Massa de Pastel Caseira c/ 3 Ingredientes (Deliciosa)


Ingredientes:

1 caixa de creme de leite (200 grs)
1 pitada de sal
2 xícaras de chá (xícara de 200 ml) de farinha de trigo

Sugestão de Recheio:
Presunto
Queijo mussarela
Orégano


Fonte: https://www.facebook.com/ComidasIncriveis/videos/1415318691896934/

RS terá mais um dia quente nesta segunda-feira

Os termômetros devem marcar 35ºC em Porto Alegre

Os termômetros devem marcar 35ºC em Porto Alegre | Foto: Joel Vargas / PMPA / CP

Os termômetros devem marcar 35ºC em Porto Alegre | Foto: Joel Vargas / PMPA / CP

As temperaturas estarão altas acompanhadas de sol e nuvens, nesta segunda-feira em grande parte do território gaúcho, segundo a MetSul Metereologia.

A instabilidade do Uruguai e Argentina avança pelo estado durante o dia o que tratá o aumento de núvens no Oeste e no Sul, especialmente na região de fronteira com o Uruguai, onde o tempo será instável com possibilidade de chuva com trovoadas.

Há também a chance de chuva localmente forte com possibilidade de alguns temporais isolados com vento forte e granizo. Nas demais regiões, o dia será quente, como em Porto Alegre, que terá um dia com sol forte entre nuvens com mínima de 19ºC e máxima de 35ºC.

Mínimas e máximas no RS

Caxias do Sul 17ºC / 32ºC

Urugaiana 14ºC / 25ºC

Santa Cruz 19ºC / 35ºC

Santa Maria 21ºC / 32ºC

Pelotas 18ºC / 29ºC

Cruz Alta 17ºC / 32ºC

Uruguaiana 14ºC/ 25ºC


Correio do Povo

OS 10 PAÍSES QUE CONCENTRAM 75% DOS ATAQUES TERRORISTAS NO MUNDO!

1. Os dois atentados na Espanha - em Barcelona e horas depois no balneário de Cambrils, na região da Catalunha - mais uma vez voltaram a atrair as atenções do mundo para a Europa. Desde o início deste ano, ataques desse tipo já deixaram mais de 50 mortos e centenas de feridos no continente. Além da Espanha, Reino Unido e Suécia também foram alvo de ações extremistas.

2. Mas isso quer dizer que a Europa se tornou o novo foco do fanatismo global? As estatísticas mais recentes publicadas pela base de dados Global Terrorist Database mostram que não. Ataques com motivações políticas, sociais ou religiosas e com grande número de mortos são relativamente raros no continente. De janeiro a dezembro do ano passado, os atentados fatais no Ocidente representaram somente 2,5% de todos os que cumpriram os seguintes requisitos: - Ter tido motivações políticas, sociais ou religiosas. - Ter sido concebido para gerar o maior potencial de estragos. - Não ter acontecido durante guerras internacionalmente reconhecidas

3. A conclusão foi de que, no ano passado, das 34.623 pessoas que morreram vítimas de ataques segundo tais critérios, 71% das mortes se concentraram em quatro países: Iraque, Afeganistão, Síria e Somália. É provável que poucos se lembrem do atentado ao distrito de Karrada, Bagdá, que deixou 382 mortos durante o Ramadã, o mês sagrado para os muçulmanos, no ano passado, o mais letal de 2016. A cifra é mais do que o dobro do total de mortos dos ataques de Bruxelas, Nice e Berlim somados (134, incluindo os autores).

4. "Esses ataques (no Ocidente) continuam sendo uma minoria, uma pequena minoria dos ataques que vemos", diz Erin Miller, diretora de programas da Global Terrorism Database. "Obviamente, acabam recebendo muita atenção porque são atípicos e viram manchetes, enquanto que o Oriente Médio é esquecido", acrescentou ela.

5. De fato, as estatísticas compiladas por esta iniciativa do Consórcio Nacional para o Estudo do Terrorismo e Reações ao Terrorismo - um "centro de excelência" do Departamento de Segurança Interior do governo dos Estados Unidos localizado na Universidade de Maryland - reforçam que a maior parte desses ataques é realizada longe dos nossos olhos.

6. De acordo com os dados, 75% de todos os "ataques terroristas" registrados no mundo se concentraram em dez países: Iraque, Afeganistão, Índia, Paquistão, Filipinas, Somália, Turquia, Nigéria, Iêmen e Síria. E pelo menos, segundo uma especialista, esse total pode estar subestimado, pois a Global Terrorism Database exclui sistematicamente os incidentes que não são noticiados pela imprensa.

