Reunificação da Alemanha é celebrada

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Diferenças que ainda persistem entre as 'duas Alemanhas' não devem atrapalhar celebrações

Berlim – Os alemães celebram neste final de semana 0 25º aniversário da reunificação do país. Em 3 de outubro de 1990, as duas Alemanhas, separadas desde o final da II Guerra Mundial, voltaram a ser apenas uma – menos de um ano depois da queda do muro que as dividia – com a absorção pela República Federal Alemã (RFA) da República Democrática Alemã (RDA).

Nas duas últimas semanas, a chegada de imigrantes, em sua maioria sírios fugindo da guerra, provocou na Alemanha amostras comoventes de solidariedade entre a população e trouxe à tona cenas que lembravam o alvoroço popular que acompanhou a queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989. Desde então, a alegria do reencontro deu lugar à necessidade de proteger política, jurídica e administrativamente a reunificação, além de começar um longo percurso de duas sociedades e duas economias muito diferentes até na identidade comum. “Nos primeiros anos, o país encontrou uma situação de desequilíbrio profundo”, lembra o historiador Paul Nolte, da Universidade Livre de Berlim. Mas, em alguns anos, “a Alemanha reunificada se transformou em algo normal”, diz.

GRANDES DIFERENÇAS. Os ex-alemães do Leste e do Oeste se aproximavam pouco a pouco, mas algumas diferenças persistem: uma taxa de desemprego mais alta no Leste, que foi despovoado e não é sede de nenhuma grande empresa; e uma visão diferente da família, principalmente do lugar da mulher, com um modelo que continua bastante conservador no Oeste. Segundo uma pesquisa do YouGov, 71% dos alemães do Oeste e 83% do Leste consideram que há grandes diferenças entre as duas partes do país. Contudo, isso não vai impedir que celebrem o aniversário. As festividades nacionais acontecerão em Frankfurt, capital financeira do país. Angela Merkel vai prestigiar o evento, e o presidente da República, Joachim Gauck, fará um discurso. O lema da celebração, animada por shows e fogos, é “superar fronteiras”.

Merkel e o Nobel da Paz

O jornal alemão Bild afirmou que a chanceler Angela Merkel é uma candidata forte ao Prêmio Nobel da Paz, que será anunciado na próxima sexta-feira, por seu papel nas crises migratória e ucraniana.

Na quinta-feira, Kristian Berg Harpviken, diretor do Instituto de Pesquisas sobre a Paz (PRIO), com sede em Oslo, também destacou a chefe de governo alemã. “Acredito que a crise europeia dos refugiados – ou deveríamos chamá-la de crise mundial dos refugiados, pois existe uma crise igualmente dramática em várias partes do Leste da Ásia – vai chamar a atenção do Comitê Nobel este. Ano. Angela Merkel foi a pessoa que tomou a liderança sobre o tema na Europa”, disse ele. Outro especialista na premiação do Nobel, o historiador norueguês Asle Sveen, afirmou que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) também tem boas chances de vencer o prestigiado prêmio.

Fonte: Correio do Povo, página 8 de 4 de outubro de 2015.

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Tempo de troca-troca, por Rogério Mendelski

Se o Brasil tem hoje 34 partidos políticos registrados é porque ainda estamos de fraldas e engatinhando em busca de um sistema político-partidário que defina o que os políticos pensam a respeito de seu (nosso) país. Periodicamente, abre-se tal janela partidária e a revoada da classe política só não envergonha o eleitor porque este tem mais fé e mais conhecimento sobre o seu clube de futebol e sua escola de samba do que sua preferência política. Quantos eleitores brasileiros sabem os nomes dos candidatos escolhidos por eles na última eleição? No dia 3 de outubro do ano passado (sexta-feira – a eleição seria no domingo), uma pesquisa do Datafolha revelava que em cada três eleitores brasileiros, um deles não sabia o número de seu candidato para a Presidência da República.

