Bomba Elétrica Universal com Carregamento USB para Galão/Garrafão de Água - Ult

 


Informações do Produto

Bomba Elétrica Universal com Carregamento USB para Galão/Garrafão de Água

ATENÇÃO: PRODUTO VAI PROGRAMADO PARA FLUXO DE ÁGUA PARA UM COPO, SE PRECIONAR O BOTÃO POR 2s O FLUXO FICARÁ CONTINUO..


Aproveite, compre agora e acabe com seus problemas, esqueça o peso de virar o galão no antigo bebedouro apresentamos uma forma diferente e simples, onde você pode levar qualquer lugar e encaixar em qualquer modelo de galão tranquilamente.




Especificações do Produto:


Bateria Forte: Dura até uns 8 galões de água de 20 Litros. Carga: 3 Horas;


Pode ser usada quando estiver carregando;


Uso Universal: Serve todos os tamanhos de galões e garrafões, 4,5L, 5L, 7,5L 10L, 15L, 20L e similares;


Materiais seguros: Plásticos, Metal e Componentes eletrônicos;


Carregamento por USB;


Voltagem: Bivolt 110V - 220V;


Potência nominal;


Peso leve: 400gr;


Medidas: 6,4 cm x 13 cm x 15,5 cm






Itens inclusos:


1 Bomba filtro


1 Manual de Instrução;


1 Haste em Inox;


1 Cabo USB;


1 Mangueira de Silicone AntiBacteriano.


Capacidade

Variáveis galões

Voltagem

Bivolt

Informações complementares

Tipo Elétrico

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/bomba-eletrica-universal-com-carregamento-usb-para-galao-garrafao-de-agua-ult/p/gj6609f8g7/ud/bpga/

Alunos do Pastor Dohms

 


Empresas gaúchas enfrentam problemas para quitar folhas de pagamento, diz FIERGS

 Federação defende benefício emergencial para manutenção de empregos


Dados preliminares de uma consulta realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERG) revelam que 55% das empresas gaúchas colocam “o problema para lidar com seus funcionários, incluindo a quitação dos salários” como principal entrave no momento. Esta reclamação fica atrás apenas das dificuldades logísticas, citada em 63% das respostas.

Diante deste cenário, o presidente da FIERGS destaca a importância de serem tomadas medidas urgentes de suporte financeiro que garantam o pagamento de salários e evitem demissões. “Com muitas empresas ainda sem produção e faturamento desde o início de maio, a capacidade para cumprir obrigações trabalhistas até o quinto dia útil de junho está severamente comprometida”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Dentre os principais pedidos da indústria gaúcha estão a reativação de medidas emergenciais de manutenção do emprego, como o Benefício Emergencial (BEm) e o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), ações implementadas no âmbito federal durante a pandemia.

Segundo a FIERGS, nos 78 municípios em estado de calamidade pública hoje no Estado, houve 832 mil acordos no âmbito do Benefício Emergencial na época da pandemia, há quatro anos. Isso representou uma proteção para cerca de 393 mil trabalhadores nessas localidades na ocasião. Dados da UEE da FIERGS, na época, coletados em maio de 2020, revelaram que cerca de 30% das indústrias gaúchas buscaram crédito para arcar com a folha de pagamentos naquele momento.

“A ação imediata é crucial para evitar o colapso de empresas afetadas direta e indiretamente pelas enchentes e a perda de milhares de empregos no Rio Grande do Sul”, diz Gilberto Petry, pedindo um esforço conjunto aos governos federal, estadual e municipal para garantir o suporte necessário à superação desse momento crítico.

A FIERGS avalia, porém, que as causas das dificuldades financeiras das empresas são distintas, de modo que o impacto sobre a folha de pagamentos pode ser maior na crise decorrente das enchentes de 2024 na comparação com a pandemia.

