Apoiar Bolsonaro não é uma opção. É uma necessidade

 














VOTO CONSCIENTE - Gilberto Simões Pires

 ELEIÇÕES 2022

Há quem prefira dizer que ainda é muito cedo para se preocupar com as ELEIÇÕES 2022. O argumento para tanto é que, a rigor, ninguém sabe ao certo aqueles que vão se candidatar aos cargos de presidente, deputado federal ou senador. Pois, ainda assim, para SALVAR O BRASIL, é preciso alertar os eleitores para que desde já tratem de começar a RISCAR DO MAPA os nomes daqueles que buscam mandatos com o propósito da obtenção de vantagens próprias, de impedir o exercício da liberdade e/ou mostrar vocação para o atraso, como é o caso dos socialistas/comunistas. 


O CHEFE

Como o nome do ex-presidente e ex-condenado Lula figura, neste momento, como um dos fortes candidatos à presidente, mesmo que o seu passado político seja pra lá de conhecido por todos os cantos do nosso imenso país, antes que alguém possa, eventualmente, admitir que ele é vítima de perseguição política sugiro a leitura urgente do livro -O CHEFE-, obra escrita pelo jornalista Ivo Patarra em forma de DOCUMENTÁRIO (que se utiliza de impressionantes depoimentos que foram obtidos nas confissões espontâneas de vários integrantes e próximos do GOVERNO MAIS CORRUPTO DA NOSSA HISTÓRIA.


DISPONÍVEL GRATUITAMENTE EM PDF

Para facilitar o acesso à imperdível obra -O CHEFE-, o autor, o jornalista Ivo Patarra, resolveu liberar o livro GRATUITAMENTE, PELA INTERNET. O documento mostra, em 455 páginas, grande parte da triste história da CORRUPÇÃO QUE MARCOU O GOVERNO LULA. Neste final de semana comecei a ler a obra de Patarra, e por várias vezes fui obrigado a interromper a leitura por força de terríveis ânsias de vômito causadas pelo tipo de -MECANISMO- adotado pelos bandidos. https://we.tl/t-IcRFgzKD1i (disponível por 1 semana)   


EX-PETISTA

É importante ressaltar que o jornalista Ivo Patarra, que hoje se declara como EX-PETISTA, compilou, organizou e editou todo o material produzido sobre o PT durante os 13 meses do ESCÂNDALO DO MENSALÃO, o maior esquema de corrupção governamental de que se tem notícia no Brasil. Este notável trabalho de PESQUISA, que traz os INQUÉRITOS, RELATÓRIOS, SINDICÂNCIAS, INVESTIGAÇÕES E REPORTAGENS da época, resultou na obra -O CHEFE-.


CAPÍTULO 1 -

Com o propósito de chamar a atenção para a leitura, uma vez que o ex-condenado Lula deve se apresentar como forte candidato à eleição para presidente, eis aí o que está posto no Capítulo 1: "O governo Lula é o mais corrupto de nossa história"


 


Qual a justificativa para o presidente da República nomear como ministro e integrante de seu primeiro escalão de auxiliares o homem que publicara, num dos jornais mais importantes do País, que ele, o presidente, era o chefe do governo "mais corrupto de nossa história"?


Pois Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula, nomeou o filósofo Roberto Mangabeira Unger no primeiro semestre de seu segundo mandato, em 2007, ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, especialmente constituída para abrigá-lo. E não adiantou nem o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) inviabilizá-la tempos depois, durante uma rebelião para obter mais cargos no governo e proteção para o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o então presidente do Senado, acusado de corrupção. Apesar de o PMDB derrotar a Medida Provisória que criara o posto para Roberto Mangabeira Unger, Lula deu um jeito na situação, nomeando-o novamente, desta vez como ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. A posição do detrator estava garantida.


"Pôr fim ao governo Lula" é o título do artigo de Roberto Mangabeira Unger publicado na Folha de S.Paulo em 15 de novembro de 2005, no sugestivo dia da Proclamação da República. O ano de 2005 havia sido marcado pela eclosão do escândalo do mensalão. Este é o parágrafo de abertura do artigo:


"Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos."