Um mês depois, o mesmo instituto ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios de 24 estados para saber a preferência dos eleitores e o nome dos candidatos escolhidos. O resultado não foi o esperado numa democracia participativa: 23% não lembravam em que tinham votado para deputado estadual; 21,7% não recordavam o nome do candidato a deputado federal; e 20,6% já tinham esquecido o nome de seu candidato ao Senado.

Conhecendo o eleitor melhor do que ele próprio, os políticos brasileiros não têm compromissos com doutrinas permanentes, pois sabem que, quando são votados, recebem essa identificação momentânea na urna por alguma promessa assumida, mas sem a garantia de repetição na próxima eleição.

Assim é que, quando se abre mais uma temporada de troca-troca de partidos, ninguém de se surpreender com tantos abandonos de doutrinas que até ontem eram defendidas como trincheiras ideológicas.

Trocar o PT pelo PMDB, o PCdoB pela Rede, o PROS pelo PDT ou o PSB pelo PSol não significa um aperfeiçoamento ideológico dos “mutantes”.

Trata-se apenas de uma nova camiseta para a próxima eleição.

Os políticos beijam o escudo do novo partido, fazem coraçãozinho com os , como Ronaldinho quando assina o seu mais recente contrato. Trinta e quatro partidos ou 20 clubes no Brasileirão, para o eleitor-torcedor não muda nada.

Marta Suplicy

Fundadora do PT, a senadora Marta Suplicy (SP) deixou o partido para assinar com o PMDB. Identidade ideológica? Não. Marta apenas quer disputar a prefeitura de São Paulo e a oferta veio do PMDB já que Fernando Haddad, atual prefeito petista, vai concorrer à reeleição.

Situação semelhante (1)

O deputado federal Danilo Forte (PMDB-CE) queria ser o prefeito de Caucaia (o segundo colégio eleitoral do Ceará), mas o PMDB não lhe daria esta chance. Então, aceitou a oferta do PSB e será o candidato do partido em 2016.

Situação semelhante (2)

Aqui no RS, o ex-deputado Fabiano Pereira saiu do PT porque foi preterido por Valdeci Oliveira na disputa pela Prefeitura de Santa Maria. Fabiano assinou ficha no PSB e vai à luta eleitoral contra seu antigo companheiro de partido.

Passo Fundo

O prefeito de Passo Fundo, Luciano Azevedo, deixou o PPS e ingressou no PSB. Com ele tornam-se socialistas outros cem militantes, entre eles cinco secretários municipais: João Antônio Bordin (Obras), Gilberto Bedin (Finanças), Adolfo de Freitas (procurador-geral), Marlise Lamaison Soares (Administração), Carlos Eduardo Lopes da Silva (Desenvolvimento Econômico); e o diretor do Hospital Municipal, Fabiano Bolner.

Perda importante

A mais comentada transferência partidária desta semana foi a do deputado federal João Derly, que trocou o PCdoB gaúcho pelo novo partido de Marina Silva, a Rede. Derly será um dos mais importantes nomes no RS para formação do novo partido. Os neocomunistas liderados pela deputada Manuela D'Ávila estão inconsoláveis.

Fonte: Correio do Povo, página 4 de 4 de outubro de 2015.

Prevenção vai além do preservativo

O diretor do Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita, disse, em Porto Alegre, que o Ministério da Saúde está adotando nova estratégia n prevenção das doenças sexualmente transmissíveis que vai além do uso do preservativo. Destacou o uso de coquetel retroviral em pacientes contaminados como forma de evitar maior propagação. A epidemia está estabilizada no país, mas no RS, em SC, no AM e no RJ o número de infectados cresceu.




Fonte: Correio o Povo, página 13 de 3 de outubro de 2015.


