Postagem de Ramiro Rosário
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A repórter esportiva Alinne Fanelli, que integra a equipe da Band desde 2018, recusou uma proposta da Globo para se juntar ao time de comentaristas do SporTV. O convite tinha como objetivo reforçar a cobertura da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. Apesar da oportunidade, a jornalista optou por permanecer na emissora paulista.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, Fanelli avaliou que teria melhores perspectivas de crescimento e visibilidade na Band nos próximos anos. Um dos fatores determinantes foi a cobertura da Copa do Mundo Masculina de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá. A repórter deve integrar a equipe enviada pela Band para acompanhar a seleção brasileira, em transmissões pelas rádios do grupo, o que lhe garantirá grande destaque profissional.
Outro ponto considerado foi a mudança de função. Na Globo, Fanelli assumiria imediatamente o papel de comentarista, mas ela acredita não estar pronta para abandonar a reportagem de campo, área em que consolidou sua carreira. Embora já tenha atuado como comentarista em algumas ocasiões, a jornalista prefere seguir como repórter por enquanto.
A Globo tem investido na diversificação de seu elenco de comentaristas, especialmente com a proximidade de grandes eventos femininos. No entanto, recentemente outra profissional também recusou proposta semelhante: Giovanna Kiill optou por renovar seu contrato com a TNT Sports em vez de migrar para o canal carioca.
📌 Em resumo: Alinne Fanelli decidiu permanecer na Band, priorizando oportunidades ligadas à cobertura da Copa do Mundo de 2026 e mantendo sua atuação como repórter, em vez de migrar para a função de comentarista na Globo.
O YouTube já oferece diversos atrativos para usuários do plano Premium, como a remoção de anúncios, mas pode estar preparando mais exclusividades. Um usuário do Reddit identificou que a plataforma está testando restringir a função de Velocidade de Reprodução apenas para assinantes.
Segundo o relato, ao acessar a página de assinaturas em um dos dispositivos, apareceu o aviso: “Assista em velocidades de reprodução mais rápidas com Premium”. Ao tentar usar o recurso, o usuário percebeu que a opção estava bloqueada, levando à conclusão de que o YouTube conduz um experimento com dois grupos:
um com acesso livre à função;
outro com a ferramenta restrita, para avaliar se isso incentiva a adesão ao Premium.
Se os testes mostrarem aumento significativo nas assinaturas, a função pode se tornar exclusiva do plano pago.
O Google não comentou oficialmente sobre o experimento, mas a medida já gera críticas. Para muitos, a limitação indica que a plataforma pode adotar estratégias semelhantes no futuro, restringindo recursos antes gratuitos para estimular a assinatura.
📌 Em resumo: o YouTube avalia transformar a velocidade de reprodução em recurso exclusivo do Premium, decisão que pode marcar uma mudança significativa na experiência dos usuários e aumentar a pressão para adesão ao plano pago.
Por Percival Puggina
Viver numa democracia é privilégio cada dia mais raro. Minha geração cresceu bebendo democracia à americana, de canudinho, como Coca-Cola ou saboreando à europeia, como barrinha de chocolate suíço. Europa Ocidental do pós-guerra e Estados Unidos eram as referências culturais e políticas. Hoje, o Ocidente oferece sua cultura, tradição, princípios, valores e convicções em sacrifício no altar do multiculturalismo, do globalismo e os EUA só não estão fazendo o mesmo porque Trump não está deixando. O balaio de renúncias descarta, igualmente, a Verdade e o Bem. Vá e veja. Informe-se e saiba.
Em 2019, ano que marcou o fim de uma era no Brasil, as poucas virtudes nacionais foram jogadas num corredor polonês como resíduos da “ultradireita”. Observe, nestes dias, a conduta de quantos – quantos! – racharam os dedos aplaudindo os excessos no uso do poder do Estado, mesmo quando aplicado com voluntariedade de causar arrepios à mais prosaica letra da mais corriqueira lei. O que antes era defendido com unhadas e dentadas retóricas em qualquer microfone ou mesa de bar, agora é afastado com fingido desprezo, que parece extraído de uma página de Esopo: “Não estou acompanhando”. Uvas maduras da hipocrisia...
