Governo vai retirar CPMF do Orçamento de 2017, diz ministro

por Idiana Tomazelli

Segundo Dyogo Oliveira, do Planejamento, a projeção de receitas só vai considerar o que já estiver aprovado; previsão era arrecadar R$ 33,2 bi no ano que vem com a recriação do imposto
BRASÍLIA - O ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que a CPMF será retirada da projeção de receitas do governo para 2017. "Apenas será considerado aquilo que estiver efetivamente aprovado, essa será nova metodologia", disse o ministro durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO).
"Vamos retirar CPMF porque ainda não é um projeto aprovado", acrescentou Dyogo. Pelo Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2017 apresentado em abril pela equipe econômica, a previsão era arrecadar R$ 33,24 bilhões no ano que vem com a recriação do imposto.
Já com a CPMF, a projeção era de que o resultado primário do governo central (Banco Central, Previdência e Tesouro Nacional) ficasse zerado em 2017, com superávit de R$ 6,788 bilhões para Estados e municípios (0,1% do PIB). A meta fiscal ainda previa um abatimento de R$ 65 bilhões por frustração de receitas ou despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na prática, isso permitiria um déficit primário.
O ministro Dyogo já reconheceu diversas vezes durante a audiência que todos os parâmetros macroeconômicos e as metas fiscais terão de ser revisadas e pediu desculpas por não ter tido tempo de preparar as mudanças para a apresentação de hoje.
O senador Eduardo Braga (PMDB-AM), ministro de Minas e Energia até o afastamento da presidente Dilma Rousseff, cobrou realismo fiscal do governo federal para as projeções de receita em 2017. O senador também pediu ao governo um debate sobre a recriação da CPMF.
"Precisamos de realismo fiscal também na receita. O PLDO 2017 previa a CPMF, mas o governo não fala sobre CPMF, sobre receita. Só fala sobre gastos", disse Braga. "Para o realismo do nosso Orçamento, é preciso debate e realismo sobre o que será nossa receita no ano de 2017." O senador também reforçou a cobrança das revisões de parâmetros macroeconômicos e da meta fiscal para o ano que vem.
Dyogo descartou a hipótese de a meta primária para 2016, de déficit de R$ 170,5 bilhões, estar "inflada". Hoje, o Ministério da Fazenda divulgou o relatório Prisma Fiscal, em que analistas projetam déficit de R$ 134,178 bilhões para o governo central (Banco Central, Previdência e Tesouro Nacional) neste ano.
"Não está inflado, e como nós já mostramos no último descontingenciamento, deixamos reserva de R$ 18 bilhões para acomodar conjunto de passivos que não estão perfeitamente definidos. Respeitamos metodologias do mercado, mas ainda há variáveis que não estão definidas, como a renegociação da dívida dos estados. Não há conclusão das negociações, e isso afeta diretamente o resultado tanto em 2016 quanto em 2017", disse Dyogo. O ministro ainda acrescentou que é difícil prever de quanto será o impacto dessas variáveis e que não vê nenhuma margem excessiva.
Fonte: Estadão - 16/06/2016 e Endividado

 

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Seis dicas para cortar gastos e fazer o dinheiro render mais

Aprender a classificar e a priorizar as suas despesas é fundamental para readequar os custos domésticos e não recorrer a dívida. Confira nossas dicas e saiba como enxugar o orçamento.
Se cortar gastos domésticos já é a ordem em tempos de crise, imagine em caso de desemprego ou de um problema de saúde na família? Por isso, seja numa situação de perda temporária ou permanente de renda, readequar o orçamento doméstico é fundamental para você fazer o dinheiro durar por mais tempo e não precisar recorrer a dívidas.  O primeiro passo é aprender a classificar os seus gastos mensais, que se diferenciam em relação à flexibilidade de cortes, levando em conta curto e médio prazos. Confira nossas dicas e veja como readequar seu orçamento e fazer o dinheiro render mais:
1 – Classifique seus tipos de gastos
Os gastos fixos se referem aos valores que já estão definidos, independentemente do consumo da família, como aluguel, cota do condomínio, plano de saúde, TV por assinatura e escola dos filhos. Já os semifixos são as despesas de supermercado, transporte e contas de luz e telefone, por exemplo, que aparecem todo mês, mas com variações de valores.
2 -Itens variáveis são mais fáceis de cortar
Por outro lado, os gastos variáveis são os mais fáceis de cortar, porque não são itens essenciais, em geral, e podem reaparecer ou não de um mês para o outro. Dessa forma, nós podemos controlar melhor esses custos, como lazer (incluindo bares e restaurantes), vestuário e cuidados pessoais (salão de beleza).
3 – Estabeleça prioridades
Após classificar seus gastos, você deve estabelecer prioridades, para avaliar a possibilidade de cortar alguns itens. Claro que isso pode variar de família para família, mas, em um período de queda dos rendimentos, cortar despesas com lazer sempre é mais aconselhável do que com alimentação, por exemplo.
4 – Faça um planejamento
Tenha sempre em mente que o endividamento deve ser encarado como último recurso. Para isso, é essencial fazer um planejamento financeiro e controlar o impulso pelo consumo. De forma imediata, você pode começar a cortar os gastos variáveis, mas ainda é possível tentar diminuir os semifixos.
5 - Aluguéis podem ser negociados
Embora os gastos fixos peçam um prazo maior para serem enxugados, há itens com custos menos amarrados hoje em dia. Se você paga aluguel, por exemplo, vai perceber que existe uma margem maior para negociar a despesa. Com a queda dos aluguéis, esse recurso tem sido bem-sucedido.
Agora, se optar pela troca de residência, primeiro verifique o prazo do contrato e a multa a ser paga, e confronte os valores da mudança, entre outros itens. Feito isso, é hora de avaliar a diminuição de custos, se encontrar um imóvel mais barato. Dependendo do caso, pode ser que a mudança compense ou não.
6 - Poupar é a melhor opção

