Grêmio sofre gol no fim e empata com o Santos na Vila Belmiro

 Edenilson abriu o placar para o Tricolor, mas Lautaro Díaz deixou tudo igual para o Peixe

Edenilson marcou o gol tricolor na Vila Belmiro | Foto: JONATHAN PAIXÃO / PERA PHOTO PRESS / ESTADÃO CONTEÚDO / CP


Grêmio somou um ponto fora de casa, mas saiu frustrado do empate com o Santos, por 1 a 1, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. Edenilson marcou para o Tricolor. Lautaro Díaz tirou o gostinho da vitória já nos acréscimos do jogo pela 26ª rodada do Brasileirão. No sábado, o adversário é o Bragantino, às 18h30min, em Bragança Paulista.

Além de ter um time inteiro de desfalques, Mano optou por preservar Marcos Rocha e Kannemann. Com uma equipe mais postada defensivamente, o Tricolor viu, desde o início, o Santos ocupar o campo ofensivo e logo levar perigo ao gol de Gabriel Grando. Em dois chutes de fora da área, Rollheiser e Escobar obrigaram boas defesas do goleiro gremista, que aproveitou a lesão de Tiago Volpi.

Mesmo com dificuldade na retenção de bola, o Grêmio era preciso nos contra-ataques e chegou a abrir o placar. Aos 18, Alysson partiu do campo defensivo, passou por dois marcadores e finalizou travado. Após erro de Brazão, o camisa 47 completou para o fundo das redes. Porém, o VAR chamou por toque na mão de Edenilson, e Paulo Zanovelli anulou o gol de forma equivocada, já que a regra implica que o meia tivesse feito o gol para a marcação do penal nesse tipo de jogada.

O Peixe seguiu tendo mais a bola e chegando pelas laterais. Guilherme e Barreal ganhavam na individualidade, mas a zaga gremista continuou fazendo boas interceptações, não deixando os donos da casa criarem. Assim, o empate persistiu até o intervalo.

Diferentemente da etapa inicial, o Grêmio voltou para o segundo tempo mais organizado para explorar os contragolpes. O resultado saiu logo. Aos 11, em uma das escapadas, Pavon cruzou da esquerda e Edenilson se jogou na bola para completar sozinho para o fundo das redes: dessa vez 1 a 0 sem apelação.

Em outra jogada rápida, André Henrique recebeu sozinho na grande área, mas finalizou muito mal para fora. O assistente já marcava impedimento. Em desvantagem, o Santos foi para o abafa e teve chance para empatar. Em sequência no mesmo lance, Lautaro Díaz e Tiquinho Soares pararam em grandes defesas de Gabriel Grando.

Nos minutos finais, os donos da casa conseguiram chegar ao empate no tudo ou nada. Primeiro, Zé Rafael disparou chute forte que bateu duas vezes na trave e em cima da linha, sem furar o gol de Grando. Aos 43, contudo, Lautaro Díaz aproveitou bola no travessão e completou para o gol vazio o 1 a 1. Robinho Jr. ainda teve a última chance da partida, mas Wagner Leonardo evitou que o Santos pudesse virar o placar.

Brasileirão – 26ª rodada

Santos 1
Gabriel Brazão; Mayke (Igor Vinícius), Alexis Duarte, Luan Peres e Escobar; João Schmidt (Tiquinho Soares), Zé Rafael, Barreal (Tomás Rincón) e Rollheiser (Robinho Jr.); Guilherme e Lautaro Díaz. Técnico: Juan Pablo Vojvoda.
Grêmio 1
Gabriel Grando; Gustavo Martins, Noriega e Wagner Leonardo; Dodi, Arthur (Alex Santana), Edenilson (Cristaldo), Alysson (Aravena) e Marlon; Pavón (Amuzu) e André Henrique (Riquelme). Técnico: Mano Menezes.
Gols: Edenilson (11min/2ºT) e Lautaro Díaz (43min/2ºT).
Cartões amarelos: João Schmidt, Igor Vinícius e Escobar (Santos); Arthur, Alex Santana, Alysson e Mano Menezes (Grêmio).
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli (MG).
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP).

