Alex Pretti era um homem violento

 


Viralizou nas redes americanas um vídeo de Alex Pretti — o manifestante morto no último fim de semana após confronto policial — atacando e cuspindo em agentes dias antes de seu óbito.As imagens corroboram relatos da imprensa de que ele teria quebrado uma costela em um embate prévio com as autoridades. O registro derruba a narrativa do 'manifestante pacífico' que apenas 'monitorava' a ação policial.Segundo o pai de Pretti, o filho mantinha contato com grupos militantes e chegou a deixar o trabalho para se dedicar às 'manifestações' contra a polícia de imigração."Sinais de Alteração e AutenticidadeNão foram encontrados sinais óbvios de manipulação digital, como inteligência artificial generativa ou deepfakes. O vídeo apresenta características de uma reportagem jornalística autêntica produzida pelo grupo The News Movement (TNM). A qualidade da imagem, a iluminação natural, a movimentação da câmara e a consistência ambiental (neve, veículos e tráfego) são condizentes com gravações reais de campo. Identificação do SujeitoO vídeo identifica o homem como Alex Pretti, um enfermeiro de 37 anos. A própria reportagem menciona que a identidade foi verificada através de tecnologia de reconhecimento facial da BBC, com um índice de precisão de 97%. O traje que ele utiliza no vídeo de 13 de janeiro também é apontado como sendo idêntico ao que usava no dia da sua morte, 11 dias depois.Legitimidade do ConteúdoO vídeo é legítimo no sentido de que documenta um incidente real ocorrido em Minneapolis. Ele mostra:- O Incidente: No dia 13 de janeiro, Alex Pretti foi filmado a pontapear o farol de um veículo de agentes federais de imigração.- A Confrontação: Após o ato, os agentes saíram do veículo e imobilizaram Pretti no chão, utilizando também gás lacrimogéneo e bolas de pimenta para dispersar a multidão que protestava ao redor.- Desfecho: O vídeo contextualiza que este confronto ocorreu pouco antes de Alex Pretti ter sido morto a tiro pela Patrulha de Fronteira (Border Patrol) num outro incidente a 24 de janeiro. Conclusão: O vídeo parece ser um registo documental autêntico e fidedigno dos eventos que descreve, servindo como prova visual do comportamento do indivíduo em confrontos anteriores com as autoridades antes do trágico incidente final." 

Postagem de Leandro Ruschel

Fonte: https://www.threads.com/@leandroruschel/post/DUGED0yirqn?xmt=AQF0q8O6HnBCk2vIYo2LzRWPiD-ykjhPfMmERX7OFpxc3abWef8_lBKQdGu0txqCii_DbCk&slof=1

Vídeo: motociclista é agredido e PM leva ‘soco’ da porta de viatura em MG

 

Fundo ligado a Vorcaro sofre forte desvalorização

 


Um fundo de investimentos ligado ao empresário José Vorcaro e ao seu cunhado registrou uma perda significativa, estimada em quase R$ 1 bilhão de patrimônio, segundo informações divulgadas neste sábado (31). O caso chama atenção pelo impacto no mercado financeiro e pela ligação com figuras conhecidas do setor.

Um fundo de investimentos associado ao empresário José Vorcaro e ao seu cunhado sofreu uma queda expressiva em seu patrimônio, acumulando perdas próximas de R$ 1 bilhão. A informação foi revelada em levantamento recente e repercutiu no mercado financeiro.

Contexto da perda

  • O fundo vinha enfrentando dificuldades em meio à volatilidade do mercado e à redução de ativos estratégicos.

  • A desvalorização ocorreu ao longo dos últimos meses, refletindo tanto o cenário econômico quanto decisões de gestão.

  • A perda bilionária reforça os riscos enfrentados por fundos de alto patrimônio em períodos de instabilidade.

Repercussão

  • A notícia gerou preocupação entre investidores e analistas, que acompanham de perto os desdobramentos.

  • O caso também reacende debates sobre a transparência e a governança em fundos ligados a empresários de grande influência.

Impacto no mercado

  • A queda de patrimônio pode afetar a confiança de investidores e parceiros comerciais.

  • Especialistas avaliam que o episódio pode servir de alerta para a necessidade de maior diversificação e cautela em estratégias de investimento.

📌 Resumo: Um fundo ligado a José Vorcaro e ao seu cunhado perdeu quase R$ 1 bilhão em patrimônio, em meio à instabilidade do mercado e decisões de gestão. O caso repercute entre investidores e reforça a discussão sobre riscos e governança em fundos de grande porte.

Irã e a reação russa

 


Rússia não gostou da ideia de os EUA atacarem o Irã porque o país persa está em sua área de dominação.

Por Jurandir Soares


Depois de ter provocado a ira de aliados em função de sua pretensão territorial sobre a Groenlândia, sem ter obtido sucesso, Donald Trump se volta agora contra o Irã. Já anunciou que a frota que estava nas cercanias do país dos aiatolás está sendo reforçada por mais navios e aviões de guerra, incluindo o porta-aviões Gerald Ford.


