MPF é contra homologação de acordo entre Samarco e governos estaduais


Colatina (ES) - Rio Doce é atingido por rejeitos de mineração do rompimento da barragem da Samarco em Mariana, em Minas Gerais (Fred Loureiro/Secom ES)
Lama  da  barragem  da  Samarco  atingiu  o  Rio
Doce, prejudicando vários municípios,entre os quais Colarina, no Espírito Santo Fred  Loureiro/Secom/ES
O Ministério Público Federal (MPF) informou, nesta quinta-feira (3), que vai se posicionar contra a homologação do acordo entre a mineradora Samarco, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. Firmado ontem (2), o acordo prevê que a mineradora arque com o valor de R$ 4,4 bilhões, pelos próximos três anos, para atenuar as consequências do rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em Mariana (MG), em novembro do ano passado.

Após esse período de três anos, novos cálculos deverão ser feitos para determinar quantias adicionais a serem desembolsadas pela Samarco. Para ter validade, o acordo ainda precisa ser homologado pela Justiça e, neste momento, o MPF deverá apresentar sua opinião.
Chamado para participar das negociações, o MPF participou das primeiras reuniões, mas decidiu se retirar da mesa por considerar que a proteção do patrimônio das empresas estava tendo prioridade em detrimento do meio ambiente e dos interesses das populações afetadas pelo acidente, considerado o maior desastre ambiental ocorrido no país. Os ministérios públicos de Minas Gerais e do Espírito Santo adotaram a mesma postura e também não assinam o documento.

Segundo procurador federal Jorge Munhós de Souza, o acordo tem seus pontos positivos. mas se coloca como uma garantia máxima. Para o MPF, o documento deveria ser uma garantia mínima: "ainda não há um diagnóstico preciso. Nós não sabemos o tamanho do dano. Como vamos definir limites de valores, se a demanda de reparação ainda é incerta?", questiona Munhós de Souza.
O acordo prevê limite de R$ 20 bilhões para medidas de reparação, cujo objetivo é recuperar o estado anterior ao rompimento da barragem, e de R$4 bilhões para medidas de compensação, que são implementadas quando o estado anterior não é mais alcançável e, por isso, outro trabalho é usado para compensar o dano. Também há teto para os aportes anuais de recursos. "Na visão do Ministério Público, os limites são injustificáveis, porque a obrigação das empresas é reparar integralmente o meio ambiente, independentemente do custo a ser empregado", reiterou o procurador.
Outro problema levantado pelos procuradores federais foi a falta de participação das populações atingidas pelo desastre. A mesma crítica já havia sido feita pela organização não governamental (ONG) Justiça Global, que informou à Agência Brasil sobre a preparação de uma denúncia a ser entregue à Organização das Nações Unidas (ONU) e à Organização dos Estados Americanos (OEA).

Segundo a advogada da ONG, Alexandra Montgomery, as comunidades indígenas que se encontram na área atingida estão sendo prejudicadas, já que a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) garante a elas o direito à consulta livre e prévia sobre qualquer medida tomada pelos governos que as afete diretamente.
O acordo também não cita, em nenhum momento, a responsabilidade solidária do Poder Público. Segundo o procurador, havendo danos ambientais, ainda que um empreendedor particular seja responsável direto, prevalece nos tribunais o entendimento de que o Poder Público é corresponsável por não ter tomado medidas para impedir a situação.
Acordo
Pelo documento assinado, os valores estipulados deverão ser repassados pela Samarco a uma fundação privada responsável por gerir 39 projetos ao longo de 15 anos. Essa fundação seria composta por gestores ambientais indicados pela mineradora. Caso a Samarco não faça os repasses, suas acionistas Vale e BHP devem assumir os compromissos. Está prevista ainda a existência de outras estruturas.

Está prevista também a criação de um  comitê interfederativo, composto por representantes do Poder Público, que teria a função de fiscalizar a fundação, e de um conselho consultivo, com 17 membros, para ouvir as populações atingidas e recomendar o atendimento de suas demandas. O MPF teria três representantes no conselho, e os ministérios públicos de Minas Gerais e Espírito Santo, dois. Entretanto, o MPF já indicou que não participará dessa estrutura de governança montada para a implementação do acordo.
Em entrevista à Agência Brasil, o procurador-geral do Espírito Santo, Rodrigo Rabello, havia ressaltado a importância de garantir o início da recuperação da bacia. "A conciliação é a melhor forma de solucionar conflitos. Ela é muito mais breve do que a espera pela tramitação de uma ação. Se o processo tivesse seu curso normal, certamente demoraria mais do que cinco anos para ser concluído. Com o acordo, as medidas são implementadas imediatamente", afirmou.
Para Jorge Munhós, a posição do MPF não impede que o acordo seja cumprido entre as partes. "As empresas não podem usar o argumento de que estamos contribuindo para a lentidão da reparação. Elas são livres para implementar o acordo com a União e os estados. Aliás, as medidas de reparação já deviam ter começado. E o Poder Público, mesmo sem intervenção judicial, tem mecanismos para exigir de qualquer particular as ações necessárias para satisfação dos interesse públicos."
Caso o acordo seja homologado, será extinta a ação civil pública movida pela União e pelos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, que cobrava o valor R$ 20 bilhões. Além de ser contra a homologação, o MPF já prepara outra ação civil pública para buscar garantias adicionais, por exemplo uma indenização por danos morais e patrimoniais coletivos.





Unimed é condenada a pagar R$ 291,9 mil por não custear cirurgias para paciente em São Paulo


A Unimed Fortaleza foi condenada a pagar R$ 281.948,14 de danos materiais e R$ 10 mil de reparação moral para dona de casa que teve negado custeio de tratamento realizado em São Paulo. A decisão é da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) e teve a relatoria do desembargador Heráclito Vieira de Sousa Neto.

De acordo com o magistrado, mesmo que houvesse sido especificado no contrato “quais estabelecimentos não faziam parte da rede credenciada ao plano de saúde, subsistiria a obrigação da operadora de custear o tratamento realizado, dado o caráter emergencial. Tal especificidade se dá com a situação de risco em que se encontrava a autora [paciente] devido ao agravamento de sua doença, necessitando urgentemente dos procedimentos cirúrgicos a fim de preservar sua vida”.

Segundo o processo, a paciente foi diagnosticada com Mal de Parkinson em 1996, quando começou a ser acompanhada por equipe médica credenciada pela Unimed. Em 2009, com a evolução do quadro clínico e a falta de resposta ao tratamento, ela buscou o Hospital Nove de Julho, localizado em São Paulo, por indicação de médico que a acompanhava desde o começo. Lá, ela colocou um estimulador cerebral profundo.

Após o procedimento cirúrgico, ela contraiu uma infecção e teve que ser submetida à cirurgia emergencial no mesmo hospital paulista. Contudo, a dona de casa teve o custeio dos procedimentos médicos negado pelo plano de saúde. Em decorrência, ajuizou ação requerendo indenização por danos materiais e morais.