Contudo, o ideal é sempre tentar poupar enquanto é possível. O valor aconselhável para manter uma reserva de emergência equivale a no mínimo seis vezes o rendimento da sua família. Assim, no caso de uma eventualidade, e se a família continuar vivendo com o mesmo padrão, o dinheiro vai durar apenas seis meses. Mas, se o padrão for reduzido, o período pode ser estendido, dando uma margem maior para que ela possa se recuperar.
Fonte: Proteste - proteste.org.br - 16/06/2016 e Endividado

 

Machado x Camargo Corrêa

Luciana Whitaker/Valor

A delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, na Lava Jato sugere que a Camargo Corrêa omitiu pagamentos de propina. Machado disse aos procuradores que deu R$ 400 mil para José Sarney Filho em 2010, quando ele era candidato a deputado federal no Maranhão.
Esse valor teria tido origem em subornos pagos pela Camargo Corrêa e pela Queiroz Galvão. Hoje, Sarney Filho é ministro do Meio Ambiente do presidente interino Michel Temer. Ele nega ter recebido recursos ilegais. O ex-presidente da Transpetro também disse que recebeu R$ 350 mil em dinheiro de Luiz Nascimento, um dos sócios da Camargo Corrêa, que foi entregue para a campanha do PSDB em 1998. A omissão de crimes em delação é considerada grave e pode ser punida com aumento de multa ou até mesmo anulação do acordo. Os procuradores ainda não decidiram o que fazer com as omissões da empreiteira.
Leia mais

 

 

Preso, mas em mansão

E depois de confessar repasse ilegal de mais de R$ 100 milhões para políticos, Sérgio Machado, o ex-presidente da Transpetro, vai começar a cumprir três anos de pena. Só que, diferente de outros delatores, ele não vai passar nem um dia na prisão.
O acordo de delação prevê que a pena vai ser cumprida em casa: uma mansão com piscina e quadra, localizada em um bairro nobre de Fortaleza, no Ceará. Ele vai usar uma tornozeleira eletrônica e deve pagar uma multa de R$ 75 milhões.  Leia mais

 

Vai ter que abrir a mão

Zanone Fraissat/Folhapress

A Odebrecht vai ter que pagar caro para assinar acordo com a força-tarefa da Lava Jato. Investigada por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras, a empreiteira pode ser multada em R$ 6 bilhões.
Essa é a única saída para manter contratos com o setor público se fechar o acordo de leniência, uma espécie de delação para empresas. Para executivos do grupo, o valor é impagável. Leia mais

 

 

Bloqueio a Cunha

Ricardo Botelho/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

A defesa de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pediu ao STF a anulação da decisão da Justiça Federal do Paraná que determinou o bloqueio de bens e a quebra de sigilo fiscal do deputado afastado.
Os advogados alegam que a Justiça do Paraná não pode julgar ação contra Cunha, que tem foro privilegiado e deve ser alvo do Supremo. Leia mais

 

Medidas contra o frio

Reinaldo Canato/UOL

Sob pressão e desgaste devido ao tratamento dado a moradores de rua na atual onda de frio em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad (PT) decidiu mudar a política de assistência e anunciou ações emergenciais para essa população no inverno.
Entre as medidas está a disponibilização de tendas para abrigar essas pessoas em lugares públicos e a criação de um protocolo para evitar abusos na abordagem e no recolhimento dos pertences de quem está dormindo nas ruas. Leia mais

