, Mecânicas, Material Elétrico, de Veículos Automotores, de Autopeças e de Componentes e partes para veículos automotores da Grande Curitiba.
As partes discutiam se convenção coletiva pode instituir contribuições sindicais compulsórias a empregados não filiados.
No começo da discussão na justiça trabalhista, o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região entendeu que, à exceção da contribuição sindical, a imposição de pagamento a não associados de qualquer outra contribuição ainda que prevista por acordo ou convenção coletiva, ou por sentença normativa, além de ferir o princípio da liberdade de associação ao sindicato, viola também o sistema de proteção ao salário.
No entanto, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que a cláusula constante de acordo, convenção coletiva ou sentença normativa que estabelece contribuição confederativa, assistencial ou outra de qualquer natureza, em favor de entidade sindical, quando obriga não sindicalizados ao seu pagamento, ofende a liberdade constitucionalmente protegida.
O caso chegou no STF por meio de agravo contra decisão de inadmissibilidade de recurso extraordinário contra acórdão do TST.
Gilmar Mendes, ao analisar o processo, afirmou que para melhor entender a controvérsia seria “imperioso” fazer a distinção entre a contribuição sindical e a contribuição assistencial, também conhecida como taxa assistencial. A contribuição sindical é prevista na Constituição e instituída na CLT em prol dos interesses das categorias profissionais, com caráter tributário.
A taxa assistencial, por outro lado, é destinada a custear as atividades assistenciais do sindicato, principalmente no curso de negociações coletivas, e não tem natureza tributária.
“A questão encontra-se, inclusive, pacificada pela jurisprudência deste Supremo Tribunal, no sentido de que somente a contribuição sindical prevista especificamente na CLT, por ter caráter tributário, é exigível de toda a categoria, independentemente de filiação”, explicou Gilmar Mendes.
Segundo ele, o sindicato erra ao afirmar que, por força da CLT, o exercício de atividade ou profissão, por si só, já torna obrigatória a contribuição para entidade sindical, independentemente da vontade pessoal do empregador ou do empregado. “Isso aplica-se apenas para as contribuições sindicais”.

Fonte: Jota - 02/03/2017 e SOS Consumidor

O QUE VOCÊ VAI FAZER COM A SUA APOSENTADORIA AGORA?

Doria quer levar R$ 200 mi aos cofres públicos com sorteios de nota fiscal

por ARTUR RODRIGUES

17061125.jpg'Nota do milhão', sorteios com a Nota Fiscal PaulistanaAloisio Mauricio

Numa tentativa de diminuir a sonegação de impostos sobre serviços na cidade de São Paulo, o prefeito João Doria (PSDB) substituiu o pagamento de créditos às pessoas físicas que exigem nota fiscal por sorteios mensais milionários. O programa foi batizado como "Sua Nota Vale 1 Milhão".
A previsão é que a mudança renda cerca de R$ 200 milhões ao ano para os cofres municipais. Os sorteios serão feitos pela Caixa Econômica Federal, com transmissão ao vivo pela internet.
Enquanto o governo estadual tem a Nota Fiscal Paulista, voltada a mercadorias, a versão da prefeitura é voltada aos serviços, como escolas, academias, jardinagem e valets, entre outros. O nome fantasia da nota fiscal paulistana será "Nota do Milhão".
A prefeitura avalia que os sorteios milionários podem ser mais atrativos aos consumidores do que pagamento de pequenos créditos e sorteios de valores menores de maneira pulverizada —o município pagava cerca de R$ 500 mil em créditos mensais, além de prêmios de até R$ 40 mil.
Os créditos podiam ser sacados ou descontados do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Agora, isso não será mais possível –os créditos existentes, no entanto, continuam válidos.
Segundo o secretário municipal de Finanças, Caio Megale, o sistema de créditos era ineficaz. "Os créditos eram muito pequenininhos, R$ 5, R$ 10 cada um. A grande maioria das pessoas não vinham nem retirar o crédito e os sorteios eram muito espalhados. Como resolver a vida de apenas uma pessoa? Pede a nota, entra no sorteio e ganha R$ 1 milhão", disse.
Em dezembro, o prêmio chegará a R$ 2 milhões.
Continuará existindo o crédito para pessoas jurídicas, segundo Megale, porque para esses contribuintes o atual formato funciona de maneira eficiente ao induzir o pedido da nota fiscal.
Os munícipes que já estão cadastrados na nota fiscal paulistana já poderão concorrer aos sorteios a cada nova compra. A partir de 6 de março, os demais devem fazer cadastro no site no programa, que ainda não está no ar.
Os sorteios acontecerão no quinto dia útil de cada mês, com notas emitidas até o dia 25 do mês anterior.

