Selah Sue, cantora e compositora belga

 

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Selah Sue

Selah Sue em Nurembergue, Alemanha (2010)

Informação geral

Nome completo
Sanne Putseys

Nascimento
3 de maio de 1989 (27 anos)

Local de nascimento
Lovaina, Flandres
Bélgica

Gênero(s)
Reggae, Ska, Soul, Jazz

Ocupação(ões)
cantora, compositora

Instrumento(s)
vocal, guitarra acústica

Gravadora(s)
Because Music

Influência(s)
Erykah Badu, Lauryn Hill, The Zutons, M.I.A.

Página oficial
www.selahsue.com

Selah Sue, nascida Sanne Putseys (Lovaina, 3 de Maio de 1989) é uma cantora e compositora belga[1]. Em 2011 Selah Sue ganhou o European Border Breakers Awards,(EBBA). Em Janeiro de 2012, foi novamente premiada pela escolha do público. A revista Rolling Stone a considerou como artista revelação do ano de 2012.

Índice

Carreira artística

Sanne Putseys, conhecida como Selah Sue, nasceu em Lovaina e cresceu na aldeia de Leefdaal (uma das comunas de Bertem). Desde os nove anos de idade que se interessou pela música e com quinze anos de idade aprendeu a tocar guitarra acústica comoautodidata e começou a escrever algumas músicas. Aos dezessete anos de idade, Selah Sue é a mais jovem e única participante feminina ao concurso Open Mic-avond de Het Depot (tipo "palco livre") em Lovaina. O organizador e cantor Milow repara no seu talento musical e convida-a para abrir os seus concertos[2].

Inicialmente, ela gere a sua carreira musical ao mesmo tempo que os seus estudos em psicologia na Universidade Católica de Lovaina (KUL). Segunda ela, estudar psicologia ajudou-a a melhorar o seu entendimento das emoções humanas, importante na sua composição. Neste período Selah Sue recebeu treinamento na Ancienne Belgique que ajuda artistas promissores mas que não tem contrato com alguma gravadora. Com poucas músicas próprias, Milow a incentivou a compor mais músicas, estas que resultaram no seu primeiro álbum homônimo, assinado pela gravadora Because Music e o início de colaborações com vários outros artistas como Jamie Lidell em Londres e Paris, ou com o grupo Novastar ao Paradiso (Amsterdão).

Em 2009, Selah Sue actua nos palcos internacionais do North Sea Jazz Festival e do Lowlands Festival[3]. Além disso, ela aparece regularmente na televisão flamenga e holandesa.

Em 2010, participa na maioria dos grandes festivais belgas como : Les Nuits Botaniques, TW Classic Werchter, Les Ardentes, Dour Festival, Lokerse Feesten, Couleur Café e Pukkelpop; mas também fora da Bélgica : Lowlands no Países Baixos, Paléo na Suiça ou Les Eurockéennes de Belfort na França. E em Novembro de 2010, ela faz a primeira parte do concerto de Prince em Antuérpia[4].

Seu primeiro disco foi lançado no dia 4 Março de 2011 na Europa e dia 28 de Agosto de 2012 nos Estados Unidos, vendeu mais de 720.000 cópias na Europa, sendo 320.000 apenas na França. Este album torna-se disco de platina.[5] Os singles "Raggamuffin", "Crazy Vibes" e "This World" tiveram considerável popularidade na Bélgica, França, Suiça eHolanda. Em Novembro de 2011, ela recebe também o prémio Constantin (prémio para recompensar um jovem artista)[6].

Em 5 de Novembro de 2012 lançou o álbum "Rarities" com versões demo e remixagens de músicas de seu primeiro álbum. Fez turnês ao longo de 2011 e 2012 se apresentando principalmente em grandes festivais, como o North Sea Jazz Festival, Lowlands e Coachella e fazendo apresentações próprias em vários países.

Selah Sue retorna nos últimos meses de 2014 com o single "Alone", a que se segue o álbum "Reason", com lançamento em 30 de Março de 2015. Neste momento, a cantora e sua banda de Jazz/Soul realizam uma digressão de promoção do último álbum por toda a Europa com as canções "Alone", "Won't Go For More", "Reason", "Fear Nothing" entre outros sucessos[7].

Suas influências vêm de artistas como Erykah Badu, Lauryn Hill, The Zutons e M.I.A., mas também do Hip-Hop, Reggae, Ragga e Dubstep. Selah Sue desenvolveu um estilo vocal peculiar, tendo sua voz e musicalidade sido comparada à de artistas como Janis Joplin, Amy Winehouse e Adele.