O que poderia ter levado o presidente da República a nomear como ministro o autor dessas acusações? E Roberto Mangabeira Unger não estava brincado, a julgar pela defesa que fez do impeachment de Lula. Ao denunciar "a gravidade dos crimes de responsabilidade" supostamente cometidos pelo presidente, o então futuro ministro afirmou em seu artigo que Lula "comandou, com um olho fechado e outro aberto, um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro e que depois tentou comprar, com a liberação de recursos orçamentários, apoio para interromper a investigação de seus abusos".


Alguém poderia argumentar que a nomeação de Roberto Mangabeira Unger seria um mal necessário. Coisa da política. E tentar explicá-la pela importância do filósofo, um professor da prestigiada Universidade de Harvard, das mais importantes dos Estados Unidos, por quase 40 anos. O Brasil, portanto, não poderia prescindir da experiência e do prestígio de Roberto Mangabeira Unger, que teria muito a contribuir com o País.


Será mesmo? A cerimônia de posse do filósofo não demonstrou isso. Poucos ministros, cadeiras vazias, menos de uma hora de solenidade. E mesmo antes da criticada viagem de Roberto Mangabeira Unger à Amazônia, em 2008, na qual defendeu o desvio de águas da região para abastecer o Nordeste, sem considerar que centenas de milhares de amazonenses ainda não dispunham de água encanada, o ministro já era considerado, em âmbito do governo, "café-com-leite". Ou seja, não lhe era atribuída importância, nem de seu trabalho haveria algo para se aproveitar.


Outro trecho do artigo de Roberto Mangabeira Unger: "Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. As provas acumuladas de seu envolvimento em crimes de responsabilidade podem ainda não bastar para assegurar sua condenação em juízo. Já são, porém, mais do que suficientes para atender ao critério constitucional do impedimento. Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas. Imiscuiu-se e deixou que seus mais próximos se imiscuíssem, em disputas e negócios privados".


Talvez, então, a razão para a nomeação de Roberto Mangabeira Unger tenha sido de ordem político-partidária. Ou seja, o filósofo traria para o governo a base social representada por seu partido, ampliando o número de legendas que davam sustentação à administração Lula no Congresso. Como vimos, no entanto, Roberto Mangabeira Unger passou a maior parte da vida nos Estados Unidos, o que o forte sotaque não deixava desmentir. Não possuía qualquer base social, nem traria consigo qualquer força orgânica da sociedade.


Quanto a seu partido, o minúsculo PRB (Partido Republicano Brasileiro) tinha menos de 8 mil filiados quando Roberto Mangabeira Unger se tornou ministro e era um dos menores partidos políticos do País. Não agregava praticamente nada à base aliada de Lula. Por apoio político-partidário não faria sentido nomear Roberto Mangabeira Unger. Afinal, o PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, possuía apenas três deputados federais, um senador e o vice-presidente da República, José Alencar (MG), que saíra do PL (Partido Liberal) em decorrência do escândalo do mensalão e foi o grande incentivador da nomeação do filósofo.


Em outro trecho do famoso artigo, Roberto Mangabeira Unger afirmou que "Lula fraudou a vontade dos brasileiros", ameaçava a democracia "com o veneno do cinismo" e tinha um projeto de governo que "impôs mediocridade". E mais: "Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou".


Para fazer a vontade de seu vice José Alencar, um homem leal e doente, Lula só precisaria ter dito que gostaria muito de nomear alguém indicado por ele, mas não poderia ser o homem que o acusara de chefiar o governo mais corrupto da história. Poderia ser qualquer um, menos aquele que conclamara o Congresso a derrubá-lo da Presidência da República, por corrupção. Por que Lula nomeou Roberto Mangabeira Unger, autor de acusação tão séria? Nas páginas deste livro, o leitor será convidado a encontrar a resposta.


Pontocritico.com



Fecomércio-RS pede inclusão de trabalhadores do comércio e de serviços em grupo prioritário de vacinação

 Entidade solicita apoio do governo estadual para reforçar reivindicação junto ao governo federal


A Fecomércio-RS enviou ofício ao governador Eduardo Leite pedindo que o Estado atue como interlocutor, junto ao Ministério da Saúde, para apoiar a inclusão dos trabalhadores das categorias de comércio e serviços no grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19. Trabalhadores que atuam nas funções de caixa, atendentes, vendedores e outras posições que exigem contato com o público estão mais expostos ao contágio, mesmo com medidas de proteção.