7. "Os números variam muito dependendo de onde os dados são obtidos e em qual idioma", diz Mia Bloom, professora de comunicação da Universidade do Estado da Geórgia, nos EUA. A base de dados é alimentada principalmente por notícias em inglês assim como traduções de meios de comunicação estrangeiros viabilizados pelo Open Source Center - ligado à CIA, a agência de inteligência americana. Seja como for, o certo é que, em 2016, o Iraque foi de longe o país que mais sofreu com o terror, registrando 35% das mortes por ataques a nível mundial: 33 todos os dias, em média.

8. E seis dos dez ataques mais letais também ocorreram ali, todos reivindicados pelo grupo autodeclarado Estado Islâmico. A organização extremista também foi a mais ativa globalmente, com um total de 1.430 ataques. No Afeganistão, contudo, também opera o Talibã; na Nigéria, o Boko Haram, e na Somália, o Al-Shabaab, entre outros grupos.

9. Mas nem todos os ataques classificados como terroristas são protagonizados por organizações islâmicas. Grupos separatistas como o PKK e o Exército de Liberação do Baloquistão foram responsáveis por ataques em dois países do Top 10, respectivamente Turquia e Paquistão. E o terceiro lugar (em número de ataques, não de mortes) ocupado pela Índia é decorrente, em boa parte, dos 126 atentados com bomba realizados no ano passado por grupos maoístas.


Ex-Blog do Cesar Maia

O faraó gigante

Dimensões do crânio de Sa-Nakht, que governou o Egito no século 27 a.C., revelam primeiro caso de gigantismo da história

O faraó gigante

RETRATO - Fragmento de escultura que representa o faraó: descoberta pode alterar estudo do crescimento humano

01.09.17 - 18h00

Em meio aos enormes monumentos do Antigo Egito, um homem se erguia acima dos demais. Qualquer outro faraó diria o mesmo figurativamente, mas Sa-Nakht (que viveu no século 27 a.C.) era o único que poderia aplicar a proposição no sentido literal. Isso porque ele era realmente um gigante, de acordo com um estudo publicado na edição de agosto da publicação científica Lancet. “A descoberta é importante porque ele pode ter sido o primeiro gigante da história”, disse à ISTOÉ o pesquisador responsável pelo achado, Michael Habicht, da Universidade de Zurique. “Nós conseguimos demonstrar esse fato comparando o esqueleto com a altura média das pessoas no Antigo Egito.”

O faraó sofria de gigantismo — crescimento acima de normal que hoje resulta em pessoas de 2,13 a 2,75 metros — além de, possivelmente, acromegalia, superprodução hormonal que causa aumento de mãos, pés, testa e mandíbula. Pelos padrões modernos, Sa-Nakht pode até não impressionar (ele media 1,87 metro), mas, na época, era o bastante para provocar espanto semelhante ao que atualmente despertam os mais altos jogadores de basquete. O segundo maior faraó de que se tem notícia é Ramsés II, de 1,73 metro. O restante da população era ainda menor, com a média masculina de 1,69 metro. Em comparação, a dos Estados Unidos hoje é de 1,76 metro.

PRESERVADO – Imagens do crânio: bem maior que o padrão de sua época

Reinado curto

Pouco se conhece sobre a vida do faraó gigante. Sabe-se que ele foi enterrado com honras numa tumba reservada à realeza, o que sugere que suas proporções não fizeram com que fosse marginalizado. Seu governo foi provavelmente curto, e seus restos mortais encontrados em 1901. Mesmo na época, o tamanho impressionou. Porém, a atual equipe de cientistas chegou ao diagnóstico de gigantismo reanalisando os fragmentos com técnicas indisponíveis na época. Os próximos passos da pesquisa focarão não no homem, mas na doença: “vamos conduzir uma investigação em larga escala sobre a antiguidade e a evolução do gigantismo, combinando várias fontes, da literatura à genética”, afirma Habicht. RM


IstoÉ

Ato musical na Avenida Paulista pede o fim da corrupção no país

Ato cívico teve até distribuição de coxinhas de mortadela:https://glo.bo/2evKvNW #GloboNews

Ato musical na Avenida Paulista pede o fim da corrupção no país

G1.GLOBO.COM

Tipologia da esquerda contemporânea

squerda universitária trama contra o sistema comendo queijo e bebendo vinho

  • Luiz Felipe Pondé
  • [21/08/2017]

 | Weimer Carvalho/AFP

Weimer Carvalho/AFP


Há muito me ocupo do que seria uma tipologia da esquerda contemporânea. Calma! Um dia chegarei à tipologia da direita, aguardo apenas um pouco porque essa, pelo menos entre nós, brasileiros, apenas começa a se acomodar em clichês suficientes para formar uma tipologia minimamente científica. A esquerda, velha como é, já tem seus clichês comportamentais.