Além da queda na produção e faturamento, as indústrias ainda terão que arcar com custos adicionais de reparo e reconstrução. Gilberto Porcello Petry lembra ainda que as empresas precisam de capital de giro para saldar compromissos que vencem diariamente. Para ele, o Estado está em uma situação de emergência e por isso são necessários recursos que cheguem na ponta ou a economia não conseguirá se reerguer.

A pesquisa sobre os impactos das enchentes na indústria gaúcha vem sendo elaborada pela FIERGS, por meio da Unidade de Estudos Econômicos (UEE) e da Unidade de Desenvolvimento Sindical (Unisind), e seu resultado completo deverá estar disponível na próxima semana.


Correio do Povo

Cédulas com a imagem do rei Charles III entram em circulação no Reino Unido

 Monarca aparecerá nas novas cédulas de 5, 10, 20 e 50 libras



As cédulas de dinheiro com a imagem do rei Charles III entram em circulação nesta quarta-feira (5) no Reino Unido, para substituir gradualmente as notas com a imagem de sua mãe Elizabeth II, que faleceu em setembro de 2022.

A imagem do rei Charles III aparecerá nas novas cédulas de 5, 10, 20 e 50 libras, similares às notas atuais, informou o Banco da Inglaterra em um comunicado.

As novas cédulas de polímero, que substituíram gradualmente o papel-moeda no Reino Unido a partir de 2016, circularão ao mesmo tempo que as notas que apresentam o retrato da rainha Elizabeth II.

As notas serão impressas de maneira gradual para substituir as que estão desgastadas, explica o comunicado, para 'minimizar o impacto ambiental e financeiro' da mudança de monarca.

As novas cédulas entram na economia assim como as moedas com a imagem de Charles III, que entraram em circulação em dezembro de 2022, poucos meses após a morte de sua mãe.

AFP e Correio do Povo

PGR pede que Toffoli reconsidere anulação de atos da Lava Jato contra Odebrecht

 Paulo Gonet avaliou que a prática de crimes foi confessada em processo supervisionado pelo STF



O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recorreu da decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todos os processos e investigações da Operação Lava Jato contra o empresário Marcelo Odebrecht. O PGR pediu para o ministro reconsiderar a decisão e disse que a prática de crimes foi confessada em processo supervisionado pelo STF.

'A prática de crimes foi efetivamente confessada e minudenciada pelos membros da sociedade empresária com a entrega de documentos comprobatórios. Tudo isso se efetuou na PGR sob a supervisão final do STF. Não há ver nas confissões, integrantes do acordo de colaboração, a ocorrência de comportamentos como os que são atribuídos a agentes públicos na Operação Spoofing', afirmou Gonet.

Para o PGR, a defesa do empresário não demonstrou as falhas no acordo de delação firmado no âmbito da Lava Jato. 'Trata-se de tema dependente de prova que não acompanhou a peça do requerente', afirmou.

'Se o acordo de colaboração celebrado na PGR não pode ser tido como nulo - e não o foi pela decisão agravada -, não há falar em nulidade dos atos processuais praticados em consequência direta das descobertas obtidas nesse mesmo acordo', acrescentou.

O PGR ainda afirmou que não cabe ao STF apurar alegações de vícios na atuação de membros do Ministério Público e da magistratura na primeira instância. 'A admissão de crimes e os demais itens constantes do acordo de colaboração independem de avaliação crítica que se possa fazer da Força Tarefa da Lava-Jato em Curitiba', afirmou.

A decisão de Toffoli foi proferida em 21 de maio. O ministro afirmou que houve 'conluio processual' entre o ex-juiz Sérgio Moro e a força-tarefa de Curitiba e que os direitos do empresário foram violados nas investigações e ações penais. 'O que poderia e deveria ter sido feito na forma da lei para combater a corrupção foi realizado de maneira clandestina e ilegal', justificou.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Receita Estadual prorroga prazos do Imposto Sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD)

 Flexibilização pretende auxiliar os contribuintes a manterem suas obrigações fiscais em dia



governo do Estado, por meio da Receita Estadual, estendeu o prazo de pagamento das guias do Imposto Sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) que venciam no final de abril ou durante os meses de maio e junho. A medida está estipulada no decreto nº 57.650/2024, publicado nesta terça-feira, 4, no Diário Oficial do Estado (DOE).

