Armário de Cozinha Compacta Rustic/Preto Emilly Pop Madesa XA

 


A Cozinha Compacta Emilly se destaca por ser compacta e prática para o dia-a-dia. Seu espaço interno é bem distribuído e as tonalidades amadeirado e preto combinam com ambientes modernos ou clássicos.


Esta cozinha é no estilo americana e remete a uma cozinha pequena planejada com acabamento em Pintura Poliéster de alta resistência.Suaestrutura conta com o acabamento no padrão amadeirado Rustic.


Possui corrediças e dobradiças metálicas e pés reguláveis em PVC. Acompanha tampo de MDP do balcão.


A medida total dos armários desta cozinha é: 186 cm de altura x 229 cm de largura. Profundidade de 44 cm nos balcões inferiores e 27 cm nos paneleiros e aéreos.


Os pés são em PVC para facilitar a limpeza e reguláveis: a altura da cozinha pode chegar a 188 cm com a regulagem dos pés.


(Imagens meramente ilustrativas: os eletros e a decoração não acompanham o produto.)


Itens inclusos:

- Um (1) Paneleiro com 4 portas

- Um (1) Balcão com 3 portas, 1 gaveta e tampo

- Um (1) Aéreo com 2 portas e 2 nichos


Código do produto: XAGREM2290027K


Obs.: A Madesa não disponibiliza serviço de montagem. O produto segue com manual e todas as ferragens necessárias para a instalação.


1 O produto é novo ou usado?

R.: Todos os produtos da Madesa são novos, enviados da nossa fábrica diretamente para as casas de nossos clientes.


2 O produto vem montado? Se não, vocês realizam a montagem?

R.: A Madesa não disponibiliza serviço de montagem. Todos os produtos seguem com manual de instalação e as ferragens necessárias. Alguns produtos possuem vídeo explicando o passo a passo da montagem.


3 Vocês possuem loja física? Posso retirar meu produto em mãos?

R.: Não possuímos loja física, apenas loja virtual. Confira as opções de envio ao colocar o seu CEP.


4 Qual é o valor do envio? Posso pagar separadamente?

R.: O valor do envio é calculado com base no peso e volume do produto, e no CEP de destino. Você pode calcular o valor e prazo de entrega no simulador.


5 A Madesa entrega em todo Brasil? Como é feita a entrega?

R.: Sim, entregamos no Brasil inteiro através de transportadoras parceiras.


6 O produto acompanha Nota Fiscal?

R.: Sim, todos os produtos são entregues com suas respectivas notas fiscais.


7 Os produtos possuem garantia?

R.: Sim. A Madesa oferece 3 meses de garantia para defeitos de fabricação.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/armario-de-cozinha-compacta-rusticpreto-emilly-pop-madesa-xa/gb8e3b0ahd/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=mlvc_mo_2704&utm_content=produto-gb8e3b0ahd&campaign_email_id=3829&utm_smid=10530552-1-1

Governo deve apresentar revisão da legislação trabalhista no 1° semestre

 Ministro do Trabalho espera que Congresso vote proposta ainda em 2023

ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta segunda-feira, em entrevista à Agência Brasil, que o governo pretende apresentar novas propostas para revisão da atual legislação trabalhista até o final deste semestre. A expectativa é de que, já no segundo semestre, essas propostas sejam encaminhadas para votação pelo Congresso Nacional.

As revisões, explicou o ministro, estão sendo discutidas em grupos de trabalho tripartites, com participação de governo, trabalhadores e empregadores. No próximo dia 23, por exemplo, lideranças empresariais e representantes dos trabalhadores estarão reunidos para estabelecer datas e prioridades dos grupos.

“Nessa reunião do dia 23 é que se vai tirar as metas de quanto tempo o grupo deseja para cumprir essa tarefa de construção dos textos para submeter ao Congresso. Mas ouço lideranças empresariais e de trabalhadores dizerem que é desejável que se conclua isso no primeiro semestre”, disse Marinho. “Não é uma tarefa fácil, mas é a meta que eles estão colocando e com a qual estamos de pleno acordo”.

