Laser para espiar átomos e vírus

Com raio x mais potente do mundo, laser europeu pode fazer imagens 3D do "nanomundo"

Aparelho europeu é muito superior ao americano | Foto: Tobias Schawarz / AFP / CP

Aparelho europeu é muito superior ao americano | Foto: Tobias Schawarz / AFP / CP

O maior laser de raios X do mundo, inaugurado nesta sexta-feira na Alemanha, tem capacidade para observar o infinitamente pequeno. As pesquisas vão facilitar avanços científicos multidisciplinares ao estudar o funcionamento de átomos, vírus e processos químicos.



AFP e Correio do Povo

Temer diz que ainda acredita na aprovação da reforma da Previdência



O presidente Michel Temer disse neste sábado (4), em entrevista ao Jornal da Band, que acredita que o governo ainda vai conseguir colocar em pauta e aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.

De acordo com ele, os últimos 90 dias, apesar de "muito tumulto político", foram um período de notícias positivas na economia, como a criação de empregos e o crescimento do PIB, o Produto Interno Bruto. Como altera a Constituição, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos, na Câmara e no Senado, com alto quórum [308 deputados e 49 senadores].

Saiba Mais

Citando a vitória do governo em outros assuntos tratados pelo Planalto como reformas estruturais, como a emenda que institui um teto para os gastos públicos e a mudança de leis da CLT, a Consolidação das Leis do Trabalho,Temer disse estar disposto a levar adiante as alterações ao acesso à aposentadoria e, posteriormente, promover uma reforma tributária. "Penso que ainda vamos conseguir aprovar a reforma da Previdência", afirmou.

Temer está na China desde quinta-feira (31) e cumpre uma agenda que envolve encontros com investidores, empresários, o presidente Xi Jinping e a participação na 9ª Cúpula do Brics (grupo formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul).

Sobre a possível segunda denúncia contra ele, a ser oferecida pelo procurador-geral da República, o presidente disse não temer qualquer tipo de acusação. Segundo Temer, quem deve cuidar do assunto é o seu advogado.
"Eu não temo. Eu tenho absoluta convicção de que, se vier, será de uma absoluta singeleza, para não dizer uma inépcia tão grande. Eu não tenho nenhuma preocupação com qualquer hipótese de denúncia. Estou preocupado em levar o Brasil adiante, que é o que estamos fazendo", afirmou.

Na entrevista, o presidente comentou também a relação do Brasil com os chineses. Segundo ele, a parceria dos dois países envolve não apenas a área comercial. Citou, como exemplo, um acordo assinado para a instalação de escolas de futebol na nação asiática e a instalação de escritórios de concessão de visto.

Nessa sexta-feira (1º), o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, anunciou que os chineses pretendem ampliar a compra de carnes do Brasil.


Agência Brasil

Joesley Batista chama Temer de "ladrão geral da República"

Empresário afirmou que a colaboração premiada é um direito

Empresário Joesley Batista, do grupo JBS, divulgou nota | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil / CP

Empresário Joesley Batista, do grupo JBS, divulgou nota | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil / CP

O empresário Joesley Batista, do grupo JBS, chamou o presidente Michel Temer de "ladrão geral da República". Em nota divulgada neste sábado, o empresário afirma que a colaboração premiada é um direito e que o ataque feito a essa prerrogativa revelaria uma "incapacidade" de o presidente se defender "dos crimes que comete." As declarações do empresário foram feitas numa reação à nota divulgada na sexta-feira (1º) pela Presidência da República sobre o operador Lúcio Funaro, que firmou acordo de delação com Ministério Público. Na nota, o Palácio do Planalto chama o empresário Joesley Batista de "grampeador-geral da República." Procurado pela reportagem, o advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, defensor de Temer, disse que a declaração de Joesley "não merece nenhuma resposta em face da sua origem e do conhecido comportamento absolutamente reprovável do delator".

"A resposta já foi dada pela Câmara dos Deputados, que rejeitou a denúncia (apresentada pelo procurador-geral da República contra o presidente pelo crime de corrupção passiva), baseada na acusação dessa mesma pessoa", afirmou o advogado.

Em nota divulgada na sexta, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) desqualifica o operador Lúcio Funaro, que firmou acordo de delação com o Ministério Público, e chama o empresário Joesley Batista de "grampeador-geral da República".

