Carlos Bolsonaro critica custódia do pai no Complexo da Papuda

 


O ex-vereador do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, criticou nesta quarta-feira (21) a custódia de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Declaração após visita

Carlos deixou o local por volta das 14h, após realizar sua primeira visita desde que Bolsonaro foi encaminhado à unidade, no dia 15, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em publicação no X, ele afirmou ser “inacreditável” ver o pai, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da PRF Silvinei Vasques presos em um espaço que, segundo ele, abriga “estupradores, sequestradores e criminosos de alta periculosidade”.

Nos processos de Torres e Vasques, não há autorização para que Carlos realize visitas.

Local de custódia

Bolsonaro está detido em uma Sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar (BPM) do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, dentro do Complexo da Papuda. A unidade é administrada pela PMDF e possui funcionamento distinto das demais áreas do presídio, sob gestão da Secretaria de Administração Penitenciária.

Atualmente, o 19º BPM abriga cerca de 50 detentos, em sua maioria policiais e presos com prerrogativa de custódia especial. O espaço já recebeu integrantes da antiga cúpula da PMDF, investigados por omissão nos atos de 8 de janeiro, que hoje aguardam julgamento em liberdade.

Estrutura da Papudinha

  • Área total: 64,83 m² (54,76 m² cobertos e 10,07 m² externos).

  • Ambientes: banheiro, cozinha, lavanderia, quarto, sala e área externa.

  • Acomodações: cama de casal, televisão, geladeira, armários e chuveiro com água quente.

  • Banho de sol: espaço de aproximadamente 10 m².

📌 Em resumo: Carlos Bolsonaro criticou a prisão do pai no Complexo da Papuda, alegando condições inadequadas, enquanto o ex-presidente cumpre custódia em uma Sala de Estado-Maior no 19º BPM, unidade com estrutura diferenciada e destinada a presos com prerrogativa especial.

Smartphone Samsung Galaxy A56 5G – 256GB, 8GB RAM, Rosa

 


O Samsung Galaxy A56 5G combina desempenho avançado, design moderno e recursos que elevam sua experiência móvel. Com acabamento elegante na cor Rosa, o aparelho oferece potência e estilo em um só dispositivo.

Características principais

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Benefícios

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  • Experiência imersiva com tela grande e vibrante.

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Grêmio perde para o Cruzeiro e está fora da Copa São Paulo de Juniores

 


O Grêmio viu mais uma vez escapar o sonho do inédito título da Copa São Paulo de Juniores. Na noite desta quarta-feira (21), em Taubaté, o Tricolor foi derrotado de virada pelo Cruzeiro, por 3 a 2, na semifinal, e está eliminado da competição.

Histórico

O clube gaúcho nunca conquistou a Copinha, embora tenha chegado à final em duas oportunidades: em 1991, contra a Portuguesa, e em 2020, diante do Internacional.

Como foi o jogo

  • Logo aos 5 minutos, Harlley abriu o placar para o Grêmio.

  • O Cruzeiro empatou aos 9, com Baptistella.

  • Aos 27, Harlley voltou a marcar e recolocou o Tricolor em vantagem.

  • No segundo tempo, os mineiros reagiram: Eduardo Pape e Murilo viraram o jogo para 3 a 2.

  • Nos minutos finais, o gremista Nathan foi expulso após falta que evitou novo gol do adversário.

Próximos jogos

A outra semifinal acontece nesta quinta-feira (22), às 21h30, entre São Paulo e Ibrachina. A grande final da Copa São Paulo está marcada para o próximo domingo (25), no Pacaembu.

📌 Em resumo: o Grêmio perdeu de virada para o Cruzeiro e foi eliminado da Copinha, mantendo o tabu de nunca ter conquistado o torneio.

Confronto em Alvorada termina com morte de agente da GCM e de criminoso

 


Um confronto armado na tarde desta quarta-feira (21) resultou na morte de um agente da Guarda Civil Municipal (GCM) e de um homem com antecedentes criminais, em Alvorada, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

O caso

O episódio ocorreu por volta das 16h, na rua Porto Alegre, bairro Maria Regina. Durante uma tentativa de abordagem, o suspeito identificado como Iago Henrique Soares da Silva, conhecido como GTA, de 29 anos, reagiu e atingiu o guarda municipal Cássio Fagundes Laguna, de 34 anos, com um tiro no pescoço.

Um colega da vítima reagiu imediatamente, disparando contra o criminoso, que morreu no local. Já o agente da GCM foi encaminhado ao Hospital de Alvorada, mas não resistiu aos ferimentos.

