Após polêmica, Maurício Souza diz que pensa em deixar o Brasil

 

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Após polêmica, Maurício Souza diz que pensa em deixar o Brasil

DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA!

 Deus, Pátria e Família

ASSIM QUE OS MEXICANOS FESTEJAM O DIA DE FINADOS

 Neste Dia de Finados, países e culturas homenageiam, de diversas formas, pessoas queridas que já morreram. No México, essa celebração é sempre muito colorida e alegre.

Todos os anos, mexicanos saem às ruas com os rostos pintados de caveira, montam altares enfeitados por flores e fazem oferendas, que podem ser presentes ou alimentos, em homenagem aos que já se foram. O que você acha desse tipo de celebração?




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=414599633485787&extid=NS-UNK-UNK-UNK-AN_GK0T-GK1C&ref=sharing

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Com gasolina a 3 reais e gás a 25, galões e botijões da Argentina são revendidos de forma ilegal no Brasil

 


Galões com gasolina e botijões de gás da Argentina têm sido cada vez mais apreendidos em revendas ilegais nas cidades do sudoeste do Paraná, na região de fronteira com o país vizinho, segundo a Receita Federal.

Conforme o delegado da Receita Federal, em Dionísio Cerqueira, Mark Tollemache, esses dois itens são altamente perigosos e estão sendo revendidos em recipientes inadequados, colocando a população em perigo.

“O aumento dessa atividade criminosa se deve, principalmente, aos preços atrativos do produto. O litro do combustível na Argentina está em torno de R$ 3 e a carga de gás em torno de R$ 25. Esses preços fazem com que os criminosos tragam grande quantidade para a revenda”, explicou.

Segundo a Receita Federal, com o aumento desse tipo de ocorrência após alta dos preços no Brasil, o órgão inciou na região a Operação Nafta.

Com a iniciativa, a fiscalização na fronteira foi intensificada, no combate à entrada de combustíveis argentinos no Brasil.

O objetivo da ação é proteger a população dos riscos desse tipo de revenda e a economia nacional, principalmente o setor de combustíveis.

A Receita Federal não divulgou o balanço parcial das apreensões realizadas nos últimos dias, durante a operação.

Apreensões

Conforme a Polícia Militar (PM), no domingo (31), oito botijões foram apreendidos com um homem, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná.

O gás de cozinha havia sido trazido ilegalmente da Argentina e estava sendo comercializado em uma casa, sem autorização e colocando em risco os moradores. O suspeito deve responder por descaminho.

Em Santo Antonio do Sudoeste, no sudoeste e próximo a caminhos clandestinos na fronteira, a PM apreendeu 175 litros de gasolina argentina e dois botijões de gás.

O combustível estava dividido em galões de 20 e de 5 litros, no porta-malas de um carro.

O veículo foi apreendido com a mercadoria e encaminhados para a Receita Federal, em Dionísio Cerqueira.

Filas na fronteira

Brasileiros têm cruzado a Ponte Tancredo Neves e enfrentado fila para abastecer em Porto Iguaçu, na Argentina, e economizar. O município é ligado ao Brasil por Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

De acordo com os consumidores, o combustível é encontrado no país vizinho pela metade do preço. Em um dos postos procurados pelos brasileiros, o litro da gasolina super, que corresponde à aditivada no Brasil, custava o equivalente a R$ 3,10.

Já em Foz do Iguaçu, o preço médio do litro da gasolina é R$ 6,14, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No Brasil, a gasolina acumula alta de 73,4% em 2021. Foram onze aumentos de janeiro até a última sexta-feira (29).

“O poder aquisitivo da sociedade argentina caiu. Para eles é caro, mas para nós, não. Neste momento, o câmbio é favorável perante o peso argentino”, afirmou o economista Nilson Nagata.

O Sul

Brasil promete reduzir emissões de gases pela metade até 2030

 


Representado pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, o Brasil iniciou, nesta segunda-feira (1º), a sua participação na COP26 (Conferência das Nações Unidas Sobre as Mudanças Climáticas), realizada em Glasgow, na Escócia.

No seu discurso, Leite anunciou uma nova meta climática com redução das emissões de carbono “mais ambiciosa” já para 2030, com o objetivo de alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

“Apresentamos uma nova meta climática, mais ambiciosa, passando de 43% para 50% até 2030, e de neutralidade de carbono até 2050, que será formalizada durante a COP26”, afirmou Leite.

No dia 20 de outubro, um projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional também apresentou uma nova meta climática para o Brasil, anunciando a redução de 43% nas emissões de gases causadores do efeito estufa em 2025 e 50% em 2030.