Primeiro, a clássica, que deixaria a esquerda pós-moderninha, criada noscampi das universidades, em pânico. Essa esquerda confessa suas taras: que morram todos os reacionários. Corrupção é uma ferramenta válida, desde que usada para o partido e a revolução. Multiculturalismo, e sua mania de parques temáticos étnicos, é coisa de gente riquinha besta, com medo de sangue. Essa é a esquerda que, de fato, teme dizer seu nome. Quase extinta porque sonhou em destruir o capitalismo. E ninguém tem nada para botar no lugar do capitalismo sem pôr em risco seu próprio capital.

Existe também a esquerda sindicalista. Essa, se retirada a metafísica social de redenção do “mundo do trabalho”, é quase sempre formada de gente que adora a contribuição sindical obrigatória, nunca trabalhou de fato, e enche as ruas com infelizes que ganham um lanche para fazer número. É bastante agressiva quando colocam em risco a sua renda paga pelos cofres públicos.

A esquerda dos “sem” e das vítimas está sempre cobrando algo da chamada “sociedade” – esse conceito vago, mas de grande utilidade retórica

A esquerda dos “sem” e das vítimas está sempre cobrando algo da chamada “sociedade” – esse conceito vago, mas de grande utilidade retórica. Essa esquerda se alimenta do velho ressentimento humano, produzido em larga escala pelo capitalismo e seu método de produção de riqueza pela competição selvagem.

Há também a esquerda descendente dos hippies. Gente que quer mudar o mundo com a horta da varanda de sua casa e ainda acha o uso de drogas algo “questionador do sistema”. Tem pouco dinheiro e se dedica a “arte e política”.

Claro, a esquerda dos campi universitários é essencial. Composta de gente da classe média ou média-alta, professores e alunos (os funcionários são, na sua maioria, ligados à esquerda sindical porque são mais pobres e nunca vão a congressos que discutem a desigualdade social), se constitui naquela que impacta a cultura e a opinião pública. Gosta de tramar contra a desigualdade social comendo queijo e tomando vinho, quando não organizando festivais literários, de cinema ou teatro. Quando “prega”, quase ninguém entende porque mistura jargão psicanalítico com um marxismo banhado numa jacuzzi cheia de óleos naturais para a pele e geleia sugarless.

Não esqueçamos da esquerda de Hollywood e seus prêmios pautados por “race, class and gender”, faturando milhões com super-heróis Marvel. Essa adora chorar em público.

A esquerda “sexual” é obcecada por suas idiossincrasias individuais que tentam transformar em pautas pedagógicas para crianças recém-saídas do berço. Ligadas a essa, está toda a gama de pautas de gênero genéricas.

Há a esquerda dos “recursos humanos” e das palestras corporativas sobre capitalismo consciente. A mais aguada de todas, quase um marketing vagabundo. Usa expressões como “gestão do futuro” e “humanismo empresarial”. Não gaste dinheiro com ela.

Também existe a esquerda da moçada que mora perto de onde trabalha e, por isso, confunde seu bairro com uma Amsterdã universal. Pode chegar suada no trabalho porque é dona do próprio negócio. São os “hackers urbanos”, tem vocação para experimentalismo urbano e sonha com o Haddad como presidente dos EUA.

A multiculturalista só sobrevive quando tem muito investimento para deixar todas as culturas ali expostas num estado que agrade todo mundo que as visita.

Claro que não podemos esquecer da esquerda artística em geral, que delira com o politicamente correto e tem de si uma tal imagem de santidade política que deixaria Jesus envergonhado. Bienais de todos os tipos são seu templo.

E a “esquerda de mercado”? É a que sabe que para se vencer no mercado cultural deve-se gritar “Fora Temer!”. E, para não dizer que não falei de religião, existe a esquerda católica, essa mesma que domina o mercado da teologia. Amém.