Na contestação, a Unimed Fortaleza alegou que os procedimentos cirúrgicos foram realizados em hospital não credenciado. Argumentou ainda que a cliente tinha conhecimento do fato.

Em novembro de 2012, o juiz Benedito Helder Afonso Ibiapina, titular da 16ª Vara Cível de Fortaleza, determinou o pagamento de R$ 281,948,57 a título de dano material e R$ 50 mil por danos morais.
Inconformado com a sentença, o plano de saúde apelou (0093294-52.2009.8.06.0001) no TJCE, reiterando os argumentos apresentados anteriormente.

Ao julgar o processo nessa quarta-feira (02/03), a 4ª Câmara Cível reformou a decisão de 1º Grau apenas para fixar a reparação moral em R$ 10 mil, conforme o voto do relator. “Configurada a hipótese de dano moral indenizável, é necessário verificar que o quantum obedeça ao princípio da proporcionalidade”.

Para o desembargador, “a angústia e o prejuízo psicológicos causados pela piora da doença foram agravados em face da recusa da operadora do plano de saúde em prestar suporte necessário”.
Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará - 03/03/2016 e Endividado



Procon Estadual ganha ação contra CVC, Dell e Lojas Cem


Empresas foram proibidas de veicular propagandas colocando o preço da parcela em tamanho maior do que o valor à vista

As empresas CVC, Dell computadores e Lojas Cem foram derrotadas pelo Procon Estadual em ação civil pública. Agora, estas companhias estão proibidas de colocar, em suas propagandas, o preço da parcela no pagamento a prazo em tamanho maior do que o valor à vista, segundo determinação da 2ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Foi considerado que essa prática induz o consumidor ao erro, indo contra o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a Lei Estadual 6.419/2013. O eventual descumprimento da sentença gera multa diária de R$ 5 mil.

Procurada pelo iG, a Dell se pronunciou dizendo que não vai comentar sobre o assunto no momento.

Apesar da decisão confirmar uma liminar que o Procon Estadual já havia obtido anteriormente, em 30 de janeiro de 2015, as empresas ainda têm permissão para recorrer.

Na última quarta-feira, o Procon Estadual já havia autuado empresa Pina Resende Comércio, Importação e Exportação, dona do site Oferta Melhor, pelo mesmo problema. Foram dados 15 dias úteis para a apresentação da defesa. Caso o prazo não seja cumprido ou os argumentos apresentados não sejam aceitos pelo Setor Jurídico do Procon Estadual, a empresa será multada.
Fonte: IG Notícias - 03/03/2016 e Endividado

Direito do Trabalho: colóquio discute a atualização das leis

Discutir a necessidade de atualizar a legislação trabalhista brasileira foi sugerida ontem por juristas brasileiros e estrangeiros que participaram do Colóquio Internacional: A modernização do Direito do Trabalho, no Hotel Sheraton, em Porto Alegre. O evento reuniu advogados trabalhistas, entidades sindicais patronais e de trabalhadores e estudantes de Direito.
O presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de Empresas no RS (Satergs), Gustavo Juchem, disse que a legislação do país é a segunda mais antiga do mundo, perdendo apenas para a do Paquistão. “Temos problemas com a informalidade e o Brasil é o campeão mundial de ações trabalhistas. Precisamos enfrentar isso.” Segundo ele, dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que somente em 2014 foram 7 milhões de ações trabalhistas no país. “Mais de 90% delas, contra micro e pequenas empresas.”
Na palestra de abertura, o professor Juan Raso Delgue, da faculdade de Direito da Universidade de la Republica, no Uruguai, abordou o tema “As transformações no mundo do trabalho e seus impactos”.
O evento, que termina hoje, terá ainda as palestras de Almir Pazzianotto, ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que abordará o tema “Reflexões sobre o modelo sindical brasileiro”, e do Doutor em Direito da USP, Luiz Carlos Amorim Robortella, que irá falar sobre “terceirização e Subordinação Estrutural”. A de encerramento será do ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, vice-presidente do TST.


Fonte: Correio do Povo, página 16 de 28 de agosto de 2015.



Empresa é condenada por extravio de pontos em programa de fidelidade


A 14ª câmara de Direito Privado do TJ/SP condenou a Multiplus a pagar danos morais pelo extravio de 189.000 pontos do programa de fidelidade. De acordo com a decisão, ficou caracterizada a ocorrência de fraude e comprovada a existência de abalo moral.

O juízo de 1ª instância reconheceu que houve falha na prestação dos serviços da empresa, em especial a ocorrência de fraude no sistema informatizado de resgate de milhagens no programa de fidelidade e determinou que fosse restituído ao consumidor os pontos resgatados indevidamente . Contudo, negou indenização por dano moral.

Na análise do recurso, o desembargador Thiago de Siqueira entendeu configurado o dano moral. De acordo com ele, é certo que o consumidor sofreu frustrações, dissabores e constrangimentos provocados pelo extravio dos pontos de seu programa de milhagem. A indenização foi fixada em R$ 5 mil, valor a ser corrigido monetariamente a partir do julgamento deste recurso.
Confira a decisão na íntegra aqui
Fonte: Migalhas

Cinco informações sobre programas de milhagem

1. O regulamento deve ser redigido de forma clara e objetiva, e disponibilizado para leitura antes da adesão ao programa.

2. Qualquer alteração nas regras do programa, inclusive sobre acúmulo e resgate de pontos, deve ser previamente informada ao consumidor.

3. Com o pagamento da fatura do cartão de crédito a pontuação já é sua. A transferência dos pontos para compra de passagem aérea ou aquisição de produtos pode ser feita mesmo depois do cancelamento do cartão.

4. Tendo ocorrido o resgate fraudulento ou extravio dos pontos acumulados, a empresa gestora do programa responde pela falta de segurança e deve restituir a pontuação.

5. Acompanhe sua pontuação periodicamente, fique atento aos prazos de validade dos créditos e guarde todos os documentos (pode ser de forma digital) - último extrato, regulamento, publicidade, ofertas, extrato do cartão de crédito ou da conta de telefone (se for vinculado). Isso pode ser importante, caso tenha algum problema.
Fonte: Idec - 03/03/2016 e Endividado