Correio do Povo

Emocionado, D’Alessandro pede paciência e apoio da torcida após empate do Inter

Ídolo e diretor esportivo do clube reforça confiança no elenco e convoca torcedores para apoiar o time contra o Botafogo no Beira-Rio

Carbonero marcou o gol de empate do Inter nos acréscimos da partida | Foto: Fabiano do Amaral

 

Após o empate por 1 a 1 com o Corinthians, no Beira-Rio, o diretor esportivo do Inter, Andrés D’Alessandro, usou sua experiência como ídolo do clube para fazer um apelo à torcida, pedindo paciência e apoio ao elenco colorado. A partida desta quarta-feira, além de pouco público, foi marcada por protestos antes, durante e depois do jogo, refletindo a insatisfação com os resultados recentes.

“O momento é difícil e requer muita força mental por parte do time e do torcedor. Sei que já pedi muito, mas estou aqui para pedir o apoio. Sei que a torcida está chateada com razão. Aceitamos as cobranças, mas precisamos dos torcedores. É um momento difícil e complicado, mas acreditamos que, com a ajuda do torcedor, podemos voltar a ter força e confiança. O Inter, sem o seu torcedor, perde força”, afirmou D’Alessandro, que chegou a se emocionar durante a sua fala.

O diretor reforçou ainda a importância da presença da torcida na próxima partida, contra o Botafogo, neste sábado, novamente no Beira-Rio. “Precisamos estar juntos em um momento importante do clube. Já passamos por momentos mais complicados, mas temos confiança nos jogadores e na comissão técnica. Precisamos do torcedor no sábado para ganhar do Botafogo e poder respirar um pouco. Daí, vamos conseguir treinar coisas novas durante a data-FIFA”, completou.

Ou seja, reconhecido como um dos maiores jogadores da história recente do Inter, D’Alessandro saiu em defesa do time usando o próprio prestígio.

Correio do Povo

Câmara aprova isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil

 Proposta protocolada pelo governo federal teve orientação favorável de todos os partidos

Proposta foi protocolada ainda em março | Foto: Kayo Magalhães / Agência Câmara / CP

A proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil foi aprovada de forma unânime, na noite desta quarta-feira, pela Câmara dos Deputados. O texto agora segue para o Senado. O presidente da Casa, Hugo Motta, salientou a conquista de justiça social da medida. A proposta foi encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em março.

O texto recebeu o apoio do Centrão e da oposição e foi aprovado com placar de 493 votos favoráveis. Todos os partidos, inclusive da oposição, orientaram de forma favorável à aprovação do texto. O projeto deverá passar também por votação no Senado antes de ser levado à sanção presidencial. Se for aprovada, a medida passa a valer em janeiro.

O PT espera usar a medida como vitrine na eleição do ano que vem, uma vez que pode beneficiar cerca de 16 milhões de pessoas. Além da isenção até R$ 5 mil, o projeto também prevê a desoneração parcial de quem recebe até R$ 7.350. O custo inicial da medida era de R$ 25,8 bilhões por ano, mas foi elevado para R$ 31,2 bilhões após o relator do projeto na Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), aumentar a parcela de contribuintes com desconto no IR de R$ 7 mil (proposta original da Fazenda) para R$ 7.350 e fazer concessões ao agronegócio e a contribuintes de alta renda.

A principal fonte de compensação é a tributação sobre os mais ricos com uma alíquota mínima de Imposto de Renda. Ela começa a incidir sobre quem tem rendimentos acima de R$ 600 mil por ano (R$ 50 mil por mês) e chega a 10% sobre quem ganha R$ 1,2 milhão ou mais por ano (R$ 100 mil por mês).

O argumento da equipe econômica é que cerca de 141 mil contribuintes de alta renda serão taxados, uma vez que pagam menos IR - em média, 2,54% - do que trabalhadores de classe média, como policiais e professores, com alíquota efetiva superior a 9%. Isso ocorre, segundo a Receita Federal, porque contribuintes têm acesso a isenções que reduzem a tributação sobre seus rendimentos, como é o caso dos dividendos.

Por isso, todos os pagamentos de dividendos que superarem R$ 50 mil mensais serão tributados em 10% na fonte. Caso o contribuinte não seja enquadrado como de alta renda ou já pague a alíquota mínima para a sua faixa de renda, o imposto será devolvido no ano seguinte, na restituição do IR.

