Governo vai retirar CPMF do Orçamento de 2017, diz ministro

por Idiana Tomazelli

Segundo Dyogo Oliveira, do Planejamento, a projeção de receitas só vai considerar o que já estiver aprovado; previsão era arrecadar R$ 33,2 bi no ano que vem com a recriação do imposto
BRASÍLIA - O ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que a CPMF será retirada da projeção de receitas do governo para 2017. "Apenas será considerado aquilo que estiver efetivamente aprovado, essa será nova metodologia", disse o ministro durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO).
"Vamos retirar CPMF porque ainda não é um projeto aprovado", acrescentou Dyogo. Pelo Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2017 apresentado em abril pela equipe econômica, a previsão era arrecadar R$ 33,24 bilhões no ano que vem com a recriação do imposto.
Já com a CPMF, a projeção era de que o resultado primário do governo central (Banco Central, Previdência e Tesouro Nacional) ficasse zerado em 2017, com superávit de R$ 6,788 bilhões para Estados e municípios (0,1% do PIB). A meta fiscal ainda previa um abatimento de R$ 65 bilhões por frustração de receitas ou despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na prática, isso permitiria um déficit primário.
O ministro Dyogo já reconheceu diversas vezes durante a audiência que todos os parâmetros macroeconômicos e as metas fiscais terão de ser revisadas e pediu desculpas por não ter tido tempo de preparar as mudanças para a apresentação de hoje.
O senador Eduardo Braga (PMDB-AM), ministro de Minas e Energia até o afastamento da presidente Dilma Rousseff, cobrou realismo fiscal do governo federal para as projeções de receita em 2017. O senador também pediu ao governo um debate sobre a recriação da CPMF.
"Precisamos de realismo fiscal também na receita. O PLDO 2017 previa a CPMF, mas o governo não fala sobre CPMF, sobre receita. Só fala sobre gastos", disse Braga. "Para o realismo do nosso Orçamento, é preciso debate e realismo sobre o que será nossa receita no ano de 2017." O senador também reforçou a cobrança das revisões de parâmetros macroeconômicos e da meta fiscal para o ano que vem.
Dyogo descartou a hipótese de a meta primária para 2016, de déficit de R$ 170,5 bilhões, estar "inflada". Hoje, o Ministério da Fazenda divulgou o relatório Prisma Fiscal, em que analistas projetam déficit de R$ 134,178 bilhões para o governo central (Banco Central, Previdência e Tesouro Nacional) neste ano.
"Não está inflado, e como nós já mostramos no último descontingenciamento, deixamos reserva de R$ 18 bilhões para acomodar conjunto de passivos que não estão perfeitamente definidos. Respeitamos metodologias do mercado, mas ainda há variáveis que não estão definidas, como a renegociação da dívida dos estados. Não há conclusão das negociações, e isso afeta diretamente o resultado tanto em 2016 quanto em 2017", disse Dyogo. O ministro ainda acrescentou que é difícil prever de quanto será o impacto dessas variáveis e que não vê nenhuma margem excessiva.
Fonte: Estadão - 16/06/2016 e Endividado

 

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Seis dicas para cortar gastos e fazer o dinheiro render mais

Aprender a classificar e a priorizar as suas despesas é fundamental para readequar os custos domésticos e não recorrer a dívida. Confira nossas dicas e saiba como enxugar o orçamento.
Se cortar gastos domésticos já é a ordem em tempos de crise, imagine em caso de desemprego ou de um problema de saúde na família? Por isso, seja numa situação de perda temporária ou permanente de renda, readequar o orçamento doméstico é fundamental para você fazer o dinheiro durar por mais tempo e não precisar recorrer a dívidas.  O primeiro passo é aprender a classificar os seus gastos mensais, que se diferenciam em relação à flexibilidade de cortes, levando em conta curto e médio prazos. Confira nossas dicas e veja como readequar seu orçamento e fazer o dinheiro render mais:
1 – Classifique seus tipos de gastos
Os gastos fixos se referem aos valores que já estão definidos, independentemente do consumo da família, como aluguel, cota do condomínio, plano de saúde, TV por assinatura e escola dos filhos. Já os semifixos são as despesas de supermercado, transporte e contas de luz e telefone, por exemplo, que aparecem todo mês, mas com variações de valores.
2 -Itens variáveis são mais fáceis de cortar
Por outro lado, os gastos variáveis são os mais fáceis de cortar, porque não são itens essenciais, em geral, e podem reaparecer ou não de um mês para o outro. Dessa forma, nós podemos controlar melhor esses custos, como lazer (incluindo bares e restaurantes), vestuário e cuidados pessoais (salão de beleza).
3 – Estabeleça prioridades
Após classificar seus gastos, você deve estabelecer prioridades, para avaliar a possibilidade de cortar alguns itens. Claro que isso pode variar de família para família, mas, em um período de queda dos rendimentos, cortar despesas com lazer sempre é mais aconselhável do que com alimentação, por exemplo.
4 – Faça um planejamento
Tenha sempre em mente que o endividamento deve ser encarado como último recurso. Para isso, é essencial fazer um planejamento financeiro e controlar o impulso pelo consumo. De forma imediata, você pode começar a cortar os gastos variáveis, mas ainda é possível tentar diminuir os semifixos.
5 - Aluguéis podem ser negociados
Embora os gastos fixos peçam um prazo maior para serem enxugados, há itens com custos menos amarrados hoje em dia. Se você paga aluguel, por exemplo, vai perceber que existe uma margem maior para negociar a despesa. Com a queda dos aluguéis, esse recurso tem sido bem-sucedido.
Agora, se optar pela troca de residência, primeiro verifique o prazo do contrato e a multa a ser paga, e confronte os valores da mudança, entre outros itens. Feito isso, é hora de avaliar a diminuição de custos, se encontrar um imóvel mais barato. Dependendo do caso, pode ser que a mudança compense ou não.
6 - Poupar é a melhor opção