Luiz Felipe Pondé, escritor, filósofo e ensaísta, é doutor em Filosofia pela USP e professor do Departamento de Teologia da PUC-SP e da Faculdade de Comunicação da Faap.


Gazeta do Povo

Na China, Temer atribui queda do desemprego a reforma trabalhista

Presidente disse que Brasil vive momento de confiança e otimista "fortes"

Temer discursou a empresários dos países dos Brics na China | Foto: Wu Hong / POOL / AFP / CP

Temer discursou a empresários dos países dos Brics na China | Foto: Wu Hong / POOL / AFP / CP

Em discurso a empresários dos países dos Brics na China, o presidente Michel Temer atribuiu a recente queda do desemprego no Brasil à aprovação da reforma trabalhista. Sancionada em meados de julho, ela só entrará em vigor no mês de novembro. Temer disse que o País vive um momento de confiança e otimismo "fortes" e está "aberto" a grandes negócios.

O presidente repetiu as linhas gerais do discurso que havia feito no dia anterior a empresários brasileiros e chineses em Pequim. Disse que o país atravessa um momento de modernização, mencionou as reformas já aprovadas e afirmou que ainda pretende promover a simplificação tributária e mudanças nas regras da Previdência Social.

Chefe de uma gestão marcada por recuos e mudanças de posições, Temer afirmou que não há lugar para "improvisos" no mundo de hoje. "Quem deseja prosperar tem de fazer a lição de casa, tem de se antecipar ao futuro. E, no Brasil, para por em ordem as contas públicas, temos conduzido reformas que há muito tempo foram adiadas, mas que restituem a saúde fiscal do Estado brasileiro." O evento teve participação de cerca de mil representes de grandes empresas.

No fim da tarde, Temer se reuniu no hotel em que está hospedado com dirigentes de companhias brasileiras que participam do Conselho Empresarial dos Brics: Embraer, Vale, Banco do Brasil, Weg e BRF, além da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O presidente participa nesta segunda-feira da reunião de cúpula dos países dos BRICS, na cidade de Xiamen, no sul da China. O presidente também terá uma reunião bilateral com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Cúpula dos Brics eclipsada por teste nuclear norte-coreano

Presidente chinês, Xi Jinping, não o mencionou em seu discurso em um fórum econômico à margem do encontro

Presidente chinês, Xi Jinping, não o mencionou o ocorrido em seu discurso em um fórum econômico à margem do encontro | Foto: Fred Dufour / Pool / AFP/ CP

Presidente chinês, Xi Jinping, não o mencionou o ocorrido em seu discurso em um fórum econômico à margem do encontro | Foto: Fred Dufour / Pool / AFP/ CP

Kim Jong-Un parece ter prazer em perturbar os encontros diplomáticos de seu aliado chinês: o líder norte-coreano provou isso neste domingo, realizando um teste nuclear no mesmo dia em que a China recebe seus parceiros dos Brics, o grupo dos cinco grandes países emergentes. O poderoso teste atômico de Pyongyang foi unanimemente condenado em todo o mundo, inclusive por Pequim, mas o presidente chinês, Xi Jinping, não o mencionou em seu discurso em um fórum econômico à margem da cúpula dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

"Conflitos incessantes em certas partes do mundo e questões quentes põem em perigo a paz mundial", disse ele, calmamente, sem mencionar o teste nuclear confirmado uma hora antes pela Coreia do Norte, apesar das repetidas advertências chinesas.

Em maio, outra importante reunião diplomática chinesa, a cúpula das Novas Rotas da Seda, foi perturbada em sua abertura em Pequim por um lançamento de mísseis pela Coreia do Norte. A reunião dos Brics, que abre oficialmente na segunda-feira em Xiamen (sudeste da China), reúne, além dos líderes dos cinco países membros, cinco países em desenvolvimento, incluindo o Egito e o México.

Leia mais sobre o Brics

Xi deve se reunir neste domingo com o presidente russo, Vladimir Putin. Tanto a Rússia como a China condenaram o teste militar norte-coreano, ao mesmo tempo que pediram calma à comunidade internacional. Esta reunião dos Brics será marcada pelas dúvidas sobre a coesão deste fórum lançado em 2009 entre as cinco potências que representam mais de 40% da população mundial e que tentam contrabalançar as regras econômicas escritas pelos ocidentais.