A experiência da modernidade mostra que, fora dos controles, o poder age como o álcool sobre o alcoólatra de quem demanda doses crescentes do vício com o qual se perdeu. O título deste artigo reproduz o título de um livro importante, ao qual o autor acrescentou subtítulos que informam sobre o conteúdo abordado nessa contradição em termos do título principal: Natureza e origens; e Psicopatologia e Psicologia Social.
Tive o privilégio de desfrutar, durante vários anos, do convívio frequente e da amizade do saudoso José Antônio Giusti Tavares, autor de Democracia Totalitária. Ele era doutor em Ciência Política, destacado professor, escritor de inúmeras outras obras e um incansável garimpeiro da verdade. Nessa bateia encontrou à fé dos Apóstolos.
Publicado em 2015, o livro entrega seu produto, também, à posteridade. Ao relê-lo, passada uma década da primeira leitura, percebo que a competência do amigo Tavares se revela ainda mais contundente, como se o escrevesse mirando o Brasil de 2026. Quando escrutina as características das sociedades de massa e as consequentes perdas da individualidade, Tavares aponta as dificuldades inerentes à compreensão da democracia por pessoas simples, levando-as a preferir líderes e regimes totalitários, que reduzem os riscos e as incertezas inerentes ao exercício da liberdade. Páginas adiante, salta aos olhos do leitor de hoje o retrato falado do líder paranoico, missionário de uma causa para cujo êxito “deve eliminar inimigos perigosos, que conspiram contra ele num conflito do qual resultará como único sobrevivente” ...
Por isso, numa sociedade de massa, em que as misérias cultural, material e moral caminham lado a lado, aos tropeços, em meio à mistificação e autoritarismo, mais do que nunca, esclarecer é preciso. A marcha firme, corajosa e virtuosa de Nikolas Ferreira é um exemplo de quanto podem um homem e sua fé.
Pontocritico.com
CAMINHADA HISTÓRICA
Antes de tudo, na qualidade de brasileiro altamente preocupado com os ATOS CRIMINOSOS que são praticados a todo momento por AUTORIDADES ABSOLUTAMENTE -FORA DA LEI- que de forma -CORPORATIVA E ORGANIZADA- acharam por bem fazer o que bem entendem, envio os meus sinceros cumprimentos ao dedicado e corajoso deputado NIKOLAS FERREIRA, pela iniciativa de promover uma HISTÓRICA CAMINHADA DE 270 KM, encerrada ontem, 25, na capital federal, sob efusivos aplausos daqueles que não desistem do nosso empobrecido Brasil. Parabéns, Nikolas Ferreira. Mil vezes Parabéns!!!
DESAFIO
Historicamente, MARCHAS E DESLOCAMENTOS DESSE TIPO, como refere o articulista do Diário de Minas Samuel Arruda, foram utilizados como FORMA DE PROTESTO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM DIFERENTES CONTEXTOS, muitas vezes servindo como CATALISADORES DE DEBATES MAIS AMPLOS. No caso de um parlamentar em exercício, no entanto, o -DESAFIO- ESTÁ EM TRANSFORMAR A FORÇA SIMBÓLICA DO ATO EM RESULTADOS INSTITUCIONAIS CONCRETOS. A expectativa de seus apoiadores é que a INICIATIVA PRESSIONE O CONGRESSO E ESTIMULE A ABERTURA DE DISCUSSÕES FORMAIS SOBRE MUDANÇAS LEGISLATIVAS, REVISÕES DE PROCEDIMENTOS E MAIOR TRANSPARÊNCIA NO FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES.
GESTO SIMBÓLICO
Em um PAÍS MARCADO POR ABSOLUTA DESCRENÇA NAS INSTITUIÇÕES E POR UM DISTANCIAMENTO CRESCENTE ENTRE REPRESENTANTES ELEITOS E PARTE DA SOCIEDADE, O -GESTO SIMBÓLICO- DE PERCORRER CENTENAS DE QUILÔMETROS A PÉ PODE SER INTERPRETADO COMO UMA TENTATIVA DE RECONECTAR A POLÍTICA COM A BASE SOCIAL QUE SE SENTE POUCO OUVIDA NOS CANAIS TRADICIONAIS DO PODER.
