Contrabando dá prejuízo de R$ 100 bilhões por ano ao Brasil

O Brasil perde R$ 100 bilhões por ano com o contrabando de produtos. De acordo com o Instituto de Ética Concorrencial (Etco) e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), esse é o prejuízo do país com sonegação e perdas de cada setor do comércio. Os números foram divulgados hoje (3) em Brasília.

A ideia é que o dia 3 de março seja, a partir de agora, o Dia Nacional de Combate ao Contrabando, informou o Movimento em Defesa do Mercado Legal, formado por 70 entidades representadas pelo Etco e pelo FNCP. Para marcar o dia, houve ações em São Paulo, Brasília e Foz do Iguaçu, entre elas, a destruição de produtos contrabandeados e divulgação de quanto o contrabando custa aos cofres do país.

No ano passado, foram apreendidos R$ 515 milhões em cigarros contrabandeados. O produto é protagonista no cenário do contrabando no Brasil. Outros produtos, no entanto, também apresentam números significativos. No mesmo período, foram apreendidos R$ 151 milhões em eletrônicos, R$ 94 milhões em vestuário e R$ 55 milhões em óculos de sol.

As entidades mostram ainda que a alta carga tributária no Brasil acaba sendo um obstáculo no combate ao contrabando. Enquanto no Paraguai os impostos giram em torno de 10% do valor dos produtos, no Brasil, as taxas são muito superiores.

De acordo com estudo da Etco e da FNCP, os óculos de sol no Brasil carregam 44% de seu preço em impostos e metade do valor cobrado por aparelhos de DVD é carga tributária. E, não à toa, os cigarros são campeões de contrabando. Consumidores preferem comprar cigarros vindos ilegalmente do Paraguai, em vez de pagar 70% do valor em impostos no cigarro brasileiro.

“Às vezes, a solução pode passar por uma reanálise da carga tributária. Às vezes, pode passar por um problema de esclarecimento público, de convocação dos brasileiros e dos agentes econômicos para um esforço de fazer com que as regras do jogo valham para todos”, disse o presidente da Etco, Evandro Guimarães.

No Congresso, uma frente parlamentar está sendo criada para tratar a questão. De acordo com o deputado Efraim Filho (DEM-PB), já está sendo formulado um projeto de lei para aumentar a proteção à indústria e à produção nacionais. “Ainda em março, vamos protocolar um projeto de lei com foco na prevenção, com campanhas de advertência, fiscalização, para que os comerciantes estejam aptos a perceber esse novo momento.”

Para o presidente-executivo do FNCP, Edson Vismona, uma das providências mais urgentes é aumentar a fiscalização nas fronteiras. Tivemos esse tema discutido nas duas últimas campanhas para presidente. Todos têm consciência da importância da fronteira. Algumas ações são feitas, mas têm que ser mais constantes, permanentes, porque é assim que vamos sufocar a criminalidade.”

 

Agência Brasil

 

Dólar comercial fecha a R$ 2,928 e renova maior valor em 10 anos

por DANIELLE BRANT

O dólar comercial, usado nas transações com o exterior, fechou cotado a R$ 2,928, o maior valor do ano, em um dia de preocupação com o futuro das intervenções do Banco Central no mercado de câmbio.
A visão corrente dos investidores é que o Banco Central deverá reduzir o volume de intervenções para conter a alta do dólar, deixando a moeda americana se apreciar um pouco mais nas próximas semanas. Até então, o mercado acreditava que o BC não deixaria a moeda subir tanto devido a seus efeitos na inflação.
Ao fim do pregão, o dólar comercial subiu 1,13%, e encerrou cotado a R$ 2,928, maior valor desde 2 de setembro de 2004, quando a moeda encerrou cotada a R$ 2,94. No entanto, atualizando os valores pelo IPCA (índice oficial de inflação) de janeiro, último dado disponível, o dólar daquela época seria hoje muito maior: R$ 5,13, segundo a consultoria Economatica.
O dólar à vista, referência no mercado financeiro, subiu 0,43%, a R$ 2,904, no maior valor desde 14 de setembro de 2004, quando fechou a R$ 2,913 (R$ 5,09 hoje, em valores corrigidos).
Desde 30 de janeiro, quando o ministro Joaquim Levy (Fazenda) afirmou que não manteria "artificialmente" a taxa de câmbio, o dólar já subiu 11%. No ano, a alta é de 9,67%.
O principal intrumento do BC para conter a alta do dólar é a venda de contratos que equivalem à compra de dólar no futuro, conhecido como swap cambial tradiconal. Nessa operação, o BC se compromete a pagar em reais a variação do dólar em uma determinada dada, geralmente o início do mês. Isso retira a pressão de alta do dólar nos mercados à vista e futuro. Se o BC reduzir a oferta desses contratos, automaticamente, deixa de segurar as cotações.
Na sexta, o BC anunciou um leilão desses instrumentos menor do que o habitual, sinalizando que só deve rolar em torno de 80% do total de US$ 9,964 bilhões de contratos existentes no mercado.
"É uma primeira sinalização de que o BC está testando o apetite do mercado em relação à política de rolagem. Dá sinais de que está começando a testar qual seria a reação da taxa de câmbio e do mercado com uma retirada de parte do programa, que ajuda a manter um controle do preço da moeda", afirma Fabiano Rufato, gerente-sênior da mesa de câmbio da Western Union.
Além das dúvidas em torno do programa de intervenção do BC, a possibilidade de o governo não conseguir aprovar no Congresso os ajustes fiscais que precisa fazer para resgatar a credibilidade do país preocupa os investidores.
Em um esforço para sinalizar maior disposição de articulação com o Congresso, a presidente Dilma Rousseff deve receber os líderes da base aliada na Câmara até quinta-feira (5) em uma reunião para discutir a relação e avaliar os cenários econômico e político.
O Planalto chamou os líderes numa mobilização para votar ainda nesta terça-feira (3) o Orçamento de 2015, que está pendente, e também para garantir a manutenção de vetos a projetos incômodos, com impacto nas contas públicas.
BOLSA
O principal índice do mercado acionário brasileiro voltou a subir nesta sessão, após cair 1% no dia anterior. O Ibovespa fechou com alta de 0,56%, a 51.304 pontos. Das 68 ações negociadas, 40 subiram, 26 caíram e duas fecharam estáveis.
O volume financeiro no pregão foi de R$ 5,37 bilhões, abaixo do giro médio diário do ano, que é de R$ 6,67 bilhões, até o dia 2.
O destaque do pregão ficou com os papéis da Petrobras, que fecharam com alta superior a 2%. As ações preferenciais, mais negociadas e sem direito a voto, subiram 2,13%, a R$ 9,60. Os papéis ordinários, com direito a voto, fecharam em alta de 2,48%, a R$ 9,51.
A empresa anunciou na segunda-feira que pretende obter US$ 13,7 bilhões (R$ 39 bilhões) com a venda de ativos no Brasil e no exterior.
A cifra representa um aumento de 25% em relação ao teto da meta originalmente traçada -de US$ 11 bilhões (R$ 32 bilhões), valor estabelecido em fevereiro do ano passado no Plano de Negócios e Gestão para os anos de 2014 a 2018. O piso, na época, foi fixado em US$ 5 bilhões (R$ 14,5 bilhões).
Segundo a Petrobras, 30% dos recursos devem vir da venda de projetos de exploração e produção, como a venda de parcial ou integral de campos de petróleo e gás. A expectativa é que outros 30% terão origem na área de abastecimento, que inclui refinarias, dutos, terminais e a rede de distribuição de postos de combustíveis. A maior fatia, prevê a estatal, deve ser obtida em empreendimentos de gás e energia, como termelétricas, gasodutos e unidades de produção de fertilizantes.
Nesta terça-feira, a agência de classificação de risco Moody′s alertou para o risco de os bancos brasileiros sofrerem um efeito cascata por exposição à Petrobras.
Apesar disso, os papéis de bancos fecharam em alta no dia. As ações do Itaú subiram 0,77%, a R$ 36,60. Os papéis do Bradesco tiveram alta de 0,16%, a R$ 37,15. As ações do Banco do Brasil fecharam com queda de 0,17%, a R$ 23,63.
As ações da Oi lideraram as altas do Ibovespa nesta sessão, após subirem 6,53%, a R$ 6,36. No sentido contrário, as ações da Natura lideraram as baixas do dia, depois de caírem 4,18%, a R$ 26,16.
Fonte: Folha Online - 03/03/2015 e Endividado

