Árbitro da final da Copa de 1986, Romualdo Arppi Filho morre em Santos

 


Ele apitou a decisão do México, na qual a Argentina foi bicampeã

Morreu neste domingo (5), aos 84 anos, o ex-árbitro Romualdo Arppi Filho, aos 84 anos, em Santos (SP), um dos mais importantes juízes de futebol da história do país. Ele estava internado no Hospital Ana Costa, no litoral paulista, para tratamento renal. Arppi Filho apitou a final da Copa do Mundo do México (1986), na qual a Argentina conquistou o bicampeonato ao vencer a Alemanha por 3 a 2.  

Romualdo Arppi Filho, árbitro, Copa do Mundo do México, 1986, final
Romualdo Arppi Filho apitou a final da Copa do Mundo do México (1986), na qual a Argentina conquistou o bicampeonato ao vencer a Alemanha por 3 a 2 - Arquivo Pessoal/CBF

Em nota de pesar, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lamentou o falecimento de Arppi Filho, segundo árbitro brasileiro apitar uma decisão de Mundial, e se solidarizou com familiares e amigos do juiz. O primeiro juiz de futebol do país numa decisão de Mundial foi Arnaldo Cezar Coelho, na Copa da Alemanha (1982).  

Ao longo da carreira, segundo a CBF, Romualdo Arppi Filho atuou nas finais do Campeonato Brasileiro de 1984 e 1985, na decisão do título do Mundial Interclubes de 198,; e em partidas de três edições dos Jogos Olímpicos: Cidade do México (1968), Moscou (1980) e Los Angeles (1984).

Agência Brasil

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A PREVISÍVEL TRAGÉDIA DO NOVO GOVERNO: UM FILME EM ALTA VELOCIDADE - 06.03.23

 Por Pedro Jobim


 


Durante a campanha eleitoral de 2022, o atual presidente defendeu a revogação da Reforma Trabalhista; a adoção de metas de crescimento pelo Banco Central; e a reativação dos empréstimos do BNDEs como instrumento de fomento ao crescimento. Propôs, também, o fim da política de apreçamento a mercado dos combustíveis vendidos pela Petrobrás, e advogou, também, o fim do teto de gastos, que chamou de “estupidez”. Estas propostas estão alinhadas às  práticas implementadas pelo PT ao longo dos treze anos de seus governos, que culminaram com a queda de quase 7% do PIB e a elevação de 8pp da taxa de desemprego, entre 2015 e 2016.


 


Não deveria surpreender ninguém, portanto, que nestas primeiras semanas de mandato, o governo tenha anunciado, após a aprovação da PEC da gastança, ainda em 2022, medidas que refletem as indicações feitas durante a campanha, além de muitas outras, coerentes com o discurso do PT e com o passado do partido, de acordo com o que alertamos há cerca de um ano, neste artigo. Algumas destas medidas são o programa de valorização do salário mínimo – cujo valor, para 2023, recentemente anunciado, de R$ 1320, representa um aumento real de aproximadamente 3%; a recomposição salarial do funcionalismo; o fim do programa de privatizações, que inclui o cancelamento da concessão do porto de Santos à iniciativa privada, e até mesmo a busca da reestatização da Eletrobrás; a volta de nomeações políticas para o comando de empresas estatais, com a provável mudança na respectiva lei; a volta de empréstimos do BNDEs para países alinhados ideologicamente ao governo; a reforma da TLP, para que o “custo dos empréstimos do BNDEs seja reduzido”; o anúncio da constituição de um “Eximbank” – como se a ausência de crédito governamental esteja representando um impedimento para o crescimento das exportações e das importações do Brasil, cujo valor combinado aumentou, nos últimos 4 anos, cerca de 40%. Mais recentemente, o governo disparou  uma campanha contra o Banco Central, com o objetivo de coagi-lo a reduzir a taxa de juros,  independentemente das circunstâncias e da conveniência deste movimento. E, claro, pouco se importando para o fato de que a autarquia, desde 2021, goza de autonomia prevista em lei. A violência verbal gratuita teve, conforme esperado, apenas os efeitos deletérios de elevar as expectativas de inflação, e de levantar alguma dúvida sobre a função de reação do Banco Central.


 


Nos últimos dias, para complementar a reoneração da PIS/Cofins sobre os combustíveis, o governo anunciou a cobrança de um imposto sobre as exportações de petróleo. Entre todas as opções disponíveis para aumentar impostos, essa é muito provavelmente a mais desastrosa, do ponto de vista de eficiência e distorção econômica – este foi um dos mecanismos utilizados pela Argentina, por exemplo, para asfixiar seu setor agrícola e dele extrair o máximo de recursos possível, com as tristes consequências conhecidas. Se este imposto for instituído para outros setores exportadores, como proteínas animais e mineração, o potencial de destruição de oferta a médio prazo, redução no saldo comercial, e desorganização econômica associados podem ser imensos.