 

Ivete toma as dores de casal gay

Rafael 
Cusato/Brazil News

O casal gay Caio Irineu Tomaz da Rocha e Daniel Paschoal Camargo foi agredido no show de Ivete Sangalo no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, na sexta. Os dois contaram o fato no programa Superpop, quando foram surpreendidos por uma ligação ao vivo da cantora.
Ela os convidou para retornar ao show, com tratamento VIP, assistindo do palco. Ivete disse que ela mesma vai proteger os dois. Leia mais

 

Deu tudo errado

Maílson Santana/Fluminense FC

O Corinthians foi a campo no primeiro jogo após a saída de Tite e perdeu do Fluminense por 1 a 0 ontem, no Mané Garrincha, em Brasília. Cícero, de pênalti, fez o único gol do duelo, após expulsão do zagueiro Yago. O resultado foi muito ruim para o Corinthians, que permaneceu com 13 pontos e caiu para a quinta colocação.
Além disso, o time paulista vai perder Elias por dois meses. O meio-campista sofreu uma fratura na costela depois uma dividida com o zagueiro Gum. O Corinthians também pode perder o goleiro Walter, que deu lugar a Cássio no intervalo do jogo depois de sentir uma lesão muscular. Leia mais

 

 

Sylvinho é o nome

AP Photo/Felice Calabro

O ex-lateral Sylvinho está prestes a ser definido como sucessor de Tite e novo treinador do Corinthians, depois de Eduardo Baptista, Fernando Diniz e Roger Machado recusarem o convite para comandar o time.
Um ponto fundamental para o acerto é que Sylvinho ainda possui um ano de contrato como auxiliar técnico da Inter de Milão-ITA e existe uma multa rescisória estipulada para que o vínculo seja quebrado. Leia mais

Assaltante flagrado na UFRGS já foi preso 8 vezes por furtar chocolate e recebe Bolsa Família

Daniel Ricardo Linck, 26 anos, não trabalha, não estuda, está solto e recebe R$ 77 mensais do Bolsa Família. Desde outubro de 2014, já foram pagos pelo governo federal R$ 1,4 mil de benefícios

Por: José Luís Costa

joseluis.costa@zerohora.com.br


Assaltante flagrado na UFRGS já foi preso 8 vezes por furtar chocolate e recebe Bolsa Família Divulgação/BM

Rapaz é apontado como um dos suspeitos de aterrorizar o entorno do campus central da Ufrgs, na Capital Foto: Divulgação / BM

Apontado como um dos suspeitos de aterrorizar o entorno do campus central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, Daniel Ricardo Linck, 26 anos, não estuda nem trabalha, vive de pequenos crimes e complementa "sua renda" com mesada de R$ 77 do Bolsa Família.

O nome e o rosto de Linck se tornaram conhecidos no começo do mês, quando foi flagrado em imagens do SBT apontando uma faca para o pescoço de um jovem nos arredores da reitoria da UFRGS. Há anos o lugar tem sido alvo de roubos e furtos contra estudantes e motivou instalações de "assaltômetros" — placas que contam dias sem crimes na região.

Na última segunda-feira, rapaz foi preso com drogas. Em rede social, mantém pelo menos dois perfis Foto: Reprodução / Facebook

Envolvido em delitos desde 2009, a maioria por furtos, praticados em Caxias do Sul e em Porto Alegre, Linck foi cadastrado no Bolsa Família em outubro de 2014 como morador de rua no município da Serra. Desde então, conforme dados do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), já recebeu R$ 1.463 até abril deste ano.

Após ser detido por PMs em duas oportunidades em menos de 24 horas, chegou a ser divulgado que Linck já tinha sido preso 40 vezes. Na realidade, foi apresentado preso 16 vezes em delegacias — oito casos por ter sido pego com barras de chocolates surrupiadas em supermercados de Caxias do Sul, que não geraram acusações contra ele.

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Das 16 prisões de Linck, cinco foram em flagrante, com recolhimento em presídios e abertura de cinco processos criminais (leia abaixo). Como até agora dois dos casos mais antigos resultaram em condenações convertidas em prestação de serviços à comunidade, Linck segue livre. Ele usa dois perfis no Facebook no qual posta vídeos, imagens e aparece em fotos sem qualquer constrangimento.

Atualmente, responde a dois processos em liberdade: um por receptação de um carro furtado, cometido em dezembro de 2014, em Caxias, e o segundo por tráfico de drogas, por ter sido preso com porções de maconha em 13 de junho, no centro da Capital. A denúncia foi encaminhada na quinta-feira à 9ª Vara Criminal do Fórum Central da Capital.