Há uma obsessão de Trump com relação ao programa nuclear do Irã, que os aiatolás dizem que é para fins pacíficos, de uso medicinal, mas os Estados Unidos, assim como Israel, dizem que é para produzir a bomba atômica. Trump quer que o Irã assine um acordo abrindo mão de seu programa nuclear.


BOMBARDEIO


É muito difícil que no atual contexto o Irã consiga levar adiante qualquer programa nuclear, tendo em vista que suas instalações atômicas foram destruídas nos bombardeios realizados, em junho de 2025, pela aviação americana. Naquela ocasião, em apoio à guerra que Israel travava contra o Irã, a aviação americana destruiu um complexo de três usinas iranianas. Foram atacadas a Usina de Enriquecimento de Combustível de Fordo, a Instalação Nuclear de Natanz e o Centro de Tecnologia/Pesquisa Nuclear de Isfahan.


Na ocasião, nenhuma radiação foi detectada após os ataques, o que serviu para o regime iraniano referendar que não havia material radioativo nos três locais que foram alvo.


REPRESSÃO


O problema do Irã hoje não é a ameaça nuclear que, pelo visto, não tem possibilidade atualmente de se concretizar. O grande problema gerado pela teocracia iraniana é a repressão que faz à sua própria população. Fator que tem sido objeto de periódicos protestos, como o ocorrido recentemente.


Pelo menos 5.858 manifestantes foram mortos no país desde que os protestos começaram no final de dezembro, segundo dados atualizados divulgados na terça-feira, 27, pela agência de notícias Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos Estados Unidos. O grupo afirmou que o número de mortos inclui 100 menores de 18 anos. Outras 11 mil pessoas ficaram gravemente feridas e mais de 42 mil foram presas desde o início das manifestações, segundo a agência.


RESISTÊNCIA


Na manhã de quarta-feira, 28, Trump recorreu às redes sociais para ameaçar novamente o Irã, instando o país a negociar um acordo nuclear “equitativo” ou enfrentar outro possível ataque militar dos EUA. Uma continuidade da pressão, tanto em relação à repressão interna, quanto às ambições nucleares.


O problema que se estabelece é a resistência de países vizinhos do Irã a mais um conflito na região. A Arábia Saudita, que é um dos maiores aliados dos EUA na região e o maior inimigo do Irã, manifestou sua contrariedade a um conflito, afirmando que não autorizará nenhum ataque partindo de seu território. Há o temor também de que uma retaliação do Irã possa ser contra os aliados dos EUA na região.


GUARDA


A ação principal que precisa ser desenvolvida dentro do Irã é contra a chamada Guarda Revolucionária. Esta protege os altos comandos e é a principal responsável pela repressão, matando indiscriminadamente. A propósito, a União Europeia anunciou, nesta quinta-feira, 29, que considera a dita Guarda Revolucionária uma organização terrorista. No entanto, para provocar uma baixa sensível nessa força só com uma invasão por terra, o que não se apresenta viável, pelo menos neste momento.


REAÇÃO


Ocorre que a manifesta intenção do presidente Trump de atacar o Irã provocou reação adversa da Rússia. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que ainda há espaço para negociações entre Irã e EUA e advertiu que qualquer uso de força contra o Irã teria consequências perigosas e geraria caos em todo o Oriente Médio.


A Rússia, possivelmente, está se baseando no acordo tácito estabelecido entre ela mais China e Estados Unidos, dividindo o mundo entre os três. Assim, Trump ficou à vontade para agir na Venezuela, sem intervenção de Pequim ou Moscou. A Rússia ficou à vontade na Ucrânia e seu entorno. E a China com luz verde para quando entender que deve atacar Taiwan. Mas qual seria agora a razão da reclamação russa? Simplesmente porque o Irã está na sua área de dominação.

Correio do Povo

Arara de Roupas com Sapateira em Aço – KONTUZ

 


Organização prática para casa ou loja

Mantenha suas roupas e calçados sempre bem organizados com a Arara de Roupas KONTUZ. Produzida em aço resistente, ela conta com prateleira inferior para sapatos e rodinhas, que facilitam o deslocamento e tornam o uso ainda mais versátil.

Características principais

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  • Cabideiro amplo: ideal para pendurar roupas de diferentes tamanhos.

  • Sapateira integrada: espaço extra para calçados ou caixas organizadoras.

  • Rodinhas práticas: mobilidade fácil em qualquer ambiente.

  • Design funcional: perfeito para uso em casa, lojas ou closets.

Benefícios

  • Ajuda a manter roupas e acessórios sempre organizados.

  • Facilita a movimentação sem esforço.

  • Versátil para diferentes ambientes e necessidades.

  • Excelente opção para quem busca praticidade e durabilidade.