Alegrete (RS): Senegalês recebe abraços e rosas de moradores

A chuva de ontem não atrapalhou o gesto de moradores de Alegrete de levar solidariedade ao senegalês Cheikh Ndaw, apelidado de Cherr, na Rua dos Andradas, onde ele mantém banca de comércio ambulante. Ao meio-dia, os participantes foram dar um abraço no imigrante e em seu amigo Mamadou Bamba Diuf. Cherr recebeu rosas e pousou para fotografias. O comerciante Valdivo Rohbe deixou a loja de tintas abertas no horário em apoio ao ato. Cherr disse estar “muito faceiro” com a receptividade da população. O movimento de solidariedade a Ndaw havia sido articulado por uma rede social.


Fonte: Correio do Povo, página 11 de 3 de outubro de 2015.



Ação prende 46 traficantes em Porto Alegre

Operação ocorreu na manhã de ontem na zona Sul. Cem pontos de vendas de drogas foram fechados


Uma megaoperação do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) fechou cem pontos de venda de drogas e prendeu 46 traficantes, que integravam 14 quadrilhas diferentes. A ação foi deflagrada na manhã de ontem. As gangues agiam no bairro Restinga, na zona Sul de Porto Alegre. Outros causados foram capturados no decorrer das investigações, que duraram nove meses. A operação, batizada de Gênesis, foi comandada pelo delegado Mário Souza.
Os principais alvos foram os condomínios populares Ana Paula e Camila do programa habitacional federal Minha Casa, Minha Vida. Nestes, de acordo com a Polícia, mais de 40 famílias foram expulsas ou tiverem de vender suas casas aos criminosos. “Checamos quais residências foram ocupadas ilegalmente pelos traficantes”, afirmou Souza. Muitos moradores eram obrigados a das pernoite aos bandidos.
Os imóveis invadidos pelos criminosos erma usados para abrigar integrantes da quadrilha. Mas, as casas também podiam ser utilizadas como depósitos ou como bocas de fumo. “Estavam transformando os imóveis em currais do narcotráfico”, comentou o delegado.
GRANDE EFETIVO. A ação foi considerada a maior da história da corporação em termos de mobilização de efetivo. O contingente empregado foi de 650 agentes. Foram apreendidos pistolas, revólveres, munição, mais de mil pedras de crack, 300 buchas de cocaína, 200 tijolinhos de maconha, aproximadamente R$ 3 mil, 150 celulares e seis veículos, entre outros objetos. Os policiais cumpriram cem mandatos de busca e apreensão e outros 43 prisão. “Nenhum tiro foi disparado. Saturamos a área”, destacou Souza.
AS investigações começaram a partir de denúncias de moradores dos dois condomínios populares. Frequentemente, as quadrilhas entravam em conflito pela disputa de território na Restinga, ocorrendo mortes. “A região é extremamente conflagrada por causa disso”, constatou o delegado. Conforme Souza, o líder de um dos principais grupos de narcotráfico está entre os presos na operação de ontem. O acusado foi localizado em um dos imóveis invadidos. Com antecedentes criminais, o criminoso é considerado “um traficante muito violento”.
O Denarc já solicitou às instituições federais, estaduais e municipais uma ação social nos dois condomínios. Conforme Souza, é preciso averiguar a atual situação dos moradores. Verificar quem ainda reside no local e os que foram expulsos. Um dos objetivos será apurar quem são os verdadeiros proprietários dos imóveis e resolver algum possível caso de ocupação ilegal. “Muitas das famílias expulsas talvez não queiram retornar”, comentou o delegado.
A Gênesis contou com o apoio do efetivo do Grupamento de Operações Especiais (GOE), que empregou arietes e até cabos presos em viaturas para abrir portas e portões de ferro, surpreendidos os criminosos. O helicóptero do Serviço de Apoio Aéreo do Deic também participou da operação.


Fonte: Correio do Povo, página 17 de 3 outubro de 2015.