Vítima

Cássio Fagundes deixa esposa e uma filha de três anos. O velório está marcado para esta quinta-feira (22), das 4h às 14h, na capela 01 do Cemitério São Jerônimo, em Alvorada.

Investigação

A Delegacia de Homicídios (DHPP) abriu investigação para apurar as circunstâncias do confronto.

📌 Em resumo: uma tentativa de abordagem terminou em tiroteio em Alvorada, deixando mortos um agente da GCM e um criminoso com histórico de tráfico de drogas.

Félix Torres estreia com gol e já mira o Gre-Nal

 


A vitória do Internacional por 2 a 0 sobre o Inter-SM, na noite desta quarta-feira (21), no Beira-Rio, teve como destaque a estreia do zagueiro Félix Torres. Recém-contratado, o equatoriano entrou no segundo tempo e marcou o gol que definiu o placar, ganhando rapidamente espaço na disputa por uma vaga na defesa para o clássico Gre-Nal de domingo.

Estreia marcante

Com poucos treinos realizados junto ao elenco, Torres mostrou personalidade ao aproveitar a oportunidade dada por Paulo Pezzolano. Em cobrança de escanteio, apareceu bem posicionado na pequena área e empurrou a bola para as redes, coroando sua primeira atuação com a camisa colorada.

Emoção e dedicação

Após a partida, o zagueiro não escondeu a emoção pelo gol marcado.

“Eu sonhei este momento que estou passando. Sonhei com o gol. Sou um cara que gosto de ajudar na defesa, mas também no ataque. Foi um sonho, mas agora começa uma história”, declarou.

Torres também dedicou o gol à família e aos torcedores:

“Dedico esse gol ao meu filho, que sempre me apoiou, e a todos que gostam do Félix Torres. Quero dar muitas mais alegrias para o torcedor colorado.”

Concorrência na defesa

O gol logo na estreia reforça a boa impressão deixada pelo defensor e aumenta a concorrência no setor defensivo. Mesmo com pouco tempo de adaptação, Félix Torres já surge como alternativa concreta para o Gre-Nal, novamente no Beira-Rio.

📌 Em resumo: Félix Torres estreou com gol na vitória do Inter sobre o Inter-SM e já se coloca como opção para o clássico contra o Grêmio, mostrando personalidade e conquistando a torcida colorada.

Pezzolano valoriza vitória do Inter e projeta Gre-Nal como prioridade

 


O Internacional venceu o Inter-SM por 2 a 0, na noite desta quarta-feira (21), no Beira-Rio, em partida válida pelo Gauchão. Para o técnico Paulo Pezzolano, o resultado representa mais um passo no processo de construção da equipe, e não um ponto de chegada.

Avaliação da partida

Em entrevista coletiva, o treinador destacou os aspectos positivos do desempenho colorado, mas reconheceu que ainda há pontos a serem corrigidos. “Tivemos muitas coisas boas, outras para melhorar. Agora vamos pensar no próximo jogo. O mais importante é que todos estão pegando a ideia que queremos”, afirmou.

Foco no Gre-Nal

Pezzolano evitou confirmar se utilizará todos os titulares no clássico contra o Grêmio, marcado para domingo, mas deixou claro que a tendência é escalar o que tiver de melhor. “A prioridade do Inter é o próximo jogo. Sabemos a importância do Gre-Nal para o torcedor. Vamos colocar o que tivermos de melhor, sem perder de vista o longo prazo”, disse.

Reforços e cenário financeiro

Questionado sobre possíveis contratações, o técnico ressaltou que entende as limitações econômicas do clube e mantém alinhamento com a direção. “Como treinador, eu sempre quero mais. Mas entendo o momento econômico do Inter. Sabia das condições quando cheguei e estou aqui para ajudar”, explicou.

Valorização da base

Pezzolano também elogiou o desempenho dos jovens e o engajamento do elenco na assimilação do modelo de jogo. “Estou muito satisfeito com os garotos e vamos trabalhar para que evoluam ainda mais”, destacou.

Adaptação rápida

O treinador lembrou que o calendário exige respostas imediatas. “Aqui, em dez dias já tem jogo. Em outros lugares há mais tempo para trabalhar. Mas eles estão pegando bem. Há coisas para melhorar, mas estou contente”, concluiu.

📌 Em resumo: após a vitória sobre o Inter-SM, Pezzolano destacou evolução do time, valorizou os jovens e projetou o Gre-Nal como prioridade, reforçando que o Inter entrará em campo com o que tiver de melhor.