Zika: com mais de 9 mil casos em seus territórios, França investe em pesquisa

Com mais de 9 mil casos de infecção por zika registrados em três territórios (Martinica, Guiana Francesa e Guadalupe) nas Américas desde dezembro de 2015, a França foi um dos primeiros países a lidar com a grande propagação do vírus, quando ele começou a circular em 2014 na Polinésia Francesa, território francês localizado na Oceania. Segundo o embaixador da França no Brasil, Laurent Bili, na época, um terço da população local, cerca de 270 mil habitantes, foi infectada.
Embaixador da França, Laurent Bili, durante entrevista sobre o vírus Zika(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Embaixador da França, Laurent Bili, diz que pesquisadores franceses estudam o vírus Zika desde 2014 Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Esta semana, os governos brasileiro e francês reuniram-se em Brasília para começarem a dialogar sobre parcerias em pesquisas sobre o Zika. De acordo com Bili, pesquisadores franceses estudam o vírus Zika desde 2014. “Temos coisas para compartilhar porque somos um pais que conhece a experiência de uma epidemia e que tem recursos de pesquisadores especializados em doenças tropicais”, disse o embaixador.
“Para os territórios nas Américas [que estão passando por um surto da doença] enviamos mobilização dos serviços hospitalares, enviamos missões da França para reforçar as equipes e trabalhar no diagnóstico e tratamento”, explicou Bili. Além disso, o governo francês desaconselha a ida de gestantes para estes locais.
No país, o Instituto Pasteur e o Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento estão envolvidos nas pesquisas sobre o vírus. Segundo o embaixador, também a rede de pesquisa criada para combater o ebola está sendo útil nos estudos sobre o zika.
No Brasil, os primeiros casos de doença foram registrados no começo de 2015. A relação com microcefalia foi confirmada pelo Ministério da Saúde em novembro. No começo de fevereiro a Organização Mundial da Saúde decretou emergência internacional em saúde pública devido à "provável" relação entre o zika e a microcefalia.
O mosquito Aedes aegypti, vetor do vírus Zika e da dengue, não circula na França, porém, segundo o embaixador, o país tem 73 casos de infecção por Zika de pessoas que foram contaminadas fora do país, entre eles, cinco grávidas.
Vacina
O vice presidente de Dengue da Sanofi, Guillaume Leroy, durante entrevista sobre pesquisa de vacinas (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O vice-presidente da Dengue Company , Guillaume Leroy, diz que a vacina para a zika vai demorarFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Pesquisadores franceses já comprovaram cientificamente a ligação entre o vírus Zika e a Síndrome de Guillain-Barré. Ainda na França, o mesmo laboratório que descobriu a primeira vacina da dengue, Sanofi-Pasteur, está desenvolvendo uma vacina contra o vírus Zika.
Guillaume Leroy, vice-presidente da Dengue Company da Sanofi-Pasteur, explica que toda a plataforma tecnológica usada para o desenvolvimento da vacina da dengue é um avanço para os estudos do novo imunizante.
“Estamos na fase de entender o vírus, entender a resposta imune ao vírus. Depois vamos fazer investigação para testar algumas tecnologias de vacinas para eleger a melhor para ser testada contra este vírus. É um processo demorado mas muito importante”, disse Leroy. A empresa não tem previsão para conclusão do imunizante. “Questão de anos”, disse Leroy.





Desafios da agricultura tropical, por Ana Amélia Lemos


O Brasil assumiu ante a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) o compromisso global de contribuir para alimentar a população mundial, que deve chegar a 9 bilhões em 2050. O desafio é enorme. É preciso continuar a investir em tecnologia para aumentar cada vez mais a produtividade no campo e nosso potencial de inovação. Sem o binômio tecnologia-inovação, o país não terá como ser o celeiro do mundo, mantendo a eficácia do agronegócio, que responde por 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e, ao mesmo tempo, preservar as florestas.
Não obstante, a agropecuária brasileira vem superando tais desafios com a vantagem competitiva apoiada em ciência e tecnologia. Não é novidade que nossa balança comercial tem o agronegócio o seu principal porto seguro.
Porém, “o Brazil não conhece o Brasil”, como diz a música que nos encantou na voz de Elis Regina. A realidade é desconhecida da maioria dos moradores das cidades – quase 85% da população. Essa é a seara onde as discussões são pautadas muito mais pela visão de mundo de grupos de formadores de opinião, distantes das vicissitudes das lavouras, do que por fatos, pesquisas e ciência.
No Brasil, a FAO lançou o Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos para o Futuro Sustentável, que propõe traçar, por meio de palestras e estudos, os cenários para o Brasil enfrentar melhor o desafio de alimentar. A iniciativa envolve a parceria de setores da sociedade xivil; organizações não governamentais; do agropecuário – como a Associação Nacional de Defensivos Vegetais (Andef) e a Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) –; da academia e da pesquisa agropecuária, como a Embrapa, instituição que está na base do nosso sucesso no campo.
Neste ano, o Fórum realiza a sétima edição com um motivo especial a comemorar: a FAO completa 70 anos de existência. Por isso, justifica-se o fato de que, na edição deste ano, o Fórum será celebrado, pela primeira vez, em Brasília, em sessão solene no Senado Federal, em 13 de outubro. Ao trazer o tema para o coração do poder no país, esperamos chamar atenção para a importância do campo e seu papel no desenvolvimento virtuoso, na geração de ganhos tecnológicos, mas sobretudo em relevantes avanços sociais e econômicos.


Senadora do PP/RS e presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal


Fonte: página 2 da edição de 13 de outubro de 2015.


Divulgação ajuda criminosos

Autoridades estão preocupadas com o compartilhamento de informações sobre barreiras policiais ou de trânsito em grupos de WhatsApp e redes sociais, que podem acabar auxiliando a execução de crimes. Recentemente, a Brigada Militar encontrou com criminosos um celular conectado no grupo de WhatsApp “Radar da Gurizada 3”, que acompanhava barreiras da Polícia e da EPTC.


Fonte: Correio do Povo, capa da edição de 16 de agosto de 2015.






Lava Jato: Moro decreta prisão preventiva do publicitário João Santana

O juiz federal Sérgio Moro decretou hoje (3) a prisão preventiva do publicitário João Santana e da mulher dele, Mônica Santana. O casal já cumpria prisão temporária na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, desde a semana passada, quando foram presos na Operação Acarajé, da Polícia Federal (PF).
Na decisão, Moro disse que a prisão de Santana é necessária para preservar as investigações porque ele tentou destruir arquivos eletrônicos. "A conduta tomada por João Santana, de, em cognição sumária, promover a eliminação de arquivos eletrônicos, ou seja, destruir provas, indica risco à investigação ou à instrução caso seja colocado em liberdade", decidiu Moro.
Segundo a PF, há indícios, apontados em planilhas, de que o publicitário João Santana recebeu R$ 4 milhões da empreiteira Odebrecht no Brasil e os documentos apreendidos divergem da versão apresentada pelo casal nos depoimentos prestados na semana passada. A suspeita é que o dinheiro tenha origem no esquema de desvios na Petrobras.
De acordo com a Polícia Federal, no dia em que operação foi deflagrada, João Santana apagou sua conta no sistema de armazenamento em nuvem chamado Dropbox. Santana e sua mulher se entregaram à PF no dia seguinte à operação, na terça-feira (23), porque estavam na República Dominicana, onde participavam da campanha presidencial do país.
"Considerando a data da providência, a medida tinha a finalidade provável de impedir o acesso das autoridades policiais ao conteúdo armazenado em nuvem junto àquele endereço eletrônico, já que a interceptação ou quebra de sigilo telemático é recurso usualmente empregado nas investigações policiais modernas. Em termos atuais, apagar os arquivos em nuvem equivale a destruir documentos que podem interessar à investigação", argumentou Moro.
De acordo com a defesa do publicitário enviada ao juiz Sérgio Moro, as suspeitas da Polícia Federal sobre suposta destruição de provas são insinuações.
"Voltemos às duas premissas – ocultação de provas e ciência prévia da operação. São meras especulações, como todas as outras, mas neste caso tão pífias que se contradizem entre si. Se for verdade que os peticionários já sabiam da operação, por que diabos João Santana deixaria para encerrar sua conta no Dropbox já no próprio dia da operação e não nos dias anteriores?", questiona a defesa.