Ausência de Bolsonaro

Apesar de não comparecer à COP26, Bolsonaro enviou um vídeo gravado que foi exibido antes da fala do ministro do Meio Ambiente. O presidente afirmou que o Brasil é uma “potência verde”.

“O Brasil sempre fez parte da solução [no combate às mudanças climáticas], não do problema”, disse Bolsonaro. Ele afirmou também que, atualmente, o governo federal conta com linhas de crédito que, somadas, superam a casa dos US$ 50 bilhões, oferecidas para projetos verdes em área para conservação e restauração florestal, agricultura de baixas emissões, energia renovável, saneamento, transporte e tecnologia da informação.

“Esses recursos vão impulsionar a economia, gerar emprego e contribuir para consolidar o Brasil como a maior economia verde do mundo”, disse.

O Sul

Máscara de Hidratação Inoar Mask Collection 1kg

 


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Sete últimos anos foram os mais quentes já registrados, aponta órgão global de meteorologia

 


As médias globais de temperatura da superfície da terra indicam que o ano de 2021 caminha para ser o quinto mais quente já registrado na história, mesmo sob influência do efeito La Niña, que resfria as águas do pacífico. Segundo novo levantamento da Organização Meteorológica Mundial (OMM), esse resultado faz com que os sete últimos anos passem a ser os sete mais quentes já registrados na história.

Os dados estão em uma versão preliminar do relatório “State of The Global Climate 2021”, que a entidade divulgou antecipadamente neste ano para ajudar a pautar discussões na COP-26, a conferência do clima de Glasgow que começou no domingo (31).

O documento reúne uma série de dados coletados por cientistas e centros meteorológicos e oceanográficos de todo o planeta resumindo o estado atual do planeta sob efeito da mudança climática.

O panorama, diz a OMM, está em linha com o que vinha sendo previsto pelo IPCC, o painel de cientistas do clima da ONU, para as consequências do aquecimento global impulsionado pela concentração de gases de efeito estufa no planeta.

“A temperatura média global em 2021, de janeiro a setembro, esteve cerca de 1,08°C acima da média pré industrial de 1850 a 1900 e o ano deve ser o quinto, sexto ou sétimo mais quente já registrado”, afirmou o relatório, com a ressalva de que os últimos três meses ainda não estão na análise.

“O ano de 2021 é mais frio do que outros anos recentes por causa da influência de um La Niña moderado no começo do ano”, afirmaram os autores do trabalho, destacando que este período foi bastante quente para um ano que registrou esse fenômeno, que se contrapõe ao El Niño, o aquecimento das águas de superfície do Pacífico.

“O último La Niña significativo foi em 2011. O ano de 2021 é algo entre 0,18°C ou 0,26°C mais quente que 2011”, completam. O recorde de ano mais quente da história ainda está com 2016.

Diferenças de graus ou décimos de grau podem parecer irrelevantes no dia a dia, mas na média da temperatura global são cruciais. Todo o esforço empregado na implementação do Acordo de Paris para cortes nas emissões de CO2 tem o objetivo de impedir um aquecimento global médio de 1,5°C ou 2,0°C, onde alterações drásticas ganham terreno.

O relatório da OMM, porém, é categórico em mostrar que as consequências da mudança climática já são visíveis hoje. O documento desfia uma série de eventes climáticos extremos em seu texto, particularmente ondas de calor no Hemisfério Norte.

Recordes foram registrados em termômetros ao ar livre nas cidades de Lytton, no Canada (49,6°C), no Vale da Morte, na Califórnia (54,4°C), na ilha italiana da Sicília (48,8°C). Segundo o relatório, ainda não há uma contagem oficial de vítimas, mas o calor por si só causou “centenas” de mortes no planeta em 2021.

Hemisfério sul

A América do Sul e o restante do hemisfério foram menos castigado por ondas de calor, mas registraram preocupantes extremos de chuvas e secas.

“O rio Negro, em Manaus (Brasil) atingiu seu maior nível já registrado, atingindo 30,02 metros de altitude em 20 de junho”, destaca o relatório, detalhando perdas de agricultura na região, incluindo na cafeicultura do Brasil.

“Baixos níveis nos rios também reduziram a produção de hidrelétricas e perturbaram o transporte flucial. O governo Brasileiro chegou a declarar situação crítica.”

Em um comunicado de imprensa que acompanhou o relatório, Petteri Talas, secretário-geral da OMM, destacou outros problemas, como níveis recordes de derretimento de geleiras, acidez do mar por causa da absorção de CO2 e furacões no Atlântico Norte.