Estão fazendo bullying contra o povo brasileiro, por Lúcio Machado Borges*

A desfaçatez já chegou a tal ponto no Brasil que eu acredito que já estão fazendo bullying com o povo brasileiro.
Estão nos assaltando na rua, nos ônibus, nos metrôs, dentro de casa, na volta do trabalho, da faculdade na sinaleira (ou semáforo, dependendo da região do Brasil).
Também estão nos assaltando no supermercado (os preços dos alimentos e demais insumos estão um verdadeiro absurdo!), nos bancos (juros e taxas escorchantes).
Isso sem falar que o governo que todos os brasileiros trocassem o extintor de seus automóveis pelo extintor ABC. Muita gente levou multa e perdeu pontos na carteira e quem comprou o referido extintor, para variar, foi assaltado mais uma vez. Só que aos 45 minutos do segundo tempo, o governo decidiu que não há mais a necessidade de uso de nenhum tipo de extintor de incêndio. Isso chegou a me lembrar da história do kit de primeiros socorros.
Estão nos fazendo de bobo; estão rindo e debochando da nossa cara. Nas próximas eleições, precisamos dar o troco nesta gente. Isso não pode ficar assim! Espero que até outubro do ano que vem, o povo brasileiro não se esqueça disso!



*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 3 de outubro de 2015.

Entre caranguejos e tubarões, por Tiago Holzmann da Silva

A polêmica da hora é o projeto do Cais Mauá, com a fórmula de sempre: falta de transparência, raros espaços de participação, descaso com o planejamento, parcialidade de gestores públicos, atropelos da lei, banalização do debate sobre este marco da cidade.
Atuamos para evitar o jogo raso de tudo ou nada. É impossível, diante de tal complexidade, concordar ou discordar de todas as propostas. Arquitetos sabem que um projeto é resultado de escolhas e renúncias. O Norte aponta apenas para um lado e nossa casa terá espaços voltados ou para o lado frio ou com muito sol. O projeto é o enfrentamento dessas condições e a escolha das melhores soluções com o usuário. Sempre haverá aspectos a aperfeiçoar, a meta é o equilíbrio do conjunto.
Analisando os documentos e o EIA-Rima, vê-se que o consórcio vencedor tem uma proposta clara: trocar o restauro dos armazéns (orçado em R$ 43 milhões) por torres de escritórios e shopping center, alegando que sua exploração financiará as obras de patrimônio. Este modelo, dizem, é justificado pela falta de recursos públicos para sua realização. Em nosso entendimento, o que realmente falta é priorizar o Cais, pois se há recurso público para construir um ineficiente e antiquado viaduto de dois andares (R$ 79 milhões), ou financiamento captado para a Orla (R$ 60 milhões), não se trata disso, mas do interesse privado sobre área pública.
A profissão de xingamentos que permeia a discussão, respondemos com argumentos técnicos e chamamento ao diálogo e bom senso. A participação privada é necessária em empreendimentos dessa envergadura, mas o projeto de cidade não pode ser privatizado, com a conivência de administradores públicos.
Finalmente os usuários os moradores, têm acesso ao projeto, o qual nos parece insuficiente. A troca proposta é desequilibrada e o projeto mantém uma visão atrasada de cidade, do protagonismo ao automóvel, ao comércio e à derrubada massiva da vegetação.
Nem caranguejos nem tubarões, queremos a reabilitação do Cais, público e aberto, integrado com o Centro da cidade, com foco na cultura, restauro do patrimônio, paisagismo qualificado e atividades diversificadas que atendam nos vários interesses e grupos sociais. Sem shopping, sem megaestacionamentos e sem torres. A visibilidade do projeto não se define em uma planilha financeira e sim na garantia de que a paisagem mais simbólica de Porto Alegre seja de todos os seus cidadãos.


Arquite e urbanista, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RS)



Fonte: Correio do Povo, página 2 da edição de 3 de outubro de 2015. 

Zoológico: onda de furto de animais preocupa

O número de ocorrências de furto de animais no Parque Zoológico de Sapucaia do Sul (RS) este ano é preocupante. Pelo menos 15 invasões ocorreram desde o início do ano. Em setembro, no entanto, a situação piorou. Foram cinco invasões com furtos de animais. De agosto até ontem, já foram levados pelo menos 50 animais do parque. Os criminosos furtam pássaros.