 

STJ reconhece possibilidade de parceiro homossexual pedir pensão alimentícia

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou a viabilidade jurídica da união estável homoafetiva e entendeu que o parceiro em dificuldade de subsistência pode pedir pensão alimentícia após o rompimento da união estável.
A posição da Turma reafirmou a jurisprudência adotada pelo STJ e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em casos semelhantes. O entendimento unânime afastou a tese de impossibilidade jurídica do pedido adotada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e determinou o julgamento de uma ação cautelar de alimentos.
O recurso foi proposto pelo parceiro que alega dificuldade de subsistência, pois se recupera de hepatite crônica, doença agravada pela síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) da qual é portador. Ele afirma que desde o fim da relação, que durou 15 anos, não consegue se sustentar de forma digna.
Após iniciar ação de reconhecimento e dissolução de união estável, ainda pendente de julgamento, o parceiro propôs ação cautelar de alimentos, que foi julgada extinta pelo TJSP em razão da “impossibilidade jurídica do pedido”.
Confronto
O tribunal paulista entendeu que a união homoafetiva deveria ser tida como sociedade de fato, ou seja, apenas uma relação negocial entre pessoas e não como uma entidade familiar. Tal entendimento, afirmou o relator Luis Felipe Salomão, “está em confronto com a recente jurisprudência do STF e do STJ”.
O ministro destacou que o Código Civil de 2002, em seu artigo 1.694, prevê que os parentes, os cônjuges ou companheiros podem pedir uns aos outros alimentos, na qualidade de sujeitos ativos e passivos dessa obrigação recíproca, e assim “não há porque excluir o casal homossexual dessa normatização”.
De acordo com o relator, a legislação que regula a união estável deve ser interpretada “de forma expansiva e igualitária, permitindo que as uniões homoafetivas tenham o mesmo regime jurídico protetivo conferido aos casais heterossexuais”.

Evolução jurisprudencial

Salomão destacou julgamentos que marcaram a evolução da jurisprudência do STJ no reconhecimento de diversos direitos em prol da união homoafetiva, em cumprimento dos princípios de dignidade da pessoa humana, de igualdade e de repúdio à discriminação de qualquer natureza, previstos na Constituição.
Tais casos envolveram pensão por morte ao parceiro sobrevivente, inscrição em plano de assistência de saúde, partilha de bens e presunção do esforço comum, juridicidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo, adoção de menores por casal homoafetivo, direito real de habitação sobre imóvel residencial e outros direitos.
Segundo Salomão, no julgamento da ADPF 132, o STF afirmou que ninguém, “absolutamente ninguém, pode ser privado de direitos, nem sofrer quaisquer restrições de ordem jurídica por motivo de sua orientação sexual”.
Com a decisão da Quarta Turma, afastada a tese da “impossibilidade jurídica do pedido”, o julgamento do processo continuará no tribunal de origem, que vai avaliar os requisitos para configuração da união estável e a necessidade do pagamento da pensão.
O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.
Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça - 03/03/2015 e Endividado

 

 

 