ENGAJAMENTO POLÍTICO
Há também um componente de ENGAJAMENTO POLÍTICO QUE NÃO PODE SER IGNORADO. A CAMINHADA MOBILIZA APOIADORES, GERA PARTICIPAÇÃO NAS REDES SOCIAIS E ESTIMULA O INTERESSE DE CIDADÃOS QUE MUITAS VEZES, SE SENTEM AFASTADOS DA POLÍTICA INSTITUCIONAL. Sob essa perspectiva, o ato pode contribuir para ampliar o debate público e incentivar uma participação mais ativa da sociedade, desde que esse engajamento seja canalizado para espaços de diálogo e construção coletiva.
MOMENTO DE TRANSIÇÃO
Para que a iniciativa tenha um IMPACTO DURADOURO, especialistas apontam que será fundamental que o deputado utilize a visibilidade conquistada para apresentar propostas claras, buscar interlocução com parlamentares de diferentes correntes ideológicas e estimular debates qualificados, inclusive com setores que divergem de suas posições. A capacidade de ouvir críticas e incorporar visões distintas será decisiva para que a caminhada não se limite a um gesto simbólico, mas se converta em um passo efetivo rumo a soluções institucionais.
Mais: a chegada a Brasília, portanto, não representa um ponto final, mas um MOMENTO DE TRANSIÇÃO. O verdadeiro significado político da caminhada estará nas ações que se seguirão a ela e na disposição de transformar mobilização em diálogo, reivindicação em proposta e visibilidade em responsabilidade democrática. Em um cenário de tensões e desafios, iniciativas desse tipo podem contribuir para fortalecer a democracia se forem acompanhadas de compromisso com a institucionalidade e com a construção de consensos possíveis, caso contrário, terá sido apenas uma caminhada para testar o preparo físico, seu e dos demais seguidores.
Pontocritico.com
Quanto mais próximo o colapso do Império, mais loucas são suas leis.
Desempenho, estilo e tecnologia em suas mãos!
Armazenamento: 128GB para guardar fotos, vídeos e aplicativos sem preocupação
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Traseira Tripla para capturar cada detalhe com qualidade profissional
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Fonte: https://www.rsnoticias.top/
● 48% dos estudantes tiveram que trancar o curso por não conseguir pagar as mensalidades em dia; ● 89% consideram muito importante quitar essa dívida; ● 85% são os responsáveis sozinhos pela despesa da universidade; ● Desemprego lidera entre as principais razões de dívidas com instituições de ensino; ● Serasa reúne mais de 7,4 milhões de ofertas de dívidas de universidades para estudantes negociarem com descontos; ● Mais de 2,8 milhões de universitários de todo o país podem quitar suas dívidas com 78 instituições de ensino parceiras da Serasa. ● No Rio Grande do Sul existem 584.665 ofertas projetadas para 343.406 estudantes com dívidas em atraso. |
Janeiro de 2026 – O início do ano marca o período de rematrículas nas universidades. É um momento de planejamento e continuidade dos estudos, mas que também acende um alerta: de acordo com uma pesquisa da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, 66% dos estudantes com dívida ativa junto a instituições de ensino já deixaram de comprar itens básicos, como alimentação, transporte, água e entre outros para conseguir pagar a mensalidade.
Outro dado preocupante revela que 48% dos que têm dívidas universitárias trancaram o curso por não conseguirem pagar as mensalidades em dia. Além disso, 26% revelam que tiveram problemas de concentração nas aulas por não conseguir pagar as mensalidades em dia e não quitar essa pendência, mostrando que essa questão atrapalha também o rendimento dos alunos.
Apesar das dívidas, estudantes buscam quitar pendências
Entre os universitários endividados, 89% consideram muito importante quitar a dívida com a instituição de ensino. Quando questionados dos principais motivos do endividamento com as instituições, 28% destacam desemprego, 21% revelam que precisaram priorizar outras contas, 10% tiveram redução na renda e 9% comentam que foi devido a desorganização financeira.
A inadimplência se prolonga no tempo: 61% das dívidas com instituições de ensino estão pendentes há mais de um ano, sendo que dessas, 18% já ultrapassam cinco anos. Em 71% dos casos, o valor em aberto pode chegar a até R$ 5 mil.
A dívida também afeta o bem-estar dos universitários: 91% afirmam que a situação impactou de alguma forma a sua saúde mental. Para a especialista da Serasa, quitar as dívidas é um passo fundamental para que o estudante consiga seguir sua trajetória acadêmica com mais tranquilidade. “Quando a preocupação financeira é reduzida, há mais espaço para focar nos estudos, preservar a saúde mental e planejar o futuro com segurança”, afirma Rodrigo Costa, especialista da Serasa em educação financeira.
