Pezzolano reconhece pior início do Inter em décadas e lamenta falta de pontaria antes de desfalcar o time contra o Bahia

 


🎙️ Pezzolano admite momento crítico no Inter e projeta reação urgente

A derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG, na noite desta quarta-feira (11), consolidou um início de Campeonato Brasileiro preocupante para o Internacional. Com apenas dois pontos em cinco rodadas, o clube vive seu pior começo na competição desde 1990 e ocupa a zona de rebaixamento. Após o revés na Arena MRV, o técnico Paulo Pezzolano reconheceu a gravidade da crise e cobrou uma resposta imediata.

📉 Diagnóstico do Treinador

Pezzolano apontou a falta de efetividade como o "calcanhar de Aquiles" da equipe. Segundo o treinador, embora o time crie volume de jogo — chegando a registrar 20 finalizações no confronto —, a incapacidade de converter essas chances em gols tem sido determinante para os maus resultados.

"Estamos fazendo quase tudo bem, mas está faltando o gol. Precisamos mudar isso urgentemente. [...] Prefiro chutar só uma vez e ganhar. Se estamos chutando 20, vamos ter que chutar 30", desabafou Pezzolano.

Sobre o desempenho na partida, o técnico justificou as alterações na escalação pelo desgaste físico e mental após o clássico Gre-Nal, mencionando que a equipe demorou a se encontrar no gramado, sofrendo o gol decisivo ainda nos minutos iniciais.

🚫 Baixa para o confronto decisivo

Além da crise técnica, Pezzolano enfrenta um obstáculo extra para o próximo compromisso: o técnico está suspenso após receber o terceiro cartão amarelo na partida contra o Galo. Com isso, ele será um desfalque no banco de reservas do Beira-Rio no domingo (15), quando o Colorado recebe o Bahia.

A partida contra os baianos ganha, agora, um caráter de "final" para o Internacional. Para Pezzolano, o momento exige que a equipe "vire a chave" independentemente da qualidade da atuação, focando unicamente na conquista dos três pontos para iniciar a recuperação na tabela e aliviar a pressão sobre o elenco.

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Crise no Beira-Rio: Sem vencer e com risco de lanterna, Internacional perde para o Atlético-MG e preocupa torcida

 


A crise no Beira-Rio atingiu um novo patamar. Após a derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG na Arena MRV, o Internacional amarga um início de Campeonato Brasileiro desolador, somando apenas dois pontos em cinco rodadas.


📉 Crise Profunda: Inter estaciona no Z-4 e flerta com a lanterna

A sequência de três derrotas e dois empates coloca o Colorado em uma situação de alerta máximo. Enquanto em 2025 o clube somava seis pontos nesta altura da competição, agora o time se vê mergulhado em incertezas, agravadas pelo recente título gaúcho do rival Grêmio.

⚽ O Jogo: Dois tempos distintos

O duelo na Arena MRV foi um reflexo do momento instável da equipe:

  • Primeiro Tempo: O Inter praticamente não existiu ofensivamente. A falha defensiva entre Bernabei e Rochet logo no início do jogo permitiu que o Galo abrisse o placar, e o Colorado não registrou um único chute ao gol durante os primeiros 45 minutos.

  • Segundo Tempo: Houve uma reação tardia. O time passou a pressionar, acumulando seis finalizações no gol, incluindo uma chance clara desperdiçada por Alan Rodríguez. No entanto, o goleiro Everson, do Atlético-MG, tornou-se o protagonista do jogo ao garantir a vitória mineira com defesas providenciais.

📊 Números do confronto

A disparidade entre a pressão final do Inter e a ineficiência do início pode ser observada abaixo:

EstatísticaInterGalo
Finalizações Totais216
Chutes ao Gol73
Finalizações na Área95

🚨 Risco de Lanterna

O cenário pode piorar drasticamente até o fim da rodada. Com apenas dois pontos, o Internacional torce contra o Vasco (que encara o Palmeiras nesta quinta-feira) para não assumir a última posição da tabela por critérios de desempate.