— Ele aparenta ser um criminoso contumaz e, por isso, entendo que não deveria receber o dinheiro (Bolsa Família) — afirma o delegado Mário Souza, diretor de investigações do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico.

Embora possa gerar questionamentos, a regra do Bolsa Família não estabelece impedimento para uma pessoa envolvida em crimes receber o benefício, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

A concessão do auxílio parte da premissa de que o candidato necessita do recurso. Para se cadastrar, é preciso comparecer em uma prefeitura com documentos — CPF ou título de eleitor —, submeter-se a uma entrevista e declarar renda mensal por pessoa não superior a R$ 154 em caso de famílias com crianças e adolescentes. A legislação prevê anualmente revisão do cadastro para checar a veracidade das informações, e, a cada dois anos, o beneficiário tem de se apresentar para atualizar dados.

As 16 detenções

Fevereiro de 2009 - Preso por furto de uma moto em Caxias do Sul. Ficou quatro dias na cadeia e foi condenado a um ano de prestação de serviços comunitários.

Março de 2009 - Preso em flagrante por furto de outra moto, em Caxias. Ficou na cadeia até o final de abril daquele ano. Foi absolvido dois meses depois.

Março de 2010 - Preso por suspeita de furtar barras de chocolate em supermercado, em Caxias do Sul. Não foi indiciado pela polícia.

Abril de 2010 - Preso em flagrante por furtar a bolsa de uma idosa de 63 anos, em Caxias do Sul. Depois de dois meses na cadeia, foi solto. Em outubro daquele ano, foi condenado a 10 meses de reclusão, convertidos em prestação de serviços comunitários.

Junho de 2011 - Preso suspeito de furtas barras de chocolate e bolachas em supermercado, em Caxias do Sul. Indiciado por furto.

Julho de 2011 - Preso suspeito de furtar barras de chocolate em supermercado, em Caxias do Sul. Indiciado por furto.

Julho de 2011 - Uma semana depois, é preso novamente sob suspeita de furtar barras de chocolate em supermercado, em Caxias do Sul. Indiciado por furto.

Fevereiro de 2012 - Preso sob suspeita de furtar barras de chocolate de um sacolão, em Caxias do Sul. Não foi indiciado.

Julho de 2012 - Preso sob suspeita de furtar barras de chocolate em supermercado, em Caxias do Sul. Indiciado por furto.

Dezembro de 2014 - Preso em flagrante com um Gol furtado, em Caxias do Sul. Ganhou liberdade provisória em fevereiro de 2015. Indiciado por receptação e responde ao processo

Abril de 2015 - Preso suspeito de furtar barras de chocolate em supermercado, em Caxias do Sul. Indiciado por furto.

Abril de 2015 - Dez dias depois, preso sob suspeita de furtar barras de chocolate, em Caxias do Sul. Não foi indiciado.

Maio de 2016 - Preso por posse de maconha na Praça da Alfândega, em Porto Alegre. Instaurado termo circunstanciado.

3 de junho de 2016 - Preso pela tentativa de assalto no dia anterior exibida por reportagem do SBT.

4 de junho de 2016 - Preso com uma porção de maconha e duas carteiras de identidade em nome dele, emitida por diferentes Estados. Instaurado termo circunstanciado.

13 de junho de 2016 - Preso em flagrante no centro de Porto Alegre com oito tabletes de maconha e R$ 56. Estaria vendendo a droga na Praça da Alfândega. Levado para o Presídio Central, foi solto no dia seguinte. Foi denunciado pelo MP na quinta-feira.

Zero Hora

Haddad nega higienização em SP e anuncia decreto para atender população de rua

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, negou hoje (16) que esteja fazendo uma higienização na cidade, com a retirada pessoas em situação de rua das praças. Segundo Haddad, uma frase dita por ele em entrevista na semana passada, quando disse que um dos objetivos da prefeitura é “não deixar favelizar praças públicas”, foi mal interpretada e descontextualizada.

De acordo com o prefeito, o que a prefeitura tem procurado fazer, com apoio do governo estadual, é combater o tráfico de drogas em praças da cidade, que impede a oferta de serviços públicos a moradores de rua.

“Quando assumimos, haviam 17 praças na cidade com comunidades de barracas onde a dificuldade de abordagem tanto da Guarda [Municipal] quanto da assistência se dava pela presença do tráfico. As pessoas tinham medo de abordar em função disso. E a maior dificuldade foi na Cracolândia e também no Parque D Pedro. Fui a todas elas para constatar isso pessoalmente. Foi pactuado, com esses moradores a desmobilização dos barracos mediante atendimento e isso foi feito”, disse o prefeito. “Em nenhuma dessas praças foi feito higienismo, mas ação pactuada.”