Fonte: Folha Online - 02/03/2017 e SOS Consumidor

Vagas com carteira têm 22º mês de queda, mas é o melhor janeiro desde 2014

Letícia Moreira/Folhapress

Do UOL, em São Paulo

 

O Brasil fechou 40.864 vagas de trabalho com carteira assinada em janeiro, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social nesta sexta-feira (3). 

Esse é o 22º mês seguido em que o país perde vagas (começou a ter saldo negativo em abril de 2015). Apesar disso, o resultado foi o melhor para o mês de janeiro desde 2014, quando foram criadas 29.595 vagas de trabalho.

O número de empregos cortados é o saldo, ou seja, o total de demissões menos o de contratações no período. Em janeiro, foram 1.225.262 de contratações e 1.266.126 de demissões, resultando no corte de 40,9 mil vagas. 

Total de trabalhadores com carteira

O total de trabalhadores com carteira assinada no Brasil caiu para 38,3 milhões em janeiro. No mesmo mês de 2016, o número de empregados formais era de 39,6 milhões. 

Comércio lidera perdas

Dos oito setores da economia pesquisados, quatro registraram saldo positivo de contratações e quatro, saldo negativo. O comércio liderou as perdas de vagas entre todos os setores. Confira o desempenho de cada um:

  • Indústria de transformação: +17.501
  • Agropecuária: +10.663
  • Serviços industriais de utilidade pública: +735
  • Administração pública: +671
  • Extrativa mineral: -59
  • Construção civil: -775
  • Serviços: -9.525
  • Comércio: -60.075
IBGE faz pesquisa diferente

Os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho consideram apenas os empregos com carteira assinada.

Existem outros números sobre desemprego apresentados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que são mais amplos, pois levam em conta todos os trabalhadores, com e sem carteira.

A última Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua registrou que o Brasil tinha 12,9 milhões de desempregados no trimestre de novembro a janeiro.

(Com Reuters)

 

UOL Economia

ODEBRECHT PAGOU 4 MILHÕES AO PDT A PEDIDO DE GUIDO MANTEGA

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O Antagonista obteve com exclusividade o conteúdo do depoimento de Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, ao TSE, na ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer.

Fernando Reis disse que, em meados de 2014, Marcelo Odebrecht mandou que ele ajudasse Alexandrino Alencar (o executivo da empreiteira mais ligado a Lula).

Missão dada, missão cumprida. Alexandrino Alencar disse a Fernando Reis que havia ocorrido uma reunião de Marcelo Odebrecht com Guido Mantega. Nessa reunião, o então ministro da Fazenda pedira ao empreiteiro "apoio financeiro" para que o PT confirmasse a participação de partidos na coligação em torno da candidatura de Dilma Rousseff -- e, assim, obtivesse mais tempo de propaganda eleitoral na TV.

Guido Mantega também explicara a Marcelo Odebrecht que, devido a uma relação sindical complicada, havia uma dificuldade em relação ao PDT. Era preciso atuar rapidamente para garantir que os pedetistas aderissem à chapa Dilma/Temer.

Para convencer o PDT, foi estabelecida uma faixa de "apoio financeiro" entre 4 milhões e 7 milhões de reais. Fernando Reis marcou, em seguida, uma conversa com o então tesoureiro pedetista Marcelo Panella. Eles se encontraram numa cafeteria em São Conrado, no Rio de Janeiro.

Na conversa, Fernando Reis comunicou a Marcelo Panella que tinha a permissão de oferecer ao PDT 4 milhões via caixa 2, em troca da confirmação da participação do PDT na coligação Com a Força do Povo.

Marcelo Panella respondeu a Fernando Reis que já esperava o contato da Odebrecht, mas achou o valor baixo. Ficaram de voltar a encontrar-se depois da formalizaçãodo apoio do PDT a Dilma Rousseff.

Após receber sinal positivo do "setor de operações estruturadas" , que administrava a distribuição das propinas pela empreiteira, Fernando Reis procurou Marcelo Panella no final de julho de 2014. Combinaram quatro entregas no valor de 1 milhões de reais cada uma.