A pressão agora se volta para o próximo domingo, quando o Inter recebe o Bahia no Beira-Rio. Em meio à crise, o time precisa desesperadamente dos três pontos para iniciar a recuperação no Brasileirão e acalmar o ambiente interno.

Defesa de Bolsonaro insiste em alteração de data para visita de assessor de Trump na Papuda; Moraes havia negado flexibilização

 


🏛️ Defesa de Bolsonaro recorre ao STF para alterar data de visita de assessor de Trump

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um novo pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a alteração da data para a visita do assessor sênior do governo dos Estados Unidos, Darren Beattie, ao Complexo Penitenciário da Papuda.

🗓️ O impasse sobre a agenda

O ministro Alexandre de Moraes havia autorizado o encontro para a próxima quarta-feira, 18 de março. No entanto, a defesa alega que a data é inviável, pois Beattie possui uma agenda oficial restrita no Brasil e não poderá estender sua permanência no país. Os advogados pleiteiam que a visita ocorra na segunda-feira (16) ou terça-feira (17).

⚖️ O posicionamento do STF

Em sua decisão inicial, Moraes foi enfático ao negar a escolha da data pela defesa, determinando que os visitantes devem se submeter às normas administrativas e ao cronograma de segurança do sistema prisional. Para o magistrado, não cabe à corte alterar o calendário de visitações de uma unidade prisional para atender a conveniências de agendas externas, sob risco de comprometer a organização e a segurança do local.

📌 O interesse institucional

Os advogados sustentam que o encontro possui "evidente interesse institucional", dado que Beattie é um representante do alto escalão do Departamento de Estado americano e está no Brasil para analisar o funcionamento do processo eleitoral brasileiro. A defesa reforça que a visita é fundamental para a manutenção das relações diplomáticas estratégicas entre Washington e Brasília.

Vale ressaltar que Darren Beattie é uma figura conhecida por seu posicionamento crítico ao governo Lula e às recentes decisões tomadas pelo STF no âmbito do processo que investiga a trama golpista.

Supremo ordena prisão da cúpula da PMDF condenada a 16 anos por omissão nos atos de 8 de janeiro

 


⚖️ Moraes determina prisão da cúpula da PMDF por omissão nos atos de 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu nesta quarta-feira (11) os mandados de prisão contra cinco ex-integrantes do alto comando da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Os oficiais foram condenados a 16 anos de reclusão por omissão deliberada na contenção dos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023.

👮 Os alvos da decisão

A ordem de prisão atinge nomes que ocupavam postos estratégicos durante o comando da corporação à época dos ataques:

  • Fábio Augusto Vieira (ex-comandante-geral);

  • Klepter Rosa Gonçalves (ex-subcomandante-geral);

  • Jorge Eduardo Barreto Naime (coronel);

  • Paulo José Ferreira de Sousa (coronel);

  • Marcelo Casimiro Vasconcelos (coronel).

📍 Local de Detenção

Os condenados serão encaminhados ao 19º Batalhão da Polícia Militar, unidade situada dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Conhecido informalmente como "Papudinha", o local é destinado a presos com prerrogativas especiais, como policiais e agentes públicos. Eles compartilharão o mesmo complexo onde já estão detidos nomes como o ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor da PRF, Silvinei Vasques.

🏛️ Trâmite Judicial

As prisões ocorrem após o esgotamento de todos os recursos possíveis contra a decisão da Primeira Turma do STF, que proferiu a condenação em dezembro de 2025. No mês passado, o colegiado — seguindo o voto do relator Alexandre de Moraes, acompanhado por Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino — rejeitou os últimos embargos apresentados pelas defesas, confirmando a sentença de 16 anos de prisão para cada oficial.