Mortes de moradores de rua

Haddad anunciou medidas da prefeitura para evitar mortes de pessoas em situação de rua durante os dias mais frios na capital paulista, entre elas, um decreto com regras para abordagem de moradores de ruas por integrantes da Guarda Civil Metropolitana e outros órgãos.

O decreto, que deve ser publicado até sábado (18), será apresentado ao Ministério Público e à Defensoria Pública e, segundo o prefeito, estará aberto a mudanças e aperfeiçoamentos em caso de necessidade. “Vai valer para todo mundo, podendo superar constrangimentos de abordagens que podem ter ocorrido e serão investigados. O decreto já está pronto. Ele pode ainda ser alterado se se mostrar insuficiente”, disse.

Saiba Mais

Entre as regras de atuação prevista no decreto, segundo Haddad, estão a divulgação prévia das ações de zeladoria urbana, a proibição de retirada, pela Guarda Municipal, de objetos e bens pessoais como instrumentos de trabalho, muletas, mochilas, remédios, colchonete, cobertor e travesseiros dos moradores de rua; e a formação dos agentes da cidade para esse tipo de atuação e abordagem, com reuniões e eventos periódicos explicando como deve ser feita essa abordagem.

O decreto pretende impedir situações como as que vem sendo relatadas por moradores de rua de que os guardas estariam retirando seus colchões e papelões. Segundo Haddad, apesar dessas situações, que estão sendo apuradas, não houve qualquer relação disso com a morte de seis moradores de rua na cidade nos últimos dias.

“Até o presente momento e com grau de confiança, não há nenhum vínculo entre a ação da Guarda Civil Metropolitana e os óbitos ocorridos. Não houve abordagem [pela GCM] dessas pessoas que passaram pelo óbito. Não foi encontrada nenhuma relação de causa e efeito.” Segundo o prefeito, não há sequer confirmação de que as mortes foram provocadas pelo frio.

Abrigo contra o frio

Para atender aos moradores de rua durante o período mais frio, a prefeitura decidiu instalar quatro tendas emergenciais na região central da cidade e na Moca, com 250 vagas cada. “A tentativa dessas tendas é fazer um espaço mais aberto onde as pessoas se sintam mais à vontade para entrar por conta própria, virem e se protegerem do frio. A ideia é ser um espaço temporário, transitório, onde as pessoas se sintam mais à vontade para vir”, disse a secretária de Assistência Social, Luciana Temer.

Apesar da solução emergencial, Luciana negou que faltem vagas na cidade para o atendimento da população de rua nos abrigos tradicionais. A secretária reconheceu falhas “pontuais” nos centros de acolhida da capital, como problemas de higiene e falta de vagas para públicos específicos, como travestis e imigrantes e famílias completas.

Em relação à reclamação de usuários dos abrigos de que os locais ficam distantes do centro, Luciana disse que a prefeitura tem diversificado o atendimento e que já ofereceu transporte em algumas ocasiões e estuda fazer isso de forma mais continuada. “Estamos trabalhando oferecer ida e volta [para os abrigos]”, disse.

Segundo a secretária, a prefeitura oferece 10 mil vagas regulares de atendimento em centros de acolhida, durante todo o ano. Nessa época de frio intenso, a rede foi ampliada e serão oferecidos 14 acolhimentos emergenciais que somam 1.110 vagas a mais.

Na entrevista, Haddad também anunciou a ampliação do programa De Braços Abertos, de combate ao crack, principalmente na região da Cracolândia, na Luz, centro de São Paulo.

 

Agência Brasil

 

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Demitido não pode exigir que plano de saúde seja convertido para individual