 Além disso, os profissionais do setor terciário prestam um serviço essencial à população garantindo o abastecimento de diversos itens e são fundamentais para o desenvolvimento das atividades econômicas. A Federação entende que o pedido deve ser contemplado na medida em que outras categorias profissionais relevantes, como indústria e construção civil, já foram incluídas pelo Ministério da Saúde no grupo prioritário.


Marina Goulart

Moglia Comunicação Empresarial

Fone: (51) 9 9659.5469

Porto Alegre-RS

http://www.moglia.com.br

Supremo forma maioria para arquivar pedido de investigação sobre cheques depositados na conta de Michelle Bolsonaro

 


O pedido de investigação foi feito em 2020. Na foto, Michelle ao lado do marido, o presidente Jair Bolsonaro

Foto: Carolina Antunes/PR


O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria de votos nesta segunda-feira (05) para arquivar o pedido de investigação sobre os cheques depositados por Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro, no valor total de R$ 72 mil, entre 2011 e 2016.

O pedido de investigação foi feito em 2020 em uma notícia-crime enviada ao STF pelo advogado Ricardo Bretanha Schmidt. Em parecer, a PGR (Procuradoria-Geral da República) disse que não havia informações de que o caso teria envolvido o presidente da República, Jair Bolsonaro, e que, por isso, não existiam elementos para abrir uma investigação no Supremo.

Em maio, o relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello, acompanhou o parecer da PGR e decidiu arquivar a ação. Schmidt recorreu, e Marco Aurélio levou o caso para ser decidido em plenário.

“O titular de possível ação penal, o Ministério Público Federal, por meio da atuação do Procurador-Geral da República, ressalta não haver indícios do cometimento de crime”, afirmou Marco Aurélio.

Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber acompanharam o voto do relator. O julgamento ocorre no plenário virtual. Por isso, não é necessária a presença física dos ministros. Os votos dos magistrados são computados por meio de um sistema eletrônico. O término da votação está previsto para o dia 2 de agosto, fim do recesso judiciário.

O Sul

Coronel sobe o tom contra Doria: "Já multou os vândalos que depredaram a cidade ontem" ?

 

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/31002/coronel-sobe-o-tom-contra-doria-equotja-multou-os-vandalos-que-depredaram-a-cidade-ontemequot-?fbclid=IwAR22WnTn5U4nBOe0QQ55sADIE0RBjGWKiOKz_5NFLyabPo3Uq5H2Uskvp0k

Coronel sobe o tom contra Doria: "Já multou os vândalos que depredaram a cidade ontem" ?

Saiba como aumentar a restituição do Imposto de Renda no próximo ano

 


Após entregar a declaração do Imposto de Renda à Receita Federal, o contribuinte que pagou um valor maior que o devido tem o direito de receber a restituição do tributo. Porém, o resultado vai depender das deduções, ou seja, despesas passíveis de abatimento que foram declaradas no documento. Mas você sabia que existe a possibilidade de aumentar a restituição em 2022? Especialistas dão dicas para te ajudar a elevar o ressarcimento.

Neste ano, o órgão fiscal vai creditar os valores em cinco lotes, entre maio e setembro, diretamente na conta informada pela pessoa, no último dia útil de cada mês. Na quarta-feira passada, o fisco depositou R$ 6 bilhões para 4.222.986 contribuintes. Para saber se a sua restituição foi liberada, a consulta pode ser feita no site da Receita Federal.

Antes de começar a explicar sobre a chance de ampliar a restituição, vale lembrar que, se o Congresso aprovar a proposta da Reforma Tributária que reformula o IR, o ressarcimento do tributo deve diminuir e o imposto a pagar deve aumentar. Em contrapartida, o texto, enviado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao presidente da Câmara, Arthur Lira, na semana passada, ampliará o limite de isenção do imposto de R$ 1.903,98 para R$ 2.500.

“O volume das devoluções será menor, porque haverá um desconto menor de IRRF (imposto sobre a renda retido na fonte), portanto, se existe menos retenção, evidente que teremos devoluções menores”, esclarece o consultor tributário e presidente da Fradema Consultores Tributários, Francisco Arrighi.