Com a mudança, as guias com vencimento entre 24 de abril e 31 de maio poderão ser pagas até 28 de junho. Já o imposto com vencimento entre 1º e 30 de junho foi prorrogado para 31 de julho. As emissões de guias de pagamento, declarações e certidões de quitação do tributo foram retomadas normalmente na semana passada, após o restabelecimento do data center do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs).

Motivadas pela situação de calamidade pública enfrentada pelo Estado, as mudanças que flexibilizam os prazos de pagamento pretendem auxiliar os contribuintes a manterem suas obrigações fiscais em dia.

Novo calendário de vencimentos do ITCD

  • Guias com vencimento entre 24 de abril e 31 de maio: pagamento até 28 de junho,
  • Guias com vencimento entre 1º de junho e 30 de junho: pagamento até 31 de julho.

Correio do Povo

Aquecedor Termoventilador Mondial A-08 Portátil

 


Informações do Produto

Aquecedor Termoventilador Mondial A-08 Portátil

Não tem melhor sensação nos dias de frio de estar em casa e com o ambiente aquecido. A Mondial apresenta o aquecedor a ar A-08.3 em 1: ele aquece, circula e desumidifica o ar, garantindo um ambiente quentinho e confortável. 2 Níveis de aquecimento: Controle a temperatura de acordo com sua preferência. Triplo sistema de segurança: Proteção contra superaquecimento. Mais silencioso: Aquece o ambiente com baixo ruído e proporciona noites tranquilas e agradáveis. Portátil: Leve, compacto e com alça para transporte.

Voltagem

127V

Informações complementares

Marca Mondial

Tipo Termoventilador

Voltagem 127 V

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/aquecedor-termoventilador-mondial-a-08-portatil/p/jbjk0h6a7c/ar/arae/

Votação da PEC das drogas é adiada na CCJ da Câmara

 Parecer lido na Comissão defende que a proposta é constitucional


O parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que criminaliza a posse ou o porte de qualquer quantidade de droga ou entorpecente foi lido nesta terça-feira (4) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Um pedido de vista coletivo adiou a votação da PEC na CCJ.

O parecer do relator, deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), defendeu que a PEC é constitucional. “Quem vende é criminoso, mas, quem compra também deve assim ser considerado, sob pena de, não o fazendo, haver um claro desequilíbrio e consequente incentivo ao mercado de drogas ilícitas”, justificou.

Deputados contrários à PEC alegaram que a matéria é inconstitucional e um retrocesso na política de drogas. Para o parlamentar Orlando Silva (PCdoB-SP), a PEC piora a segurança pública do país.

“[O efeito da PEC] seria a ampliação do encarceramento em massa da juventude pobre, periférica, negra da população brasileira. Porque não há nenhuma evidência de que mais presos significam mais eficaz combate à dependência química. Ao contrário, o aumento da população carcerária significa ampliar a base para cooptação de jovens para o crime organizado no Brasil”, argumentou.

A PEC, de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi uma reação do Congresso Nacional ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que analisa a possível descriminalização da posse de maconha. No Senado, a medida foi aprovada por 53 votos favoráveis e nove contrários.

Constitucionalidade

O deputado Bacelar (PV/BA) argumentou que a medida é inconstitucional por alterar o artigo 5º da Constituição, considerado por ele cláusula pétrea, por tratar dos direitos e garantias individuais.

“O artigo 5º da Constituição Federal é tido como um dos mais importantes, pois define direitos e garantias fundamentais, protege pessoas contra a arbitrariedade do Estado, razão pela qual se constitui cláusula pétrea”, disse.