A operadora não está obrigada a fornecer, após o término do direito de prorrogação do plano de saúde coletivo empresarial, um plano individual substituto ao trabalhador demitido sem justa causa, nas mesmas condições de cobertura e valor.
Esse foi o entendimento da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, em julgamento de recurso especial. No caso, um trabalhador, após ter sido demitido sem justa causa, ajuizou ação de obrigação de fazer contra a operadora de plano de saúde.
O autor formulou pedido de manutenção temporária em plano de saúde coletivo empresarial e, após findo o prazo legal, o oferecimento, em substituição, de plano de saúde individual. O relator, ministro Villas Bôas Cueva negou o pedido.
Ele citou o artigo 30, caput e parágrafo 1º, da Lei 9.656/98, que garante ao empregado demitido sem justa causa o direito de manter sua condição de beneficiário em plano de saúde coletivo, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho. No entanto, desde que ele assuma o seu pagamento integral, pelo período de manutenção mínimo de seis meses e máximo de 24 meses.
Permanência temporária
O ministro, entretanto, observou que não existe previsão legal que obrigue a operadora de plano de saúde a oferecer plano individual a ex-empregado demitido ou exonerado sem justa causa após o direito de permanência temporária no plano coletivo estabelecido pela Lei 9.656/98. Acrescentou o fato de a operadora em questão não comercializar planos individuais.
“A operadora não cometeu nenhuma ilegalidade ou abusividade em comunicar o desligamento do autor do plano de saúde coletivo, não só por ter-se exaurido o direito que detinha, nos termos do artigo 30 da Lei 9.656, mas também por ser inviável o oferecimento, em substituição, de plano individual, já que não explora mais tal modalidade”, concluiu o ministro. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.
Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 16/06/2016 e Endividado

 

 

É prática abusiva impor ao consumidor a exclusiva aquisição de alimentos vendidos em cinemas

Decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu o ingresso de consumidores em cinemas com produtos iguais ou similares aos vendidos nas dependências do estabelecimento.
Por maioria, os ministros mantiveram decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que proibia a rede de restringir a liberdade dos clientes, além de aplicar multa de R$ 30 mil em cada caso de descumprimento da ordem.
O pedido inicial foi formulado pelo Ministério Público estadual, que considerou abusiva a prática da rede de cinema de limitar a aquisição, a preços superiores à média de mercado, de alimentos e bebidas em seu interior.
A sentença ainda proibiu a fixação de cartazes alertando os consumidores a não entrar nas salas cinematográficas com bebidas ou alimentos adquiridos em outros estabelecimentos.
Venda casada
O ministro relator do recurso no STJ, Villas Bôas Cueva, destacou em seu voto que a rede de cinema dissimula uma venda casada, lesando direitos do consumidor.
“Ao compelir o consumidor a comprar dentro do próprio cinema todo e qualquer produto alimentício, a administradora dissimula uma venda casada e, sem dúvida alguma, limita a liberdade de escolha do consumidor (art. 6º, II, do CDC), o que revela prática abusiva: não obriga o consumidor a adquirir o produto, porém impede que o faça em outro estabelecimento”, argumentou o magistrado.
Segundo o relator, “a venda casada ocorre, na presente hipótese, em virtude do condicionamento a uma única escolha, a apenas uma alternativa, já que não é conferido ao consumidor usufruir de outro produto senão aquele alienado pela empresa recorrente”.
A Turma, por maioria, manteve a decisão do tribunal paulista.
Do alcance da decisão
O recurso da rede de cinema foi parcialmente provido no que tange aos limites da jurisdição. A decisão do tribunal estadual havia estendido os efeitos da sentença para todo o território nacional (eficácia erga omnes da decisão).
Villas Bôas Cueva citou precedentes do STJ para limitar os efeitos do julgado de acordo com os limites da competência territorial do órgão prolator da decisão; no caso, a Comarca de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo.
Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça - 16/06/2016 e Endividado

 

 

