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Pacheco sobre operação da PF: “Minoria irresponsável queria Estado de exceção"
Sábado terá sol entre nuvens, em Carnaval de calor extremo no RS
Aquecimento pode gerar áreas de instabilidade com temporais em pontos isolados
O fim de semana de Carnaval será de temperatura muito alta no Rio Grande do Sul. Neste sábado, massa de ar quente persiste e mantém o forte a intenso calor.
O calor será excessivo durante o domingo nos vales e na Grande Porto Alegre. O sol aparece com nuvens neste sábado, mas, assim como na sexta-feira, o calor forma áreas de instabilidade da tarde para a noite com chuva isolada.
As mínimas rondam os 20ºC em Caxias do Sul e os 18ºC em Vacaria e São José dos Ausentes. As máximas, por sua vez, devem chegar a 37º₢ em Santa Cruz do Sul e 38ºC em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 24ºC e 36ºC. No Litoral Norte, as marcas se alternam entre 22ºC e 32ºC.
Em alguns pontos, a chuva pode ser forte e acompanhada ainda por temporais localizados fortes com vento e granizo. Faz calor desde cedo em muitos locais, uma vez que as mínimas serão elevadas.
Forte temporal de chuva e vento atingiu na tarde de sexta Sobradinho, no Centro do RS. Houve queda de árvores e destelhamentos. Novos temporais de verão isolados ocorrerão no estado neste Carnaval.
MetSul Meteorologia e Correio do Povo
Beraldo compara “perseguições” sofridas por Trump e Bolsonaro
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Motta: “Está na hora do Congresso decidir o que quer ser quando crescer"
Comentaristas analisam operação da Polícia Federal contra Bolsonaro e membros de seu governo
Governo federal descarta alterar alíquota sobre leite importado do Mercosul
Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Neri Geller, diz, no Show Rural Coopavel, que problema do setor é estrutural
Geller (D) foi recebido pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli (C), e pelo vice-governador do Paraná, Darci Piana | Foto: Show Rural Coopavel / Divulgação / CPO secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), Neri Geller, disse, durante o Show Rural Coopavel, que o Brasil não pode entrar com alíquota na importação de leite. “Temos uma parceria com o Mercosul. Não podemos fazer uma intervenção irresponsável para salvar produtores de leite”, frisou.
Segundo ele, o governo adotou medidas que beneficiam os produtores e a indústria de leite. Além dos benefícios fiscais para os laticínios que adquirirem matéria-prima nacional, Geller citou a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) específica, de mais de R$ 2 bilhões, anunciada para cooperativas.
O secretário ainda salientou que outras medidas foram tomadas pelo Executivo, como as aquisições de leite para fomentar o mercado interno, por meio dos programa de Aquisição de Alimentos (PAA), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
“Essas ações vão amenizar (a situação do setor), mas o problema nosso é estrutural. Vamos discutir com cooperativas programas de correção de solo para aumentar produtividade, fazer melhorias em genética para sermos competitivos no mercado internacional. O leite ainda, infelizmente, é uma atividade que está aquém da produção internacional. Vamos estar atentos, sem fazer loucura”, destacou.
Correio do Povo
Fifa deve anunciar fase de teste do cartão azul no futebol profissional
Medida teria sido aprovada pelo IFAB, segundo o jornal britânico Telegraph Sport
Medida deve ser testada ainda este ano em competições de elite, como a Copa da Inglaterra | Foto: AFP / CPA Fifa vai introduzir um cartão azul no futebol profissional. A medida, que será implementada em fase de teste, deve ser anunciada pela International Football Association Board (IFAB) nesta sexta-feira, 9. As informações são do jornal britânico Telegraph Sport.
A medida revolucionária é parte dos protocolos do sin-bin (nome dado, no rúgbi, ao lugar em que jogadores ficam após tomar um cartão amarelo). Nesses protocolos, os jogadores que cometerem falta crônica ou desrespeitarem um árbitro deixam o campo por 10 minutos. No futebol, o cartão azul deve ter função semelhante, fazendo com que o atleta tenha de deixar o campo por um período de tempo.
O novo protocolo deve limitar a faltas que impeçam um ataque promissor. Dois cartões azuis ou um amarelo mais um azul devem resultar em um vermelho.