Segundo ele, o governo vem tentando ser apenas intermediário nessa comissão tripartite, deixando que as propostas sejam construídas pelas partes: “é um grupo tripartite, formado por empresários, trabalhadores e sob a coordenação do governo. O propósito do governo é mais de coordenar as partes, de provocar, para que as partes construam o entendimento. É evidente que o governo tem um posicionamento, mas desejamos que as partes construam esse entendimento porque seguramente isso será melhor para a tramitação no Congresso Nacional”.

Na tarde de hoje, o ministro participou do 11.º Congresso Nacional dos Metalúrgicos e das Metalúrgicas da Central Única dos Trabalhadores (CNM/CUT), que ocorre até a próxima quinta-feira em um hotel em Guarulhos (SP). Com o tema Reconstruir o Brasil de Forma Sustentável e Humanizada com Trabalho Decente, Soberania, Renda e Direitos, o congresso pretende debater temas relacionados, principalmente, ao trabalho e à indústria.

Durante o evento, o ministro comentou a necessidade de se regular as plataformas de aplicativos no Brasil, tais como Uber, Ifood e 99.

“Fico me perguntando qual é o papel das novas tecnologias, com as inovações tecnológicas. É fundamental, é importante e é preciso que sempre se aprimore as novas tecnologias. Elas são muito bem-vindas. Mas imagino que quando falávamos de novas formas, novos mecanismos e novas tecnologias, era para criar melhores condições de vida para a população do mundo todo, que serviria para acabar com a fome e a miséria. E não que as novas tecnologias iriam servir para explorar ainda mais os trabalhadores e trabalhadoras”, disse Marinho.

“O que as famosas plataformas estão fazendo no Brasil e no mundo é ir transformando os trabalhadores quase que em escravos dos algoritmos. Precisamos reagir para criar condições de que trabalhadores de plataformas sejam respeitados”, acrescentou ele, durante o evento.

Após discursar e responder dúvidas dos participantes, o ministro conversou com a reportagem da Agência Brasil. Ele voltou a falar sobre a regulamentação de aplicativos. Segundo ele, esse tema também vem sendo discutido em reuniões de trabalhadores e representantes dessas empresas e a ideia é que uma proposta seja construída também pelas partes.

“Acho mais difícil cumprir esse prazo [de apresentação da proposta] no primeiro semestre. Mas seria desejável. Isso vai depender também da maturidade das partes. Espero é que os empregadores venham para a mesa no propósito de construção”, disse Marinho. “É desejável que, o mais rápido possível, se construam essas propostas para que elas sejam submetidas ao Congresso, que dará a palavra final”, falou ele.


Agência Brasil e Correio do Povo

Pacheco afirma que o governo precisa "aceitar" privatização da Eletrobras

 Senador criticou a ação movida pela AGU no STF para rever as regras da venda da estatal


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira que o governo precisa "aceitar" a privatização da Eletrobras. Aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador criticou a ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU) no Supremo Tribunal Federal (STF) para rever as regras da venda da estatal.

"Consideramos essa (privatização da Eletrobras) uma realidade do Brasil, era muito importante que se pudesse aceitar essa realidade para valorizar a Eletrobras. A discussão sobre capitalização acaba por gerar algum desvalor para empresa", disse Pacheco, após participar de reunião da diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O presidente do Senado disse ainda que é preciso superar pautas que foram aprovadas pelo Congresso. "Considero que era importante nós termos a aceitação dessas questões que foram aceitas no Congresso e buscarmos incrementar novidades no Brasil", disse, ao citar medidas como arcabouço fiscal e reforma tributária.

A declaração de Pacheco foi feita um dia depois de o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), dizer em entrevista à CNN no domingo, em Nova York, que a intenção do governo de rever a privatização da Eletrobras é preocupante. Segundo ele, o projeto que permitiu o processo de capitalização da Eletrobras, em 2022, foi profundamente debatido no Congresso, e resulta em ganhos para a empresa e para o País. "Essas questões de rever privatização preocupam", disse Lira. "Você pode não propor mais nenhuma privatização, mas mudar um quadro que já está jogado e definido, e com muitos grupos, muitos países investindo, realmente causa ao Brasil uma preocupação muito forte", afirmou o deputado à CNN.

Operação

A privatização da Eletrobras ocorreu em junho do ano passado. Com a garantia de que a empresa passaria a ser gerida com a lógica privada, o que significaria principalmente o fim das indicações políticas na direção, os investidores, pessoas jurídicas e físicas, se animaram a colocar dinheiro na companhia - usando até recursos do FGTS. No final, a operação movimentou cerca de R$ 34 bilhões.

