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Informações do Produto
Escova de dente Clear Fresh 12 unidades + protetor de Cerdas
A higiene bucal começa com uma boa escovação para isso é aconselhável escovar após as refeições para remover a placa bacteriana e resíduos de alimentos. A Escova Dental possui cabo anatômico e protetor de cerdas para proteger a escova das bactérias e insetos que podem circular por um banheiro.
Pacote contem:
Cada escova vai na sua embalagem
3 escovas Azul
3 escovas laranja
3 escovas rosa
3 escovas verde
Cabeça com cantos arredondados que facilitam a escovação com cerdas flexíveis de nylon para uma limpeza melhor dos dentes. Dentistas recomendam trocar de escova a cada dois ou três meses, ou quando as cerdas estiverem deformadas ou gastas.
Produto não perecível
Resv Anvisa 142/2017
Registro 25351681302/2017-43
Aut Ms 2.08627-5
Informações complementares
Quantidade 12 Unidades
Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/escova-de-dente-clear-fresh-12-unidades-protetor-de-cerdas-mormino/p/jh0ff43f5d/me/mskd/
A repercussão da aprovação foi imediata e diversificada. Enquanto setores populares e entidades de defesa do consumidor celebraram a medida como uma conquista para os mais necessitados, críticos apontaram para possíveis impactos negativos na receita fiscal do país e questionaram a sustentabilidade dessa política a longo prazo.
O relator do projeto, que inicialmente resistiu à pressão da oposição, acabou cedendo diante da iminência de uma derrota política significativa. “Foi uma decisão difícil, mas necessária para garantir a continuidade do debate e o avanço de outras pautas importantes para o país”, comentou o relator durante a sessão.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que recentemente manifestou publicamente seu apoio à taxação sobre a carne como parte de uma política de redistribuição de renda, expressou surpresa com a reviravolta na votação. “Não esperava que isso acontecesse tão rapidamente. É um claro sinal de como a dinâmica política pode mudar de rumo inesperadamente”, afirmou Lula em entrevista coletiva logo após a aprovação do destaque.
Para os defensores da taxação sobre produtos considerados supérfluos, a decisão representa um retrocesso nas tentativas de tornar o sistema tributário brasileiro mais progressivo e justo. “Estamos perdendo uma oportunidade crucial de reformar nosso sistema tributário de maneira mais equitativa e sustentável”, criticou um especialista em economia fiscal entrevistado pela manhã.
No entanto, a maioria dos brasileiros comemorou a decisão como um alívio em meio à crescente inflação e dificuldades econômicas enfrentadas pela população de baixa renda. “Poder comprar carne sem ter que pagar mais impostos é um alívio para o bolso de milhões de famílias que lutam para sobreviver”, comentou um morador de São Paulo ao ser entrevistado por uma equipe de televisão local.
A nova redação do projeto de reforma tributária será agora submetida a novas rodadas de discussão e votação antes de ser encaminhada para o Senado Federal. A expectativa é que o debate sobre a inclusão de outros itens na cesta básica, como leite e ovos, ganhe destaque nas próximas semanas, à medida que os parlamentares buscam um consenso sobre o texto final da reforma.
Enquanto isso, o governo e seus aliados planejam estratégias para tentar reverter a decisão na próxima fase do processo legislativo. “Vamos continuar lutando para garantir que as políticas públicas sejam sustentáveis e capazes de promover um crescimento econômico duradouro”, afirmou um porta-voz do Ministério da Economia em um comunicado oficial divulgado após a votação.
A votação histórica de hoje não apenas redefine o cenário político em relação à reforma tributária, mas também lança novos desafios para as próximas etapas da agenda legislativa do país. Com o aumento das pressões sociais e políticas, os líderes partidários enfrentarão o desafio de conciliar interesses divergentes e garantir que as decisões tomadas no Congresso Nacional reflitam as necessidades e aspirações de toda a população brasileira.
Agora Notícias
Ontem participei da Comissão Externa que Avalia os Danos Causados pelas Enchentes e me manifestei por todo o povo gaúcho. Precisamos que o Governo Federal faça a sua parte com urgência pela retomada do nosso Estado.
Nesta terça em Brasília, o setor produtivo gaúcho apresentou as principais demandas para a recuperação econômica do Rio Grande do Sul ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco.
Lira indicou que irá tratar diretamente com o governo federal a possibilidade de edição de uma medida provisória destinando recursos para o estado. Já Pacheco disse que reunirá a comissão do Senado que trata das enchentes no RS e pedirá que faça uma pauta para que os projetos sejam colocados na ordem do dia o quanto antes.