Sob a justificativa de que a "suposta segunda delação" de Funaro apresenta "inconsistências e incoerências próprias de sua trajetória de crimes", o texto diz que Temer se reserva o direito de não tratar de "ficções e invenções" de quem quer que seja. Cita, ainda, que o operador - chamado apenas de "doleiro" - acionou a Justiça, meses atrás, para cobrar valores devidos a ele pelo grupo de Joesley. Foi o dono da JBS quem gravou Temer, em conversa que veio a público em maio.

A Secom destaca que Funaro foi preso há um ano por "ameaçar de morte" a seus ex-parceiros comerciais e diz não estar claro como se deu sua "conversão" diante do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Em tom de ironia, a nota pergunta qual "mágica" teria feito o operador, "que traiu a confiança da Justiça e do Ministério Público", para ganhar agora credibilidade. Não é só: lembra que ele já foi classificado pelo MP como "uma pessoa que tem o crime como modus vivendi".

O Estado apurou que a delação de Funaro atinge não apenas Temer e o governo, como várias figuras de expressão no PMDB. "Diante da vontade inexorável de perseguir o presidente da República, Funaro transmutou-se em personagem confiável. Do vinagre, fez-se vinho. Quem garante que, ao falar ao Ministério Público, instituição que já traiu uma vez, não o esteja fazendo novamente?", indaga a nota. "Se era capaz de ameaçar a vida de alguém para escapar da Justiça, não poderia ele mentir para ter sua pena reduzida? Isso seria, diante de sua ficha corrida, até um crime menor." O Palácio do Planalto recebeu informações de que a denúncia de Janot contra Temer será, desta vez, por obstrução de Justiça. Na nota, a Secom menciona o diálogo gravado clandestinamente por Joesley para sustentar que o presidente "jamais" obstruiu a Justiça.

"A gravação usada pelo seletivo acusador desmente a acusação. Outro agravante é o fato de o grampeador-geral da República ter omitido o produto de suas incursões clandestinas ao Ministério Público. No seu gravador, vários outros grampos foram escondidos e apagados. Joesley mentiu, omitiu e continua tendo o perdão eterno do procurador-geral. Prêmio igual ou semelhante será dado a um criminoso ainda mais notório e perigoso como Lúcio Funaro?", provoca a nota.

A primeira denúncia contra Temer, por corrupção passiva, foi rejeitada pelo plenário da Câmara em 2 de agosto e a segunda acusação deve ser apresentada nos próximos dias por Janot, que deixa o cargo no próximo dia 17. Na contra-ofensiva, o presidente disse que os irmãos Batista refizeram sua delação, "demonstrando terem mentido e omitido fatos, sobretudo em relação às falcatruas com o BNDES".

Na avaliação do Planalto, os delatores prestaram falso testemunho na Operação Bullish e puderam, "camaradamente", 'corrigir' suas mentiras ao procurador-geral. "Sem um puxão de orelhas sequer", diz o texto divulgado pela Secom.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


PolíticaTemer diz que ainda acredita na aprovação da reforma da Previdência

EconomiaJ&F vende empresa de celulose Eldorado para holandesa por R$ 15 bilhões


ManifestaçãoMoradores de região próxima a local de acidente em Minas fazem protesto

EconomiaBNDES abre linha de crédito para pequenas empresas atuarem na China

Estados Unidos

Trump visita o Texas pela 2ª vez para ver danos causados pela tempestade Harvey

Polícia Rodoviária FederaPolicial civil de Minas é preso no Rio com 100 quilos de maconha e munições

CulturaExposição em São Paulo celebra 120 anos do nascimento de Di Cavalcanti

EstuproHomem que ejaculou em mulher dentro de ônibus volta a ser preso em São Paulo

Economia

Poupança continuará atrativa mesmo com mudança de regras, diz Anefac

Rio de JaneiroJovens de favelas lançam movimento e cartilha sobre política de drogas

InternacionalEsposa de opositor venezuelano diz que viagem à Europa continua de pé

VAMOS PARAR DE ENXERGAR GRUPOS DE MINORIAS E ADOTAR O IMPÉRIO DAS LEIS ISONÔMICAS?