Segundo Fernando Reis, as entregas das parcelas de 1 milhão de reais, em espécie, ocorreram em 4 e 11 de agosto e 1º e 9 de setembro daquele ano.

Todas as entregas foram feitas no escritório de Marcelo Panella, na avenida Nilo Peçanha, 50, no centro do Rio de Janeiro.

 

O Antagonista

PSDB não vai reivindicar liderança do governo no Senado, diz líder do partido

Ricardo Brito

 

  • Luciano Claudino/Codigo19/Agência O Globo

    Aloysio Nunes (PSDB), escolhido ministro das Relações Exteriores

    Aloysio Nunes (PSDB), escolhido ministro das Relações Exteriores

O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), afirmou nesta quinta-feira, 2, ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que o partido não vai cobrar que um tucano ocupe a liderança do governo na Casa, cargo ocupado até agora por Aloysio Nunes Ferreira (SP),escolhido ministro das Relações Exteriores hoje pelo presidente Michel Temer.

"O PSDB não pode nem vai reivindicar espaço político. Se o presidente achar que pode ser alguém do partido, teremos quadros para isso", disse. Bauer afirmou que o PSDB nunca colocou como condição para ser aliado do governo Temer a ocupação de espaços.

No Palácio do Planalto, a expectativa é que a liderança do governo no Senado seja ocupada por um senador do PMDB. Um dos nomes cotados é o do atual líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que poderia ser deslocado para essa função.

 

UOL Notícias

Falha do Yahoo! permitiu invasão a 32 milhões de contas, admite empresa

O Yahoo! informou que uma falha de segurança na empresa permitiu que 32 milhões de contas fossem invadidas entre 2015 e 2016.
Em dezembro, a empresa havia revelado que hackers roubaram o software usado pelo Yahoo! para criar cookies, o que teria causado o incidente de 500 milhões de contas invadidas em 2014. Nesta quarta-feira (1º), foi divulgado o número de contas invadidas recentemente pelo mesmo método.
Segundo um comitê de investigação no Yahoo!, os executivos da empresa tinham informações a respeito das invasões de 2014, mas não investigaram o caso a tempo de prevenir novas infrações. Por conta dessa descoberta, a CEO Marissa Mayer não irá receber um bônus relativo a 2016.
Cookies de autenticação são dados armazenados no computador que permitem que o usuário fique logado a um site —por isso, podem possibilitar o acesso a uma conta de e-mail sem a senha.
Os incidentes com cookies são atribuídos a um agente "patrocinado por um governo", que a empresa não esclarece qual é.
A invasão de 1 bilhão de contas em 2013, também divulgada em dezembro, é uma ocorrência distinta, na qual não se sabe qual foi o método utilizado.
O Yahoo! será vendido para a operadora Verizon Communications, que, em fevereiro, concordou em comprar o negócio de internet da empresa por US$ 4,48 bilhões. As negociações vinham desde julho de 2016, mas o valor do negócio diminuiu após a revelação das invasões às contas do Yahoo!.
INVASÕES DO YAHOO!
2013 - 1 bilhão de contas
2014 - 500 milhões de contas
2015-2016 - 32 milhões de contas

Fonte: Folha Online - 02/03/2017 e SOS Consumidor

 

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Caiu, mas subiu

Letícia Moreira/Folhapress

O Brasil fechou 40.864 vagas com carteira assinada em janeiro. Foi o 22º mês consecutivo de queda, de acordo com dados do Caged.
Mas apesar de negativo, o resultado não foi de todo ruim. Isso porque foram criadas no mesmo mês 29.595 vagas, melhor número para janeiro desde 2014. Leia mais

 

 

Depoimento marcado

Fabrício Faria/CNV

O juiz Sergio Moro marcou para 3 de maio o depoimento de Lula no processo da operação Lava Jato em que o presidente é acusado de favorecimento na reforma de um apartamento no Guarujá (SP).
No mesmo despacho, Moro declarou extinção da punibilidade de Marisa Letícia, mulher de Lula, morta em fevereiro, e também acusada na Lava Jato. A decisão do juiz não agradou a defesa da ex-primeira-dama, que desejava a absolvição sumária. Leia mais

 

 

Guerra dos sexos

AFP Photo/Andressa Anholete

O corte de cargos comissionados anunciado pela equipe do presidente Michel Temer (PMDB) em maio de 2016 atingiu mais as mulheres que os homens e diminuiu ainda mais a participação delas no alto escalão do governo.
Levantamento feito pelo UOL mostra que, apesar de homens ocuparem a maioria das vagas comissionadas do governo federal, o corte de cargos ocupados por mulheres foi de 12,13%, enquanto entre os homens foi de 8,46%. Leia mais

Lava Jato: Fachin rejeita mais um pedido de liberdade de Eduardo Cunha

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou mais um pedido de liberdade feito pelo ex-deputado Eduardo Cunha, que se encontra preso preventivamente em Curitiba desde outubro do ano passado, por ordem do juiz Sergio Moro, responsável pela operação na primeira instância.