Após alta de 32%, Aneel prevê novo reajuste médio de 10% na energia

por JULIA BORBA

O aumento médio de 32% na conta de luz dos brasileiros aprovado na semana passada não encerrou a escalada dos preços da energia neste ano.
Cálculos da Superintendência de Gestão Tarifária da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), obtidos pela Folha, dão como certo um novo reajuste médio de 10% sobre as tarifas ao longo do ano, que afetará os consumidores de baixa tensão, como residências urbanas e rurais.
O percentual diz respeito à média dos reajustes ordinários das tarifas. Esse tipo de correção já é prevista e ocorre uma vez por ano para todas as empresas de distribuição do país. Portanto, afeta todos os consumidores.
É por meio do reajuste ordinário que se corrige a inflação, alterações no custo dos encargos setoriais, dos contratos de compra de energia ou ainda as despesas com manutenção e operação.
Para cada uma das 64 distribuidoras há uma data específica para a análise e aprovação dos novos preços, que ocorre sempre entre fevereiro e dezembro –o processo já teve início, com aumentos que chegaram a superar 40%.
AJUSTE DUPLO
Neste ano, excepcionalmente, o governo Dilma Rousseff permitiu que fossem feitas duas correções das tarifas de energia. Além do reajuste ordinário, também foi feito um extraordinário.
Aprovado na sexta-feira passada (28), esse aumento atípico repassou para a tarifa dos consumidores o gasto integral do setor em 2015, que inclui os pagamentos dos programas sociais (como Luz para Todos e as tarifas especiais para baixa renda), além dos gastos com indenização de concessões e compra de combustíveis para as usinas térmicas.
Como esses gastos são muito elevados –R$ 25,2 bilhões, sendo R$ 18,9 bilhões pagos pelos consumidores–, as distribuidoras solicitaram repasse imediato para as tarifas.
A conta ficou alta porque, neste ano, o Tesouro Nacional decidiu não fazer injeção financeira no fundo do setor. Ainda em janeiro, o Ministério da Fazenda mandou cortar o repasse previsto de R$ 9 bilhões para essa conta.
Isoladamente, o reajuste extraordinário teve impacto de 23,4% sobre o preço da energia. Junto com ele, a Aneel também elevou o preço das bandeiras tarifárias, elevando o aumento para 32% em meses mais críticos, de bandeira vermelha.
Por meio do sistema de bandeiras, o governo pode elevar mensalmente as já aumentadas tarifas de energia. A ideia é repassar de imediato os gastos maiores com compra de energia em tempos de crise, como os atuais, em que a seca prejudica a geração hidrelétrica.
A bandeira vermelha, que está em vigor, subiu de R$ 3 a cada 100 kWh consumidos para R$ 5,50 (alta de 83%).
Antes de aprovados os reajustes, o ministro Eduardo Braga afirmou que, no ano, o aumento da luz não superaria 40% e o das bandeiras não ultrapassaria 50%.
Para algumas empresas, como a AES Sul (que atende parte do interior gaúcho), o tarifaço já chega a 48% antes da aprovação do reajuste ordinário. Para a Eletropaulo –que serve a cidade de São Paulo–, o aumento está em 40,4%, incluindo a bandeira vermelha.

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: Folha Online - 03/03/2015 e Endividado

Morre cantor sertanejo Zé Rico, parceiro de Milionário

Morreu hoje (3), em Americana, interior de São Paulo, o cantor José Rico Alves dos Santos, que fazia dupla sertaneja com Milionário. Ele foi internado durante a manhã com complicações no coração e nos rins.

José Rico Alves dos Santos, conhecido como José Rico, da dupla Milionário & José Rico, morreu, em Americana, no interior de São Paulo, após ser internado com complicações no coração e rins (Divulgação/Págin

Pernambucano,  José  Rico  foi  criado  em  Terra  Rica,  no  ParanáDivulgação/Página Oficial Milionário & José Rico

“Vamos rezar por este homem que tanta alegria nos deu. É impossível descrever nossa tristeza. Estamos todos em estado de choque”, destaca nota oficial divulgada pela assessoria de imprensa da dupla. "Mas o tempo cercou minha estrada e o cansaço me dominou. Minhas vistas se escureceram e o final desta vida chegou", ressalta o texto, em referência a uma das letras da dupla.

Segundo o Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, José Rico nasceu em São José do Belmonte, em Pernambuco, no dia 20 de junho de 1946. Ele foi criado na cidade de Terra Rica, Paraná. Seu nome artístico faz referência à cidade.

A dupla com Romeu Januário de Matos, o Milionário, começou em 1968, após encontro casual em um hotel de São Paulo. Em 1982, a dupla alcançou grande sucesso com Tribunal do Amor.

Seus sucessos incluem músicas como Jogo de amor, De Longe Também se Ama, O Tropeiro, Amor Dividido e Estrada da Vida, que vendeu mais de 2 milhões de cópias e deu origem ao roteiro do filme homônimo, dirigido pelo cineasta Nelson Pereira dos Santos.

No fim da década de 90, a dupla já havia vendido mais de 31 milhões de discos, com destaque para as canções A Carta, Vontade Divina, Dê Amor Pra Quem te Ama e Viver a Vida.

Segundo a assessoria de imprensa do cantor, o velório está marcado para as 20 horas, na Câmara Municipal de Americana, na Praça Divino Salvador, Bairro Girassol. Não há informações sobre horário e local do enterro.

 

 

Agência Brasil

 