Discografia

Álbuns de estúdio

Título
Detalhes
Posições
Certificações

Flandres

Ultratop 50
Bélgica

Bélgica francófonaUltratop 40
Bélgica
Países BaixosMegaCharts
Países Baixos
França Albums Chart
França
Polónia

OLiS
Polónia

SuiçaMusic Charts
Suíça

Selah Sue

  • Lançamento : 4 de Março de 2011
  • Gravadora : Because Music
  • Formato : CD, Download digital

1
1
2
10
49
32

Reason

  • Lançamento: 30 de março de 2015
  • Gravadora: Because Music
  • Formato: CD, Download digital

1
1
1
3
35
9
Singles

Ano
Single
Posições
Certificações
Álbum

Flandres

Ultratop 50
Bélgica

Bélgica francófonaUltratop 40
Bélgica
MegaCharts
Países Baixos
French Albums Chart
França
Swiss Music Charts
Suíça

2010
"Raggamuffin"
29
16
81
18


Selah Sue

2011
"Crazy Vibes"
21
26
56
85

"This World"
2
15

47
42

"Summertime"
59
67


"Zanna"
(Selah Sue & Tom Barman vs. The Subs)
1
29
72

Referências

  1. Ir para cima↑ Na trilha de Adele, cantora belga de 22 anos é revelação do neo-soul
  2. Ir para cima↑ WENSINK Herien (21 de Agosto de 2008). «A Flemish singer with a Jamaican soul». nrc.nl. Consultado em 22 de Junho de 2015.
  3. Ir para cima↑ WENSINK Herien (21 de Agosto de 2008). «A Flemish singer with a Jamaican soul». nrc.nl. Consultado em 22 de Junho de 2015.
  4. Ir para cima↑ «Selah Sue en première partie de Prince». Focus-Le vif. 8 de Novembro de 2010. Consultado em 22 de Junho de 2015.
  5. Ir para cima↑ «Selah Sue - Chanteuse, Auteur-compositrice». France Inter. 14 de Março de 2012. Consultado em 22 de Junho de 2015.
  6. Ir para cima↑ HERCHUEZ Kate (18 de Outubro de 2011). «Selah Sue remporte le Prix Constantin 2011». Le Figaro. Consultado em 22 de Junho de 2015.
  7. Ir para cima↑ «Selah Sue prépare un nouvel album». Classic 21. 18 de Julho de 2014. Consultado em 22 de junho de 2015.
  8. Ir para cima↑ http://www.ultratop.be/nl/weekchart.asp?year=2011&date=20110625&cat=a
  9. Ir para cima↑ http://www.chartsinfrance.net/Selah-Sue/news-75387.html
  10. Ir para cima↑ http://www.ultratop.be/nl/certifications.asp?year=2011
  11. Ir para cima↑ http://www.ultratop.be/nl/certifications.asp?year=2011
  12. Ir para cima↑ http://www.ultratop.be/nl/certifications.asp?year=2011
  13. Ir para cima↑ http://www.ultratop.be/nl/certifications.asp?year=2011

Ligações Externas

 

Wikipédia

 

 

Odebrecht emprestou verba à ‘Carta Capital’ a pedido de Mantega

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Fonte: https://www.facebook.com/mblivre/photos/a.204296283027856.1073741829.204223673035117/494624563995025/?type=3&theater

Presidente do BC diz que redução da Selic deve ser feita de forma responsável

O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, disse nesta segunda-feira (12) que a redução da taxa básica de juros, a Selic, deve ser feita de forma responsável.

“Todos nós queremos juros mais baixos. Esse também é o desejo do Banco Central. A questão é como chegar lá. Para isso, é importante que a redução dos juros seja feita de forma responsável, para que seja sustentável no longo prazo. Caso contrário, a trajetória terá que ser revertida lá na frente”, disse Goldfajn em discurso durante almoço de confraternização dos dirigentes de bancos, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.

Diante da recessão econômica e da melhora na inflação, o BC tem sinalizado que pode intensificar o corte da taxa básica de juros. Nas suas duas últimas decisões, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,25 ponto percentual. Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano.

Banco Central

Banco Central tem sinalizado que pode intensificar o corte da taxa básica de jurosArquivo/EBC

A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

Saiba Mais

Goldfajn disse que o Copom se reúne de forma frequente para avaliar o desempenho corrente e prospectivo da economia e pode sempre adequar as condições da política monetária.

“Mas essa avaliação sobre a política monetária não pode ser confundida com o debate sobre os juros estruturais da economia. Os juros estruturais dependem de diversas variáveis, tais como fatores reais: produtividade, grau de incerteza, garantias, respeito a contratos etc”, disse. E acrescentou que mudanças nos juros estruturais também dependem de reformas fiscais “que coloquem em ordem as contas públicas e de medidas microeconômicas que melhorem o ambiente de negócios”.