Fonte: Gazeta

O ajudante geral Diego Ferreira de Novais, 27, que havia sido preso na terça-feira passada (29) por ejacular em uma mulher dentro de um ônibus na avenida Paulista, em São Paulo, foi detido novamente por volta das 8h da manhã deste sábado (2), após atacar outra mulher em um coletivo na avenida Brigadeiro Luís Antônio, na altura do n° 2.500.

Segundo a Polícia Militar, ele foi detido pelos passageiros do ônibus após suspeita de ato obsceno.

Diego Ferreira de Novaes, 27, tem uma ficha extensa de crimes sexuais registrada na polícia.

Levantamento junto à Polícia Civil de São Paulo mostra que Novaes foi acusado ao menos 16 vezes de ter praticado diversos crimes sexuais, entre assédio e estupro consumado. O primeiro registro ocorreu em 2009, quando ele mostrou seu órgão genital para uma mulher, também dentro de um ônibus coletivo, na Lapa (zona oeste).

O último caso, ocorrido na terça (29), ganhou ainda mais repercussão porque o juiz José Eugenio do Amaral Souza considerou que a abordagem de Novaes junto à passageira “não causou constrangimento, tampouco violência ou grave ameaça”. O suspeito acabou solto no dia seguinte. O caso foi classificado como atentado violento ao pudor, cuja pena será o pagamento de multa.

O caso da soltura do “ejaculador” havia revoltado as mulheres em geral e as feministas em particular, assim como toda a esquerda. E com razão. Trata-se de um escárnio o argumento do juiz, e a prova está na reincidência quase imediata do meliante no crime, no mínimo, de atentado ao pudor (não gosto de banalizar o termo estupro, pois é ofensivo para com as que foram efetivamente estupradas).

Mas cabe perguntar: ao menos a esquerda vai agora entender que a IMPUNIDADE é o maior convite ao crime, e que marginal não pode ser tratado como “vítima da sociedade”? A mesma esquerda que passou a vida chamando a polícia de “fascista” e passando a mão na cabeça de bandidos fica agora indignada clamando por justiça?

O que fica claro, uma vez mais, é o duplo padrão dessa turma. Há o crime que deve ser punido, e o “crime do bem”. Quando interessa, a narrativa transforma a vítima em algoz e o algoz em vítima. Às vezes fica fácil: quando é para transformar em vítima alguma “minoria” qualquer, culpando sempre o “sistema” ou o “homem branco cristão” pelos males da humanidade.

Mas em outras ocasiões dá bug, como quando as “minorias” não podem ser encaixadas na narrativa de vítima, ou quando umas atacam as outras. Se um homem que virou mulher bater numa mulher que virou homem, por exemplo, a cabeça dos “progressistas” dá um nó. Se um gay atacar um muçulmano, “dá ruim” também. E por aí vai.

Essa foto pode ser considerada a foto do ano, justamente porque expõe essa hipocrisia, essa incoerência:

A elite branca mimada que gosta de brincar de “defensora dos oprimidos”, e um “oprimido” das minorias, um xerife negro impondo a LEI que vale para todos: uma imagem linda para liberais que defendem o império das leis, e uma confusão mental para os “progressistas”. Há um vídeo que mostra o momento da prisão do rapaz “revolucionário”, que se sente acima das leis por defender uma “causa nobre”:

Outro caso recente que expõe o ridículo das posições “progressistas” foi a demissão da primeira modelo trans da L’Oreal, que resolveu chamar todos os brancos de “racistas”, como faz o Black Lives Matter. Deixando de lado sua própria cor, um tanto clarinha para os padrões de negritude (ao menos no Brasil), resta perguntar: a “moça” achou mesmo que ficaria impune após tamanha ofensa, inclusive aos seus patrões?