Participaram, dentre outras autoridades, o vice-governador do RS, @gsouza.rs, o deputado federal @marcelvanhattem, que preside a Comissão, deputados estaduais, vereadores e várias entidades empresárias.
🚀 Seguimos pelo nosso RS e pela nossa Porto Alegre!
🎥 @giulianserafim / PMPA
Vídeo de Ricardo Gomes
Informações do Produto
Pistola Estilo Nerf Com 3 Dardos Bolinhas Brinquedo Infantil
A criançada fica animadíssima quando recebe algum tipo de brinquedo, a sensação de abrir e descobrir o inesperado é uma riqueza contagiante que nossas crianças tem de sobra e motivá-las é algo saudável e muito bem aceito entre os nossos mais queridos e amados pequeninos!
Com esse kit com Pistola e dardos a diversão é garantida.
Idade Recomendada: Acima dos 7 anos..
Material: Plástico
Itens inclusos:
1x Pistola
3x Dardos
3x Bolinhas
Informações complementares
Marca Nerf
Tema Nerf
Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/pistola-estilo-nerf-com-3-dardos-bolinhas-brinquedo-infantil-monaliza/p/ac715ekbjh/br/lada/
Por Percival Puggina
Mas é infâmia de mais!... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares.
Castro Alves, Navio Negreiro
As perguntas que farei perturbam meu sono e são comuns ao cotidiano de milhões de cidadãos brasileiros. Como não ser assim, se a nação se dilacera e degenera, o sectarismo se empodera, a burrice impera, o crime prospera, a política se adultera, a Têmis se torna megera e os omissos somem ou dormem? Só eu acordo nas madrugadas pensando nesses motivos pelos quais 41% dos brasileiros (1), entre os quais 55% dos nossos jovens (2), só não desistem do Brasil por não terem condições financeiras de arrancar as folhas de um passado sem esperança e redigir seu futuro noutro lugar?
Os responsáveis por isso conseguem dormir? A nação se inquieta pela apatia de representantes omissos que tanto lhe custam. Como é insignificante, aliás, a relação custo/benefício, somados o mal que fazem e o bem que deixam de fazer! Como conciliam o sono e a culpa? A que destroços, a cupidez e a conveniência pessoal em condomínio com a injustiça reduziram tais almas? Elas simplesmente somem dos plenários quando, da tribuna, algum de seus pares lhes cobra pela apatia e a destruição das instituições!
No entanto, a realidade que vemos é sinistra. O Estado se agiganta perante a sociedade a que deveria servir. A juventude recebe uma educação de qualidade vexatória, últimos lugares nos rankings internacionais do PISA e da OCDE; a cultura nacional está degradada e o próprio QI dos brasileiros, por falta de estímulos, pode estar em regressão. Há décadas, os discípulos de Paulo Freire controlam e tornam cada vez mais sectária a educação nacional, transformando-a numa fábrica de ignorantes miseráveis, com as bênçãos do Estado. Quem escapa dessa máquina de moer cérebros prospera e vira réu no tribunal da desigualdade!
Resultado: chegamos a setenta e cinco milhões de seres humanos dependendo da assistência social do Estado. Do Estado? Sim, sim, o ente causador de todo esse mal aceita sem qualquer constrangimento posar de benfeitor. A pergunta que poucos fazem é: “Se o culpado não for o Estado, quem haveria de ser?”. Certamente a culpa não pode ser imputada a quem decide investir, correr riscos, gerar empregos, pagar salários e ser extorquido com impostos, taxas, contribuições. Essa pergunta derruba século e meio de mentiras sobre os sucessos do socialismo.
Eu quero o meu país de volta! Eu o vi antes, imperfeito, mas humano. Não era uma Suíça, mas era um país amável. O Brasil tinha boa reputação. Hoje é um país de má fama. Eu o quero moderno, mas com aqueles bens do espírito e naquele ânimo nacional que se comoveu e se moveu solidário quando as águas cobriram o abismo no Rio Grande do Sul. Eu quero de volta a energia inusitada que, durante oito anos, saudoso do “meu Brasil brasileiro, mulato inzoneiro”, me levou para cima dos carros de som a verberar corruptos, defender a liberdade e resistir à perdição de uma nação.
Impossível não evocar os versos finais de Navio Negreiro, esbravejados por Castro Alves, se vejo avançar o poder da Casa Grande, a se refestelar em folguedos e extravagâncias, enquanto garroteia direitos de cidadãos outrora livres.
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