Posto é condenado por abastecer veículo com combustível diverso

A 2ª Turma Cível do TJDFT deu parcial provimento a recurso de consumidor para condenar o Auto Posto SOF Norte a indenizar proprietário de veículo que sofreu avarias em decorrência da equivocada utilização de gasolina no tanque de combustível, ao invés de óleo diesel. A decisão foi unânime.
O autor pleiteia reparação de danos materiais, por conta dos gastos que alega ter tido de arcar com o conserto de seu veículo (Chevrolet S-10), decorrentes de problemas mecânicos detectados, segundo sustenta, pela incúria de frentista/empregado do réu, que não se assegurou da diligência necessária quando abasteceu com gasolina veículo movido a diesel.
De início, o relator assinala que a questão deve ser resolvida sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor, concluindo ser aplicável ao caso a inversão do ônus da prova.
Contudo, o réu não juntou qualquer informação que afastasse sua responsabilidade no fato. Nem as movimentações geradas naquele dia, "porque através delas seguramente se atestaria a ocorrência do abastecimento noticiado", diz o magistrado; nem as imagens geradas pelo o sistema de monitoramento, circuito de CCTV e outros sistemas, que o réu alega ficaram fora do ar na data do fato. "Igualmente, não é razoável dizer que a situação apontada não permitiria ao veículo rodar em um espaço de 25 quilômetros aproximadamente. É que, nesse ponto, não há qualquer dado científico carreado pelo réu para endossar dita afirmação. A bem da verdade, por força da tecnologia hoje presente nos automóveis, raciocínio contrário se mostra bem mais plausível", acrescenta o julgador.
Ademais, restou comprovado que a bomba de diesel fica ao lado das dos demais combustíveis, "situação essa que, inegavelmente, em momentos de intenso movimento, pode gerar confusão nos frentistas, abrindo margem para que fatos dessa espécie se consumem", pondera o magistrado, que ressalta, ainda: "A rigor, as bombas de diesel, até mesmo pelas características próprias desse combustível e também porque, em regra, abastecem veículos de grande porte, deveriam ficar em posição isolada, seja para, como dito, facilitar o trabalho dos empregados, seja para trazer conforto aos próprios motoristas desses carros".
Assim, baseado no contexto fático carreado aos autos, o relator concluiu que, de fato, preposto do réu abasteceu o veículo com combustível equivocado. Logo, o autor faz jus aos danos pleiteados no valor de R$ 6.128,26, relativo aos gastos realizados, e efetivamente comprovados, com os reparos indispensáveis ao pleno funcionamento do veículo. No que tange ao pedido de dano moral, entretanto, esse foi negado.
Por fim, o Colegiado ressaltou que cabe aos proprietários de postos de combustíveis primar pela adequada preparação de seus empregados, para que possam transmitir aos consumidores a indispensável segurança, sendo que a constatação de qual espécie de combustível deve ser injetada em cada veículo é inerente à atividade de comercialização de combustível.
Processo: 20140110714243APC
Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 16/06/2016  e Endividado

 

Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil

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Cliente encontra anel metálico em copo de guaraná natural

Uma consumidora ficou surpresa com o “brinde” nada agradável que encontrou em um copo de guaraná natural comprado na última terça-feira: um anel metálico. A carioca comprou o Guaravita, lacrado com a tampa metálica, em uma lanchonete da Tijuca, na Zona Norte do Rio.
— Eu tomei o guaraná de canudo. No finalzinho, eu olhei o fundo antes de jogar fora e encontrei esse metal. Eu tenho um irmão e um afilhado pequenos que consomem essa bebida. Minha preocupação maior é que poderia ser uma criança tomando o Guaravita sem canudo. Imagina se uma criança engolisse e engasgasse com aquele anel de metal, todo sujo.
Segundo a bancária de 26 anos, que prefere não se identificar, o problema deve ter sido causado por algum erro na produção:
— É uma falta de controle de qualidade do produto, que é bem consumido no Rio. O líquido é escuro, e a maioria das pessoas bebe diretamente no copo, então é difícil o consumidor perceber esse tipo de coisa.
A cliente ainda não conseguiu entrar em contato com a empresa:
— Vou tomar as providências cabíveis. Até guardei o copo e o anel, que nem sei a procedência. A minha primeira reação foi de nojo, e a minha garganta ficou ardendo, mas ingeri bastante água em uma tentativa de limpar meu organismo. Não tive outra reação, mas algo mais grave poderia ter acontecido, o que me deixa preocupada é que sei que essa marca de guaraná faz sucesso com as crianças e este arco de metal poderia ter causado um engasgamento sério.
Procurada pelo EXTRA, a empresa Viton 44, fabricante do produto Guaravita, disse que não foi informada do problema e se comprometeu a entrar em contato com a consumidora.
Fonte: Extra - 16/06/2016 e Endividado

 

Operadora é condenada a devolver em dobro por serviço de TV mal prestado

A operadora Claro foi condenada a pagar R$ 4.080,00, a título de repetição em dobro de quantia indevidamente cobrada de uma cliente. A consumidora, autora da ação, alegou que a empresa, em razão de problemas técnicos no aparelho disponibilizado, fornecia o serviço de TV por assinatura precariamente. Assim, pediu indenização por danos morais e a devolução do equivalente a um terço do que pagou pelo serviço, multiplicado por dois em razão da cobrança tida como indevida.
Considerando a relação de consumo entre as partes, o 2º Juizado Especial Cível de Brasília aplicou o Código de Defesa do Consumidor ao caso. A contestação da parte ré foi considerada genérica. “De forma abstrata, sustenta a correta prestação do serviço e nega a existência de dano moral. Afirma ainda, subsidiariamente, que eventual restituição deve ser feita de forma simples. Assim, ante a ausência de refutação específica da ré, deve prevalecer a versão da autora”, considerou a juíza, que relembrou o art. 341 do CPC.
Presumido que houve inadimplemento parcial do contrato por parte da ré, a juíza entendeu que a demandante tinha direito à redução proporcional da sua contraprestação, no valor de R$ 170,00, equivalente a um terço da mensalidade – quantia que também não fora impugnada pela empresa. Como as mensalidades já tinham sido pagas, a demandante teve o direito à restituição dessa fração entre abril de 2015 e março de 2016. A cobrança também foi considerada indevida, uma vez que os autos mostram que a parte ré fora devidamente alertada pela requerente quanto à falha no serviço. Assim, a demandante teve o direito à restituição em dobro da quantia.
Já quanto aos danos morais, a magistrada não encontrou vício no caso relatado que vulnerasse direitos da personalidade da autora. “Se tais direitos não forem ameaçados ou violados, então não há dano moral a ser compensado”. Por fim, teve um pedido de suspensão da cobrança dos “serviços de gravação programada”, que a juíza entendeu ser uma providência administrativa, a ser exercida diretamente pelo interessado.
Cabe recurso da sentença.
PJe: 0704613-46.2016.8.07.0016
Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 16/06/2016 e Endividado