O artigo 60 da Constituição proíbe emendas constitucionais que possam abolir a forma federativa de Estado; o voto direto, secreto, universal e periódico; a separação dos Poderes; e os direitos e garantias individuais.

Para o deputado Lucas Redecker (PSDB-RS), a PEC é necessária porque o STF estaria legislando sobre um tema que seria de competência do Congresso Nacional.

“Aqui é o local da tramitação dela, de forma correta, aqui na CCJ é onde nós venceremos essa pauta. Então, não há hipótese alguma, na minha avaliação, de nós não debatermos essa pauta”, comentou.

Usuários

A deputada federal Coronel Fernanda (PL/MT) disse que a criminalização do usuário é necessária para combater o uso de drogas. “Eu não posso dar para elas a liberdade de usar drogas como elas querem, porque elas estão fomentando o tráfico de drogas. Elas estão fomentando a criminalidade”, disse.

Já a deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL/SP) sustentou que usuário é questão de saúde pública. “A pessoa que tem alguma questão de saúde ela simplesmente não vai procurar o tratamento. Porque a partir do pedido de ajuda, ela pode vir a ser criminalizada, ela pode vir a ser processada. Então, a criminalização não é uma preocupação com o usuário. A gente deveria tratar como uma questão de saúde pública e não como uma questão de crime”, comentou.

Entenda

A PEC acrescenta um inciso ao art. 5º da Constituição para considerar crime a posse e o porte de qualquer quantidade de drogas sem autorização ou em desacordo com a lei.

Segundo a proposta que vem do Senado, deve ser observada a distinção entre o traficante e o usuário pelas circunstâncias fáticas do caso concreto, aplicando aos usuários penas alternativas à prisão, além de tratamento contra a dependência.


Agência Brasil e Correio do Povo

Chega a 13 o número de mortes por leptospirose no RS

 Há ainda outros sete óbitos em investigação pela Vigilância em Saúde

Chances de contágio são maiores quando há inundações, enxurradas e lama 

O Rio Grande do Sul chegou a 13 mortes por leptospirose. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) atualizou os dados sobre a doença na tarde desta terça-feira, 4. Há ainda outros sete óbitos em investigação. Cinco casos que eram investigados foram descartados.

Foram notificados 3.658 casos suspeitos da doença, sendo que 241 (6,6%) foram confirmados. Em Porto Alegre, foram 1.091 notificações.

Os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Porto Alegre (2), Venâncio Aires, Três Coroas, Travesseiro, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Encantado, Canoas, Cachoeirinha, Alvorada, Viamão e Novo Hamburgo.

Sobre a leptospirose

A leptospirose é uma doença infecciosa febril transmitida pelo contato com a urina de animais infectados, principalmente roedores, pela bactéria leptospira. A contaminação pode ocorrer em qualquer época do ano, mas as chances de contágio são maiores quando há inundações, enxurradas e lama.

Se houver algum ferimento ou arranhão, a bactéria penetra com mais facilidade no organismo humano. É importante que residentes em locais mais atingidos pela chuva adotem cuidados, como usar calçados ao caminhar em áreas alagadas, evitar qualquer tipo de contato com roedores (os principais transmissores) e lavar bem os alimentos.

Desinfecção e contágio

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com hipoclorito de sódio a 2,5%, presente na água sanitária (1 copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água). Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

A doença pode levar até 30 dias para se desenvolver, mas, geralmente, os sintomas começam entre o sétimo e o décimo quarto dia após a exposição. Quem teve contato com água potencialmente contaminada e apresentar febre, dor de cabeça, dor no corpo (principalmente nas panturrilhas), vômitos, pele amarelada (em casos mais graves), deve procurar um serviço de saúde.

O tratamento pode ser feito em qualquer unidade básica de saúde dos municípios e deve ser iniciado, preferencialmente, até o quinto dia após a apresentação dos primeiros sintomas.