De acordo com o professor do Ibmec RJ Paulo Henrique Pêgas, se a proposta do governo federal passar, provavelmente, menos contribuintes terão direito à restituição, uma vez que medida visa restringir o uso da declaração simplificada. Hoje, o modelo está disponível para todas as pessoas físicas, sendo que o programa da Receita sugere a opção ideal para cada caso. O projeto, no entanto, prevê que apenas quem recebe R$ 3.333 por mês, ou até R$ 40 mil por ano, poderá continuar utilizando o sistema simplificado.

Sendo assim, se o Congresso autorizar a proposta, quem possui renda tributável superior a R$ 3.333 mensais, terá que recorrer à declaração completa, que possibilita o abatimento de todas as despesas dedutíveis. O contador e especialista em finanças Washington Mendes exemplifica quais são: “Despesas próprias ou com dependentes como previdência privada, escola particular para seus filhos, plano de saúde próprio ou de dependentes. Gastos com saúde são ilimitados, claro, que sempre guardando recibo ou nota fiscal do profissional ou da clínica/laboratório”, adverte.

No caso da declaração simplificada, o presidente da Fradema Consultores Tributários lembra que o padrão de dedução é 20% sobre os rendimentos tributáveis, com limite de R$ 16.754,34. “Portanto, se a soma dos comprovantes de despesas dedutíveis for maior que isso, o ideal é optar pela declaração em modelo completo, onde não há limitação”, indica Arrighi, em referência à regra em vigor, que não restringe os tipos de documento.

Como aumentar valores

Segundo Welinton Mota, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, são vários caminhos para potencializar a restituição. As ações podem ser desde as mais simples, como guardar adequadamente todos os comprovantes de custos com educação e saúde, até mesmo as mais sofisticadas, como doações e realização de previdências privadas. Mas o especialista faz um alerta: “A primeira coisa que deve ser avaliada para ter a restituição, é se houve valores retidos, caso contrário, não há o que se restituir”.

Para quem quer abater plano de previdência privada, é importante deixar claro que isso apenas poderá ocorrer quando é feito no modelo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), em um limite de 12% do valor tributável total, antes de qualquer dedução. Também é dedutível do IR para quem já contribui para os sistemas previdenciários oficiais, como trabalhador do setor privado, autônomo ou funcionário público.

Em relação às despesas médicas, odontológicas, instruções, pensões alimentícias judiciais, para garantir a restituição, basta guardar adequadamente os documentos. É importante não passar informações nessas áreas que não estejam em conformidade com a realidade. “O Fisco está fechando o cerco às informações irregulares a partir de evoluções tecnológicas e cruzamento de informações, tudo o que for declarado deve ser comprovado adequadamente”, conta o diretor da Confirp. As informações são do jornal O Dia.

O Sul


Governo deve publicar nesta segunda decreto para prorrogar o auxílio emergencial por três meses

 


O governo deve editar nesta semana um decreto para prorrogar o auxílio emergencial por três meses. A medida deverá ser publicada nesta segunda-feira (5) no Diário Oficial da União, segundo fontes. A nova rodada deve começar a ser paga no dia 18 de agosto para os beneficiários do Bolsa Família. Depois, serão feitos os depósitos em conta digital e, em seguida, os saques em dinheiro para as demais pessoas.

Os valores do programa serão mantidos: o repasse será de R$ 250 por beneficiário, mas pessoas que moram sozinhas receberão R$ 150. Já mulheres chefes de família têm direito a bolsa de R$ 375. Ao todo, 39,1 milhões de famílias devem ser beneficiadas.

Além do decreto, o governo editará uma MP (medida provisória) abrindo R$ 20,3 bilhões em créditos extraordinários, que não são sujeitos ao teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas à inflação. Esse valor se somará a uma “sobra” de recursos de cerca de R$ 8 bilhões do auxílio que começou a ser pago em março.

A extensão do auxílio emergencial por três meses já havia sido admitida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que tem dito que o benefício será mantido enquanto a medida for necessária para mitigar os efeitos da pandemia de covid-19.

Nos bastidores, integrantes da equipe econômica admitem a possibilidade de que o benefício seja prorrogado mais uma vez, caso o vírus não esteja controlado no fim da rodada extra.