Eles são investigados pela prática de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no esquema revelado pela Operação Lava Jato, que envolve pagamento de…
DIARIODOPODER.COM.BR

Direito dela, por Flávio Ricco


Não concordo em nada com os ataques que a Isabella Fiorentino passou a receber, depois de ter postados críticas ao governo nas redes sociais. Pelas mesmas vias, imediatamente ligaram seu nome ao sogro J. Hawilla, com isso, achando que não poderia dizer o que disse. Onde estamos? Que democracia é essa? A Isabella sempre teve uma vida independente. Trabalha desde menina e é uma das modelos mais premiadas do nosso país. Nunca foi dondoca. Ao contrário. Sempre foi à luta e já há alguns anos divide um programa no SBT com Arlindo Grund. Tem, como qualquer um, todo o direito de dizer o que bem entende. Essa patrulha, como toda patrulha, é que não é legal. “Tive que apagar meu comentário porque fui muito agredida”, afirmou a apresentadora em entrevista à colunista Mônica Bergamo.


Fonte: Correio do Povo, coluna Canal 1, edição de 8 de outubro de 2015.

 


Maduro diz que “ninguém o tirará” da Presidência da Venezuela

Da Agência Lusa
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nessa quinta-feira (3) que "ninguém o tirará" do cargo, em alusão aos anúncios da oposição de estar procurando um meio legal para afastar o chefe de Estado do poder.
"Esta casa [o palácio presidencial de Miraflores] continuará a ser do povo e aqui continuará Nicolás Maduro Moros", disse ele, em cerimônia de lançamento do Motor Construção, uma das iniciativas anunciadas pelo governo para tentar combater a crise econômica no país.
Em seu discurso, transmitido pelo canal estatal Venezuelana de Televisão (VTV), Maduro acusou mais uma vez a oposição de pretender "privatizar" as habitações construídas pelo governo, ao editar uma lei que concede propriedade plena aos beneficiários.
"Estão assustados e não sabem o que fazer com essa lei, por isso o que querem é tirar [do poder] este servidor, este dirigente obreiro e revolucionário chamado Nicolás Maduro. Querem-me tirar daqui, mas daqui ninguém me tira", disse.
A aliança da oposição venezuelana Mesa de Unidade Democrática (MUD), que tam maioria no Parlamento, anunciou nessa quinta-feira que está trabalhando em uma estratégia que afaste o presidente do poder.
"A alternativa democrática declara-se em sessão permanente para escolher uma estratégia que permita desalojar [Nicolas] Maduro de Miraflores, que permita recuperar a democracia venezuelana, onde todos ganhemos", disse aos jornalistas o secretário executivo da MUD, Jesus Chuo Torrealba.
Segundo ele, a MUD iniciará campanha nacional para exigir a demissão do chefe de Estado que, se for concretizada, "beneficiará até o Partido Socialista Unido da Venezuela", que apoia o governo e onde, segundo a oposição, há vozes inconformadas com as políticas de Nicolás Maduro.
A Assembleia Nacional venezuelana tinha anunciado que divulgaria ontem a estratégia para afastar Maduro da Presidência, o que ainda não ocorreu.



Em nota, Dilma critica "vazamentos apócrifos, seletivos e ilegais"

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (3), em comunicado, repudiar o vazamento de uma suposta delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), divulgada nesta quinta-feira (3) pela revista IstoÉ. Por meio de uma nota à imprensa, assinada pessoalmente pela presidenta, Dilma Rousseff considerou ser “justo” que o teor seja de conhecimento da sociedade se a delação existir e tiver autorização da Justiça.
“Os vazamentos apócrifos, seletivos e ilegais devem ser repudiados e ter sua origem rigorosamente apurada, já que ferem a lei, a justiça e a verdade”, escreveu a presidenta.
Segundo a revista IstoÉ, o senador fez acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato, que inevstiga esquema de corrupção na Petrobras. Nos depoimentos, Delcídio teria dito que a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento do esquema de corrupção na Petrobras.
Dilma inicia o comunicado dizendo que todas as ações de seu governo têm se pautado pelo respeito aos “direitos individuais”, o “combate à corrupção” e compromisso com “o fortalecimento das instituições de Estado”. Segundo ela, o governo federal cumpre “rigorosamente” o que estipula a Constituição Federal.
"Se há delação premiada homologada e devidamente autorizada, é justo e legítimo que seu teor seja do conhecimento da sociedade. No entanto, repito, é necessária a autorização do Poder Judiciário. Repudiamos, em nome do Estado Democrático de Direito, o uso abusivo de vazamentos como arma política. Esses expedientes não contribuem para a estabilidade do País", defendeu.  
Mais cedo, o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, havia dito que a presidenta Dilma Rousseff tinha recebido com indignação a notícia da suposta delação e vazamento de informações. “Ela [presidenta Dilma] está preocupada, porque eu acho que é uma coisa totalmente fora de qualquer padrão, uma delação que eu não sei se foi, pelo que sei não foi homologada, que envolve ministros e principalmente a figura da presidenta da República”, disse Jaques Wagner a jornalistas, após evento no Palácio do Planalto.
Pasadena
A nota à imprensa foi assinada pessoalmente por Dilma. Em geral, os comunicados oficiais do Palácio do Planalto costumam ser subscritos pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). Após as declarações da presidenta, a Secom publicou outra nota, desta vez com esclarecimentos sobre a Refinaria de Pasadena, cuja aquisição pela Petrobras também é citada na reportagem como conteúdo da suposta delação. No comunicado, o Planalto replica os argumentos enviados em 2014 pela Casa Civil ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Os documentos, que mencionam reuniões do Conselho de Administração da Petrobras, foram encaminhados na época a Janot, argumentando que a decisão de compra da refinaria se baseou em um resumo executivo. De acordo com a revista, o senador teria afirmado, na delação, que Dilma sabia que por trás do negócio havia esquema de superfaturamento para desviar recursos da estatal. Com base nas informações prestadas pelo governo, a posição da procuradoria, à época, foi de arquivar o pedido de investigação sobre o processo, posicionamento que foi frisado no comunicado do Planalto.
PT
Em nota, o presidente do PT, Rui Falcão, diz que as declarações do senador não têm credbilidade. “Nunca o presidente Lula fez qualquer tipo de tratativa como aquelas que são mencionadas e tampouco a presidenta da República interferiu em nomeações”. “Quero relembrar que o Delcídio foi suspenso do PT, está com sua filiação suspensa. Portanto, neste momento, ele não é filiado ao PT e nem é senador pelo partido, acrescentou.
Delcídio
A defesa do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) divulgou nota pública em que “não confirma” as informações publicadas em reportagem de hoje (3) da revista IstoÉ. A reportagem diz que o parlamentar firmou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).
“À partida, nem o senador Delcídio, nem sua defesa confirmam o conteúdo da matéria assinada pela jornalista Débora Bergamasco. Não conhecemos a origem, tão pouco reconhecemos a autenticidade dos documentos que vão acostados ao texto”, diz a nota assinada pelo advogado Antônio Augusto Figueiredo Basto e pelo próprio senador.