Administrador das Minas e da Índia: A trajetória de Fernando Martins Mascarenhas Lencastre e o desafio do ouro no Brasil Colonial

 Fernando Martins Mascarenhas Lencastre (também grafado como Fernão Martins Mascarenhas) foi um importante administrador colonial português dos séculos XVII e XVIII. Fidalgo da Casa Real e cavaleiro da Ordem de Cristo, desempenhou cargos de alto comando na Índia e no Brasil, sendo uma figura central nos turbulentos anos da descoberta do ouro em Minas Gerais.

Trajetória na Administração Colonial

Pertencente a uma linhagem influente, era filho de D. Luís Mascarenhas de Lencastre e de Dona Brites de Menezes. Sua carreira foi marcada pela ocupação de postos estratégicos em diferentes partes do Império Português:

  • Estado da Índia: Entre 1691 e 1693, governou o Estado da Índia Portuguesa, função que exerceu em um período de transição até a chegada do vice-rei Conde de Vila Verde.

  • Capitania de Pernambuco: Governou a capitania entre 1699 e 1703, período em que acumulou experiência administrativa no território brasileiro.

  • Capitania do Rio de Janeiro: Em 1705, foi nomeado governador da capitania do Rio de Janeiro, que na época detinha jurisdição sobre São Paulo e as cobiçadas regiões auríferas das Minas Gerais.

O Desafio das Minas e a Guerra dos Emboabas

O governo de Lencastre no Rio de Janeiro (1705–1709) foi marcado pela instabilidade política nas Minas Gerais. O monarca D. João V, preocupado com o descaminho do ouro e a presença ilegal de estrangeiros na colônia, pressionava o governador por maior controle fiscal e soberania.

O ponto crítico de sua gestão ocorreu em 1708, durante a Guerra dos Emboabas. Ao tentar intervir no conflito entre paulistas e emboabas, Lencastre dirigiu-se à região do Rio das Mortes. Contudo, sua tentativa de impor autoridade falhou diante da força política e militar dos sediciosos.

O Conflito com Manuel Nunes Viana

Ao chegar ao cenário de discórdia, o governador foi confrontado pelos rebeldes, que aclamaram o líder emboaba Manuel Nunes Viana como "capitão-regente". A situação tornou-se insustentável para Lencastre, que foi hostilizado pela tropa local e forçado a retirar-se para São Paulo, sob a promessa de deixar o governo.

Este episódio ficou conhecido pela historiografia como um momento em que, na prática, houve um "governo de fato" exercido por Nunes Viana, desafiando a legitimidade da Coroa Portuguesa e culminando na expulsão do governador da região das minas.

Legado

Fernando Martins Mascarenhas Lencastre deixou o governo em 1709, sendo sucedido por Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho. Sua trajetória exemplifica as dificuldades da administração colonial portuguesa em exercer controle sobre um território vasto, em constante disputa por riquezas minerais e marcado pela resistência das elites locais diante das ordens vindas de Lisboa.


Pobre menino rico

 Agora dorme em cama de concreto, numa cela de 9 metros quadrados. Como um Midas, converteu em ouro todos em que tocou. Essas vidas áureas, em alquimia reversa, estão contaminadas e podem virar pó.

Por Alexandre Garcia

Um banqueiro tradicional, experiente, me diz que gente como Vorcaro não é nem estagiário de banqueiro; é apenas um aventureiro bobo tentando entrar no mercado financeiro. Agora que todos podemos ver como vivia Vorcaro, o que se destaca no aventureiro é que, como pessoa, é um bobo. Agora numa cela exígua que contrasta com a vida de luxo que inventou para si, um bobo infeliz. Vida de rico. De novo rico – e aqui fica mais forte a expressão original: nouveau riche. Raspadas no presídio a melena e a barba feitas por coiffeurs bem pagos, restou a cara original, atrás da maquillage (que em francês significa disfarce), cara de adolescente perdido na vida e achando que o mundo se faz em um dia.