Fonte: Globo

“Acabo de saber que me tiraram. Vocês estão provando que tudo que disse é verdade. Honestamente, eu não tenho mais energia para falar sobre a violência racial cometida por pessoas brancas”, disse a modelo. A “moça” acusa TODOS os brancos de serem racistas, é demitida pelo comentário RACISTA, e ainda banca a vítima de RACISMO. Isso é mesmo uma mente deturpada pela ideologia do vitimismo. Uma gente bem inclusiva e tolerante, como podemos ver…

O que esses casos, cada vez mais comuns, mostram é como a esquerda perdeu qualquer elo com o indivíduo, com a objetividade das leis, com a noção de que os atos devem ser punidos, independentemente da cor, da raça, do gênero ou da renda. Mas essa “política de identidade” já passou de qualquer limite razoável, virou uma obsessão tosca dos esquerdistas modernos. Vejam, por exemplo, esse formulário de um hospital aqui em Weston, que um amigo e vizinho me enviou ontem:

Pergunto: o que o gênero “escolhido” tem a ver com cuidados médicos urgentes? Por que deve constar num formulário qual a sua “identidade de gênero”? Quantas opções vão ter que colocar para estarem de acordo com a cartilha politicamente correta, já que sabemos que o movimento LGBT cada vez cresce mais e hoje já é algo como LGBTQQTTXYZ?

O que essa turma tem ignorado é o indivíduo, assim como a igualdade de todos perante as mesmas leis e regras. O ideal de uma Justiça de olhos vendados é justamente não enxergar quem sofreu ou cometeu alguma infração ou algum crime, para poder julgar com imparcialidade. É tudo aquilo que a esquerda vem destruindo com essa tara por grupos coletivistas, tribos identitárias, vitimismo das “minorias”. Chega disso!

Rodrigo Cosntantino

Clima de 2ª denúncia gera incerteza e dispersão da base aliada do governo

Queixa dos deputados é a de que Temer ainda não pagou a "conta" da primeira denúncia

Clima de 2ª denúncia gera incerteza e dispersão da base aliada do governo | Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados / CP

Clima de 2ª denúncia gera incerteza e dispersão da base aliada do governo | Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados / CP

Um mês após a votação que barrou o prosseguimento da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer, o cenário que se desenha na Câmara é de incerteza e dispersão da base diante da iminência da apresentação de um nova acusação formal da Procuradoria-Geral da República tendo como alvo o peemedebista.

A avaliação de parlamentares é de que, em 2 de agosto, Temer saiu vitorioso ao conseguir barrar o prosseguimento da denúncia, mas com um placar no plenário que deixa implícita a dificuldade de manter a governabilidade. Foram 263 votos a favor, número pouco acima dos 257 votos que garantem maioria simples, necessária para aprovar projetos de lei, por exemplo.

Entre integrantes da base aliada, a queixa mais frequente é a de que o governo ainda não pagou a "conta" da denúncia e terá pouco a oferecer caso a Procuradoria-Geral da República apresente uma segunda acusação formal. A fatura cobrada pelos deputados que livraram Temer de ser afastado do cargo para ser investigado envolveu tanto a distribuição de cargos e recursos, por meio da liberação de emendas, quanto a promessa de intermediação do presidente em questões regionais e partidárias.

A demissão de indicados de deputados que votaram contra Temer foi uma tentativa do governo de agradar à base, mas há um sentimento, especialmente entre deputados do PP, PR e PSD, que compõem o chamado Centrão, de que eles não foram recompensados à altura do que fizeram pelo presidente. Para integrantes do grupo, Temer perdeu capital político ao não cumprir promessas e enfrentará um ambiente menos favorável no caso de uma segunda denúncia ser apresentada.

Tucanos

A não punição ao PSDB, que permanece com quatro ministérios, e rachou na votação da denúncia, é um dos pontos de maior crítica ao governo. O alvo da insatisfação é o ministro Antonio Imbassahy (BA), que ocupa a Secretaria de Governo. A pasta é estratégica na relação entre o Planalto e o Congresso e responsável, entre outras coisas, pela liberação das emendas parlamentares.

Outro aspecto apontado pelos deputados é que a lentidão na recuperação da economia cria um clima ainda mais desfavorável. Nos dias que antecederam a votação da denúncia contra Temer na Câmara, dizem, a sensação era de que a permanência do peemedebista no cargo seria essencial para que o País voltasse a crescer.

Hoje, o discurso é de que a economia se descolou da crise política e seguirá melhorando. "O governo está fragilizado. Não há dúvida de que essa legião de descontentes vai trazer um reflexo (na votação de uma eventual segunda denúncia)", disse o deputado Danilo Forte (PSB-CE).