Presidenta sul-coreana promete resposta “firme” a qualquer provocação do Norte

Da Agência Lusa
A presidenta sul-coreana, Park Geun-hye, prometeu hoje (4) resposta firme a qualquer provocação militar da Coreia do Norte, depois que o líder do país, Kim Jong-un, determinou que o arsenal nuclear esteja em estado de prontidão permanente.
“Se a Coreia do Norte lançar uma provocação, devemos responder com punições severas de modo a mostrar claramente qual o preço que o país tem de pagar e a expor a nossa determinação em proteger a nossa nação”, disse Park Park Geun-hye em discurso transmitido pela televisão.
Após a adoção sem precedentes, na quarta-feira (2), de duras sanções pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), Park alertou para a possibilidade de uma resposta mais forte do que a habitual por parte da Coreia do Norte.
Horas após a aprovação da resolução, o governo norte-coreano disparou seis mísseis de curto alcance para o mar – uma resposta quase de rotina para condenar posições da comunidade internacional.
Os lançamentos foram pessoalmente monitorados pelo presidente Kim Jong-un que, de acordo com a imprensa estatal, ordenou também que o arsenal nuclear fosse colocado em “estado de prontidão permanente”.
Park afirmou que a Coreia do Sul vai manter a sua estratégia de pressionar Pyongyang (a capital norte-coreana) até a desnuclearização.
“Temos de fazer a Coreia do Norte perceber que o regime não vai sobreviver se não desistir do seu programa nuclear”, disse.



Coreia do Sul e Estados Unidos iniciam diálogo sobre escudo antimísseis


Da Agência Lusa
A Coreia do Sul e os Estados Unidos da América iniciaram hoje (4) conversações sobre a instalação do “escudo antimísseis” norte-americano Thaad no país asiático, um projeto que gerou forte rejeição da Coreia do Norte e da China. As negociações foram formalmente abertas depois de as duas partes apresentarem em Seul um novo grupo de trabalho conjunto, disse um porta-voz do Ministério de Defesa, em Seul.
O grupo de trabalho, liderado pelo tenente general sul-coreano Jang Kyung-soo e o norte-americano Robert Hedelund, celebra hoje a primeira reunião no ministério para abordar a futura instalação do escudo antimísseis norte-americano. O órgão conjunto vai se dedicar a debater uma série de assuntos como a eficácia militar do Thaad, os locais mais adequados para a sua instalação, o calendário de execução do projeto, a divisão de custos e o impacto sobre a segurança e o meio ambiente, entre outros, indicou o porta-voz da Defesa.
Seul e Washington anunciaram, em fevereiro, que começariam a negociar a instalação no território sul-coreano do escudo antimísseis como resposta ao teste nuclear e lançamento de um foguete espacial – considerado um teste de mísseis – da Coreia do Norte. O projeto Thaad, um sistema desenhado para interceptar mísseis na fase de voo terminal, gerou protestos tanto por parte da Coreia do Norte, que o considerou uma ameaça direta à sua segurança, como da China e, em menor medida, da Rússia.
Pequim declarou em diversas ocasiões a sua oposição à instalação do sistema, considerando que os seus radares podem captar informação militar confidencial chinesa, enquanto Moscou defende que o sistema permite inspecionar o espaço aéreo de algumas regiões do seu extremo oriental.
O início das conversações oficiais acontece num momento de particular tensão, depois de a Coreia do Norte ter lançado, na quinta-feira, vários mísseis de curto alcance para o mar e hoje ter ameaçado com um ataque nuclear preventivo, após receber novas sanções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. Acredita-se que o escudo poderia ser instalado perto de Pyeongtaek, a 70 quilômetros de Seul, e onde se concentram importantes instalações militares norte-americanas.




Policiais civis também adotam operação padrão
JORNALVS.COM.BR


JORNAL NACIONAL - os detalhes da delação de DelcídioAcusações pesadas sobre Dilma podem levá-la à cadeia. Lula já...
Publicado por Dossiê PT em Quinta, 3 de março de 2016

Delcídio do Amaral não confirma reportagem da revista IstoÉ sobre delação

A defesa do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) divulgou nota pública em que “não confirma” as informações publicadas em reportagem de hoje (3) da revista IstoÉ. A reportagem diz que o parlamentar firmou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).
“À partida, nem o senador Delcídio, nem sua defesa confirmam o conteúdo da matéria assinada pela jornalista Débora Bergamasco. Não conhecemos a origem, tão pouco reconhecemos a autenticidade dos documentos que vão acostados ao texto”, diz a nota assinada pelo advogado Antônio Augusto Figueiredo Basto e pelo próprio senador.
Senador Delcídio do Amaral (Wilson Dias/Agência Brasil)
Senador Delcídio do Amaral divulga nota e não confirma delação premiadaWilson Dias/Agência Brasil
A nota diz ainda que Delcídio não foi procurado pela reportagem da IstoÉ para se manifestar sobre “a fidedignidade” dos fatos relatados. E conclui dizendo que “o senador Delcídio do Amaral reitera o seu respeito e o seu comprometimento com o Senado da República”.
A reportagem da revista diz que, na delação premiada, Delcídio teria feito denúncias contra a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a revista, o senador teria informado que procurou a família do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró por determinação de Lula para tentar impedir que Cerveró firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público em outubro do ano passado. De acordo com a revista, a Dilma Rousseff teria interferido nas investigações da Operação Lava Jato.
Sobre se teria firmado um acordo de delação premiada, a defesa e o senador não mencionam. Se de fato existir, e para ser válido, o acordo precisa da homologação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, responsável pelos inquéritos da Lava Jato na Corte. Depois disso, Delcídio ainda terá que apresentar provas do que disser no âmbito da delação premiada.
Prisão de Delcídio
O senador foi preso no dia 25 de novembro de 2015 depois que Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró, entregou ao Ministério Público o áudio de uma reunião na qual Delcídio propunha o pagamento de R$ 50 mil por mês à família e um plano de fuga para o ex-diretor deixar o país, que estava preso em Curitiba. O senador garantia ainda que poderia interferir junto a alguns ministros do Supremo para conseguir um habeas corpus para Nestor Cerveró.
Delcídio foi solto no dia 18 de fevereiro sob condição de se manter em recolhimento domiciliar, podendo deixar a sua residência apenas para ir ao Senado trabalhar e retornando no período noturno. No entanto, ele apresentou pedido de licença por 15 dias para fazer exames.
O senador enfrenta uma representação no Conselho de Ética e apresentou defesa alegando que se apresentou à família de Cerveró como amigo e não como parlamentar. Ele também argumenta que não chegou a procurar nenhum ministro do STF para tentar interferir a favor da soltura de Nestor Cerveró.