“Por isso temos insistido na necessidade das reformas. São elas que farão cair os juros estruturais”, destacou. Os juros estruturais estão relacionados à estrutura e riscos da economia do país.

O presidente do BC também disse aos banqueiros que a política monetária não substitui as políticas do governo, mas complementa. “O crescimento de um país depende de investimento e de aumento da produtividade, que são os elementos cruciais. A redução das incertezas de todas as naturezas, inclusive aquelas provenientes de eventos não econômicos [como a crise política], também é fundamental para a volta do crescimento.”

Agenda do BC

Durante o discurso, Goldfajn anunciou uma agenda de trabalho do banco, chamada de BC+, com quatro pilares com potencial para contribuir para a recuperação econômica do país. “O primeiro pilar é o da redução sustentável e perene do custo do crédito no Brasil. Nesse aspecto, as ações objetivam reduzir a inadimplência, diminuir o custo do crédito para o tomador final, promover a simplificação do compulsório, dentre outras”, disse.

O segundo pilar, segundo o presidente do BC, é o aumento da eficiência do sistema financeiro. “Embora o nosso sistema seja notabilizado pela sua dinâmica, há espaços para aperfeiçoamentos visando tornar ainda mais eficiente a oferta de produtos e serviços financeiros a preços competitivos, com externalidades positivas para a eficiência da economia como um todo.”

O terceiro fundamento é o da cidadania financeira, com medidas que fomentem a educação financeira e fortaleçam a proteção legal e regulatória da população recentemente incluída no sistema. O quarto e último pilar, segundo Goldfajn, é o do aprimoramento do arcabouço legal que rege as atividades e competências do Banco Central, inclusive sua a autonomia.

 

Agência Brasil

Governo deve anunciar novas medidas econômicas ainda este ano, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta segunda-feira (12), durante almoço anual da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), na capital paulista, que o governo está terminando de estruturar novas medidas econômicas a serem anunciadas ainda este ano, mas não deu detalhes.

“Estamos trabalhando intensamente em uma análise de medidas que possam ser tomadas depois da aprovação da [Proposta de] Emenda Constitucional do Teto de Gastos e que a partir da consolidação da trajetória de ajuste fiscal possamos trabalhar em uma agenda que vá aumentar a produtividade da economia brasileira”, disse Meirelles a banqueiros.

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fala à imprensa após reunião com governadores, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Henrique MeirellesArquivo/Valter Campanato/Agência Brasil

Segundo o ministro, na medida em que os gastos do governo comecem a cair, atingindo padrões sustentáveis, a produtividade nacional vai aumentar. “Isso vai permitir que população invista, consuma e cresça. Portanto estamos caminhando para maior equilíbrio da economia, só que isso tem que ser complementado por uma série de medidas. O foco principal será o aumento da produtividade em todas as áreas visando tornar os processos das empresas mais ágeis, fáceis e seguros.”

Saiba Mais

Meirelles calcula que a economia do país deva começar a crescer no primeiro semestre de 2017 e que, apesar das estimativas serem baixas, é preciso levar em conta a queda do Produto Interno Bruto (PIB) registrada em 2016. “A partir daí a comparação é contaminada por um ponto de partida muito baixo. Se medirmos o PIB do quarto trimestre de 2017 sobre o quarto trimestre de 2016 nossa previsão é de crescimento de 2,8%.”

O titular da Fazenda voltou a defender a necessidade de corte nos gastos públicos e reequilíbrio fiscal para que a sustentabilidade econômica volte a padrões normais e passe a atrair investidores e a gerar confiança no país. “Nos últimos dez anos, a despesa pública subiu para quase 20% do PIB, portanto tivemos que verificar a questão estrutural, coisa que não se muda de uma hora para a outra.”

Expansão do crédito

Meirelles destacou que o crédito não será estimulado como ocorreu nos últimos anos e que o governo não repetirá nenhuma medida que não tenha dado certo anteriormente, como subsídios e o que ele chamou de “estímulos artificiais que aumentam o déficit”.

“Uma das causas que estão fazendo a retomada demorar são justamente esses incentivos que foram dados para setores industriais para aumentarem muito sua capacidade, acima do que seria uma previsão realista”, criticou.

Lava Jato

O ministro disse não acreditar que os vazamentos das delações premiadas da Operação Lava Jato, que citam diversos nomes do governo, possam atrapalhar o desempenho do pacote de medidas econômicas a ser anunciado em breve. “Do nosso ponto de vista, a agenda econômica segue normalmente. O mais importante é exatamente a aprovação da PEC que estabelece o teto para o crescimento das despesas públicas. A agenda econômica segue independentemente de dificuldades políticas”, analisou.