Maioria dos brasileiros ainda não usa internet para comprar

por LUISA BRASIL

Comércio eletrônico é desconhecido por 74% dos consumidores locais, revela pesquisa
Rio - Apesar de ser um segmento em franca expansão, o comércio pela internet ainda é um terreno inexplorado pela maioria dos brasileiros. Uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 74% dos entrevistados nunca fizeram uma compra eletrônica.
O percentual varia conforme fatores como idade e renda: os mais jovens e mais ricos são mais familiarizados com a rede. Entre os entrevistados com idade entre 16 e 24 anos, 65% nunca fizeram compras online. Na faixa etária acima de 55 anos, o percentual sobe para 87%.
No quesito renda, famílias com ganhos acima de cinco salários mínimos são mais adeptas da prática, sendo que pelo menos 53% já compraram online. Entre as famílias que ganham até um salário mínimo, o percentual de pessoas que usaram a internet para consumir é de apenas 14%.
Os dados não surpreendem o presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), Maurício Salvador. Ele afirma que os principais entraves para a disseminação do comércio eletrônico são logísticos: o primeiro diz respeito ao próprio acesso. “Quase metade dos brasileiros ainda não tem acesso à internet. Entre os que têm, muita gente ainda possui internet de baixa qualidade, com navegação lenta que acaba prejudicando a experiência da compra online”, afirma.
Outro gargalo diz respeito à distribuição dos produtos, que ainda é muito cara devido a problemas com a malha rodoviária e o alto custo do combustível. “O custo do frete é muito elevado porque a malha rodoviária é ruim, o custo do combustível é alto e tem o problema de segurança, que encarece o seguro do frete”, diz.
Entre os participantes da pesquisa, 11% apontaram a demora na entrega como uma das maiores desvantagens da compra eletrônica.Outros 11% citaram as dificuldades para devolver e trocar produtos e 15% acreditam que a falta de contato com o produto é uma desvantagem desta modalidade de compra.
No que diz respeito às vantagens, o preço mais em conta foi citado como um fator positivo por 21% dos entrevistados, seguido pela praticidade, mencionada por 19% dos participantes.
O geofísico Yan Borges, 25 anos, que costuma fazer compras online uma vez por mês, confirma que os preços costumam ser melhores em lojas virtuais. “Sempre comparo e percebo que há bastante diferença”, diz ele, que acabou de adquirir uma chuteira pela internet.
Pelo fato de não ter experimentado o calçado, Borges acabou recebendo o produto em um tamanho menor: “Isso é um risco, mas a empresa ofereceu a troca de graça e foi tudo bem rápido.”
A analista de marketing Larissa Moura, de 28 anos, já teve dificuldades para trocar produtos e afirma que as empresas ainda precisam desenvolver o setor de pós-venda. “Você tem que ficar ligando para a central de atendimento, esperar na linha, não é sempre a mesma pessoa que te atende. É sempre uma novela”, reclama.
Ainda assim, acredita que compensa recorrer às lojas virtuais em vez das físicas. “Vale a pena pela praticidade, preço e não ter um vendedor empurrando outras coisas” diz ela, que é adepta das compras online para adquirir roupas, livros, calçados e até artigos de pet shops.

Alto potencial de crescimento

Para Maurício Salvador, presidente da Abcomm, a pesquisa mostra que o e-commerce ainda é um nicho com grande potencial no Brasil. Prova disso foi o crescimento expressivo em 2014. Enquanto o varejo físico amargou queda nas vendas, os negócios na internet cresceram 27%, faturando R$ 39,5 bilhões no ano.
Mesmo com a economia desaquecida, a previsão para 2015 é de manutenção do crescimento, com faturamento de R$ 49,8 bilhões. “A gente prevê que quatro milhões de consumidores vão comprar pela internet pela primeira vez em 2015. Isso traz um oxigênio forte para o setor”, assegura.
Segundo Salvador, apesar das grandes redes ainda dominarem as vendas na internet, o e-commerce é uma boa plataforma para pequenos e médios empreendedores. “As grandes empresas vem perdendo participação para este tipo de empreendedor”, diz, afirmando que o comércio eletrônico pode ser uma porta de entrada até mesmo para quem quer se estabelecer no mercado físico. “A internet tem um custo menor, é boa para testar o produto e formar uma base de clientes”, afirma.
Fonte: O Dia Online - 03/03/2015 e Endividado

 

 

Paralisação em obras da Valec irá causar 9 mil demissões

por DIMMI AMORA

A paralisação das obras de construção das Ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste vai causar quase nove mil demissões nas próximas semanas, afetando principalmente os estados da Bahia, Goiás e São Paulo.
O governo federal, responsável pela construção, já foi avisado que todas as empresas responsáveis pela implementação das estradas de ferro vão ampliar os cortes de funcionários que estão sendo feitos desde o meio do ano passado. As companhias afirmam que não recebem da Valec há mais de 60 dias por faturas que foram emitidas no ano passado.
Em artigo publicado hoje na Folha, João Santana, presidente da Constran, uma das companhias que está construindo as duas ferrovias, informou que sua empresa vai parar as obras pela falta de pagamento. Ele criticou a Valec, estatal que é responsável pela construção.
Segundo Santana, a estatal não dá qualquer definição sobre quando serão feitos os pagamentos e se as empresas devem ou não continuar as obras.
Em seu artigo, João informa que as empresas não têm mais como se sustentar sem os recebimentos do governo já que não têm mais acesso a crédito nem nos bancos públicos. Ele criticou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que, segundo ele, está fazendo superávit primário dando calote nas companhias.

ATRASOS

As duas ferrovias, que fazem parte do PAC, já tem atrasos significativos em suas construções. O trecho da Norte-Sul em obras, que vai de Ouro Verde (GO) a Estrela D′Oeste (SP), estimado em R$ 3 bilhões, foi licitado em 2010 e deveria, pela programação do governo, estar pronto em 2012. A obra, contudo, tinha cerca de 78% de avanço até o fim do ano passado e a previsão era que ficasse pronta no fim deste ano.
Esse trecho da Norte-Sul é considerado fundamental para o escoamento da produção já que ligaria as ferrovias de São Paulo, maior mercado produtor e consumidor, diretamente à estrada de ferro que vai até os portos da região norte do país.
Já a Ferrovia Oeste Leste, também licitada no governo Lula e estimada em R$ 4,5 bilhões, está ainda mais atrasada (60% de execução) e tinha previsão para estar concluída apenas em 2016. Essa ferrovia ligaria uma região com minas de ferro no interior da Bahia a um porto que está planejado para ser feito no litoral, mas que também está atrasado.
Segundo dados da Valec, que a Folha obteve pela manhã no site da empresa e que na parte da tarde foram retirados, as duas obras tinham cerca de 9,2 mil pessoas trabalhando até o mês de dezembro. Esse número já chegou a ser de 12 mil trabalhadores no início do ano passado, quando as obras avançavam em seu ritmo mais rápido nesses quatro anos.
A partir do meio do ano, o número de trabalhadores foi diminuindo, período que coincidiu com o início do atraso nos pagamentos.
A Folha procurou a Valec que disse que não iria se pronunciar, passando a tarefa aos ministérios dos Transportes e do Planejamento, que não responderam até a publicação.
Fonte: Folha Online - 03/03/2015 e Endividado

✔ Riserva Piattelli - Últimas unidades!