As competições de alto nível serão excluídas dos testes iniciais no futebol profissional caso os protocolos exijam mais refinamentos, mas os testes devem iniciar já nessa temporada. Isso pode incluir a Copa da Inglaterra e a Copa da Inglaterra Feminina.
Este é o primeiro cartão introduzido no futebol desde a criação dos cartões amarelo e vermelho na Copa do Mundo de 1970. Cartões azuis foram usados esta temporada durante um teste nas categorias de base do futebol no País de Gales.
Segundo o Telegraph Sport, o IFAB também aprovou um teste global de outra regra de rúgbi que permitiria apenas aos capitães de equipe falar com o árbitro da partida sobre uma decisão.
Correio do Povo
“Bolsonarismo” tende a crescer com “perseguições”?
LS Tractor foca no mercado aberto pela citricultura
Marca lança a série MT7 no Show Rural Coopavel, que termina nesta sexta-feira, em Cascavel (PR)
A citricultura concentra o maior potencial para expansão do mercado de tratores da LS Tractor. A fabricante já tem as linhas R65 e R60 operando no segmento em território gaúcho, cujo polo produtivo está na região do Vale do Caí. A marca sul-coreana fabricada no Brasil agora reforça seu portfólio com o lançamento da série MT7, que chega ao mercado com condições idênticas de tamanho, mas oferta de mais potência. “Com demanda maior por implementos, é necessário um trator que entregue de 15% a 20% a mais na tomada de força, para tocar tocar principalmente o atomizador, que atende a citricultura”, explica o gerente de marketing e produto da LS Tractor, Astor Kilpp.
A linha MT7 traz novidades para oferecer melhor eficiência operacional e redução no consumo de combustível. A nova série promete entregar mais torque, com motores Perkins de quatro cilindros com 80 e 93cv, tecnologia MAR1/Tier3, com características de baixo ruído e menor vibração. De acordo com Kilpp, os modelos ofertam 16% mais torque de motor em relação aos concorrentes, 43% mais reserva de torque e 19% a mais de potência na tomada de força (TDP), em análise comparativa.
Conforme a fabricante, ergonomia e conforto definem a série MT7, com as principais alavancas de controle ao alcance das mãos. O espaço e a posição do operador melhora o aproveitamento da área interna. Os dois modelos em lançamento têm transmissão com 20 opções de velocidades à frente e 20 à ré (20x20) e reversão Synchro Shuttle, ágil nas manobras. Somado ao super redutor Creeper, permite trabalhos específicos com implementos que necessitam velocidade abaixo de 1km/h no deslocamento. A tomada de força oferece três opções de velocidade (540, 750 ou 1000 rpm), com potência máxima de 76cv e 87cv.
Olivicultura
Outra cultura em foco está em áreas em que desponta a olivicultura. Conforme Kilpp, as árvores dos olivais gaúchos, em torno de 6 mil hectares, ainda não atingiram sua plenitude e comportam o tráfego de um trator normal. “Mas para um investimento olhando para 10 a 15 anos, o produtor precisa de um trator com condições de trafegabilidade mais estreito”, analisa. Conforme Kilpp, um atomizador com capacidade de 3 a 5 mil litros para realizar tratos culturais requer um trator de potência na faixa de 80cv a 90cv.
Tratores na faixa de potência de 80 cavalos têm a maior fatia do mercado nacional. Conforme Kilpp, a depender da temporada, de cada 100 comercializados, 30 são de 80cv, para atender a agricultura familiar e segmentos especiais como cafeicultura e fruticultura. E dessa fatia de mercado, café e citricultura respondem por um total de cerca de 5 mil tratores. “Estamos falando de 11 a 12% de um mercado total de 50 mil tratores”.
No ano passado, o setor de máquinas e implementos agrícolas amargou queda de 14% em relação ao ano anterior. O gerente da LS Tractor diz que a redução foi menor do que os cerca de 20% que eram estimados porque parte da produção acabou repondo os estoques das concessionárias, que estavam baixos. “Este ano (2024) já vai ser um número estabilizado de mercado, que acreditamos em torno de 45 mil tratores”, destaca. “No ano passado, fizemos 55 mil tratores e o mercado brasileiro maduro vai flutuar entre 40 mil a 55 mil tratores, tudo dependendo da economia agrícola. O que puxa a venda é a venda é a valorização dos produtos agrícolas”, detalha.
Correio do Povo