Em seu relatório, Lira atendeu também contribuintes de alta renda, retirando do cálculo para o cômputo do que é tributável rendimentos de produtores rurais e de aplicações financeiras. A mudança feita por Lira em relação ao texto original da Fazenda excluiu a chamada 'renda isenta da atividade rural' do somatório de rendimentos que servirão para enquadrar o contribuinte como de alta renda. Isso representa 80% da renda obtida pelo produtor rural - só 20% é a base tributável.

Lira também excluiu da base de cálculo ganhos obtidos com aplicações financeiras, como LCIs, LCAs, CRIs, CRAs, rendimentos de Fiagros, de debêntures incentivadas e de fundos de investimentos em infraestrutura (FIP-IE). O deputado fez outra inovação na proposta que veio do governo: fixou em seu relatório que dividendos apurados e lançados até dezembro deste ano sejam isentos da tributação de 10%, desde que sejam pagos até 2028.

Lira estima que as medidas devem beneficiar até 16 milhões de brasileiros. O relator também destaca que a ampliação da faixa de isenção tem amplo apoio na Câmara e deve avançar de forma “unânime”, mas parlamentares ainda discutem as formas de compensação previstas no texto.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo


Ramón Díaz admite dificuldade, mas garante evolução do Inter após empate

Técnico e comissão pedem paciência à torcida e destacam empenho do time, que conquistou empate nos acréscimos, mantendo a esperança na recuperação no Brasileirão

Ramón Díaz pediu que a torcida volte a apoiar o time colorado | Foto: Fabiano do Amaral

 

Inter conquistou, na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio, um empate que pode ser importante no futuro, embora não alivie a crise colorada atual. Após o 1 a 1 com o Corinthians, Ramón Díaz afirmou que, com trabalho, o time pode evoluir na tabela do Campeonato Brasileiro.

De acordo com o técnico, o ambiente pesado e a ausência de resultados estão prejudicando o time colorado. "Falta tranquilidade para a equipe. Falta convencer-se de que eles (jogadores) podem. E eles podem, porque têm categoria. São jogadores de alto nível. É difícil brigar nessa situação. Com o tempo, vai ter um Inter diferente", afirmou Ramón Díaz.

Seu filho e auxiliar, Emiliano, que concedeu a entrevista ao lado do pai, disse que a comissão técnica vai abrir os treinos para a imprensa acompanhar e testemunhar o empenho dos jogadores no dia a dia de trabalho no CT Parque Gigante. "Esse time merece e tem qualidade para lutar lá em cima. Tenho certeza de que vamos nos recuperar. Vai dar certo. Precisamos estar juntos, porque o momento é difícil", afirmou Emiliano.

Ele também explicou a substituição de Alan Patrick no segundo tempo, admitindo que tirar o camisa 10 foi um erro da comissão técnica. "Queríamos colocar um centroavante a mais, mas hoje (quarta-feira) foi um erro nosso. Já conversamos com ele e explicamos", disse o auxiliar.

Tanto ele quanto o pai pediram que a torcida ofereça uma trégua ao time e compareça na partida contra o Botafogo, neste sábado, no Beira-Rio. "O time sentiu o golpe. Mas vamos trabalhar. Para jogar em time grande, é preciso ter coragem. Mas pedimos, por favor, que venham sábado e lotem o estádio. Precisamos estar juntos nessa hora", pediu Emiliano.

Correio do Povo

VAZOU: GRETA LIGADA AO DINHEIRO SUJO DO HAMAS

 


Sol, chuva e abafamento: veja o que esperar nesta quinta-feira no RS

 Segundo a MetSul, cidades gaúchas podem ter máxima de 27ºC durante a tarde

Segundo a MetSul Meteorologia, chove em pontos do Norte e do Noroeste gaúcho | Foto: Alex Rocha/PMPA/CP


A quinta-feira, 2, será mais um dia de sol e nuvens com variação de nebulosidade e períodos de nublado a encoberto em diversas regiões do Rio Grande do Sul.

Segundo a MetSul Meteorologia, chove em pontos do Norte e do Noroeste gaúcho. Nas demais regiões, precipitação fraca na forma de garoa ou chuva leve de forma mais isolada. Assim, onde chover os acumulados tendem a ser baixos, mas em muitos municípios não deve ocorrer precipitação nesta quinta.