Para maiores informações, entrar em contato com o corretor de imóveis Lúcio Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail: luciomachadoborges@gmail.com

 

 

 

Riserva Piattelli - Últimas unidades! - www.rsnoticias.net

Senado aprova projeto que muda regra para fusão de partidos

O plenário do Senado aprovou hoje (3) o primeiro projeto relacionado à reforma política. O Projeto de Lei Complementar (PLC) 4/2015, enviado pela Câmara, estabelece que partidos políticos com menos de cinco anos de criação não podem fazer fusões com outras legendas.

O principal objetivo da proposta é evitar a criação de partidos políticos com o objetivo exclusivo de driblar a regra da fidelidade partidária. Também com esse objetivo, o projeto estabelece que a janela de migração para novos partidos, surgidos de fusão, será 30 dias.

O texto foi aprovado sem alterações, permanecendo igual ao enviado pela Câmara. Lá, o relator da matéria, deputado Sandro Alex (PPS-PR), incluiu dispositivo no texto aprovado para garantir que novo partido, surgido de fusão, não levará o tempo de propaganda, no rádio e na televisão, nem os recursos do Fundo Partidário, vinculados a deputados que mudaram de legenda.

A votação teve a oposição do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que reclamou da “pressa” para a aprovação da matéria, que classificou de votação de ocasião. “O problema não é o mérito. Tenho dito aqui. O problema é a circunstância, a celeridade, a pressa com que a matéria está sendo colocada para votação diante de outros temas necessários à reforma política, diante de temas indispensáveis à reforma política, como o financiamento de campanha."

Apesar disso, o projeto contou com o apoio de quase todo o plenário e foi aprovado em votação simbólica, o que significa que houve acordo sobre o mérito. Como não teve alterações em relação ao texto da Câmara, não precisa retornar para nova análise dos deputados e segue para sanção da presidenta Dilma Rousseff.

 

Agência Brasil

 

DESOBEDIÊNCIA CIVIL CRESCE NO BRASIL! POR QUÊ? ONDE VAI CHEGAR?


1. De forma resumida se poderia subdividir a Desobediência Civil em 4 situações. A primeira é quando um governo toma decisões que afetam o direito natural das pessoas. Dois líderes foram exemplares nestes casos: Mahatma Gandhi (vide a marcha do Sal) e Martin Luther King (direitos civis dos negros).
2. Uma segunda situação é quando o próprio governo atropela a legalidade existente e quer impor as regras que entende. A resistência das pessoas ao desrespeito pelo governo das normas estabelecidas tem ocorrido com frequência nos dias de hoje na Venezuela.
3. Uma terceira situação é quando a desobediência civil tem um viés revolucionário e objetiva acumular forças, derrubar o governo e implementar uma nova ordem.
4. Nenhuma dessas três situações se enquadra na realidade brasileira atual. Mas que os atos e fatos de desobediência civil prosperam no Brasil não há qualquer dúvida. Os desdobramentos da greve dos caminhoneiros é exemplo disso. Reações das comunidades contra a repressão policial são outros exemplos. Ações tipo “ocupa”, inauguradas em Madrid e em Nova York mobilizadas pelas redes sociais, da mesma forma. Em boa medida as mobilizações de 2013 no Rio e em S.Paulo tiveram essas características, e que prosseguem hoje em mobilizações de menor porte, mas que têm efeito cumulativo. Pontualmente, as mobilizações e greves permanecem, independente de decisões judiciais.
5. Como se definiria ou se enquadraria a Desobediência Civil no Brasil de hoje? É verdade que a crise econômica, política e ética fornece o tempero para isso. Mas a razão de fundo é a diluição da autoridade pública, especialmente em nível federal.  É como se as pressões populares, lutando pelo que entendem sejam os seus direitos, ao apontarem especialmente para o governo federal, sentissem que a autoridade do governo federal está diluída e que não há expectativas de soluções através dele.
6. Isso gera dois efeitos: a juridicialização dos conflitos políticos e sociais; e um excesso de legislação como se a solução fosse criar leis, o que se faz para se ganhar tempo, já que quase sempre estarão pendentes de regulamentação ou complementação.
7. Com a crise econômica se aprofundando, com o impasse político parlamentar e com a crise ética –em nível das elites empresariais e políticas, é de se esperar que os atos e fatos de desobediência civil, vis a vis a diluição da autoridade pública, ganhem mais intensidade e maior extensividade nos próximos meses.
8. Cabe ao governo federal, aos lideres políticos e sociais, a intelectuais e a imprensa, colocarem em cima da mesa suas preocupações quanto à Desobediência Civil que cresce, antes que saia de controle, produzindo consequências graves, exacerbando os conflitos e transformando-os em confrontos.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

 

Caminhoneiros liberam trecho da Rodovia Raposo Tavares

 

Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

Caminhoneiros interditaram, desde a manhã de hoje (3), os dois sentidos da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), no município de Palmital, a 415 quilômetros da capital paulista. O protesto faz parte do movimento nacional que reivindica redução no preço do óleo diesel e aumento no frete.

De acordo com a Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart), o bloqueio começou por volta das 8h e foi encerrado às 16h, quando todas as faixas foram liberadas.

Durante o protesto, viaturas de emergência, veículos de passeio e caminhões com carga viva seguiam normalmente pela faixa da esquerda. No sentido interior, a fila de caminhões alcançou 7 quilômetros (km). O sentido capital da rodovia teve 2 km de fila.

Esse trecho da Rodovia Raposo Tavares também foi bloqueado pelos manifestantes ontem (2), na quarta e na quinta-feira da semana passada.

Outro protesto ocorreu hoje nessa rodovia, na altura do km 563, município de Presidente Prudente. Desde as 9h, somente a faixa da esquerda esteve liberada para emergência, carros e caminhões com carga viva. A concessionária informou que o bloqueio acabou às 14h15 e que todas as faixas já estão liberadas para tráfego.

 

Agência Brasil

 

OITO DE ONZE GRANDES CIDADES BRASILEIRAS DESPENCAM NO RANKING GLOBAL!