Devemos, também, esperar para breve a alteração dos estatutos da Petrobrás, que permitirá à empresa deixar de exercer a paridade dos preços de seus produtos com o mercado internacional, voltando à prática comercial dos 13 anos anteriores a 2017. O governo também anunciou que a Petrobrás voltará a investir em refinarias, e na compra de participações em outras empresas. 


 


Durante os governos anteriores do PT, a prática de preços inferiores ao de mercado; investimentos na casa de dezenas de bilhões de dólares em refinarias superfaturadas e até hoje inconclusas, como Abreu e Lima e Comperj (iniciadas durante o governo Lula), ou de plantas sucateadas, como a de Pasadena, levaram à descapitalização da empresa. Seus recursos foram sangrados ao ponto de a mesma não ter condições de honrar a data de publicação de diversos balanços, entre 2015 e 2016. 


A Petrobrás estava, àquela altura, praticamente quebrada. Como não tinha lucro, não pagava dividendos, e pouco contribuía para a arrecadação de impostos. 


Posteriormente saneada, a empresa reduziu enormemente sua dívida, e pagou, em 2022, em dividendos, cerca de R$ 230 bilhões a seus acionistas, o maior dos quais é o governo federal - que recebeu R$ 56 bilhões. Além disso, recolheu R$ 111 bilhões em royalties, e mais de R$ 220 bilhões em impostos aos governos federal e estaduais. Os recursos transferidos pela Petrobrás, sadia, ao setor público, em 2022, chegaram a um montante próximo a R$ 400 bilhões - ou 4% do PIB. A empresa contribui, desta forma, obviamente, muito mais para o crescimento da economia, e para o equilíbrio fiscal do país, do que na situação anterior.


 


Na sequência prevista de más políticas econômicas, neste mês de março, o Ministério da Fazenda deve divulgar o tão esperado novo “arcabouço fiscal”, que substituirá o teto de gastos. Em vigor desde 2016, o teto de gastos garantiu a estabilidade das despesas do governo federal nos últimos anos. Graças à sua observância, o governo anterior foi o primeiro a entregar a seu sucessor, nas últimas quatro décadas, um nível de despesa como proporção do PIB menor do que o recebido de seu antecessor. Também numa comparação internacional o teto de gastos mostrou seu valor. No período entre 2019 e 2022, em que todos os governos expandiram seus gastos, em função da pandemia, a dívida bruta do país caiu de 75% para 73% do PIB, contra elevação média de 9pp registrada na média das grandes economias*.


 


O governo já se comprometeu com políticas de valorização do salário mínimo – unidade que, na prática, indexa as receitas da previdência social - e com recomposições salariais para o funcionalismo. Juntas, as despesas com pessoal e com previdência representam cerca de 65% do total das despesas do governo federal. Uma regra de correção do salário mínimo pelo PIB - em adição à inflação do ano anterior – facilmente colocaria a correção anual real dessa fração de despesas na casa de 1,5% (considerando crescimento real do PIB de 2%, e não contemplando o funcionalismo com aumentos salariais reais). Assim, mesmo se os 35% restantes da despesa não crescessem em termos reais, o total dos gastos já cresceria em pelo menos 1%, na mesma base. 


 


Adicionalmente, outras reportagens sobre o assunto sugerem que a regra incluiria o crescimento de um grupo de despesas de custeio com o PIB per capita – que cresce, hoje, cerca de 0,7% a menos do que o PIB. Ou seja, se o PIB cresce 2%, o PIB per capita cresce 1,3%.


Despesas com saúde e educação compõem uma grande parcela dos gastos de custeio. Em linha com o discurso do governo de que gastos com saúde “não são gastos”, mas , sim, “investimento”, parece razoável imaginar que o governo tencione deixar constante em relação ao PIB per capita parte relevante da parcela dos gastos da porção de 35% do total a que nos referimos. E mais, é provável que algumas linhas de investimento sejam retiradas desta “meta” – obviamente para que possam crescer mais, e não menos, do que o agregado.


Considerando a evidente disposição do governo em ampliar os gastos, e observando os valores mínimos aqui discutidos, nos parece impossível que o arcabouço seja consistente com crescimento agregado das despesas primárias do governo inferior a 2% em termos reais, por ano - uma taxa maior do que esta, na casa de 2,5%-3,0%, nos parece mais provável. Mesmo o ritmo de 2% implicará no crescimento acelerado da dívida, considerando hipóteses realistas para o crescimento do PIB e a taxa real de juros..


 


Além disso, regras que prevejam a estabilidade de um grupo relevante de despesas em relação ao PIB são indesejáveis, e não deveriam ser objeto de consideração em qualquer regra fiscal séria. O motivo é simples. Chegada a recessão, a receita colapsa, e as despesas permanecem – o engessamento do orçamento no Brasil e a natureza social de despesas como saúde e educação, que constituem o grosso das despesas de custeio, inviabilizam sua eventual redução, quando chega a adversidade econômica. Este foi o motivo essencial do endividamento do país ter explodido, por ocasião da grande recessão de 2015-2016. 