O dia começa com temperatura agradável e sem frio, aquecendo e com relativo abafamento no período da tarde. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 17ºC e 26ºC, enquanto em Caxias do Sul fica entre 11ºC e 24ºC. Já em Vacaria, a mínima será de 9ºC e a máxima de 22ºC. Em Cruz Alta as marcas oscilam entre 15ºC e 27ºC.



Correio do Povo

Inter sofre, mas consegue o empate por 1 a 1 com pênalti nos acréscimos

 Colorado, sob o comando de Ramón Díaz, conquistou um ponto importante diante do Corinthians, no Beira-Rio

O Inter de Bernabei busca a recuperação neste sábado, contra o Botafoto, no Beira-Rio | Foto: FABIANO DO AMARAL


De falta de emoção os colorados não podem reclamar. O Inter saiu atrás, teve gols anulados a favor e contra e só foi empatar nos acréscimos da partida disputada na noite desta quarta-feira; em um gol marcado por Carbonero de pênalti. O empate por 1 a 1 com o Corinthians, no Beira-Rio, não chega a aliviar a situação na tabela do Brasileirão, mas pelo menos ameniza a crise que já tomava conta do contexto colorado. No próximo sábado, o time, ainda pressionado, volta a campo para enfrentar o Botafogo.

Inter começou a partida mostrando, além de um nervosismo natural de quem atravessa uma má fase, disposição e até criou a primeira chance clara para marcar. Logo no segundo minuto, Bernabei cruzou e Alan Patrick finalizou para fora, desperdiçando a oportunidade. Era um prenúncio de mais uma noite complicada.

O Corinthians, apesar de também viver dificuldades no Brasileirão, jogava mais leve. Aos 9 minutos, Matheuzinho recebeu na direita e cruzou para a área, onde Gui Negão cabeceou para as redes, abrindo o placar. A torcida, que compareceu em pequeno número e ainda tentava empurrar o time, emudeceu nas arquibancadas.

A situação quase piorou em seguida. Aos 25, Bidon encontrou um passe milimétrico para Hugo, que avançou e chutou na saída de Anthoni, naquele que seria o 2 a 0. Só não foi porque o VAR identificou um impedimento mínimo do corinthiano, anulando o lance.

Na base da força de vontade, o Inter seguiu tentando. Aos 39 minutos, Alan Patrick cobrou uma falta para Óscar Romero, que chutou de fora da área e marcou. Porém, após a análise do VAR, o árbitro invalidou o gol porque Luis Otávio estava à frente do último defensor do Corinthians. Foi um banho de água fria no time e na torcida.

No final da primeira etapa, a torcida reagiu com vaias. "O clima tenso é normal. A gente sabe da nossa situação e da importância do resultado para nós", lamentou Bruno Henrique, no intervalo.

Ramón Díaz promoveu mudanças no vestiário. Tirou Romero, um articulador, para colocar Mercado, armando um 3-5-2. A ideia era liberar os laterais para avançarem ao ataque e, ao mesmo tempo, reforçar a proteção no miolo da defesa colorada.

O time voltou mais ofensivo para a segunda etapa e seguiu buscando o gol, mesmo que de forma desorganizada. Apesar da insistência, não conseguiu criar oportunidades claras para empatar. Aos 22 minutos, Ramón Díaz mexeu de novo, agora tirando Alan Patrick e Luis Otávio para as entradas de Thiago Maia e Ricardo Mathias.

Mais tarde, o técnico ainda tentou com Tabata e até com Bruno Gomes, que não jogava desde janeiro. No finalzinho, já nos acréscimos, o time colorado reclamou um pênalti em Bruno Henrique. O árbitro foi até o VAR e confirmou. Carbonero bateu aos 56 minutos e marcou o gol de empate. Diante de todas as circunstâncias, não deixa de ser um ponto precioso conquistado no Beira-Rio.

CAMPEONATO BRASILEIRO - 26ª RODADA

Inter 1
Anthoni; Aguirre, Vitão, Juninho e Bernabei; Luis Otávio (Thiago Maia), Bruno Henrique (Tabata), Óscar Romero (Mercado) e Alan Patrick (Ricardo Mathias); Carbonero e Borré (Bruno Gomes). Técnico: Ramón Díaz.