Pelos diálogos de pombinhos com Martha Graef revela-se o namoro adolescente; pela festa de noivado na bela Taormina, entre o príncipe e a princesa, desvela-se a breguice, o exagero de novo-rico expõe mau gosto original. Os R$ 200 milhões jogados na fumaça do vizinho Etna revelam o dinheiro fácil, tirado de fundos de previdência de funcionários públicos, graças à compra de dirigentes venais. Os artistas contratados cobraram milhões de dólares e euros – portanto famosos e caros. O único que conheço, Andrea Bocelli, cobrou 981 mil dólares. Poverino, bambino Vorcaro…


Seu avô, pastor protestante, veio da Itália; o pai de Daniel Bueno Vorcaro era corretor de imóveis. A irmã é pastora da Igreja Evangélica Lagoinha, assim como o marido dela, Fabiano Zettel – o dos braços assustadoramente tatuados, que também está preso, como operador de negociatas. Vorcaro disse a Martha que seu primeiro emprego fora aos 15 anos, como guia na Disney. Aos 19 anos já estava em negócios: primeiros livros, depois imóveis. Com 24 anos, formou-se em mercado de capitais. Em 2018, adquiriu a opção de compra do Banco Máxima, quando seu dono foi inabilitado pelo Banco Central. O Máxima virou Master, e, a partir de então, descobriu que podia ser o master de venais. Com a cumplicidade do cunhado pastor, passou a tanger um rebanho pago a seu serviço. Todos cúmplices das espertezas que exploraram ambições e fraquezas de malformados.


O pobre menino se tornou dono de consciências e de bilhões. Fez festas em Trancoso, Brasília, na Europa, Estados Unidos, Mundo Árabe. Pagou degustação de uísque em Londres. Em Nova Iorque, posou de filantropo: Flávia, mulher de seu sócio Augusto Lima (ex-Arruda, ex-ministra de Bolsonaro), doou um cheque de R$ 5 milhões para os desabrigados das cheias no Rio Grande do Sul. O equivalente a 2,5% da festa de noivado em Taormina ou a 3,8% do contrato de R$ 129 milhões com o escritório de advocacia da família Moraes. Aliás, esse foi seu pior negócio. Primeiro, porque pagou um preço exorbitante, inclusive pela suprema ironia: 34 páginas de um código de ética; segundo porque não teve a contrapartida: foi preso assim mesmo, ainda que tivesse trocado muitas mensagens com Moraes no dia da primeira prisão, antes do pretendido voo para Dubai. Enfim, 40 dias depois, sua procuradora Viviane Moraes estava em Dubai – acompanhada pelo marido, para não deixar a mulher sozinha num país árabe. Talvez tenha, como representante legal, feito o que Vorcaro pretendia fazer e não pôde. Talvez. Ou a viagem foi simples curiosidade de saber se Dubai é uma festa. Não valeu R$ 129 milhões. Agora dorme em cama de concreto, numa cela de 9 metros quadrados. Como um Midas, converteu em ouro todos em que tocou. Essas vidas áureas, em alquimia reversa, estão contaminadas e podem virar pó.

Correio do Povo

Quinta-feira com sol e pancadas isoladas: confira a previsão do tempo para o Rio Grande do Sul

 


🌤️ RS tem quinta-feira de sol entre nuvens e instabilidade localizada

O Rio Grande do Sul mantém o padrão de temperaturas amenas nesta quinta-feira (12). O dia começa com o sol aparecendo entre nuvens em grande parte do estado, mas a atuação de uma área de baixa pressão atmosférica alongada traz instabilidade para algumas regiões.

🌦️ Previsão de Chuva

  • Manhã: A chuva chega logo cedo à metade Sul do estado.

  • Tarde: A instabilidade desloca-se para pontos entre o Norte e o Nordeste gaúcho, incluindo a Serra, onde há previsão de pancadas localizadas.

🌡️ Temperaturas

O início do dia apresenta marcas amenas e agradáveis em todo o território gaúcho. Durante a tarde, os termômetros devem subir, com destaque para as cidades do Oeste, que registrarão as temperaturas mais elevadas do dia.