 

 

Agência Brasil

Moro bate boca com advogado de Lula durante audiência da Lava Jato

O juiz federal Sérgio Moro, da Justiça Federal em Curitiba, voltou nesta segunda-feira (12) a bater boca com um dos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante audiência da ação penal na qual Lula é réu. Durante a oitiva de uma funcionária da empreiteira OAS, Moro chegou a gritar com defensor Juarez Cirino após várias interrupções. “Respeite o juízo!", gritou Moro.

O bate-boca começou após uma pergunta feita por um procurador da República à funcionária Marilza Marques, responsável pela área de atendimento da empreiteira e que acompanhou as visitas no apartamento tríplex em Guarujá (SP), imóvel investigado na Operação Lava Jato.

Marilza disse que mulher de Lula, a ex-primeira-dama Marisa Letícia, era apresentada como “se o imóvel já tivesse sido destinado”.

O estopim para o início da discussão ocorreu quando Moro disse que o advogado estava sendo "inconveniente" ao alegar repetidamente que o procurador não poderia fazer a pergunta.

Advogado: A defesa não é inconveniente na medida em que estamos no exercício da ampla defesa

Moro:  Já foi indeferida sua questão, já foi indeferida sua questão, doutor

Advogado: Vocês não podem cassar a palavra da defesa

Moro: Posso, doutor, por estar sendo inconveniente

Advogado: Não pode, porque estamos colocando uma questão muito importante, relevante, o procurador da República está pedindo a opinião da testemunha e ele não pode

Moro: Doutor, o senhor está sendo inconveniente! Já foi indeferida sua questão, já está registrada, e o senhor respeite o juízo

 

Agência Brasil

 

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Beleza no céu

Yang 
Shiyao/Xinhua

Nessa noite o céu vai estar agitado. Hoje os brasileiros vão poder ver dois eventos astronômicos simultaneamente: a superlua e uma chuva de meteoros.
O pico dos dois fenômenos vai ser no início da noite e ao longo da madrugada. São esperados 120 meteoros por hora. O melhor horário para a observação é a partir das 22h. Leia mais

 

 

Atriz premiada

Alexandre Meneghini/Reuters

Sonia Braga foi eleita pela Associação de Críticos de Cinema de San Diego, nos Estados Unidos, como a melhor atriz do ano pelo filme Aquarius, de Kleber Mendonça Filho. O longa conta a história de uma jornalista que defende o apartamento onde viveu a vida toda do assédio de uma construtora.
A atriz também foi mencionada em lista da revista Rolling Stone com as 25 melhores atuações do cinema em 2016. Leia mais

Reforma da previdência: como funciona a aposentadoria em outros países

Os temas aposentadoria e previdência voltaram ao centro do debate nacional depois do anúncio do governo, na última terça-feira (6), de uma proposta de reforma que altera a idade mínima de aposentadoria e prevê um novo cálculo do benefício. O texto ainda será submetido ao Congresso.

Pelas regras sugeridas pelo governo, a aposentadoria passa a ser concedida para os brasileiros a partir dos 65 anos. Além disso, para adquirir esse direito, o trabalhador terá de ter contribuído, no mínimo, 25 anos. Para se aposentar com o benefício integral, o trabalhador terá de contribuir por 49 anos

O governo defende que as mudanças são importantes para equilibrar as finanças da União. Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em 2016, o déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chegará a R$ 149,2 bilhões (2,3% do PIB) e, em 2017, está estimado em R$ 181,2 bilhões.

Com o aumento da expectativa de vida e a diminuição da fecundidade (número de nascimentos), a população está envelhecendo. Na avaliação de Meirelles, esse novo perfil etário do brasileiro deve gerar uma situação insustentável para a Previdência. “No atual ritmo, em 2060, vamos ter apenas 131 milhões de brasileiros em idade ativa (hoje são 141 milhões). No mesmo período, os idosos crescerão 263%".

Para saber como funciona a Previdência no restante do mundo, a Agência Brasil buscou conhecer o modelo aplicado em países como a Dinamarca, a Grécia, os Estados Unidos e a Argentina.

De acordo com estudo de Rogério Nagamine Costanzi, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do governo federal, o aumento da idade para requerer a aposentadoria foi uma das reformas mais comuns entre países da Europa e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Na maior parte dessas nações, a idade mínima para aposentadoria chegará a 67 anos até 2050.