China e Índia iniciaram, alguns dias atrás, uma disputa no Himalaia, depois que tropas indianas intervieram para interromper a construção de uma estrada pelo exército chinês em uma área reivindicada por Pequim, mas contestada por Nova Deli. O exército indiano retirou-se a tempo de permitir que o primeiro-ministro, Narendra Modi, fosse a Xiamen.

Mas os Brics também têm tido dificuldades para justificar sua utilidade, por falta de conquistas concretas. "É difícil ver qualquer consistência entre o Brics. O que eles têm em comum?", questiona o economista Christopher Balding, professor da Universidade de Pequim. "Economicamente, comercialmente e financeiramente, eles fazem tudo de uma maneira muito diferente. É difícil ver como as coisas podem se sobrepor", pontua.

O que há em comum entre a China comunista, a Rússia autoritária de Vladimir Putin e as democracias agitadas do Brasil, Índia e África do Sul? E entre a economia chinesa, número dois mundial, uma Índia em expansão e outros três países que lutam com a queda dos preços das commodities, o que penaliza suas exportações?

Neste contexto, há pouco a se esperar até terça-feira em uma cúpula em que os cinco líderes devem se esforçar, sobretudo para mascarar suas divisões, de acordo com Shi Yinhong, professor de relações internacionais na Universidade do Povo em Pequim.

"Inicialmente, os Brics representavam uma esperança para o futuro, mas até agora tiveram apenas uma influência muito limitada na política e economia globais", admite. Em seu discurso neste domingo, o próprio Xi Jinping parecia reconhecer as dúvidas em torno da utilidade dos Brics.

"Algumas pessoas, observando que o crescimento sofreu contratempos nos mercados emergentes e nos países em desenvolvimento, afirmam que os Brics perderam o brilho", disse ele, assegurando, por outro lado, a unidade entre as cinco potências.


AFP e Correio do Povo

Teste nuclear norte-coreano é "profundamente desestabilizador", diz ONU

Secretário geral das Nações Unidas pediu a Pyongyang para interromper essas ações

Telão exibe documento assinado pelo líder norte-coreano para realizar um teste de bomba de hidrogênio | Foto: Kim Won-Jin / AFP / CP

Telão exibe documento assinado pelo líder norte-coreano para realizar um teste de bomba de hidrogênio | Foto: Kim Won-Jin / AFP / CP

O secretário geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, condenou, neste domingo, o teste nuclear da Coreia do Norte, que qualificou como um evento "profundamente desestabilizador" para a segurança regional e pediu a Pyongyang para interromper essas ações. "Esse ato é, ainda, outra séria violação das obrigações internacionais da Coreia do Norte e mina os esforços internacionais para a não proliferação (nuclear) e o desarmamento", disse Guterres em um comunicado.

"Esse ato também é profundamente desestabilizador para a segurança regional", completou o diplomata português, destacando que a Coreia do Norte é o único país que continua rompendo normas contra testes nucleares. A Coreia do Norte garantiu, neste domingo, ter testado com êxito uma bomba H, despertando críticas no mundo todo.

Guterres também pediu a Pyongyang para "interromper esses atos e cumprir completamente suas obrigações internacionais".  Resoluções do Conselho de Segurança da ONU proíbem o regime norte-coreano de realizar testes nucleares e de mísseis.


AFP e Correio do Povo

Conselho de Segurança da ONU se reunirá segunda por teste nuclear norte-coreano

Encontro de emergência será aberto e está previsto para acontecer às 14h (11h de Brasília)

O Conselho de Segurança da ONU vai realizar uma reunião de emergência nesta segunda-feira para discutir uma resposta internacional ao teste nuclear da Coreia do Norte. Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Japão e Coreia do Sul convocaram a reunião de emergência, que vai acontecer às 14h GMT (11h de Brasília), disse um pronunciamento da missão americana.

O Conselho vai se reunir em uma sessão aberta, diferentemente de muitos outros encontros sobre a Coreia do Norte, que foram a portas fechadas.  A Coreia do Norte garantiu, neste domingo, ter testado com sucesso uma bomba H, despertando diversas críticas internacionais.  A explosão subterrânea foi o sexto teste nuclear do regime norte-coreano, em violação às resoluções da ONU, que proíbem Pyongyang de realizar testes nucleares e de mísseis.

Mais cedo, o secretário geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que o teste nuclear da Coreia do Norte é "profundamente desestabilizador" para a segurança regional e pediu a Pyongyang para interromper essas ações.


AFP e Correio do Povo