Guerra segue e abala a economia mundial

 Conflito entra em sua segunda semana e pode tomar proporções internacionais

Por Jurandir Soares

A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã entrou em sua segunda semana sem qualquer sinal de arrefecimento. O conflito, que começou com ataques israelenses a instalações militares iranianas e rapidamente envolveu forças norte-americanas, transformou-se em uma troca constante de bombardeios que já atingem não apenas bases estratégicas, mas também infraestrutura energética e centros urbanos.


O confronto ampliou o risco de uma guerra regional de grandes proporções. O Irã tem procurado ampliar o conflito, envolvendo outros países. Analistas militares avaliam que, apesar da superioridade tecnológica de Israel e do apoio direto de Washington, o Irã mantém capacidade significativa de retaliação, sobretudo por meio de mísseis de longo alcance.


PETRÓLEO


Um dos efeitos mais imediatos da guerra foi o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, rota marítima por onde passa cerca de um quinto do petróleo comercializado no planeta. A medida foi anunciada por Teerã como resposta direta aos ataques israelenses e ao envolvimento dos Estados Unidos.


O impacto nos mercados internacionais foi imediato. O preço do barril de petróleo praticamente dobrou em poucos dias, alcançando a marca de 120 dólares. A disparada provoca apreensão em economias dependentes de energia importada e reacende o temor de uma nova onda inflacionária global. Governos europeus e asiáticos já estudam medidas emergenciais para conter os efeitos do aumento dos combustíveis. Setores como transporte, indústria e agricultura tendem a sofrer rapidamente o impacto da alta, com reflexos diretos no custo de vida da população.


Vale lembrar que crises energéticas provocadas por conflitos no Golfo Pérsico historicamente geram turbulência financeira mundial, afetando bolsas de valores, cadeias produtivas e políticas monetárias.


MONARQUIAS


A guerra também começou a afetar diretamente os países árabes do Golfo Pérsico. Nações como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait acompanham com preocupação a escalada militar em suas proximidades. Nos últimos anos, essas monarquias transformaram-se em importantes polos de turismo internacional e investimentos globais. Cidades como Dubai, Abu Dhabi e Doha passaram a receber milhões de visitantes atraídos por segurança, infraestrutura moderna e estabilidade política.


Com o conflito em curso, porém, cresce o temor de que a região se torne alvo indireto da guerra. Autoridades desses países reforçaram os sistemas de defesa aérea e aumentaram a vigilância sobre portos, aeroportos e instalações petrolíferas. Operadoras de turismo já registram cancelamentos de viagens, e companhias aéreas passaram a evitar rotas próximas às áreas de maior risco, ampliando a sensação de instabilidade em uma região que, até recentemente, buscava projetar imagem de tranquilidade e prosperidade.


SUCESSÃO


Já o governo iraniano anunciou o sucessor do aiatolá Ali Khamenei, morto no ataque de Israel e dos EUA. Trata-se de Mojtaba Khamenei, filho do antigo líder e figura influente dentro da estrutura religiosa e militar do país. A escolha, entretanto, provocou reação imediata de Washington e de Tel Aviv. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o novo líder iraniano “não vai durar muito tempo sem aprovação americana”, em uma afirmação que elevou ainda mais a tensão diplomática.


Israel foi ainda mais direto. Autoridades do governo afirmaram que qualquer pessoa indicada para suceder Ali Khamenei se torna alvo militar. A declaração indica que o país pretende continuar sua estratégia de eliminar lideranças do regime iraniano.


EXTENSÃO


Com ameaças abertas de ambos os lados e sem mediação internacional efetiva até agora, a perspectiva é de que o conflito se prolongue por semanas ou até meses. Enquanto os bombardeios continuam e o preço do petróleo dispara, cresce no mundo a percepção de que a guerra no Golfo Pérsico pode se tornar uma das crises geopolíticas mais graves das últimas décadas.

Correio do Povo

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