Terceira parcela

Na última quarta-feira (30), o governo federal encerrou o pagamento da terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021, Os últimos repasses foram feitos para os trabalhadores nascidos em novembro e dezembro que se cadastraram pelos meios digitais e os do Cadastro Único, além dos integrantes do Programa Bolsa Família (PBF) com Número de Identificação Social (NIS) final zero que têm direito ao benefício.

Somando as três etapas de pagamentos, o investimento federal chegou a R$ 26,3 bilhões, incluindo todos os públicos, num total de 114,09 milhões de transferências.

Na terceira etapa da operação, foram beneficiadas mais de 37 milhões de pessoas de forma direta, sendo 27,3 milhões de pessoas do Cadastro Único e do Extracad (ingressaram no Auxílio através de aplicativo) e 9,8 milhões de famílias do PBF, em um investimento de pouco mais de R$ 8,5 bilhões. As informações são do jornal O Globo e do Ministério da Cidadania.

O Sul

Anticastrismo - História virtual

 

Monumento em homenagem aos mortos da Baía dos Porcos na Pequena HavanaMiami.

anticastrismo é uma corrente ideológica derivada do anticomunismo e que se opõe ao governo do Fidel Castro em Cuba. Como este regime é denominado pejorativamente de castrismo, seus opositores são denominados "anticastristas" (termo derivado do sobrenome "Castro").


Principais acusações do anticastrismo


  • Os anticastristas, citam que Castro nunca foi eleito através de eleições diretas, não permitiu a criação de partidos de oposição, nem liberdade de imprensa – Cuba é considerado um dos países com menor liberdade de imprensa do mundo – durante o período em que esteve como líder do regime ditatorial cubano,[1][2] e que seu governo foi e continua sendo amplamente criticado pela comunidade internacional por violações aos direitos humanos.[3]
  • Castro teria traído boa parte da população cubana que o apoiou na derrubada de Fulgêncio Batista em 1959. Ele só teria se declarado comunista após tomar o poder.[5][6][7]
  • Segundo os anticastristas, apesar da rígida restrição a emigração, mais de 20% da população da ilha já teria fugido para outros países, particularmente rumo aos Estados Unidos da América.[8]


O anticastrismo armado


Em 17 de abril de 1961, naquela que seria sua a(c)ção mais espetacular, os anticastristas, com apoio do governo estadunidense, lançaram um ataque através dos pântanos da Praia Girón (mais conhecida como Baía dos Porcos), em Cuba. Todavia, mesmo contando com apoio aéreo de aviões norte-americanos (camuflados como se fossem aeronaves cubanas), em apenas três dias os 1.400 homens que participaram da operação foram completamente derrotados. Anos depois, o governo estadunidense reconheceu que o plano estava fadado ao fracasso desde o início, não somente por ter sido mal executado ou pela falta de um apoio efetivo da Força Aérea, mas porque os cubanos uniram-se para rechaçar a invasão, bem como não obtiveram o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), solicitado pelo presidente estadunidense na época.[9]*

Lois Posada Carriles foi treinado pela CIA em sabotagem e explosivos nos anos 1960. Juntamente com Orlando Bosch foi acusado por uma corte militar venezuelana, de participação na explosão de um avião comercial da estatal Cubana de Aviación que sobrevoava Barbados em 1976, que matou os 73 passageiros .Foi condenado por participar com Gaspar JiménezPedro Remón e Guillermo Novo Sampol numa conspiração para assassinar Fidel Castro durante um encontro internacional no Panamá.[10]

Em 1997, os anticastristas, lançaram um ataque numa onda de atentados contra hotéis em Havana, que deixou um morto e vários feridos. Quando foram preso, os autores das explosões (todos os centro-americanos que entraram Cuba como turistas) confessaram ter agido por dinheiro e por Posada Carriles. Semanas mais tarde, o próprio Posada Carriles reconheceu publicamente, em entrevista à uma emissora de televisão em Miami, sendo o organizador dos atentados em Havana.[11]