A confiança dos investidores vinha do fato de que, no desenho da privatização, ficou definido, pelo Congresso Nacional, que nenhum investidor poderia ter mais de 10% do poder de voto na empresa, independentemente do número de ações que detivesse. Na prática, a empresa não tem um controlador, o que garante que a administração tenha de responder a todos os sócios. É o modelo conhecido como "corporation", já testado com sucesso no Brasil em uma outra ex-estatal, a Embraer.

Ação direta de inconstitucionalidade (ADI) enviada ao STF na sexta-feira passada questiona essa regra que limita o poder de voto a 10%, uma vez que a União detém 43% da companhia. Na prática, o que o governo tenta é uma reestatização da empresa, uma vez que, se o poder de voto volta a ser equivalente ao número de ações, seria ele novamente quem daria as cartas na companhia. O que incluiria a indicação das diretorias e dos presidentes das subsidiárias, como a Chesf, Furnas e Eletronorte - cargos ao longo do tempo disputados por políticos.

Quebra de contrato

"Embora o governo tenha reiterado que o objetivo do processo não é solicitar a ‘renacionalização’ da Eletrobras, remover o limite de 10% dos votos daria a ele poder suficiente para dar as cartas na empresa - o que seria exatamente o oposto do motivo pelo qual os investidores optaram participar (da operação de privatização)", disseram, em relatório, os analistas do BTG Pactual João Pimentel, Gisele Gushiken e Maria Resende.

Para Antonio Siqueira, analista do Citi, a iniciativa do governo se configura em uma quebra de contrato. "Comprometer-se com contratos assinados por dirigentes anteriores dos quais se discorda é justamente o que faz de um país um bom lugar para alocar dinheiro de longo prazo", disse. "Que tipo de insegurança isso criaria para todos os outros investimentos? Quando os contratos são quebrados, tudo é possível."

Agência Estado e Correio do Povo

Em depoimento, Anderson Torres diz que não interferia em operações da PRF

 Torres manteve a versão de que esteve na Bahia para inauguração de uma obra da Polícia Federal sem relação com a PRF


Em depoimento à Polícia Federal nesta segunda-feira (8), o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública de Jair Bolsonaro (PL) Anderson Torres afirmou que não interferia nas operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O depoimento, realizado em Brasília, durou mais de duas horas.

Torres também manteve a versão de que esteve na Bahia para inauguração de uma obra da Polícia Federal que não tinha relação com a PRF. O ex-ministro deixou a Polícia Federal após depor sobre a suposta interferência na PRF no segundo turno das eleições de 2022.

O ex-ministro chegou à sede da corporação, em Brasília, por volta das 13h30. O depoimento começou por volta das 14h30, e Torres deixou o prédio por volta das 16h50. 

A oitiva faz parte de um inquérito sobre uma viagem do ex-ministro às vésperas do segundo turno das eleições de 2022, que teria sido realizada a fim de pedir o "apoio" da PF e da PRF para interferir no fluxo de eleitores.

A ação do então ministro da Justiça e Segurança Pública teria o objetivo de atrasar eleitores da Bahia no dia da votação. O pedido à PRF teria sido feito depois da produção de um relatório que detalhava os locais onde o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria mais votos no primeiro turno.

R7 e Correio do Povo

Metroviários decidem pelo fim da paralisação na Trensurb, mas mantêm estado de greve

 Uma nova mobilização está marcada para o próximo dia 23

Após deliberação em assembleia, os metroviários afirmaram que a Trensurb volta a operar normalmente nesta terça-feira, mas o estado de greve continua. A decisão foi tomada após mediação no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), realizada na manhã desta segunda-feira.

De acordo com Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do RS (Sindimetrô-RS) “A partir da zero hora o serviço volta a ser prestado normalmente, a categoria se mantém em estado de greve e nós temos uma mobilização marcada para o dia vinte e três de maio. Que é o movimento nacional de metroviários e ferroviários onde há nova possibilidade de uma paralisação que deve ser definida na futura assembleia”, explicou o presidente Luis Henrique Chagas.