Contudo, o ideal é sempre tentar poupar enquanto é possível. O valor aconselhável para manter uma reserva de emergência equivale a no mínimo seis vezes o rendimento da sua família. Assim, no caso de uma eventualidade, e se a família continuar vivendo com o mesmo padrão, o dinheiro vai durar apenas seis meses. Mas, se o padrão for reduzido, o período pode ser estendido, dando uma margem maior para que ela possa se recuperar.
Fonte: Proteste - proteste.org.br - 16/06/2016 e Endividado

 

Machado x Camargo Corrêa

Luciana Whitaker/Valor

A delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, na Lava Jato sugere que a Camargo Corrêa omitiu pagamentos de propina. Machado disse aos procuradores que deu R$ 400 mil para José Sarney Filho em 2010, quando ele era candidato a deputado federal no Maranhão.
Esse valor teria tido origem em subornos pagos pela Camargo Corrêa e pela Queiroz Galvão. Hoje, Sarney Filho é ministro do Meio Ambiente do presidente interino Michel Temer. Ele nega ter recebido recursos ilegais. O ex-presidente da Transpetro também disse que recebeu R$ 350 mil em dinheiro de Luiz Nascimento, um dos sócios da Camargo Corrêa, que foi entregue para a campanha do PSDB em 1998. A omissão de crimes em delação é considerada grave e pode ser punida com aumento de multa ou até mesmo anulação do acordo. Os procuradores ainda não decidiram o que fazer com as omissões da empreiteira.
Leia mais

 

 

Preso, mas em mansão

E depois de confessar repasse ilegal de mais de R$ 100 milhões para políticos, Sérgio Machado, o ex-presidente da Transpetro, vai começar a cumprir três anos de pena. Só que, diferente de outros delatores, ele não vai passar nem um dia na prisão.
O acordo de delação prevê que a pena vai ser cumprida em casa: uma mansão com piscina e quadra, localizada em um bairro nobre de Fortaleza, no Ceará. Ele vai usar uma tornozeleira eletrônica e deve pagar uma multa de R$ 75 milhões.  Leia mais

 

Vai ter que abrir a mão

Zanone Fraissat/Folhapress

A Odebrecht vai ter que pagar caro para assinar acordo com a força-tarefa da Lava Jato. Investigada por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras, a empreiteira pode ser multada em R$ 6 bilhões.
Essa é a única saída para manter contratos com o setor público se fechar o acordo de leniência, uma espécie de delação para empresas. Para executivos do grupo, o valor é impagável. Leia mais

 

 

Bloqueio a Cunha

Ricardo Botelho/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

A defesa de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pediu ao STF a anulação da decisão da Justiça Federal do Paraná que determinou o bloqueio de bens e a quebra de sigilo fiscal do deputado afastado.
Os advogados alegam que a Justiça do Paraná não pode julgar ação contra Cunha, que tem foro privilegiado e deve ser alvo do Supremo. Leia mais

 

Medidas contra o frio

Reinaldo Canato/UOL

Sob pressão e desgaste devido ao tratamento dado a moradores de rua na atual onda de frio em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad (PT) decidiu mudar a política de assistência e anunciou ações emergenciais para essa população no inverno.
Entre as medidas está a disponibilização de tendas para abrigar essas pessoas em lugares públicos e a criação de um protocolo para evitar abusos na abordagem e no recolhimento dos pertences de quem está dormindo nas ruas. Leia mais

 

Ivete toma as dores de casal gay

Rafael 
Cusato/Brazil News

O casal gay Caio Irineu Tomaz da Rocha e Daniel Paschoal Camargo foi agredido no show de Ivete Sangalo no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, na sexta. Os dois contaram o fato no programa Superpop, quando foram surpreendidos por uma ligação ao vivo da cantora.
Ela os convidou para retornar ao show, com tratamento VIP, assistindo do palco. Ivete disse que ela mesma vai proteger os dois. Leia mais

 

Deu tudo errado

Maílson Santana/Fluminense FC

O Corinthians foi a campo no primeiro jogo após a saída de Tite e perdeu do Fluminense por 1 a 0 ontem, no Mané Garrincha, em Brasília. Cícero, de pênalti, fez o único gol do duelo, após expulsão do zagueiro Yago. O resultado foi muito ruim para o Corinthians, que permaneceu com 13 pontos e caiu para a quinta colocação.
Além disso, o time paulista vai perder Elias por dois meses. O meio-campista sofreu uma fratura na costela depois uma dividida com o zagueiro Gum. O Corinthians também pode perder o goleiro Walter, que deu lugar a Cássio no intervalo do jogo depois de sentir uma lesão muscular. Leia mais

 

 

Sylvinho é o nome

AP Photo/Felice Calabro

O ex-lateral Sylvinho está prestes a ser definido como sucessor de Tite e novo treinador do Corinthians, depois de Eduardo Baptista, Fernando Diniz e Roger Machado recusarem o convite para comandar o time.
Um ponto fundamental para o acerto é que Sylvinho ainda possui um ano de contrato como auxiliar técnico da Inter de Milão-ITA e existe uma multa rescisória estipulada para que o vínculo seja quebrado. Leia mais

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