(BBC, 03) 1. Oito de 11 metrópoles brasileiras despencaram no ranking de crescimento econômico elaborado pelo centro de estudos Brookings Institution, dos Estados Unidos.  Este centro analisa anualmente o desempenho das 300 maiores economias metropolitanas do mundo com base na evolução do seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita e da criação de empregos.  Salvador foi a cidade que mais perdeu posições, passando do 64º lugar em 2013 do estudo para 266º em 2014, com uma queda de 0,9% do PIB per capita e um aumento de 0,5% na taxa de emprego.
2. Porto Alegre foi a segunda cidade do país com a maior piora, ao passar do 158º para o 290º lugar. A capital gaúcha teve uma redução de 1,7% no PIB per capita e de 0,2% na taxa de emprego.  Além destas, São Paulo, Campinas, Brasília, Curitiba, Vitória e Fortaleza caíram no ranking. Já Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte melhoraram de posição.
3. Mas, de forma geral, o desempenho das cidades do país presentes no estudo decepcionou no ano passado, mesmo os das três que galgaram posições.  A queda no PIB per capita foi quase uma constante entre as metrópoles brasileiras. Somente Recife, em 200º lugar, teve um ligeiro aumento, de 0,2%.
4. Ranking das metrópoles brasileiras.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

 

VEJA-RIO (03):  81% DOS CARIOCAS APOIAM A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL!


1. Uma pesquisa realizada pelo Movimento O Rio pela paz mostrou que 81% dos cariocas são favoráveis à redução da maioridade penal. Foram ouvidas 407 pessoas entre os dias 5 e 8 de fevereiro, todos moradores do Rio e região metropolitana.  “O que podemos perceber no dia a dia é que o chamado cidadão de bem, aquele que paga seus impostos e quer o retorno, seja na segurança, na educação ou infraestrutura, quer atitudes concretas dos Governantes, projetos que reduzam, de fato, os índices de criminalidade sem importar se algo é competência Federal, Estadual ou Municipal”, afirma Rommel Cardozo, presidente do O Rio pela Paz.
2. “Acredito que estamos num momento decisivo para a história do Brasil: o recomeço de um novo mandato de paramentares, daqueles que escrevem as regras para o bom funcionamento do país. Eleitos democraticamente, eles tem legitimidade para realizar as transformações que o Brasil espera. Paralelamente, um novo presidente da Câmara foi eleito, prometendo trabalhar pautas independente das que o Governo as tem como prioritárias. Torcemos para que ele coloque em pauta algum dos projetos de Lei que pedem a redução da maioridade penal”, finaliza."
3. Matéria da Veja-Rio.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Juíza cancela visto e determina que União deporte Battisti para México ou França

Cesare Battisti

Condenado na Itália por crime de homicídio, Battisti está no Brasil desde 2004Agência Brasil/Arquivo

Três anos e meio depois de receber os primeiros documentos que lhe deram o direito de viver e trabalhar no Brasil, o ex-ativista italiano Cesare Battisti, condenado na Itália à prisão perpétua por homicídio quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo, teve considerado nulo o ato de concessão de permanência em território brasileiro.

Em decisão proferida em 26 de fevereiro e divulgada hoje (3), a juíza federal de primeira instância em Brasília Adverci Rates Mendes de Abreu, atendendo a pedido do Ministério Público Federal, considerou ilegal ato do Conselho Nacional de Imigração (CNIg) que concedeu a Battisti visto de permanência definitiva no Brasil.

Para a juíza, o ato contrariou “norma de observância obrigatória” da Lei 6.815/1980 (Estatuto do Estrangeiro), que impede a concessão de visto a estrangeiro condenado ou processado em outro país por crime doloso. Na decisão, da qual cabe recurso, a magistrada determina que a União implemente procedimento de deportação para o México ou a França, países pelos quais Battisti passou antes de chegar ao Brasil.

Depois de condenado na Itália, Battisti fugiu para o Brasil em 2004, onde foi preso três anos depois. O governo italiano pediu extradição dele, que foi aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que Battisti deveria ficar no Brasil, e o ato foi confirmado pelo STF.

A Corte entendeu que a última palavra no caso deveria ser do presidente, porque se tratava de um tema de soberania nacional. Battisti foi solto da Penitenciária da Papuda, em Brasília, em 9 de junho 2011, onde estava desde 2007. Em agosto daquele ano, o italiano obteve o visto de permanência do Conselho Nacional de Imigração.

Para a juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, no entanto, Battisti deve ser deportado e não extraditado, o que não afronta a decisão presidencial. “Os institutos da deportação e da extradição não se confundem, pois a deportação não implica afronta à decisão do presidente da República de não extradição, visto que não é necessária a entrega do estrangeiro ao seu país de nacionalidade, no caso a Itália, podendo ser para o país de procedência ou outro que consinta em recebê-lo [México ou França]”, afirmou a juíza.

A defesa do italiano pode recorrer da decisão ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também ao STF.

 

 

Agência Brasil

 

Sérgio Moro pede ajuda internacional para ouvir testemunhas da Lava Jato

 

Da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu hoje (3) ajuda da Coreia do Sul, Holanda, das Ilhas Cayman e do Japão para ouvir cinco testemunhas indicadas pela defesa de Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano.

Juiz Sérgio Moro participou do Primeiro Seminário Nacional sobre Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro. Não falou com a imprensa sobre a Operação Lava Jato, disse que legalmente não pode falar sobre casos abertos

Juiz Sérgio Moro quer que os depoimentos sigam a convenção da ONU contra a corrupçãoAkemi Nitahara/Agência Brasil

O magistrado quer que as autoridades promovam a audição e tomada de depoimento das testemunhas, de acordo com convenção contra a corrupção adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Tanto o juiz quanto a defesa de Baiano querem ouvir as testemunhas.

Preso nas investigações da Operação Lava Jato, Baiano é acusado de cobrar propina para intermediar a compra de equipamentos para a Petrobras. Seus advogados negam as acusações de negócios ilícitos com a estatal.