Conheça sistemas previdenciários de outros países:

Dinamarca
O sistema de aposentadoria da Dinamarca, considerado por especialistas como um dos melhores do mundo, combina benefícios pagos pelo Estado com sistemas de previdência obrigatórios entre empresas e funcionários no setor privado, e ainda planos individuais voluntários. No país, não há tempo mínimo de contribuição, mas o valor do benefício leva em conta os anos de pagamento no mercado de trabalho. Lá, a idade mínima da aposentadoria básica de caráter universal crescerá do atual patamar de 65 anos para 67 anos entre 2024 e 2027 ao ritmo de seis meses por ano. Depois disso, vai se basear nos índices de longevidade da população.

Grécia
A reforma previdenciária foi uma discussão central na crise grega e uma das exigências aprovadas pelo Parlamento no pacote de reforma pedido pela União Europeia. Na reforma de 2010, a idade de aposentadoria das mulheres foi aumentada de 60 para 65 anos entre 2011 e 2013. Em 2012, ficou estabelecido que a idade irá aumentar de 65 para 67 anos tanto para homens quanto para mulheres. A partir de 2020 terá relação com a expectativa de vida. Com a reforma, o tempo de contribuição para uma aposentadoria integral subiu de 37 para 40 anos.

Estados Unidos
Segundo dados da Administração de Seguridade Social do país, até 2014, a idade para aposentadoria para quem nasceu após 1955 era de 66 anos, para homens e mulheres. A partir de 2015, sobe em dois meses ao ano até alcançar 67 anos. Nos EUA, é possível antecipar a aposentadoria para os 62 anos, mas com desconto do valor a ser recebido. Ou, ainda, adiar até os 70 anos, nesse caso com acréscimo no benefício.

Canadá
Assim como no Brasil, o Canadá adota um teto para o benefício pago na aposentadoria. No país, o plano de previdência do governo exige contribuição durante  35 anos e o trabalhador tem direito ao valor máximo do benefício a partir dos 65 anos de idade. Quem se aposenta antes, com no mínimo 60 anos de idade, recebe menos. Já quem se aposenta mais tarde, com idade avançada, recebe um abono de permanência, o chamado Old Age Security.

Argentina
Foram feitas duas grandes reformas na Argentina, uma na década de 90 e outra nos anos 2000, que desfez a anterior. A idade mínima para se aposentar é 60 anos para a mulher e 65 anos para os homens. Além disso, o trabalhador argentino precisa contribuir por 30 anos para se aposentar e o valor do benefício é definido pela média de contribuições dos últimos 10 anos.

Colômbia
Na Colômbia, a idade legal para aposentadoria subiu de 60 para 62 anos para homens e de 55 para 57 anos para mulheres. O tempo de contribuição aumentou de 1.050 semanas, em 2005, para 1.300 semanas em 2015, ou seja, 25 semanas por ano.

Japão
O Japão é o campeão mundial da longevidade com uma expectativa de vida de 84 anos. A idade mínima para a aposentadoria de homens e mulheres é de 65 anos. Para receber o valor integral da previdência é necessário ter contribuído por 40 anos.

Espanha
O país aprovou o aumento da idade legal de aposentadoria de 65 anos para 67 anos, com a transição sendo feita entre 2013 e 2027. No país, é possível se aposentar com 35 anos de contribuição e 65 anos de idade e continuar trabalhando, recebendo metade da aposentadoria. Essa modalidade é chamada aposentadoria ativa. Antes, os empregados tinham que escolher entre o emprego ou a aposentadoria.

Portugal
A idade legal de aposentadoria em Portugal foi aumentada em 2014 de 65 para 66 anos, com no mínimo 15 anos de contribuição. Foi implantado no país um fator de sustentabilidade, aposentadorias públicas foram congeladas em 2011. No período de 2010 a 2012, foi instituída contribuição especial para aposentadorias com valor acima de 1.500 euros. Trabalhadores com 65 anos ou mais que permanecem trabalhando têm diminuição da contribuição previdenciária, como uma forma de incentivar permanência no trabalho.

 

Agência Brasil

 

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Deu ruim

Nilson Bastian/Câmara dos Deputados

A Justiça Federal em Minas Gerais decretou ontem intervenção nas empresas do prefeito afastado de Montes Claros (MG), Ruy Muniz (PSB), e da mulher, a deputada federal Raquel Muniz (PRB).  Ela ficou conhecida depois de elogiar o marido durante a votação da admissão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
No dia seguinte, Muniz foi preso pela PF (Polícia Federal) em um hotel de Brasília e afastado do cargo. Ele foi beneficiado por liminar na Justiça, candidatou-se à reeleição, só que perdeu no segundo turno.
Leia mais

 

 