Poluição petrolífera no Sudão do Sul ameaça milhares de pessoas


Da Agência Lusa
Perigosos metais pesados usados na produção petrolífera no Sudão do Sul contaminaram fontes de água potável usadas por 180 mil pessoas, que enfrentam potencial risco de morte, denunciou hoje (4) a organização não governamental (ONG) alemã Sign of Hope.
Os testes toxicológicos feitos em amostras de cabelo de 96 voluntários que vivem na zona da central de processamento de petróleo Thar Jath revelaram que eles estavam “altamente intoxicados com poluentes”, disse Klaus Stieglitz, da organização.
“Há uma ligação direta entre a contaminação das pessoas e as atividades da indústria de petróleo que funcionam nessa área”, afirmou Stieglitz, acrescentando que as conclusões são baseadas em seis anos de investigação sobre testes hidrológicos na região.
“O nível tóxico total – como encontrado nas amostras de cabelo – na população da área representa risco de vida”, disse Klaus-Dietrich Runow, do Instituto Alemão de Medicina Funcional e Saúde Ambiental, um dos dois toxicologistas independentes que avaliaram as amostras.
Testes feitos previamente mostraram “ligações diretas” entre a exploração petrolífera e a contaminação da água potável.
Apesar do reduzido número de amostras analisadas, a “homogeneidade” dos resultados sugere que se aplicam a grandes parcelas da população da região, estimada em 180 mil pessoas.


Posted: 03 Mar 2016 11:00 PM PST
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Bovespa fecha com alta de 5,12% e dólar cai a R$ 3,80, menor valor em três meses


A divulgação de que a economia brasileira encerrou 2015 com a maior queda em 25 anos não afetou o mercado financeiro, com forte recuo do dólar teve forte recuo, que fechou no menor valor em três meses, R$ 3,802. Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o dia foi de euforia, com alta de 5,12%, mais alto nível desde 23 de novembro do ano passado.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (3) vendido a R$ 3,802, com queda de R$ 0,086 (-2,2%). A cotação está no menor valor desde 10 de dezembro (R$ 3,801). A moeda norte-americana operou em queda durante toda a sessão, mas o recuo intensificou-se durante a tarde, após a divulgação, pela revista IstoÉ, de uma reportagem sobre acordo de delação premiada que teria sido feito pelo senador Delcídio do Amaral (PT-MS). As informações da revista não foram confirmadas pelo senador, nem pelos advogados dele.

Na mínima do dia, por volta das 15h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,788. A divisa acumula queda de 5,02% em março e de 3,7% em 2016.
O Ibovespa, índice da Bolsa de São Paulo, encerrou o dia com alta de 5,12%, aos 47.193 pontos.

O destaque foram as ações da Petrobras, as mais negociadas, que registraram forte alta. As ações ordinárias (que dão direito a voto em assembleia de acionistas) da Petrobras subiram 12,47% e fecharam a R$ 9,11. As preferenciais, que dão preferência na distribuição de dividendos, tiveram alta de 16,28%, passando para R$ 6,57. Os papéis preferenciais estão no maior valor desde o início de janeiro. As ações ordinárias voltaram para o maior valor desde julho do ano passado.





Número de pedidos de asilo na UE mais que dobrou de 2014 para 2015

Da Agência Lusa
O número de primeiros pedidos de asilo na União Europeia (UE) mais do que duplicou em 2015, na comparação com o ano anterior, e atingiu 1.255.600, Segundo dados divulgados hoje (4) pelo Eurostat, o Gabinete de Estatística da UE.
A maioria dos pedidos foi feita por sírios (362.800 pessoas), tendo o número duplicado diante de 2014. Em seguida estão os afegãos, cujos pedidos quase quadruplicaram no período avaliado, para 178.200 e os iraquianos, que apresentaram sete vezes mais solicitações de asilo (121.500 pessoas).
Estas três nacionalidades representam mais de metade do total de primeiros pedidos de asilo apresentados em 2015, segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE.
A Alemanha é o país que recebeu maior número de novos pedidos (441.800, 35% do total da UE), seguida pela Hungria (174.400, 14%), a Suécia (156.100, 12%), a Áustria (85.500, 7%), a Itália (83.200, 7%) e a França (70.600, 6% do total).
Na comparação com 2014, os primeiros pedidos de asilo tiveram maior aumento na Finlândia (822%), na Hungria (323%), na Áustria (233%), na Bélgica (178%), na Espanha (167%) e na Alemanha (155%).