Ver também



Referências


  1.  "Freedom of the Press 2009", página 20. Freedom House
  2.  "Democracy Index 2010"
  3.  Cuba: La maquinaria abusiva de Fidel Castro se mantiene intacta - Human Rights Watch, 18 de fevereiro de 2008.
  4.  Exiles' vision for Cuba a mix of hope, 'fantasy' por Laura Parker em USA TODAY. Acessado em 21 de junho de 2007.
  5.  Bourne, Peter G. (1986). Fidel: A Biography of Fidel Castro. New York City: Dodd, Mead & Company. p. 166 e 170. ISBN 978-0396085188
  6.  Coltman, Leycester (2003). The Real Fidel Castro. New Haven and London: Yale University Press. p. 145. ISBN 978-0300107609
  7.  Quirk, Robert E. (1993). Fidel Castro. New York and London: W.W. Norton & Company. p. 251. ISBN 978-0393034851
  8.  Marcelo Andrade. Associação Cultural Montfort, ed. «Cuba, a ilha-prisão». Consultado em 30 de março de 2014
  9.  1961: A invasão da Baía dos Porcos. Em Deutsche Welle. Acessado em 22 de junho de 2007.
  10.  «Cópia arquivada». Consultado em 20 de setembro de 2012Cópia arquivada em 20 de setembro de 2012
  11.  http://www.nytimes.com/2006/04/27/us/27brfs.html?_r=0


Ligações externas


Organizações anticastristas

Diversos


Wikipédia

Vacinas da Janssen serão distribuídas nesta segunda no Rio Grande do Sul

 


Em três voos que chegaram a Porto Alegre no sábado (3), o Rio Grande do Sul recebeu do Ministério da Saúde mais de 526 mil unidades de doses de vacinas contra a covid-19. As 202.850 doses da vacina contra a Covid-19 da Janssen que chegaram ao Estado neste sábado serão distribuídas às 18 CRS (Coordenadorias Regionais de Saúde) nesta segunda-feira (5). O avião com o carregamento, vindo de Guarulhos (SP), pousou no aeroporto de Porto Alegre às 14h10min.

A definição sobre a distribuição foi pactuada entre gestores estaduais e municipais em reunião extraordinária e virtual da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) na manhã deste sábado, para dar agilidade à entrega das vacinas à população gaúcha.

A distribuição será realizada juntamente com a remessa de Pfizer (136.890 doses), que chegou a Porto Alegre em avião que pousou à 0h10min de sábado. Cada CRS deverá buscar os imunizantes na Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), na capital.

As 186.750 doses da Astrazeneca que chegaram em um avião que pousou às 19h10min de sábado não deverão ser distribuídas de imediato, uma vez que estão reservadas para a aplicação da segunda dose.

O total enviado pelo Ministério da Saúde no sábado em três voos – desde a madrugada até o início da noite – somou 526.490 vacinas contra a covid-19.

Até a noite de sexta-feira (2), o Rio Grande do Sul já vacinou com pelo menos a primeira dose 54,4% de toda a população acima de 18 anos, e 21,7% está com o esquema vacinal completo, sendo um dos Estados brasileiros que mais aplicou a vacina contra a covid-19.

140 milhões de doses

O Ministério da Saúde informou que ultrapassou a marca de 140 milhões de doses de vacinas entregues aos estados e municípios. A marca foi atingida na sexta-feira (2) e segundo o governo “demonstra o avanço do PNI (Programa Nacional de Imunizações) na missão de imunizar todos os brasileiros com mais de 18 anos”.

“A maior fornecedora de vacinas para o ministério é a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que fabrica o imunizante desenvolvido pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Já são mais de 71,1 milhões de doses entregues, fruto da parceria entre a entidade vinculada ao Ministério da Saúde e a farmacêutica britânica. O PNI também recebeu as vacinas Coronavac, do Instituto Butantan, da empresa Pfizer/Biontech e da Janssen”, afirma a pasta.

Com quase 104 milhões de doses aplicadas nos braços da população, o Brasil atingiu na semana que passou um percentual de 47% da população vacinada com ao menos uma dose de imunizante contra a covid-19, o que representa aproximadamente 76 milhões de brasileiros.

O Sul


APRENDI NA VIDA REAL O QUE É TER MEDO DO ESTADO NUM PAÍS COMUNISTA. - Percival Puggina

 http://www.puggina.org/.../aprendi-na-vida-real-o-que-e...



Fonte: https://www.facebook.com/1426229014279268/posts/2974794512756036/?sfnsn=wiwspmo