Articula nos bastidores

Fernanda Carvalho/O Tempo/Estadão Conteúdo

A briga no PSDB promete ficar acirrada. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, montou uma operação para neutralizar a aliança entre José Serra e Aécio Neves. Ele articula com diretórios estaduais uma oposição à continuidade do mandato do senador mineiro na presidência do partido.
O controle do partido é importante no processo de escolha do candidato tucano à Presidência. Uma disputa interna poderia rachar ainda mais o PSDB para as eleições de 2018. Leia mais

 

 

Sobreviventes do voo da Chapecoense

Divulgação

O goleiro Jackson Follmann, primeiro sobrevivente do acidente com o avião da Chapecoense a retornar para o Brasil, vai passar por uma cirurgia na coluna e na perna esquerda. Na Colômbia, ele já havia amputado uma parte da perna direita.
Follmann está no hospital Albert Einstein em São Paulo. O lateral Alan Ruschell e o jornalista Rafael Henzel devem chegar hoje ao Brasil. O zagueiro Neto ainda vai ficar na Colômbia sem previsão de retorno. Leia mais

Senador apresenta relatório final do Orçamento 2017; votação será na quarta

O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) apresentou nesta segunda-feira (12) à imprensa o relatório final do Orçamento da União de 2017. A previsão de receitas e despesas totais passou dos R$ 3,489 trilhões previstos no projeto enviado pelo Executivo para R$ 3,505 trilhões no parecer final do relator. A expectativa é que o relatório final seja votado na Comissão Mista do Orçamento (CMO) na quarta-feira (14) e, em seguida, entre em votação no plenário do Congresso Nacional.

O relator do Orçamento de 2017 disse que é importante votar a peça neste ano para contribuir com a recuperação econômica do país. “Essa é a primeira peça Legislativa e do Executivo concretamente no ajuste fiscal. É a primeira legislação concreta que terá efeito prático para que possamos finalmente começar a dar sinais para o mercado de que há um realismo orçamentário tanto em relação ao teto da despesa, quanto em relação à receita”, disse Eduardo Braga.

Saiba Mais

Para a área de educação estão previstos R$ 85,6 bilhões. Para a saúde foram destinados R$ 115,3 bilhões, em atendimento do mínimo constitucional de 2017 previsto pela Proposta de Emenda Constitucional (PEC 55), conhecida como PEC do Teto de Gastos. O montante previsto pelo governo na proposta de orçamento enviada era de R$ 105,5 bilhões.

O mínimo para a saúde foi alcançado com o atendimento de emendas parlamentares destinadas à saúde, sendo R$ 4,8 bilhões individuais, R$ 2,2 bilhões coletivas e R$ 2,7 bilhões alocados pelo relator.

Braga disse que, se o texto não for aprovado este ano, os gastos para a saúde serão reduzidos em R$ 9,9 bilhões. Esse valor foi acrescido pelo relator para cumprir a destinação de 15% da receita corrente líquida, conforme determinado na PEC 55.

“Essa peça aplica os efeitos da PEC, ou seja, se a PEC for aprovada e o orçamento não for aprovado, teremos que esperar um novo orçamento para poder fazer valer o aumento, por exemplo, do piso da saúde que sai de 12% para 15% na PEC 55, que estabelece o teto do gasto”, disse o relator do Orçamento de 2017

Ao divulgar o relatório preliminar, no final de novembro, o senador havia incluído a previsão dos R$ 9,9 bilhões a mais em recursos para a saúde e R$ 1,2 bilhão para a educação. No relatório apresentado hoje, para os investimentos, Braga prevê a destinação de R$ 16 bilhões para emendas parlamentares.

 

Agência Brasil

 

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PEC questionada

Pedro França/Agência Senado

A maioria dos brasileiros é contra a aprovação do teto de gasto público. Pesquisa Datafolha mostra que 60 % não concordam com a PEC, que pode entrar em vigor pelos próximos 20 anos. A emenda deve ser votada em segundo turno hoje no Senado.
Outros 24% demonstraram apoio à proposta. A pesquisa ainda mostra que 19% não souberam responder. Apesar dessa rejeição, 53% disseram que os recursos públicos existentes hoje são suficientes, mas são mal aplicados. Leia mais

 

Lula, Marisa e Palocci indiciados

Rahel Patrasso/Xinshua

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Lula, a mulher dele, Marisa, e o ex-ministro Antonio Palocci por envolvimento na Lava Jato. O indiciamento aconteceu por causa de duas investigações, uma sobre a compra de um terreno para o Instituto Lula e outro sobre a compra de um apartamento.
Para a PF, os dois casos envolvem pagamentos de propina da Odebrecht para o ex-presidente. O petista já foi alvo de quatro denúncias da Procuradoria Geral da República e responde a três ações penais. Leia mais

 

 

Bens bloqueados

Yasuyoshi Chiba/AFP Photo

O prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PMDB) teve os sigilos bancário e fiscal quebrados pela justiça.  Ele é acusado de improbidade administrativa na construção do campo de golfe olímpico da Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade.
Na semana passada, os bens foram bloqueados, mas o prefeito recorreu. Leia mais

Propor reforma da Previdência é ato de coragem, diz Temer em São Paulo

O presidente Michel Temer disse ontem (12) à noite, em São Paulo, considerar um ato de coragem a proposição da reforma da Previdência, que vem ocorrendo em meio a críticas da sociedade. A declaração foi feita durante a cerimônia de entrega do 6º Prêmio Líderes do Brasil, feito pelo grupo Lide, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual de São Paulo.