Arqueiros de origem indígena vão a torneios no exterior e sonham com Olimpíada



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Na infância, Iagoara aprendeu com os tios a usar pedaços de itaúba, bacabeira, palmeira ou pau-brasil para montar seu brinquedo preferido. "Tira um pedaço, corta, pega uma corda, enverga, e já vai tomando a forma de arco", explica o ribeirinho de 19 anos, que cresceu em uma comunidade a 60 quilômetros de Manaus, na margem esquerda do Rio Negro. Qualificado para disputar uma das vagas da equipe de tiro com arco que representará o Brasil na Olimpíada, ele treina com mais cinco atletas de origem indígena e vê nas suas raízes o gosto pelo esporte.
"Na comunidade, todo mundo sabe atirar [com arco nativo]. É uma brincadeira que todo mundo gosta e que está no nosso sangue. O arco e flecha vem dos nativos", lembra o atleta, que atende também pelo nome de Drean Braga da Silva, mas tem orgulho do nome indígena escolhido por seu avô: "Significa cachorro. Foi meu avô que escolheu, porque eu gostava de andar muito sozinho no mato. Tem gente que diz que o nome é inadequado, mas estou pouco ligando para isso".
O atleta da etnia Kambeba começou a treinar há apenas dois anos, no projeto Arqueria Indígena - , da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), e se qualificou em janeiro, em quinto lugar, para participar das seletivas nacionais da modalidade, que começam hoje (4) em São Paulo. Além dele, também se qualificou Nelson Silva, de 16 anos, da etnia Kambeba e Graziela dos Santos, de 20 anos, da etnia Karapanã, ambos do mesmo projeto. A equipe brasileira de tiro com arco terá quatro atletas - três titulares e um reserva - tanto no masculino quanto no feminino. As duas primeiras vagas serão dos que vencerem as seletivas, que reúnem dez atletas de cada sexo, e a terceira vaga e a reserva são escolhas técnicas da Confederação Brasileira de Tiro com Arco.
Diretor técnico da Federação Amazonense de Tiro com Arco e técnico da Arqueria Indígena, Anibal Forte conta que muita gente acha que a origem indígena é uma vantagem para ingressar no esporte. "Eles têm um gosto pela prática do esporte, e isso é o mais importante. Não a técnica, porque eles têm que reaprender totalmente. O pessoal comenta que eles têm vantagem por já terem praticado quando jovem, mas essa vantagem não existe. Os arcos são totalmente diferentes", explica Anibal.
O gosto dos jovens indígenas inscritos no projeto pelo arco também ajudou porque, em nível esportivo, a modalidade requer paciência e insistência. "O mais importante do tiro com arco é a constância. O atleta tem que executar o movimento de formas exatamente iguais todas as vezes que praticar o tiro. Isso não acontece com o tiro nativo, porque uma vez ele está agachado, outra está em pé, outra, abaixado", conta Anibal.
Comum na comunidade em que Graziela cresceu, a prática do arco nativo, no entanto, costumava reunir apenas os meninos karapanãs. Mas isso não impediu que ela se misturasse e depois conseguisse se tornar a única mulher da equipe do Arqueria Indígena.
"Sempre tem comemoração e tiro com arco nativo [na comunidade], e eu atirava junto. Era uma brincadeira mais dos meninos, mas eu estava no meio atirando, porque eu gostava de fazer isso", conta. "Minha mãe não pratica isso, não. Meu avô e meu pai que atiravam. E na minha tribo eu não ouvia falar sobre grandes arqueiras que atiravam com arco e flecha".
Chamada de Yaci, que significa lua, ela também deseja representar o Brasil para que indígenas e mulheres possam se inspirar. "Os outros povos, vendo que eu que sou indígena e posso chegar na Olimpíada, com certeza vão querer praticar o tiro com arco ou outro esporte e chegar também", diz. "[As mulheres podem] pensar que todo mundo é capaz se tiver força de vontade e que não desistam por um obstáculo, porque a gente pode passar por ele e continuar e conseguir nossos objetivos".
 Graziela Paulino dos Santos, 20, da
Arqueiros das etnias Karapanã e Kabemba treinam para as seletivas que definirão atletas olímpicos que representarão o Brasil no Tiro com Arco
Tânia Rêgo/Agência Brasil
O principal obstáculo, para Yaci, foi a distância da família. A mudança da comunidade de Nova Canaã, a 60 quilômetros de Manaus, para treinar na capital amazonense foi a primeira de sua vida. A adaptação só foi mais fácil porque ela contou com a presença do irmão, Gustavo dos Santos, de 19 anos. Ele também é atleta do tiro com arco, mas perdeu por pouco a chance de disputar a Olimpíada e ficou em 11º na qualificação, por apenas um ponto de diferença. Apesar disso, Ywytu (vento) é o único que tem sua participação nos jogos garantida: foi selecionado para carregar a tocha no revezamento do símbolo olímpico pelo país.
"A ficha já caiu pra mim. Estou ciente do evento grandioso de que vou poder participar. Vou ficar marcado por já poder ser parte disso de alguma forma", conta ele, que continua treinando e vai representar o Brasil na Guatemala na semana que vem, em um torneio aberto que soma pontos para o ranking mundial. Além dessa competição, o atleta vai participar de outro torneio de ranking mundial na Argentina, em julho, e do 23º Panamericano de Tiro com Arco, na Costa Rica, em maio. Drean também estará nos três eventos internacionais, os primeiros com a participação de atletas indígenas do projeto.
Caçula do grupo, Nelson Silva, de 16 anos, vai representar o Brasil na Arizona Cup em abril, nos Estados Unidos, além de competir nos mesmos torneios que os colegas na Argentina e na Costa Rica. Ele conta que seu pai, inicialmente, foi contra sua ida para Manaus, mas a mãe deixou a cargo dele a decisão. Participar de competições foi o que fez ele se animar a praticar o tiro com arco, e ele se considera um atleta de sangue frio e concentrado, apesar de seu nome indígena, Inhá, significar "coração".
"Quero ir para a Olimpíada porque vou representar o Brasil e os povos indígenas de todo o país. Nunca vemos um indígena em uma olimpíada. Vai ter muita visibilidade", destaca, lembrando de uma vez em que levou o arco profissional para a comunidade Kambeba. "Eles acharam bonito, gostaram. Só não conseguiram puxar a flecha, porque o arco é muito forte. Também acharam pesado, porque o deles é de madeira".
Rotina pesada
Em sua preparação para a Olimpíada e as competições internacionais, os atletas do tiro com arco do projeto treinam sete horas diariamente, além de manter em dia a vida escolar - no caso de Graziela, a preparação é conciliada com a graduação de ciências contábeis, em que ela cursa o quinto período.
Em um dia de treino, eles chegam a disparar 300 a 400 vezes no alvo que fica a 70 metros de distância. Nem sempre é possível acertar o centro, mas errar o alvo como um todo é considerado "um erro grosseiro".
A preparação inclui ainda exercícios aeróbicos e natação para melhorar a respiração, a postura e a circulação sanguínea, detalhes que ajudam a manter a mira mais estável na hora de se posicionar. "O batimento cardíaco tem que ser o mais baixo possível, para não afetar a precisão", explica o treinador.



Dia Mundial do Turismo no RS, por Abdon Barretto Filho


Neste domingo, se comemora o Dia Mundial do Turismo no Rio Grande do Sul, com ações e reflexões sobre as oportunidades e os desafios que representam as estatísticas sobre o fenômeno turístico tendo como base o tema que a Organização Mundial do Turismo (OMT) propõe: “Mil milhões de turistas, mil milhões de oportunidades”. Segundo a OMT, o turismo, que representa 9% do PIB mundial gera um de cada 11 postos de trabalho no mundo e é um setor fundamental de geração de ingressos nas economias emergentes e em desenvolvimento, sendo amplamente reconhecido por sua capacidade para responder aos desafios mundiais.
Este crescimento é desafiador para todos os setores envolvidos neste fenômeno global: turistas, empresas, entidades, governos e comunidade locais. No Rio Grande do Sul, dos 497 municípios, 472 participam das 25 regiões turísticas que buscam a valorização de uma série de aspectos geográficos, históricos, culturais, equipamentos e serviço com o objetivo de atrair fluxo de visitantes.
A Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer (Setel) está incentivando e coordenando uma série de atividades programadas pelos municípios gaúchos com ações e reflexões temáticas. Santa Maria, cidade que iniciou a comemoração em 1983, com o apoio do jornal A Razão, terá um evento envolvendo os municípios da região central. Pelotas e Porto Alegre, entre outras cidades, estão com programações especiais.
Convém salientar que a hospitalidade, as belezas naturais, os mais diversos tipos de eventos, a qualidade dos serviços oferecidos, entre outros destaques, transformam o Rio Grande do Sul em um grande destino que sabe acolher os visitantes que podem contribuir para o desenvolvimento sustentável do turismo, valorizando nossa terra e nossa gente. Mil milhões de oportunidades através das boas experiências das vagens, dos percursos realizados pelos caminhos do Rio Grande do Sul, com paz, beleza, alegria e prosperidade.
O turismo também ajuda na busca de dias melhores, construindo um mundo melhor para todos. São reflexões para o Dia Mundial de Turismo no Rio Grande do Sul – 2015. Respeitam-se todas as opiniões contrárias. Pensem nisso.


Economista




Fonte: Correio do Povo, página 2 da edição de 27 de setembro de 2015.