"Essa desorganização da base ajuda os parlamentares que votaram com ele (Temer) a fazer novas avaliações", admitiu o líder do PSD na Câmara, deputado Marcos Montes (MG).

Aliados do Palácio do Planalto minimizam os descontentamentos e sustentam a tese de que Temer é perseguido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Argumentam que uma eventual segunda denúncia, por obstrução da Justiça ou organização criminosa, será tão frágil quanto a primeira.

Pautas

Um dos efeitos mais diretos da dispersão da base é a dificuldade que o governo tem enfrentado ultimamente para aprovar matérias no Congresso. Isso ficou evidente durante a votação da mudança da meta fiscal, na semana passada. Após 11 horas de trabalhos, a sessão foi encerrada sem a conclusão da análise de destaques e a proposta do Orçamento do ano que vem teve de ser enviada ao Legislativo com a previsão de um rombo pouco realista.

Outro ponto que não passou despercebido foi a postura mais "independente" do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Sucessor na Presidência em caso de afastamento de Temer, Maia não esconde o descontentamento em relação ao Planalto por causa do clima de desconfiança durante a tramitação da denúncia - e já tem reclamado de que esse quadro está voltando a ser desenhado.

No mês passado, a Câmara também passou a dar prioridade a uma agenda própria. De olho no calendário eleitoral, os deputados priorizaram os trabalhos na tentativa de aprovar a reforma política e abandonaram a da Previdência.

Para o líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB), essa é uma tendência que deverá continuar, segundo ele, especialmente diante do fato de que hoje o governo não tem número para votar "medidas mais robustas", como propostas de emendas à Constituição (PECs), que necessitam do apoio de, no mínimo, 308 deputados.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo



Vamos parar de enxergar grupos de minorias e adotar o império das leis isonômicas?


Por Rodrigo Constantino

Após receber R$ 350, professores estaduais definem na terça se entram em greve

Assembleia geral será realizada na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini

Assembleia geral será realizada na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini | Foto: Guilherme Testa

Assembleia geral será realizada na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini | Foto: Guilherme Testa

Os professores estaduais do Rio Grande do Sul vão realizar uma assembleia geral, na próxima terça-feira, para definir se vão entrar em greve. A medida foi tomada pelo Cpers, sindicato que representa a categoria, após o funcionalismo público receber R$ 350 na última quinta-feira, na primeira parcela do salário referente ao mês de agosto. O governo chegou a avaliar a possibilidade de depositar mais R$ 170, mas a Secretaria Estadual da Fazenda disse que não foi possível efetuar o crédito antes do final de semana.

Nos últimos dias, foram realizadas assembleias regionais em algumas escolas para avaliar a chance de greve, mas a decisão final será tomada em conjunto, de acordo com o sindicato. Também estão marcados protestos de professores na próxima segunda-feira, em frente à agências do Banrisul, com a possibilidade de não haver aula. Em algumas escolas, estão sendo realizados períodos reduzidos, como é o caso do Instituto de Educação.

Além disso, o Cpers está orientando os professores e funcionários de escola a registrarem um Boletim de Ocorrência denunciando que o governo não fez o pagamento de seus salários, com um texto-base elaborado pela Assessoria Jurídica Criminal do sindicato.

A assembleia geral dos professores será realizada na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini, a partir das 9h30min.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


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Domingo será de calor e sol forte em todo o Rio Grande do Sul

Em Porto Alegre, termômetros devem ficar entre 15º e 34ºC
Domingo será de calor e sol forte em todo o Rio Grande do Sul | Foto: Joel Vargas / PMPA / CP
Domingo será de calor e sol forte em todo o Rio Grande do Sul | Foto: Joel Vargas / PMPA / CP
O domingo, 3 de setembro, será de calor e sol forte em todo o Rio Grande do Sul. No último dia da Expointer, o público que resolver visitar a feira deve ir preparado para tomar muita água e se proteger dos raios solares.
Para quem gosta de uma corrida, caminhada ou outra prática esportiva, o ideal é que seja feita pela manhã, pois no período da tarde a temperatura, em razão da grande massa de ar quente sobre o Estado, sobe de forma considerável na maioria das cidades do Estado. Em Porto Alegre deve fazer 34ºC.

MetSul Meteorologia e Correio do Povo