Durante a medição no TRT4, o vice-presidente, desembargador Ricardo Martins Costa, declarou que a paralisação parcial realizada pelos metroviários da Trensurb não é abusiva. Foi ressaltado que o ato não inviabilizou o transporte público, pois houve a manutenção da operação dos trens em espaçamento de 20 minutos.

Na ocasião, os membros do sindicato e os representantes da Trensurb tomaram conhecimento da decisão liminar do desembargador Fabiano Beserra que determina que a empresa deixe de aplicar reduções no percentual de adicional de periculosidade pago aos trabalhadores, até o trânsito em julgado do processo que tramita sobre o tema.

Para Chagas, as decisões foram positivas e o próximo passo é a ida de uma comitiva a Brasília para pressionar parlamentares e aliados do governo federal. “A medição foi muito vitoriosa, duas de nossas demandas foram atendidas imediatamente. A mobilização deu certo. E sobre a retirada do plano nacional de privatizações, agora a pressão em cima do governo federal, do presidente Lula e dos parlamentares da base do governo. Eles têm que explicar o porquê que a Trensurb não saiu do rol do das privatizações sendo que na campanha do ano passado foi prometido acabar com as privatizações”, explicou.


Correio do Povo

Mini Adaptador Bluetooth Usb Versão 5.0 Kapbom - KA-1188

 



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STF forma maioria para dar vitória a Lula em embate sobre redução de PIS e Cofins

 O governo anterior reduziu as alíquotas pela metade, mas um decreto de 1º de janeiro do presidente Lula suspendeu a mudança

Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta segunda-feira, para validar o decreto de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que reestabeleceu alíquotas de 0,65% e de 4%, respectivamente, para o PIS/Pasep e a Cofins. A estimativa é que a vitória garanta R$ 5,8 bilhões aos cofres públicos. Os impostos são pagos tendo como base a receita bruta das empresas.

No penúltimo dia da gestão do governo de Jair Bolsonaro (PL), o então vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos), como presidente em exercício, havia reduzido pela metade esses impostos. O texto entraria em vigor em 1º de janeiro de 2023.

No entanto, assim que assumiu a Presidência, Lula publicou um novo decreto, com vigência a partir de 1º de janeiro, para revogar o texto de Mourão e manter as alíquotas pagas pelas empresas desde 2015. A mudança determinada pelo ex-vice-presidente não chegou a ser posta em prática.

O plenário virtual do STF formou maioria com os votos dos ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, que seguiram o relator Ricardo Lewandowski. Por enquanto, apenas André Mendonça, indicado pelo ex-presidente Bolsonaro, foi contra a medida. O julgamento virtual começou em 28 de abril.

À época da publicação, a validade do decreto de Lula foi questionada com 54 mandados de segurança ajuizados por empresas. Elas alegavam que a medida era inconstitucional, porque o aumento de alíquotas para contribuições federais, como o PIS/Pasep e a Cofins, só poderia entrar em vigor 90 dias após a publicação do decreto, conforme o princípio da anterioridade nonagesimal.

Contudo, o governo Lula, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), argumentou que o decreto da gestão anterior era prejudicial às finanças públicas e aos contribuintes, por alterar uma medida em vigor desde 2015. O STF decidiu que o texto de Lula "não está sujeito à anterioridade nonagesimal". Isso significa que a regra que prevê o tempo de espera para alterar tributação não se aplica ao caso.


R7 e Correio do Povo

Jogador do Santos teria recebido R$ 50 mil em esquema de manipulação de jogos da Série A

 Bauermann teria aceitado quantia para tomar um cartão amarelo contra o Avaí, no ano passado; veja outras partidas sob suspeita

O cerco está se fechando para os envolvidos na Operação Penalidade Máxima 2, que apura a manipulação em jogos do futebol brasileiro em 2022 e 2023. Um deles é o zagueiro Eduardo Bauermann, do Santos. De acordo com a apuração do Ministério Público de Goiás (MP-GO), Bauermann teria aceitado uma proposta de R$ 50 mil para forçar um cartão amarelo diante do Avaí, pelo Brasileirão do ano passado.

No entanto, o zagueiro não cumpriu com o combinado e acabou aceitando a proposta para ser expulso, diante do Botafogo, na rodada seguinte. Após o apito final, Bauermann recebeu o cartão vermelho por reclamar com a arbitragem.

As informações foram dadas inicialmente pela revista Veja. A reportagem tentou contato com o MP-GO, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. 