Governo Bolsonaro foi fascista?

 


Fascismo não é xingamento político.
É um conceito histórico com critérios objetivos: fim das eleições livres, eliminação da oposição, censura estatal, Judiciário submisso, culto ao líder e concentração absoluta de poder.
Sem isso, não há fascismo — há apenas retórica.
Democracia exige debate, mas também exige precisão.

Como lembra Leandro Konder, fascismo é um fenômeno histórico específico — não um rótulo para governos que desagradam. Conceitos importam.”

Olha… às vezes, cansa viu? Mas eu não vou desistir de explicar para tentar “iluminar” o máximo de pessoas possível! O meu filho caçula, como vocês bem podem ver no vídeo, já está aprendendo.

Compartilha esse vídeo com o máximo de pessoas possível para esclarecermos esse conceito que vem sendo banalizado e utilizado de forma absolutamente errada!

#fascismo #bolsonaro #wagnermoura #globodeouro #orgulhodeserdedireita

Vídeo de Ali Klemt

Fonte: https://www.instagram.com/reels/DTbGvvbAQPA/

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Mais uma proibição? - Vídeo de Ali Klemt

 



Fonte: https://www.instagram.com/reels/DTnV-NsjUie/

O SILÊNCIO PREMIADO - 20.01.26

 Por  Alex Pipkin, PhD em Administração

 

A polêmica em torno de Wagner Moura, como quase sempre, não é o filme. É a declaração. E, como quase sempre, ela gira em torno das ditaduras certas. 
Sim, daquelas já enterradas, domesticadas pelo tempo, seguras para serem condenadas sem risco. A controvérsia parece interminável não porque o tema seja complexo, mas porque a seletividade moral se transformou em um — mau — hábito. É daí que tudo começa.
Há ditaduras que ocupam o imaginário cultural com eficiência simbólica. A ditadura militar brasileira, por exemplo, tornou-se presença recorrente em discursos enfáticos, roteiros eloquentes e cerimônias solenes. Nesse sentido, é preciso reconhecer que Wagner Moura é do métier, tem experiência comprovada, conhece o ofício e domina a linguagem. Como ator, demonstra talento de sobra. Ele vem, há anos, expondo o caráter nefasto daquele período passado, e o faz com competência técnica e convicção estética.
O que chama atenção não é isso. O que constrange é a curadoria moral do horror. É curioso — ou revelador — como apenas esse tipo específico de ditadura, retrospectiva, segura no tempo e inofensiva ao presente, parece digna de circular no mercado cultural. Ditaduras vencidas rendem aplausos. Ditaduras em curso rendem silêncio. E o silêncio, curiosamente, é premiado.
Por que não um filme sobre Cuba? Não o cartão-postal folclórico, mas o cotidiano real, encharcado de censura, miséria, dissidentes presos, gerações inteiras confinadas à escassez e ao medo. Por que não a Venezuela de Maduro, onde prisões políticas são banalizadas, a fome deixou de ser nota de rodapé e um terço da população precisou fugir do país? Quando se fala na captura de Maduro, escandalizam-se em nome da soberania. A soberania, nesse caso, está muito, mas muito bem cuidada. O povo, grotescamente, nem tanto.
O problema não é falta de roteiro. A realidade escreve sozinha. O problema é que esses roteiros exigiriam confrontar o próprio campo, e isso não rende tapete vermelho. Rende constrangimento. Constranger o próprio campo se transformou no maior pecado artístico.
Há também o verniz institucional, essa “respeitabilidade” de notas técnicas, carimbos solenes e juridiquês formal — muitas vezes mal escrito — que apenas concede toga ao arbítrio. Políticos disfarçados de ministros, amigos do amigo do meu amigo, operam prodígios surreais. Esses protegem interesses espúrios e libidinosos em nome da legalidade abstrata, enquanto chamam censura de zelo democrático. Igualmente, de defesa do Estado democrático de Direito.
Talvez por isso esses filmes não existam. Não falta talento. Como ator, Wagner Moura demonstra isso com sobra. Falta coragem. Falta disposição para perder convites, prêmios e a confortável unanimidade do aplauso “progressista”. O silêncio, afinal, segue sendo a escolha mais segura. Como se vê, segue sendo amplamente recompensado.
É, por isso, no mercado cultural, a coragem ainda não dá prêmio, mas o silêncio, quase sempre, garante o “nobre” pertencimento.


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