Correio do Povo

Senado aprova marco regulatório do fomento à cultura no Brasil

 Texto cria regimes próprios de financiamento para o setor e vai a sanção


Em votação simbólica, o plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira o projeto de lei que cria o Marco Regulatório do Fomento à Cultura, para organizar as regras das políticas de financiamento do setor na União, nos estados e nos municípios. O texto, de iniciativa da ex-deputada Áurea Carolina (MG), já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e segue agora para sanção presidencial.

"O projeto fecha um ciclo virtuoso que começou com outros projetos de apoio à cultura. Agora vamos ter, de fato, o fomento acessível a toda cadeira da cultura", destacou a relatora, senadora Teresa Leitão (PT-PE).

O projeto retira o setor da cultura da Nova Lei de Licitações (Lei 14.133/2021), mas mantém leis já existentes sobre o setor, como a Lei Rouanet (Lei 8.313, de 1991), a Lei Cultura Viva (Lei 13.018, de 2014), a Lei do Audiovisual (Lei 8.685, de 1993) e as leis de fomento dos estados e municípios. Ao retirar a cultura da Nova Lei de Licitações, o texto permite que a União execute as políticas públicas de fomento cultural por meio de regimes próprios e outros estabelecidos em legislação específica, permitindo que Distrito Federal, estados e municípios também possam implementar suas políticas de forma autônoma.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, comemorou a aprovação, que classificou como uma conquista para o setor cultural. “A partir de agora nós temos uma ferramenta que é aderente, que acompanha a execução dos projetos culturais, dando mais segurança, melhorando a vida de quem faz, de quem administra e de quem fiscaliza a cultura. É uma grande conquista que vem sendo pleiteada ao longo de anos. Isso significa uma mudança de paradigma para a produção cultural brasileira”, avaliou.

A secretária de Comitês de Cultura do MinC, Roberta Martins, destacou a redução da burocracia e simplificação de alguns processos que são definidos no texto aprovado. Para ela, isso vai garantir que mais pessoas tenham acesso às políticas de cultura.

“Essa aprovação se soma ao esforços do Congresso Nacional e do Ministério da Cultura para eliminar entraves e burocracias excessivas da vida e da rotina dos agentes culturais. Ter um regime próprio da cultura vai, finalmente, nos ajudar a realizar ações a partir da realidade das gestões culturais, que podem ser populares e também complexas. Retirar os obstáculos é diminuir as desigualdades do acesso às políticas culturais. É uma nova era para nós”, afirmou.

O novo marco define cinco tipos de instrumentos jurídicos que podem ser utilizados de acordo com o objetivo da política de fomento. São três os instrumentos que contam com repasse de dinheiro público: Execução Cultural, Premiação Cultural e Bolsa Cultural. Sem repasse de recursos públicos, são dois instrumentos: Termo de Ocupação Cultural e Termo de Cooperação Cultural. Os recursos de financiamento poderão vir do orçamento público, de fundos públicos de políticas culturais, de recursos privados, de recursos complementares e de rendimentos obtidos durante a própria execução do evento cultural, entre outros.

Em todas as hipóteses, a implementação do regime próprio de fomento à cultura deverá garantir plena liberdade para a expressão artística, intelectual, cultural e religiosa, respeitada a laicidade do Estado.

Críticas

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), criticou o que chamou de questões identitárias do projeto. Segundo o parlamentar, o texto estabelece uma agenda que não leva em consideração o conjunto da sociedade brasileira. Além dele, também anunciaram voto contrário à proposta os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Cleitinho (Republicanos-MG), Styvenson Valentin (Podemos-RN) e Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).

A relatora, no entanto, negou que o projeto tenha o objetivo criticado pela oposição. Ela disse que a matéria tem o mérito de ajudar a promover a riqueza da diversidade cultural do Brasil.


Agência Brasil e Correio do Povo