Em abril deste ano, depois de ter seu nome envolvido na Operação Penalidade Máxima, o zagueiro foi até as redes sociais e negou qualquer envolvimento com "apostas esportivas ou esquema fraudulento de manipulação em partidas de futebol ou qualquer outro esporte".

Fraude em outros jogos da Série A

A nova denúncia oferecida pelo MP-GO diz que foram constatadas fraudes em seis jogos da Série A do Campeonato Brasileiro no ano passado. Em outras duas partidas, não há confirmação se as propostas para manipulação foram aceitas. Além das disputas da Série A, são investigados também quatro jogos de campeonatos estaduais deste ano e uma partida da Série B de 2022. 

As partidas sob suspeita são: 

Palmeiras x Juventude
Juventude x Fortaleza
Goiás x Juventude
Ceará x Cuiabá
RB Bragantino x América-MG
Santos x Avaí
Botafogo x Santos
Palmeiras x Cuiabá
Sport x Operário
Guarani x Portuguesa
RB Bragantino x Portuguesa
Esportivo Bento Gonçalves x Novo Hamburgo
Caxias x São Luiz

A nova denúncia foi feita depois que os aparelhos celulares apreendidos anteriormente passaram por perícia técnica. Os promotores conseguiram mapear a atuação de todos os envolvidos nos jogos citados acima. O esquema de manipulação de jogos variava em ações, como aplicação de cartões amarelos e vermelhos, além do cometimento de pênaltis.


R7 e Correio do Povo

Colega de cela de Daniel Alves conta rotina do jogador na prisão: "Gritos, ofensas e isolamento"

 Lateral está preso na Espanha desde o dia 20 de janeiro

Um dos detentos que compartilha o dia-dia com Daniel Alves deu detalhes sobre a rotina do brasileiro no Centro Penitenciário Brians 2, na Espanha, onde está preso desde o dia 20 de janeiro por suposta agressão sexual. Segundo o interno, o ex-jogador do Barcelona e da seleção brasileira é hostilizado por outros presos. As informações são do programa "Fiesta", do canal espanhol Telecinco.

De acordo com o colega de Daniel Alves, o jogador brasileiro é chamado de "estuprador" e costuma ser intimidado nos momentos em que divide espaço com outros presidiários, como nas partidas de futebol e no refeitório. A identidade do colega do lateral direito não foi revelada.

O homem revela ainda que Daniel Alves está mais magro e abatido desde que chegou à prisão. Segundo ele, o brasileiro tem privilégios na cadeia, mas não especificou quais são. O atleta passa a maior parte do tempo isolado em seu módulo e nega que tenha agredido sexualmente a jovem de 23 anos que o acusa.

"Ele não sai. Ele só sai para o centro esportivo quando joga contra outro módulo. Senão, ele fica lá no módulo ou senta na enfermaria para ver televisão", afirma o preso.

Daniel Alves completou 40 anos no sábado, dia 6 de maio. O brasileiro já amarga 108 dias atrás das grades. Neste período, o jogador teve negado pela Justiça o pedido para responder às acusações em liberdade, sob as alegações da possibilidade de fuga, e viu o seu casamento com a modelo espanhola Joana Sanz terminar.

Os filhos de Daniel Alves também o visitaram no dia de seu aniversário, acompanhados de outra ex-cônjuge e mãe deles, Dinorah Santana, que disse à mídia espanhola Servimedia que "todos sabem" que ele é inocente. Eles se mudaram para Barcelona a fim de ficar mais próximos de Daniel. A família espera conseguir o direito na Justiça de responder o processo em liberdade. Um novo pedido já foi feito, mas ainda não teve resposta.

O Brians 2 é conhecido por abrigar empresários, políticos e ex-policiais e possui um departamento de prisão provisória, onde está o brasileiro. O local já abrigou figuras importantes, como o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell. A imprensa espanhola divulgou anteriormente que Daniel Alves divide a cela com outro brasileiro, chamado Coutinho.

A presença do atleta também movimenta um esquema da venda de camisas do Barcelona autografadas pelo brasileiro. Tricampeão da Liga dos Campeões pelo clube, as peças são trocadas por maços de cigarros. Segundo o site espanhol El Caso, funcionários da Brians 2 notaram a entrada de uma grande quantidade de camisas do Barcelona na penitenciária. As peças seriam para um preso que tem permissão para circular em diferentes módulos do complexo.