“O espaço para ceticismo se esgotou”, afirmou o cientista, destacando que o relatório tem um capítulo específico sobre estudos de “atribuição”. Nesses trabalhos é avaliada a probabilidade de que eventos particulares, como um dado furacão ou uma onda de calor num lugar específico, possam ser atribuídos ao aquecimento global antropogênico.

“Existe um acúmulo de evidência científica de que alguns desses eventos tem a impressão digital da mudança climática induzida por humanos”, afirmou.

O Sul

Bolsonaro diz que Petrobras fará novo reajuste nos combustíveis e quer usar dividendos da estatal para frear preços

 


O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (1°) que a Petrobras fará novo aumento de combustíveis em 20 dias. Ele afirmou a jornalistas, na Itália, que foi avisado pela empresa sobre a nova alta “extraoficialmente” e não deu mais detalhes sobre isso. O presidente também disse que quer usar os dividendos pagos pela estatal para conter o avanço de preços e voltou a defender a privatização da companhia.

Em comunicado divulgado nesta segunda, após as declarações do presidente, a empresa informou, em fato relevante ao mercado, que os ajustes de preços dos seus produtos são realizados no curso normal de seus negócios e seguem as suas políticas comerciais vigentes. E que não há uma decisão tomada que ainda não tenha sido divulgada ao mercado.

Bolsonaro viajou para a Itália para participar da cúpula do G-20, que terminou no domingo (31). Nesta segunda-feira, ele esteve em Anguillara Veneta, pequena cidade no norte da Itália, onde tem família. Ele recebeu o título de cidadão honorário concedido pela prefeitura. Depois seguiu para Pádua, cidade a 35 km de Anquillara, onde enfrentou protestos no local.

A jornalistas que acompanham sua viagem no país, Bolsonaro afirmou que lidar com a alta de preços dos combustíveis é sua prioridade no momento. Disse ainda que foi avisado pela Petrobras que a empresa fará novo reajuste de combustíveis nas refinarias em cerca de 20 dias.

O presidente acrescentou que o governo federal não tem interesse nos dividendos recebidos da Petrobras. E que tem conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para que esses recursos sejam revertidos para abater o preço do diesel.

Empresa nega

No comunicado, a estatal ainda destacou que possui compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado. A Petrobras afirma que “evita o repasse imediato das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”.

“A Petrobras monitora continuamente os mercados, o que compreende, dentre outros procedimentos, a análise diária do comportamento de nossos preços relativamente às cotações internacionais. A Petrobras não antecipa decisões de reajuste e reforça que não há nenhuma decisão tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) que ainda não tenha sido anunciada ao mercado”, disse a empresa, em nota.

A empresa ainda ressaltou que a influência do movimento do mercado internacional de petróleo e da taxa de câmbio nos preços de seus produtos é constantemente analisada pelos participantes do mercado e noticiada pela imprensa.

“Além disso, no anúncio de reajuste de preços de diesel e gasolina, realizado no dia 25/10/2021 através de comunicado à imprensa, a Petrobras informou que os ajustes refletiam parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo e da taxa de câmbio”, informou a Petrobras.

Privatização ‘ideal’

Bolsonaro também afirmou que a privatização da Petrobras é um movimento “ideal”:

“Tudo o que acontece de ruim que vem da Petrobras é minha culpa… Eu disse ao (ministro da Economia) Paulo Guedes que o ideal seria privatizar a Petrobras. Mas esse processo levaria mais de um ano.”

Bolsonaro sempre foi contrário à privatização da petroleira. Mas começou a defender sua venda de forma mais enfática no mês passado, depois de tentativas infrutíferas de evitar que a companhia deixasse de reajustar os preços da gasolina e do diesel.

A alta de preços afeta sua popularidade e pressiona a inflação, que já está acima de 10% em 12 meses. A gasolina já subiu 73% no ano e o diesel, de 65,3%.

“A gente não aguenta porque o preço dos combustíveis está atrelado à inflação e falou em inflação, falou em perda do poder aquisitivo. A população não está com salário preservado ao longo dos últimos anos. Os mais pobres sofrem”, disse o presidente.

ICMS congelado

Na semana passada, a companhia divulgou lucro de mais de R$ 31 bilhões relativo ao terceiro trimestre. Na ocasião, Bolsonaro afirmou que a empresa não pode ter um lucro tão alto e cobrou dela uma visão social.

Na Itália, o presidente atribuiu a alta nos preços dos combustíveis à corrupção de governos passados e às leis antigas. Bolsonaro defendeu o congelamento dos impostos e apontou como “vilão” do custo final na bomba o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Na última semana, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), do qual integram secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal, aprovou o congelamento do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis por 90 dias.

O Sul

Jair Bolsonaro participa de cerimônia militar e religiosa em Pistoia na Itália