 

Procon-JP orienta consumidor a abrir reclamação e ação na Justiça para danos morais

A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) orienta aos consumidores vítimas de fraudes através do celular pré-pago que abram reclamação na Secretaria, além de Boletim de Ocorrência nas delegacias e ação na Justiça comum contra a operadora envolvida, requerendo a quebra de sigilo da linha envolvida e indenização por danos morais.
As principais denúncias dizem respeito à utilização do cadastro de um chip pré-pago por terceiros usado em fraudes e trotes através de ligações e mensagens, envolvendo, inclusive, até questões pessoais e de foro íntimo. Devido ao crescimento do número desse tipo de reclamação, o Procon-JP vai propor à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que apenas as lojas credenciadas pelas operadoras sejam responsáveis pela comercialização e serviço de cadastro, e de forma presencial.
O secretário do Procon-JP, Marcos Santos, também recomenda aos consumidores que façam print’s de todas as mensagens recebidas que caracterizem fraude ou trote para serem usados como provas nos processos. “A facilidade com que um chip pré-pago é cadastrado junto às operadoras é muito grande. Qualquer um de posse de um CPF de outra pessoa pode fazer essa habilitação. E nós sabemos que quem usa o documento de outro não pode estar bem-intencionado. Por isso recomendamos a todos os prejudicados que recorram ao Procon-JP e à Justiça, até como uma forma de pressionar as operadoras e a Anatel a mudarem esse procedimento”.
Ação Civil Pública – O Procon-JP está abrindo Processo Administrativo no Ministério Público da Paraíba contra a Anatel para a instauração conjunta de Ação Civil Pública Procon-JP/MPPB para solicitar um maior rigor e disciplinamento para a habilitação desses chips. “Temos que tomar providências para que esses atos criminosos sejam coibidos. São essas facilidades de compra e cadastro dos chips pré-pagos que fazem os celulares chegarem aos presídios”.
Operadoras – A Secretaria e as operadoras de telefonia que atuam em João Pessoa se reuniram na última terça-feira (14), para discutir formas de evitar o cadastramento fraudulento, mas, segundo as operadoras, todas seguem um modelo padrão estabelecido pela Anatel e só ela pode modificar esse procedimento. De acordo com o secretário Marcos Santos, a reunião com as operadoras servirá de subsídio para reforçar a argumentação nos documentos da ação civil contra a Anatel.
Para Marcos Santos, existe uma grande fragilidade no sistema de venda e cadastro dos chips pré-pagos para celular que causa uma total insegurança ao consumidor, que pode vir a ter sérios problemas tanto na vida profissional como na pessoal. “Precisamos tomar uma providência em relação a isso porque é muito fácil cadastrar um chip usando o documento de terceiros já para fins criminosos. Precisamos proteger o consumidor dessa deficiência”.
Solução – O titular do Procon-JP acredita que só existe uma forma de evitar esse crime, que é a obrigatoriedade da habilitação ser realizada apenas na lojas credenciadas pela operadora. “Esse cadastro realizado apenas através de uma gravação, de forma impessoal e sem interação, não prova que a pessoa que está habilitando o chip seja a mesma pessoa dona do CPF que está sendo utilizado”.

Avanço sem segurança
– Marcos Santos acrescenta que não é admissível que haja tanto avanço na tecnologia da comunicação sem dispositivos de segurança que resguardem o cidadão. “De que adianta a velocidade em que os avanços tecnológicos ocorrem se não há o mesmo avanço em medidas de segurança? O sistema é muito falho e dá margem para que os criminosos os utilizem sem medo de punição”.
Fonte: Portal do Consumidor - 16/06/2016 e Endividado

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