Serasa Limpa Nome ajuda alunos a retomar os estudos sem pendências
Ainda assim, há esperança: 57% deles pretendem retomar os estudos ainda neste ano. Com o objetivo de auxiliar os universitários a regularizar as pendências, a Serasa se une a mais de 78 instituições de ensino e oferece mais de 7,4 milhões de ofertas disponíveis. Ao todo, mais de 2,8 milhões de estudantes podem negociar suas dívidas com universidades em todo o Brasil com até 90% de desconto a partir da plataforma Serasa Limpa Nome. Instituições como Anhanguera, Estácio, Pravaler se juntam ao programa. Para conferir as ofertas e condições disponíveis na plataforma Serasa Limpa Nome, estudantes e demais consumidores com dívidas no setor educacional podem consultar os canais oficiais da empresa e negociar de forma online: ● Site: http://www.serasa.com.br ● App Serasa no Google Play e Apple Store ● WhatsApp: (11) 99575-2096
Metodologia
Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 19 de dezembro de 2025 e 05 de janeiro de 2026, com 936 entrevistas online com universitários com dívidas em aberto por todo o Brasil. Margem de erro de 2,7 pontos percentuais.
Informações à imprensa ngf imprensa e assessoria (51)991236847 e (51) 996537333
Sobre a Serasa Com o propósito de revolucionar o acesso ao crédito no Brasil, a Serasa oferece um ecossistema completo voltado para a melhoria da saúde financeira da população por meio de produtos e serviços digitais. Mais informações em www.serasa.com.br e via redes sociais no @serasa. |
O Samsung Galaxy S24 FE combina desempenho avançado, design sofisticado e recursos inteligentes para transformar sua experiência com um smartphone.
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Koyuki, cujo nome verdadeiro é Koyuki Katō, é uma modelo e atriz japonesa nascida em 18 de dezembro de 1976 em Zama, Kanagawa. Ela se tornou uma das figuras mais reconhecidas do Japão no início dos anos 2000, destacando-se tanto na moda quanto no cinema internacional, especialmente por seu papel no filme The Last Samurai (2003), ao lado de Tom Cruise.
1995: Koyuki iniciou sua trajetória ao vencer um concurso de modelos promovido pela revista Non-No, uma das mais influentes publicações de moda jovem no Japão.
1997–1998: consolidou-se como modelo profissional e começou a aparecer em comerciais de TV e campanhas publicitárias, tornando-se um rosto conhecido no mercado japonês.
1998: estreou em papéis coadjuvantes em dramas televisivos, chamando atenção pela sua presença elegante e versatilidade.
2001: participou do filme Pulse, dirigido por Kiyoshi Kurosawa, um marco do cinema de terror japonês moderno.
2003: alcançou enorme popularidade com o dorama Kimi wa Petto, contracenando com Jun Matsumoto, obra que se tornou um clássico da TV japonesa.
The Last Samurai (2003): Koyuki interpretou Taka, esposa de um samurai morto, papel que lhe deu visibilidade mundial. Sua atuação foi elogiada pela delicadeza e pela força emocional, consolidando sua imagem como atriz de alcance internacional.
Casou-se em 2011 com o ator Kenichi Matsuyama, com quem tem três filhos.
É considerada uma das atrizes japonesas mais elegantes e respeitadas, mantendo carreira ativa desde 1995, com mais de duas décadas de trabalhos em moda, televisão e cinema.
Sua trajetória é marcada pela transição bem-sucedida de modelo para atriz, algo raro no Japão, e pela capacidade de representar o país em produções internacionais.
| Ano | Marco | Importância |
|---|---|---|
| 1995 | Vence concurso da revista Non-No | Início da carreira como modelo |
| 1998 | Primeiros papéis em dramas | Entrada na TV japonesa |
| 2001 | Filme Pulse | Reconhecimento no cinema nacional |
| 2003 | Dorama Kimi wa Petto | Popularidade massiva no Japão |
| 2003 | Filme The Last Samurai | Projeção internacional |
| 2011 | Casamento com Kenichi Matsuyama | Vida pessoal em destaque |
Esses momentos mostram como Koyuki se tornou uma das artistas japonesas mais influentes de sua geração, transitando entre moda, televisão e cinema, e conquistando reconhecimento além das fronteiras do Japão.