Entenda o caso

Daniel Alves teve a prisão decretada no dia 20 de janeiro. Ele foi detido ao prestar depoimento sobre o caso de agressão sexual contra uma mulher na madrugada do dia 30 de dezembro. O Ministério Público pediu a prisão preventiva do atleta de 39 anos, sem direito à fiança, e a titular do Juizado de Instrução 15 de Barcelona acatou o pedido, ordenando a detenção.

A acusação se refere a um episódio que teria ocorrido na casa noturna Sutton, em Barcelona, na Espanha. O atleta, que defendeu a seleção brasileira na Copa do Mundo do Catar, teria trancado, agredido e estuprado a denunciante em um banheiro da área VIP da casa noturna, segundo o jornal El Periódico. Ela procurou as amigas e os seguranças da balada depois do ocorrido.

A equipe de segurança da casa noturna acionou a polícia catalã (Mossos d’Esquadra), que colheu depoimento da vítima. Uma câmera usada na farda de um policial gravou acidentalmente a primeira versão da vítima sobre o caso, corroborando o que foi dito por ela no depoimento oficial. A mulher também passou por exame médico em um hospital. Daniel Alves foi embora do local antes da chegada dos policiais.

Segundo a imprensa espanhola, a contradição no depoimento do lateral-direito foi determinante para o Ministério Público do país pedir a prisão e a juíza aceitar. No início de janeiro, o jogador deu entrevista ao programa "Y Ahora Sonsoles", da Antena 3, em que confirmou que esteve na mesma boate que a mulher que o acusa, mas negou ter tocado na denunciante sem a anuência dela e disse que nem a conhecia.


Agência Estado e Correio do Povo

Twitter vai eliminar todas as contas inativas

 Anúncio foi feito na noite desta segunda-feira


Elon Musk declarou, nesta segunda-feira, que vai eliminar do Twitter as contas com muitos anos de inatividade, seu último anúncio com vistas a dinamizar a plataforma. "Estamos depurando as contas que não tiveram atividade por vários anos, por isso que, provavelmente, seu número de seguidores vai cair", advertiu o dono da rede social em um tuíte.

Depois de comprar a plataforma no fim de outubro, o magnata começou a transformar seu funcionamento com ações que vão desde demissões em massa de funcionários a mudanças caóticas na dinâmica da rede social.

Muitos anunciantes deixaram de investir em publicidade na plataforma e alguns usuários desativaram suas contas, enquanto a nova fórmula de assinatura Twitter Blue, que garante o selo de verificado e alguns privilégios, permanece longe de compensar a perda de receita, afirmam analistas.

Mas o também proprietário das marcas Tesla e SpaceX segue com suas apostas, animado com as respostas de seus fãs. "Trabalhamos duro para fazer com que seu 'feed' seja o mais interessante possível [...] Como ele é hoje comparado com seis meses atrás?", preguntou Musk em uma enquete no domingo.

Aproximadamente 46%, de um total de 1,5 milhão de participantes, respondeu "melhor", e 38% "pior". Em diversas ocasiões nos últimos meses, Elon Musk falou sobre um objetivo enigmático: "maximizar o tempo de uso [dedicado à plataforma] sem arrependimento".

Quando as marcas decidem onde anunciar, elas levam em conta diferentes métricas, que incluem o número de usuários ativos, o tempo médio na plataforma e até mesmo "o engajamento", ou seja, o número de interações com os conteúdos, como comentários, curtidas, etc.

O "tempo dedicado sem arrependimento", "não é como o número total de usuários ou outra [métrica]. É justamente o número total de minutos sem arrependimento", explicou Musk em uma conferência para profissionais de publicidade em Miami no mês passado.

Musk, no entanto, não indicou como esse parâmetro é medido na prática e, como o seu próprio nome indica, isso dá a entender que sua avaliação é subjetiva. Segundo estudos da consultora Insider Intelligence, as receitas do Twitter devem cair 28% este ano porque "os anunciantes não têm confiança em Musk". Entretanto, em uma entrevista à BBC, Musk garantiu que os anunciantes estão voltando e que a empresa está "próxima do ponto de equilíbrio".

AFP e Correio do Povo