A 1ª DP de Sapucaia do Sul e a Delegacia de Meio Ambiente (Dema) trabalham juntas na investigação, que já dura um mês. “Estamos ouvindo todos os funcionários da instituição e os vigilantes terceirizados, que fazem a segurança do parque à noite”, relatou o delegado Luis Fernando Oliveira, titular da 1ª DP local. A principal suspeita da Polícia é que os pássaros estejam sendo encaminhados para o mercado clandestino de venda de animais silvestres. Entre os animais levados estão papagaios. Estes, segundo Paulo Ricardo Salerno, diretor do parque, valem no mercado cerca de R$ 1 mil, cada. “Somente na última ação criminosa, foram levados oito papagaios”, ressaltou.

Segundo o diretor, cinco vigilantes de uma empresa terceirizada fazem a segurança do zoológico. Porém, devido ao tamanho do terreno, o trabalho dos funcionários fica dificultado. “Seria preciso um sistema de monitoramento para coibir novas invasões”, considerou Salerno.

O diretor revelou que havia um sistema de monitoramento no local. No entanto, não foi possível realizar a manutenção dos equipamentos devido à falta de investimentos. Os aparelhos ficaram obsoletos. “Em alguns casos, os criminosos foram vistos. Houve troca de tiros”, revelou. Além dos pássaros, dois porcos selvagens foram abatidos e levados.

Fonte: Correio do Povo, página 17 de 3 outubro de 2015.

Dos mortos no trânsito, 15% têm mais de 60 anos

Na terceira idade, grupos entre 60 e 69 anos lidera o número de vítimas fatais


O Observatório Nacional de Segurança Viária divulgou ontem – Dia Internacional do Idoso – dados sobre a violência no trânsito envolvendo a terceira idade. Informações do DataSUS revelam que, em 2013, dos 42.266 mortos no trânsito em todo o Brasil, 6.491 eram idosos (15,35%). Na análise, foram consideradas as pessoas a partir dos 60 anos. Em comparação com o ano anterior (2012), quando o Brasil chegou a 44.812 mortos no trânsito, a terceira idade representou 14,72% do total de mortes (6.598) – 0,63% maior.
De acordo com o último senso do IBGE (2010), esse segmento acima dos 60 anos representava 10,8% da população brasileira, abaixo de sua representação entre as vítimas fatais do trânsito. De forma geral, a população idosa algumas particularidades dentro a segurança viária: há um maior risco de se envolver em um acidente e mais dificuldade de recuperação de lesões graves. Nas faixas etárias mais avançadas, a tendência é de certo nível de deterioração de aspectos fundamentais para uma condução segura, como a visão e, consequentemente, a capacidade de reação.
O grupo que mais morre entre os idosos está entre 60 e 69 anos, totalizando 3.377 vítimas fatais, seguidos por aqueles de 70 a 79 anos (que somaram 2.101 mortos). O grupo entre 60 e 69 anos também é o maior em número de habitantes e o que tende a apresentar maior mobilidade entre as demais faixas na terceira idade. As faixas etárias dos 60 a 69 anos e dos 15 anos a 19 têm mortalidade bem próxima. A última faixa etária registrou 3.425 óbitos em 2013.



Mais dados
Dos 6.491 idosos mortos em 2013, 2.542 eram pedestres (39,15%) e 1.438 ocupantes de automóveis (22,15%). Outros 626 (9,64%) eram motociclistas e 530 (8,16%) ciclistas.
Outros modais têm índices menores, como ocupantes de triciclos ou ônibus, caminhonetes e veículos pesados, que, juntos, representam 0,27% do total de mortes do segmento acima de 60 anos.
A faixa que mais registra óbitos no trânsito é a dos 20-29 anos, com 10.027 registros em 2013; seguida pela de 30-39 (8.357 mortes) e em terceiro lugar, dos 40-49 (6.764 mortos).





Fonte: Correio do Povo, página 17 de 2 de outubro de 2015.