"Homofobia é fruto básico da ignorância", diz Drauzio Varella em programa LGBT

O público soteropolitano, incluindo entidades LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), assistiu na noite dessa quinta-feira (3), e em primeira mão, o episódio de estreia do novo programa da TV Brasil, Estação Plural. No Teatro SESI, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, o público estava animado e cheio de expectativas.
Antes da exibição, o diretor do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), Flávio Gonçalves, destacou a importância da representação da comunidade LGBT na TV aberta, pois o Irdeb exibirá o programa, na Bahia, por meio da TV Educadora (TVE). “O Estação Plural é feito com dinheiro público, proveniente do imposto dos cidadãos. As pessoas LGBT também pagam impostos e têm o direito de se verem e se sentirem representadas nos meios de comunicação. Também devem participar diretamente de um diálogo constante com a produção do programa para opinar sobre o que pode ser melhorado”, disse Gonçalves.
Durante uma hora, os espectadores ficaram atentos ao talk show, apresentado pelas cantoras Ellen Oléria e Mel Gonçalves (Banda Uó) e pelo jornalista pernambucano Fefito. O primeiro convidado a ser entrevistado pelo trio foi o médico infectologista Drauzio Varella, que trouxe o olhar da ciência sobre o estudo biológico da sexualidade e da identidade de gênero. Varela também debateu sobre outros assuntos.
Enquanto apresentadores, convidado e espectadores riam sobre as “mentirinhas contadas no primeiro encontro”, a homofobia foi tratada como assunto sério e condenada, inclusive pelo médico convidado. “Homofobia é fruto básico da ignorância. Como podemos ter controle sobre o desejo das pessoas?”, contestou Drauzio Varella.

Programa Estação Plural tem pré-estreia em Salvador
Programa Estação Plural teve pré-estreia em Salvador, com a presença de entidades LGTBSayonara Moreno/Agência Brasil
Apresentadores LGBT
A primeiro atração LGBT da televisão aberta brasileira é apresentada, também, por pessoas que se identificam com esse universo. Ellen Oléria é negra e lésbica, Fefito é gay e Mel Gonçalves é mulher transexual. Com isso, o espaço de fala dessas pessoas dá abertura para que possam falar do que vivem, no dia a dia, para os LBGTs e ao público, em geral.
Quem assistir ao primeiro episódio do Estação Plural vai descobrir o que é Pajubá, o que significa o termo coloquial “ofofi” e vai ser informado de forma séria sobre a discriminação sofrida pela comunidade LBGT: um dado apresentado por Ellen Oléria mostra que, de acordo com levantamento do Grupo Gay da Bahia, 326 pessoas foram assassinadas, em 2014, por serem lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, transgênero ou travestis no Brasil.
Opiniões do público
Após a exibição do primeiro Estação Plural para o público baiano, foi a vez de representantes de entidades e pessoas da comunidade falarem sobre suas primeiras impressões. “Fiquei muito feliz com o programa, porque é divertido e sério, ao mesmo tempo, mostrando a nossa pluralidade. Vai fazer sucesso e espero que dure muitos anos”, disse Millena Passos, transexual, integrante da Rede Trans e coordenadora do Grupo Gay da Bahia.
O psicólogo e integrante do Coletivo Entidades Negras, Gabriel Teixeira, elogiou a diversidade entre os apresentadores, apesar de ter sentido falta de algum representante bissexual. “Foi apenas o primeiro, não podemos esgotar todas as possibilidades em um só episódio. Parabenizo a TV [Brasil] pela iniciativa, por trazer três modelos de vida tão diversos. Admirei a postura de respeito e humildade de Dráuzio Varela e gostaria que toda a sociedade fosse assim. Vida longa ao programa!”.
Programa Estação Plural
O médico Drauzio Varella é o primeiro entrevistado do programa Estação PluralImagem de divulgação/TV BrasilImagem de divulgação/TV Brasil
O estudante de comunicação Antônio Magalhães gostou do formato do programa. “Na comunicação falta um propulsor de ideias sobre o tema. Senti um pouco a falta do enfoque cultural além do científico, mas acho fundamental esse assunto na TV. A mídia é formadora de opinião social e a dona de casa se baseia em novelas e reportagens para formar seu modo de ver. É importante que pessoas como os apresentadores falem sobre o assunto”.
Rita Pinheiro é professora de crianças e adolescentes há 25 anos. Perto de se aposentar, diz que sempre teve dificuldade em tratar da homofobia em sala de aula, mas fala do assunto desde o início da carreira. “Paguei um preço alto por trazer o tema para a sala de aula. Eu me senti contemplada pelo programa, porque fala da homofobia. Temos que parar de julgar as pessoas pelo que elas são, a homofobia tem que acabar. Não é fácil falar disso em sala de aula e o programa ajuda a trazer o assunto, por isso tem que existir sempre”.
Já Sandra Munhoz diz que sentiu falta da representação das pessoas bissexuais. “Senti uma dificuldade em se falar de nós. Mas achei a iniciativa positiva. Estão todos de parabéns e espero que as lideranças LGBT da Bahia também sejam representadas”.
A estreia do Estação Plural será nesta sexta-feira, às 23h, com reprise na segunda-feira, à meia noite. Para saber como sintonizar a TV Brasilveja aqui
Depois que assistirem, os telespectadores poderão enviar mensagens com críticas, elogios e sugestões para o e-mail estacaoplural@ebc.com.br.



Migrações: Bruxelas destina 3,5 milhões de euros de emergência para a Grécia


Da Agência Lusa
A Comissão Europeia repassou hoje (4) 3,5 milhões de euros em financiamento de emergência para a Grécia, para ajudar a cobrir os custos com os recursos humanos para os primeiros centros de receção de refugiados e migrantes, os chamadoshotspots.
O dinheiro, proveniente do Fundo para a Segurança Interna, destina-se sobretudo a “aumentar significativamente” o número de pessoal especializado para trabalhar nos centros de recepção a ser instalados nas ilhas de Lesbos, Kos, Samos, Chios e Leros. O objetivo é reforçar a capacidade das autoridades gregas de lidar de forma eficaz com os fluxos migratórios recordes que ocorrem nas regiões, informou nesta sexta-feira a comissão.
A Comissão Europeia diz esperar que o fundo de emergência ajude a Grécia a reduzir a duração dos procedimentos de identificação, registo e recepção.



PF deflagra 24ª fase da Lava Jato com buscas em endereços do ex-presidente Lula

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (4) a 24ª fase da Operação Lava Jato, chamada de  Aletheia. O objetivo é dar continuidade às investigações de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, entre outros praticados por diversas pessoas no contexto do esquema criminoso revelado e relacionado à Petrobras.
Em nota, a PF informa que cerca de 200 policiais federais e 30 auditores da Receita Federal cumprem 44 ordens judiciais, sendo 33 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para a delegacia a fim de prestar depoimento e depois é liberada. As medidas estão sendo cumpridas nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e da Bahia. A operação  também inclui buscas em Guarujá, Diadema, Santo André, Manduri e Atibaia.
Segundo a PF, a casa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Bernardo do Campo, em São Paulo, e o Instituto Lula são alvos da operação.
A operação recebeu o nome de Aletheia  em referência a uma expressão grega que significa busca da verdade.