Desta vez, Fachin negou o prosseguimento de um habeas corpus protocolado pela defesa de Cunha em dezembro e que já havia sido rejeitado pelo ministro Teori Zavascki, relator anterior da Lava Jato até sua morte na queda de um avião, em janeiro.

Os advogados de Cunha recorreram da decisão monocrática de Teori, mas Fachin a confirmou sob os mesmos argumentos: de que o STF não poderia julgar o pedido de liberdade antes de ele ter seu mérito apreciado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No mês passado, o plenário do STF decidiu rejeitar um outro pedido de liberdade de Cunha. O resultado, com placar de 8 a 1, coincidiu com o voto do ministro relator Edson Fachin, que na ocasião também defendeu a manutenção da prisão do ex-deputado.

A prisão preventiva de Cunha foi decretada em outubro por Moro na ação penal em que o deputado cassado é acusado de receber R$ 5 milhões, depositados em contas não declaradas na Suíça. O valor seria oriundo de vantagens indevidas, obtidas com a compra de um campo de petróleo pela Petrobras em Benin, na África.

 

Agência Brasil

 

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Consumidor deve ficar atento aos chamados de recall

por NATHÁLIA DE ALCANTARA

Ele pode ter a ver com alimentos, móveis, eletrônicos, bicicletas, ferramentas e medicamentos
Você sabia que, apesar da maioria dos recalls feitos no Brasil serem referentes à veículos, outros produtos também são alvos de campanha e é preciso prestar bastante atenção?
Isso porque recall só é realizado quando há risco à saúde ou segurança do consumidor. E pode ter a ver com alimentos, móveis, eletrônicos, bicicletas, ferramentas e medicamentos, por exemplo.
Segundo o advogado especialista em Direito do Consumidor Henrique Pereira, em todos os casos de recall a empresa é obrigada a publicar comunicados, na TV ou jornais, informando ao consumidor o defeito e o risco apresentado pelo produto. Assim como, também, a data de fabricação, lote e a imagem dele.
O que diz a lei
“O Código de Defesa do Consumidor estabelece que o fornecedor deve informar o problema detectado às autoridades assim que souber e, consequentemente, aos consumidores”, explica ele.
Os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar, por meio de uma ação protocolada na Justiça, reparação do fabricante por danos morais e patrimoniais eventualmente sofridos. Para ficar por dentro acesse o site sistemas.procon.sp.gov.br/recall.
Do que pode ser o recall?
São comuns recalls de alimentos e bebidas (por falta de informações, informações incorretas na embalagem ou contaminação), produtos de informática (por problemas em itens elétricos), cadeiras plásticas (problemas projeto e/ou fabricação do produto), bicicletas (problemas nas rodas), produtos para saúde (informação incorreta ou inexistente – na embalagem, no rótulo, na etiqueta, na bula, no manual etc.) e muito mais.

Fonte: A Tribuna - 02/03/2017 e SOS Consumidor

 

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EXCLUSIVO: ODEBRECHT PAGOU 4 MILHÕES AO PDT A PEDIDO DE MANTEGA

O Antagonista obteve com exclusividade o conteúdo do depoimento de Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, ao ministro Herman Benjamin, do TSE, na ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer...[leia mais

- PT comprou PDT com propina da Odebrecht

O PT comprou o PDT.

Isso é uma reportagem de verdade....

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O que BJ disse e o que BJ não disse

O PT continua a pautar a imprensa.

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A relevância histórica da Folha de S. Paulo

Leia um trecho da reportagem assinada por Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo:

“Benedicto Júnior não pôde detalhar a acusação de caixa dois para Aécio porque... [ leia mais ]

O joio da imprensa

Os jornais repetem diariamente que é preciso “separar o joio do trigo”... [leia mais ]

 

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