 


Mesmo diante disso tudo, o dito arcabouço ainda teria alguma utilidade, se houvesse limitação adicional relevante à despesa que fosse decorrente de eventual descumprimento da meta. As indicações disponíveis não sugerem que este seja o caso. Ora, a eficácia e a credibilidade do teto de gastos como âncora fiscal decorreram, em grande parte, do mecanismo disciplinador de sua observância, embutido no texto da emenda constitucional que o instituiu: em caso de descumprimento, ficavam vetadas, até o fim do exercício de retorno das despesas ao limite do teto, novos concursos públicos; reestruturações de carreiras que implicassem em aumento de despesa, e medidas que provocassem reajuste de despesa obrigatória acima da inflação – o que, na prática, vedava reajustes reais ao salário mínimo. Obviamente, mesmo uma fração apenas razoável destas restrições tem chances insignificantes de integrar o novo arcabouço – perspectiva que tende a tornar sua utilidade, que já seria baixa, praticamente nula. 


 


Após o imposto sobre as exportações, qual será o próximo “equívoco” do governo Lula – para usar a terminologia preferida, mas um tanto inadequada, da maioria dos observadores da cena nacional? A lista de candidatos é gigantesca, e, pior, está sendo implementada em ritmo alucinante. Uma sequência provável envolve o retorno da pressão sobre o Banco Central em breve, assim que a iminente contração econômica materializar-se, a partir de quando, também, medidas como novas linhas de suporte a crédito, ampliação de gastos orçamentários, ou grosserias como o recém implementado imposto sobre a exportação de petróleo podem se multiplicar.


A economia do Brasil está tomando exatamente a mesma direção que trilhou durante os últimos anos da gestão anterior do partido – mas o percurso, desta vez, está sendo executado com determinação e velocidade muito maiores. O pais, envelhecido, endividado, e submetido à crescente insegurança jurídica, parece pronto a mergulhar num caminho de difícil retorno.


Pontocritico.com

DE MERAS EXPECTATIVAS A CERTEZAS ABSOLUTAS

 CERTEZAS ABSOLUTAS

Passados mais de 120 dias desde que Lula foi declarado, sem a devida checagem dos votos, vencedor do pleito presidencial; e mais de 60 dias desde a sua intrigada posse - tudo aquilo que estava apenas no campo das -expectativas ou possibilidades- de que o Brasil viria a trilhar o caminho do socialismo/comunismo deram lugar, em tempo recorde, a -certezas absolutas-, que vem sendo confirmadas a todo momento no nosso dia a dia.

TRÁGICA AGENDA

Esta clara percepção foi ganhando corpo a partir do momento em que grande parte do -povo brasileiro-, que acreditava -ingenuamente- que a Constituição não seria GOLPEADA, passou a sentir, na pele, os efeitos da TIRANIA manifestada por atos de CENSURA, PRISÕES SEM JULGAMENTO E VONTADE EXPLÍCITA de parte de PODEROSOSAS ORGANIZAÇÕES e/ou INSTITUIÇÕES que se organizaram com o propósito de ARQUITETAR e OPERAR a TRÁGICA AGENDA SOCIALISTA/COMUNISTA que já está em pleno vigor no nosso imenso Brasil. 

MANÉS ANTIDEMOCRÁTICOS E CHORÕES

Esta terrível e dramática situação, por mais que alguns não queiram admitir, deixa bem claro a todos aqueles que são dotados de alguma capacidade de discernimento que estamos levando uma SOLENE GOLEADA aplicada, sem dó nem piedade, pelos verdadeiros e únicos GOLPISTAS, do tipo que, pressionados, simplesmente mudam as REGRAS DO JOGO, DOMINAM A ARBITRAGEM, e ainda por cima são brindados, convenientemente, por mentirosos comprometidos com falsas NARRATIVAS cujo objetivo maior é fazer com que muita gente acredite, piamente, que as -vítimas- não passam de -MANÉS ANTIDEMOCRÁTICOS E CHORÕES-.

ABANDONADAS À PRÓPRIA SORTE PELAS FFAA

O que torna o diagnóstico ainda mais triste e preocupante é o fato de que os defensores da LIBERDADE, da CONSTITUIÇÃO e da DEMOCRACIA davam como certo que as FORÇAS ARMADAS, como manda o artigo 142 da CF, entrariam em campo para impor -ORDEM E RESPEITO ÀS REGRAS DO JOGO-. Ledo engano: as FFAA preferiram -lavar as mãos- e com este gesto cruel simplesmente deram às costas para todos aqueles que jamais imaginaram que seriam abandonados e entregues ã própria sorte. 

ART 142 SOB MIRA

Ora, mesmo que o ART. 142 da CF já é considerado como algo INÚTIL, os deputados petistas querem mais. Como tal pretendem, através de uma PEC, alterar o referido artigo da CF delimitando poderes das Forças Armadas. Segundo a proposta, o PT quer acabar com as operações de GLO - GARANTIA DA LEI E DA ORDEM-, ou seja, as FFAA poderão ser designadas APENAS -para ajudar missões civis; obriga os militares que quiserem exercer cargos públicos a irem direto para a reserva; e veda o uso do cargo, função ou arma para qualquer intervenção política-. 


Pontocritico.com

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