“Eu apreciaria imensamente não ser muitas vezes vergastado, chicoteado pelas redes sociais porque nós propusemos aquilo que é fundamental para o país, que é uma reforma da Previdência Social. Nós não estamos pensando em nós, nós estamos pensando naqueles que virão, nós precisamos reformar a Previdência hoje para garantir a Previdência amanhã. E por isso nós temos coragem”, disse.

Temer disse que, neste momento, é preciso de muita coragem no Brasil. “Coragem para fazer coisas aparentemente impopulares, mas que gerarão popularidade logo ali adiante”, disse , ao acrescentar que “gostaria imensamente de poder apanhar tudo que estivesse na burra do estado” e fazer seu governo.

O presidente recebeu o prêmio na categoria “Líder do Brasil” e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que também compareceu ao evento, recebeu uma homenagem especial do setor público. O governador paulista Geraldo Alckimin e o prefeito eleito João Dória participaram do evento, além dos ministros Alexandre de Moraes (Justiça), Bruno Araújo (Cidades) e Mendonça Filho (Educação).

Em meio a um público formado por empresários, o presidente disse sair do evento “animadíssimo”. “Em função deste prêmio, nós vamos passar os dois anos [de governo], nós vamos colocar o Brasil nos trilhos para aquele que vier depois. O Brasil vai vencer”, disse.

Delações

O presidente Michel Temer também disse que pediu ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que “se houver delitos, malfeitos, que venham todos à luz de uma única vez”, referindo-se a informações divulgadas na imprensa sobre delações de executivos da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato  e que envolvem nomes de diversos políticos. Temer disse que vazamentos de procedimentos de delação, quando ainda não completados e homologados, poderiam paralisar o país.

“O Brasil precisa resolver isso imediatamente, não pode aquietar-se em face daquilo que é mal produzido, mas também não pode, como aqui foi dito, paralisar as suas atividades” disse.

 

Agência Brasil

 

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Rio, Minas e RS vão pedir auxílio federal para resolver crise financeira

Os governadores do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, devem se reunir na quarta-feira (14), em Brasília, com o presidente Michel Temer, para tratar do pacote de medidas econômicas para ajudar estados e municípios que se encontram em dificuldade devido à crise financeira. Os três estados decretaram estado de calamidade financeira.

O tema foi tratado hoje (12) em reunião entre os governadores no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro. Ivo Sartori participou via videoconferência. Segundo Pimentel, o objetivo do encontro com Temer é apresentar as medidas que as secretarias estaduais já vem adotando e dar contribuições para um projeto nacional de recuperação fiscal.

Brasília - Entrevista coletiva do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, após reunião com o presidente Michel Temer (Valter Campanato/Agência Brasil)

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse que esta será a quarta reunião que tem com o presidente em quatro semanasArquivo/Valter Campanato/Agência Brasil

“Nosso objetivo é contribuir com esse projeto de lei, que está sendo elaborada pelo governo federal, de recuperação fiscal para os estados que estão em dificuldade. Nós vamos lá levar contribuição e mostrar a situação dos estados, que é muito grave, muito crítica, e tentar contribuir para que seja criado um modelo de auxílio, na mesma medida que os estados estão fazendo seu esforço de ajuste fiscal”, disse Pimentel.

Pezão disse que esta será a quarta reunião que tem com o presidente em quatro semanas. “Na semana passada conseguimos a multa da repatriação, que não é tão importante para o Rio de Janeiro, mas é muito importante para o Nordeste”. Ele diz que os governadores já apresentaram propostas ao governo federal, como a securitização de ativos, empresas e recebíveis.

“Uma série de iniciativas que nós temos, de possibilidades que nós estamos colocando, que já foram tomadas anteriormente, [queremos] mostrar que a gente pode fazer essa travessia, mas a gente quer fazer isso de comum acordo com a equipe do Ministério da Fazenda que está elaborando esse programa, que não é só para o Rio de Janeiro, Minas e Rio Grande do Sul, mas é para o Brasil todo”, disse Pezão.