Corinthians 1
Hugo Souza; Cacá, Gustavo Henrique e Angileri; Matheusinho; Raniele (José Martínez), Ryan (Maycon) e Breno Bidon (André) e Hugo (Matheus Bidu); Vitinho e Gui Negão (Romero). Técnico: Dorival Júnior.

Arbitragem: Rodrigo Pereira, auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Francisco Chaves Bezerra Junior. Local: Beira-Rio, em Porto Alegre. Renda: R$ 202.661,00. Público: 12.825 (10.994 pagantes).

Correio do Povo

Apesar do empate do Inter no final, torcedores protestam contra o time e os dirigentes

 Carbonero empatou nos acréscimos, amenizando a situação, mas não impediu as vaias dos torcedores

Carbonero foi o melhor em campo com a camisa do Inter | Foto: FABIANO DO AMARAL

O gol de Carbonero, nos acréscimos da partida, que garantiu o empate por 1 a 1 contra o Corinthians, na noite desta quarta-feira, não amenizou as críticas ao time e aos dirigentes. Apesar do baixo público no Beira-Rio, as vaias foram uma constante, inclusive no final da partida. Houve protestos antes, durante e depois do jogo.

"Estamos passando por um momento ruim. Queremos ganhar, temos essa mentalidade, mas não estamos conseguindo o resultado. Tivemos um gol anulado, e não sei o que o árbitro entendeu. No fim, tivemos esse pênalti e conseguimos convertê-lo em gol. Vamos seguir em frente", lamentou Carbonero, ao final do jogo.

Os protestos começaram antes de a bola rolar, quando os torcedores fixaram uma faixa em manifestação contra o presidente Alessandro Barcellos. No final da partida, os poucos torcedores presentes chamaram o time de "sem vergonha".

Depois do apito final, um grupo de algumas dezenas de pessoas se concentrou no pátio do Beira-Rio, cantando contra dirigentes e jogadores. Por enquanto, o técnico Ramón Díaz, que assumiu na semana passada, tem sido poupado das críticas.

Apesar do empate conquistado nos acréscimos, a situação do Inter na tabela do Brasileirão continua complicada. Neste sábado, a equipe colorada volta a campo para enfrentar o Botafogo, novamente no Beira-Rio.


Correio do Povo

Governo do RS recebe análise do TCE sobre bloco 2 de concessões

 Documento está sendo analisado pelo técnicos do governo Leite; a decisão de levar o cronograma adiante, por enquanto, está mantida

Proposição é levado com convicção pelo governo Leite | Foto: Mauricio Tonetto / Secom / CP

Relator da proposta do bloco 2 de concessões no Tribunal de Contas do Estado (TCE), o conselheiro Iradir Pietroski encaminhou, nesta quarta-feira, ao governo do Estado, os apontamentos da análise da Corte. Pietroski havia recebido a manifestação da área técnica no dia 22 de setembro. O documento chegou ao Executivo ontem às 16h40 e está sendo estudado pelos técnicos do governo.

A decisão de levar o cronograma da concessão adiante, pelo menos por enquanto, está mantida. Com a manifestação do TCE, a ideia é a de realizar o leilão na B3, em São Paulo, ainda neste mês. Há 10 dias, a bancada do PT se reuniu com Pietroski. Os deputados formalizaram pedido de informações sobre a matéria e solicitaram que seu parecer, quando concluído, fosse compartilhado com a Assembleia.

A proposta não precisa de aval legislativo, mas o clima na Casa, e entre deputados, da oposição à esquerda e à direita, e entre deputados da base aliada do governador Eduardo Leite, é de resistência e de fortes críticas à iniciativa.

O bloco 2 de concessões estabelece a instalação de 24 pórticos, atingindo 32 municípios, um total de 414,91 quilômetros de extensão e seis rodovias. Um dos pontos que vem gerando mais investidas de parlamentares é o aporte de R$ 1,5 bilhão de recursos públicos, via Funrigs, nos trechos que serão concedidos.

Correio do Povo

CMO aprova proposta que amplia Fundo Eleitoral para R$ 4,9 bilhões em 2026



A CMO (Comissão Mista de Orçamento) aprovou, nesta terça-feira (30), de forma simbólica, uma instrução normativa que aumenta o Fundo Eleitoral em R$ 3,9 bilhões. Com o acréscimo, os recursos do fundo para 2026 devem chegar a R$ 4,9 bilhões. #CNNBrasil