Baiano também nega ter relações com o PMDB. Em depoimento de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef disse que o investigado arrecadava propina para o PMDB, por meio de contratos com a Petrobras.

Na Coreia do Sul, foram relacionados Harris Lee e J. W. Kin, respectivamente vice-presidente e presidente da Samsung Heavy Industries Co Ltd. Na Holanda, Claudio Castejon, diretor da Petrobras International Braspetro BV. As Ilhas Cayman incluiram Yasuyuki Fujitani, diretor da Japan Drilling Investment, enquanto o Japão quer ouvir Ishiro Inagaki, cuja empresa não foi informada.

 

Agência Brasil

 

Reagir a assalto pode virar crime hediondo |

Um projeto de lei apresentado na tarde de hoje na Câmara dos Deputados que tornar crime hediondo a reação a assalto e a legítima defesa. Segundo o texto do projeto, “a iniciativa visa reduzir o grande número de assaltantes que são...

joselitomuller.com

 

 

Alertas de desmatamento crescem 90,5% na Amazônia Legal

 

Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

Desmatamento

Área afetada pelo desmatamento já atingiu 2.215,5 quilômetros quadrados, informa InpeArquivo/Agência Brasil

Os alertas de desmatamento na Amazônia Legal registraram aumento de 90,5% entre agosto de 2014 e janeiro de 2015, comparado ao período de agosto de 2013 a janeiro de 2014. A área afetada subiu de 1.162,7 quilômetros quadrados (km²) para 2.215,5 km². Os dados são do Sistema de Detecção de Mapeamento em Tempo Real (Deter) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O instituto divulgou ontem (2) os dados de novembro de 2014 a janeiro de 2015. Em novembro, foram verificados 77 km² de alertas. Em dezembro, subiu para 85 km² e, em janeiro, o registro alcançou 129 km². Em agosto, os alertas atingiram 890 km². Em setembro e outubro, foram 736 km² e 298 km² de alertas, respectivamente.

Saiba Mais

O Deter, que permite detectar desmatamentos com áreas maiores que 25 hectares, é um levantamento para orientar a fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em terra.

Entretanto, nem todos os desmatamentos são identificados pelo satélite do Inpe, por causa da cobertura de nuvens. As chuvas também dificultam o trabalho dos madeireiros. Por isso, há uma redução nos alertas de desmatamento no período.

O Deter, o Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites (Prodes) e o Projeto de Mapeamento da Degradação Florestal na Amazônia Brasileira (Degrad) formam o conjunto de sistemas para monitoramento e acompanhamento do estado da Amazônia Legal.

De agosto de 2013 a julho de 2014, os últimos dados do Prodes apontaram uma redução de 18% na taxa anual de desmatamento, na comparação com o período anterior – agosto/2012 a julho/2013. O resultado do mapeamento de 2014 apresentou taxa de 4.848 km² desmatados, contra 5.891 km² do período anterior.

O Prodes computa como desmatamento áreas maiores que 6,25 hectares com remoção completa da cobertura florestal, o corte raso.

Os dados do Degrad para 2011, 2012 e 2013 mostraram estágio de degradação em 24.650 km², 8.634 km² e 5.434 km², respectivamente. A análise conjunta dos projetos permite identificar o quanto da degradação florestal de determinado ano é convertida para corte raso nos anos seguintes.

Nove estados compõem a Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

 

Agência Brasil

Igreja Universal cria Exercito de Jovens Gladiadores do Altar

Igreja Universal cria Exercito de Jovens Gladiadores do Altar

Igreja Universal cria exército de Gladiadores do Altar e causa temor de estar criando um grupo fundamentalista semelhante ao exercito Nazista e do Estado...

verdadeabsoluta.com

 

CASAL SE SEPARA APÓS MARIDO NÃO CONCORDAR EM DEMITIR EMPREGADA

Noticias na Rede – CASAL SE SEPARA APÓS MARIDO NÃO CONCORDAR EM DEMITIR EMPREGADA

Empregada doméstica foi o motivo da separação de um casal da cidade de São Paulo, que viviam a 27 anos num relacionamento perfeito.

noticianarede.com

 

"Até onde você iria para ter um filho? http://glo.bo/18vfwwK"

Profissão Repórter

Até onde você iria para ter um filho? http://glo.bo/18vfwwK

 

Conheça Arraial d'Ajuda, na Bahia

zhora.co

Hulk é o nome dele! Pit bull monstro é o maior do mundo e ainda pode crescer mais

Hulk é o nome dele! Pit bull monstro é o maior do mundo e ainda pode crescer mais

noticias.r7.com

Renan Calheiros e Eduardo Cunha estão na lista de investigados que Janot enviará ao STF

Renan Calheiros e Eduardo Cunha estão na lista de investigados que Janot enviará ao STF. glo.bo/1zVQEor

Ver no Twitter

 

Redução do Reintegra é parte importante do ajuste fiscal, diz ministro

 

Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

Os Ministros de Relações Exteriores, Mauro Vieira, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e o Diretor-Geral da OMC, Roberto Azevêdo, conversam com a imprensa (José Cruz/Agência Brasil)

Ao  lado do chanceler Mauro Vieira (centro) e do diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo (à esquerda),  o ministro Armando Monteiro adianta a previsão de recupeação gradual da alíquota do Reintegra José Cruz/Agência Brasil

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse hoje (3) que a decisão de redução de 3% para 1% da alíquota do Reintegra, regime especial de tributação para exportadores, faz parte de "um ajuste fiscal importante", que está sendo realizado no país. "Em vários setores, está se promovendo ajuste para reduzir o custo fiscal de alguns instrumentos, e o Reintegra foi alcançado." Segundo ele, é positivo o fato de o mecanismo ter sido mantido, garantindo previsibilidade ao setor exportador.

Monteiro informou que está prevista a recuperação gradual da alíquota, que deve passar a 2% em 2017 e retornar aos 3% em 2018. "[O ajuste feito no programa] foi razoável dentro das condições da economia brasileira", afirmou. Conforme previsão do ministério, a redução do Reintegra aumentará em R$ 1,8 bilhão a arrecadação do governo federal este ano.