Para Pimentel, é necessário buscar o equilíbrio entre o ajuste fiscal e a prestação de serviços para a população, feita em sua quase totalidade pelos estados e municípios. “A crise financeira que se abateu sobre os estados, municípios e a própria União, vai refletir na qualidade de vida das pessoas. A nossa obrigação como governantes é buscar fazer os ajustes necessários sem prejudicar a prestação de serviços públicos. Esse talvez não seja a preocupação da União, porque ela não presta serviço diretamente para a população, mas os estados e os municípios prestam, então nós não podemos embarcar em programas de ajuste fiscal sem dar atenção ao serviço público, sob pena de entrar em colapso”.

Crise no Rio de Janeiro

Segundo o governador Pezão, no caso do seu estado, o pedido de ajuda federal ocorre também porque muitas das medidas enviadas para aprovação pela Assembleia Legislativa do Rio foram retiradas de pauta ou modificadas, não surtindo o retorno financeiro esperado pelo governo. Das 22 medidas, oito foram retiradas.

Brasília O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, participou de audiência proposta pelo ministro Edson Fachin, do STF com governadores para discutir as dívidas dos estados (José Cruz/Agência Brasil)

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse que é necessário buscar o equilíbrio entre o ajuste fiscal e a prestação de serviços para a população,Arquivo/José Cruz/Agência Brasil

“Tem muitas [medidas] sendo discutidas e negociadas dentro do parlamento, que é o local apropriado. Agora estamos discutindo com representantes dos funcionários, conversei com toda a área de segurança, conversei com todas as corporações. Temos diversos avanços, que são trazidas pelas próprias corporações, nós vamos avançar, vamos ter receitas ali, conseguimos conquistas no Superior Tribunal Federal importantes para o nosso fluxo de caixa”, disse Pezão. 'Têm medidas que foram votadas que chegam à metade [do recurso esperado] do que foi enviado. Por isso que estamos procurando o presidente da República e o Ministério da Fazenda para ver a outra metade”.

Uma das negociações com o funcionalismo, segundo o governador, é o reescalonamento do aumento previsto para iniciar em janeiro de 2017 que o governo queria adiar para 2020. “Eles ficaram com essa preocupação de vir outro governador e tirar esse aumento. Fizeram uma proposta interessante que estamos acordando, que é dar [o reajuste] em novembro de 2017, com vigência em dezembro de 2017, em novembro de 2018 e assim sucessivamente, mas garantia o aumento em 2017. O aumento tinha sido parcelado e a gente tinha pedido para colocar para 2020, mas eles fizeram essa proposta de colocar para novembro de 2017. Nos alivia o caixa, achamos que foi razoável e a equipe estava vendo se chega num acordo”, disse Pezão.

Odebrecht

Sobre a delação premiada, ainda não oficial, de Leandro Azevedo, superintendente da Odebrecht no Rio, que, segundo publicado pela imprensa, Pezão teria recebido R$ 23,6 milhões e 800 mil euros no exterior em troca de ajuda na liberação de verbas para a empreiteira, o governador confirma que teve duas reuniões, mas nega qualquer benefício próprio ou para a empresa.

“Eu estava adoentado, tive uma doença grave [Pezão teve câncer], ele [Azevedo] pediu para ir na minha casa para ajudar a agilizar a liberação da obra do metrô, que corria aquele risco para as Olimpíadas, que estava agarrado em Brasília essa liberação e eles estavam a ponto de parar a obra. E eu me empenhei para liberar os recursos do BNDES, mas não beneficiava a empresa, beneficiava o consórcio e o término da obra do metrô. Aqui no Palácio foi a questão do Maracanã que a gente está definindo até hoje. O estado não honrou o compromisso que tinha na licitação do Maracanã. Se você pega o edital inicial do Maracanã, se falava na demolição do Júlio Delamare e do Célio de Barros, então a licitação mudou. Nós tínhamos que compreender os interesses da empresa, de como se adaptar a isso”.

Pezão diz que não é a primeira vez que seu nome aparece em delações, mas que da outra vez o caso foi arquivado. “Quando chegar oficialmente, se vier, se for uma delação que tenha todo o seu rito e venha com substância, eu vou responder. Eu não tenho nada, minha vida toda foi superapurada, tem mais de 450 páginas a investigação que a Polícia Federal fez nessa delação da Lava Jato que falava do Comperj [Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro], falando que eu tinha participado, e a própria Polícia Federal pediu o arquivamento. Eu não tenho nada a temer, tive minhas contas já aprovadas pela Justiça Eleitoral. Se chegar oficialmente, me submeto à Justiça e não tenho nada a esconder”.

 

Agência Brasil

 

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