📌 Resumo: A Arara de Roupas KONTUZ com Sapateira em Aço e Rodinhas é a solução ideal para quem deseja unir organização, resistência e mobilidade em um só produto.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/arara-de-roupas-cabideiro-com-sapateira-aco-para-casa-loja-prateleira-com-rodinhas-kontuz/p/dh72h2eh2f/ud/cbir/?seller_id=nawebutilidade

Senador Álvaro Dias faz uma homenagem a Pedro Simon pelos seus 96 anos

 


Hoje é aniversário de 96 anos de um líder de verdade.

Dignidade poderia ser o seu sobrenome.


Ele é Pedro Simon, o inigualável.


Para homenageá-lo, reproduzo aqui as palavras que proferi no Senado no dia da sua despedida.

Ouça até o final e comente.


#AlvaroDias

Postagem de Álvaro Dias

Fonte: https://www.instagram.com/reels/DULsajeEQoZ/

Homenagem a Pedro Simon pelos seus 96 anos

 


96 anos sendo exemplo e esteio para a família.
Teu legado me guia.
Saúde, pai!
Postagem de Tiago Simon

Fonte: https://web.facebook.com/watch/?v=1449269453431980

Ex-senador Pedro Simon celebra 96 anos com homenagem da família no Litoral Norte

 


Figura histórica da política gaúcha e nacional, o ex-senador Pedro Simon completa 96 anos neste sábado (31). A comemoração acontece em sua casa, em Rainha do Mar, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, onde tradicionalmente recebe amigos e admiradores de diferentes correntes partidárias.

Celebração

Neste ano, a festa terá caráter mais familiar, mas permanecerá aberta para quem quiser prestar homenagens ao político. A família organizou um churrasco para marcar a data.

Tradição

Ao longo das décadas, os aniversários de Simon se tornaram ponto de encontro de correligionários e companheiros de diversas áreas da política. Segundo o deputado Tiago Simon, filho do ex-senador, muitos já confirmaram presença e a expectativa é de que as visitas comecem cedo, com homenagens se estendendo durante todo o dia.

📌 Resumo: Pedro Simon, referência da política gaúcha e nacional, completa 96 anos e será homenageado pela família com um churrasco em Rainha do Mar. O evento, de perfil mais íntimo, seguirá aberto a amigos e admiradores.

Moraes nega pedido para Valdemar e Magno Malta visitarem Bolsonaro na Papudinha | LIVE CNN

 


O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) negou, nesta quinta-feira (29), o pedido para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receba visitas do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e do senador Magno Malta (PL-ES) na prisão. Moraes argumenta que o dirigente do partido é investigado no âmbito da trama golpista e, por isso, não pode ter contato com o ex-presidente.  #CNNBrasil Leia Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/politica...

Senado inicia ano legislativo com 45 pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes

 


Na retomada dos trabalhos legislativos nesta segunda-feira (2), o Senado Federal terá em pauta 45 pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As representações aguardam análise desde 2021 e o número deve crescer nos próximos dias, com a apresentação de um novo pedido articulado pela oposição na Câmara dos Deputados.

Situação atual

O pedido mais recente, de iniciativa popular, foi protocolado em 20 de janeiro, durante o recesso parlamentar. Entre os 45 pedidos, quatro também citam outros ministros da Corte. Outras 14 representações contra Moraes já foram rejeitadas pelo Senado, incluindo uma apresentada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em agosto de 2021.

Moraes como alvo principal

Moraes é o ministro com maior número de pedidos de afastamento. Em segundo lugar está Luís Roberto Barroso, com 20 solicitações, seguido por Gilmar Mendes, com 13. A oposição intensificou as articulações desde dezembro, buscando reunir apoio “recorde” para um novo pedido, que questiona a atuação de Moraes e possíveis relações com o Banco Master. O ministro admitiu ter conversado com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, mas negou tratar de assuntos ligados ao banco.

Processo de impeachment

O Senado é responsável por processar e julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. Qualquer cidadão pode apresentar um pedido, mas cabe ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), decidir se dará andamento à denúncia. Parlamentares discutem mudanças na Lei do Impeachment, após decisão de Gilmar Mendes que, em dezembro, havia restringido a apresentação de pedidos apenas à Procuradoria-Geral da República (PGR). A medida gerou reação no Congresso e foi posteriormente revista, restabelecendo o direito de qualquer cidadão protocolar solicitações.

Novas regras

Apesar da revisão, Gilmar manteve alterações importantes:

  • Necessidade de dois terços dos votos (54 senadores) para aprovar um impeachment.

  • Proibição de usar o mérito de decisões judiciais como justificativa para afastamento de ministros.

📌 Resumo: O Senado inicia o ano legislativo com 45 pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes. A oposição articula novas representações, enquanto parlamentares discutem mudanças na Lei do Impeachment e mantêm tensão nas relações entre Congresso e STF.