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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

LS Tractor foca no mercado aberto pela citricultura

 Marca lança a série MT7 no Show Rural Coopavel, que termina nesta sexta-feira, em Cascavel (PR)



A citricultura concentra o maior potencial para expansão do mercado de tratores da LS Tractor. A fabricante já tem as linhas R65 e R60 operando no segmento em território gaúcho, cujo polo produtivo está na região do Vale do Caí. A marca sul-coreana fabricada no Brasil agora reforça seu portfólio com o lançamento da série MT7, que chega ao mercado com condições idênticas de tamanho, mas oferta de mais potência. “Com demanda maior por implementos, é necessário um trator que entregue de 15% a 20% a mais na tomada de força, para tocar tocar principalmente o atomizador, que atende a citricultura”, explica o gerente de marketing e produto da LS Tractor, Astor Kilpp.

A linha MT7 traz novidades para oferecer melhor eficiência operacional e redução no consumo de combustível. A nova série promete entregar mais torque, com motores Perkins de quatro cilindros com 80 e 93cv, tecnologia MAR1/Tier3, com características de baixo ruído e menor vibração. De acordo com Kilpp, os modelos ofertam 16% mais torque de motor em relação aos concorrentes, 43% mais reserva de torque e 19% a mais de potência na tomada de força (TDP), em análise comparativa.

Conforme a fabricante, ergonomia e conforto definem a série MT7, com as principais alavancas de controle ao alcance das mãos. O espaço e a posição do operador melhora o aproveitamento da área interna. Os dois modelos em lançamento têm transmissão com 20 opções de velocidades à frente e 20 à ré (20x20) e reversão Synchro Shuttle, ágil nas manobras. Somado ao super redutor Creeper, permite trabalhos específicos com implementos que necessitam velocidade abaixo de 1km/h no deslocamento. A tomada de força oferece três opções de velocidade (540, 750 ou 1000 rpm), com potência máxima de 76cv e 87cv.

Olivicultura

Outra cultura em foco está em áreas em que desponta a olivicultura. Conforme Kilpp, as árvores dos olivais gaúchos, em torno de 6 mil hectares, ainda não atingiram sua plenitude e comportam o tráfego de um trator normal. “Mas para um investimento olhando para 10 a 15 anos, o produtor precisa de um trator com condições de trafegabilidade mais estreito”, analisa. Conforme Kilpp, um atomizador com capacidade de 3 a 5 mil litros para realizar tratos culturais requer um trator de potência na faixa de 80cv a 90cv.

Tratores na faixa de potência de 80 cavalos têm a maior fatia do mercado nacional. Conforme Kilpp, a depender da temporada, de cada 100 comercializados, 30 são de 80cv, para atender a agricultura familiar e segmentos especiais como cafeicultura e fruticultura. E dessa fatia de mercado, café e citricultura respondem por um total de cerca de 5 mil tratores. “Estamos falando de 11 a 12% de um mercado total de 50 mil tratores”.

No ano passado, o setor de máquinas e implementos agrícolas amargou queda de 14% em relação ao ano anterior. O gerente da LS Tractor diz que a redução foi menor do que os cerca de 20% que eram estimados porque parte da produção acabou repondo os estoques das concessionárias, que estavam baixos. “Este ano (2024) já vai ser um número estabilizado de mercado, que acreditamos em torno de 45 mil tratores”, destaca. “No ano passado, fizemos 55 mil tratores e o mercado brasileiro maduro vai flutuar entre 40 mil a 55 mil tratores, tudo dependendo da economia agrícola. O que puxa a venda é a venda é a valorização dos produtos agrícolas”, detalha.

http://vejatambém

Correio do Povo

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