O ministro deu as declarações sobre o programa durante entrevista conjunta com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo. Durante a coletiva, Azevêdo falou sobre as conquistas e perspectivas da OMC e sobre sua visita ao Brasil.

 

 

Agência Brasil

 

"Em chegar a um milhão de compartilhamentos para acabar com o 14° e o 15° salários dos deputados."

Amauri Pessoa

Em chegar a um milhão de compartilhamentos para acabar com o 14° e o 15° salários dos deputados.

 

18278_10204066467204167_144049701706245269_n

 

Foto de Meu Face e legal.

 

"Pessoal, #Curtam nosso novo clipe!! "Quase me chamou de Amor"! Confiram:<br /><br />http://youtu.be/QNfv4IIAe5o"

Ataíde & Alexandre

Pessoal, ‪#‎Curtam‬ nosso novo clipe!! "Quase me chamou de Amor"! Confiram:

http://youtu.be/QNfv4IIAe5o

 

Trânsito no entorno da rodoviária sofrerá mudanças

zhora.co

Após devolução de MP das Desonerações, Dilma assina projeto com o mesmo teor

Após a devolução ao Executivo da medida provisória (MP) que reduz a desoneração da folha de pagamento, a presidenta Dilma Rousseff assinou projeto de lei, com urgência constitucional, com o mesmo conteúdo.
A MP 669/15, editada na semana passada por Dilma, foi devolvida pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que criticou o aumento de “imposto por medida provisória”.

De acordo com a Secretaria de Imprensa da Presidência da República, o projeto de lei inclui a mudança nas alíquotas das desonerações no mesmo prazo previsto anteriormente pela MP: 90 dias, a chamada noventena. “Isso significa que a substituição da MP pelo projeto de lei não trará prejuízo para o ajuste fiscal pretendido pelo governo federal”, informou, em nota, o Palácio do Planalto.

Saiba Mais

Como o projeto de lei foi enviado ao Congresso em regime de urgência, os deputados terão 45 dias para votar a matéria antes de esta trancar a pauta de votações na Casa, inviabilizando a análise de outras propostas legislativas. Depois de aprovado na Câmara, os senadores têm o mesmo prazo para apreciarem o texto do projeto.

Uma hora depois de informar sobre a assinatura do projeto de lei, a Secretaria de Imprensa da Presidência enviou outra nota excluindo a informação de que o prazo previsto para as mudanças no projeto de lei é o mesmo da MP.

Segundo o Planalto, a mudança nas alíquotas das desonerações, conforme o projeto, ocorrerá 90 dias a partir da publicação da lei. Como as medidas provisórias têm força de lei assim que editadas pelo Executivo, o envio do projeto significa, na prática, que as mudanças só ocorrerão após sua aprovação no Congresso e sanção da Presidência, o que pode ultrapassar o prazo previsto inicialmente pelo governo de 90 dias a partir da edição da MP.

Apesar do prazo maior para entrada em vigor das mudanças, a nova nota mantém a interpretação de que a substituição da MP pelo PL não trará prejuízos ao ajuste fiscal.

 

Agência Brasil

 

Custo da construção civil em São Paulo sobe 6,5% em 12 meses

 

Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil no estado de São Paulo atingiu R$ 1.174,59 por metro quadrado, alta de 0,1% em fevereiro, na comparação com janeiro. O CUB, índice oficial de custos das construtoras para uso nos reajustes dos contratos de obras, divulgado hoje (3), é calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Os custos com mão de obra subiram 0,45% em fevereiro, na comparação com o mês anterior, os custos com materiais de construção aumentaram 0,27% e os salários dos engenheiros apresentaram estabilidade. Em 12 meses, o CUB registrou alta de 6,52%, com aumento de 8,58% nos custos com a mão de obra, de 3,12% nos materiais e de 11,78% nos salários dos engenheiros.

Em fevereiro, sete dos 27 insumos da construção pesquisados pelo SindusCon-SP tiveram elevação superior à inflação do mês (0,27%). Entre os materiais que tiveram os maiores reajustes no mês estão bloco cerâmico (1,61%), emulsão asfáltica (1,59%) e tinta látex (0,69%).

 

Agência Brasil

 

 

Grêmio encerra negociações para a rescisão do contrato de Kleber. Confira: ow.ly/JTZSz

Ver no Twitter

 

 

URUGUAI | Chove com trovoadas em Montevidéu. Vento atingiu entre 60 e 70 km/h na maior parte da capital uruguaia.

Ver no Twitter

 

Receita abre consulta sobre mudanças em regime de importação de insumos

 

Danilo Macedo - Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado

A Receita Federal abriu hoje (3) consulta pública, em sua página na internet, para receber sugestões sobre mudanças no Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof), que permite às empresas importar, com isenção fiscal, mercadorias que serão usadas em produtos destinados à exportação.

A Receita defende a redução do limite mínimo de patrimônio líquido das empresas que podem integrar o Recof de R$ 25 milhões para R$ 10 milhões e o das exportações, de R$ 10 milhões para US$ 5 milhões por ano, mantendo a regra de 50% do valor dos insumos importados no ano.

Segundo o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita, Ernani Checcucci, o objetivo é ampliar o universo potencial de empresas que podem se habilitar ao programa das atuais 18 para 291 e o total exportado dentro do Recof, de US$ 8,1 bilhões para US$ 32,8 bilhões, quadruplicando o valor.

“Alcançamos hoje grandes empresas, de aeronaves, automóveis, mas ainda podemos explorar muito mais. Há segmentos inteiros que ainda podem entrar nesse processo: eletroeletrônicos, máquinas e equipamentos, a indústria naval, a própria indústria automotiva ainda pode fazer uma adesão mais ampla. Todas as indústrias de montagem e beneficiamento estarão agora suscetíveis a entrar nesse regime”, disse.

A minuta de instrução normativa com as novas regras estará disponível para consulta pública por dez dias. Após esse prazo, a Receita Federal analisará todas as sugestões e, posteriormente, publicará o texto final no Diário Oficial da União.

 

Agência Brasil