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Durante caminhada próxima do porto da cidade, os dois falaram sobre o mau tempo e fizeram comentários bem-humorados
Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o príncipe William se encontraram em Boston
CHRIS JACKSON / CHRIS JACKSON COLLECTION / GETTY IMAGES VIA AFPO presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, teve um breve encontro nesta sexta-feira (2) com o príncipe William em Boston, onde ambos rapidamente chegaram a um típico tema inglês: o mau tempo.
Enquanto o herdeiro do trono britânico caminhava do lado de fora da biblioteca e museu John F. Kennedy, sem casaco e dando largos passos, Biden afirmou que estava "congelando".
O príncipe William sorriu e disse ao presidente que, ao chegar ao país na quarta-feira (30), "caía uma chuva torrencial".
A reunião de menos de uma hora acontece no momento em que o príncipe William e sua esposa Kate visitam Boston para a cerimônia de premiação Earthshot, que premia soluções para desafios ambientais.
Biden, por sua vez, estava na cidade do nordeste dos Estados Unidos para assistir a um evento de arrecadação de fundos do Partido Democrata.
Em seu curto passeio às margens do porto de Boston, Biden propôs em tom de piada: "Vamos cair na água?", e o príncipe William respondeu: "só um mergulhinho rápido."
Depois, os dois entraram no complexo da biblioteca JFK para finalizar o encontro com mais comodidade.
A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, havia anunciado que Biden "queria passar um tempo com o príncipe William".
Biden conhece bem a biblioteca JFK, onde esteve em setembro para lançar sua estratégia para controlar o câncer nos Estados Unidos.
"Esperamos que [Biden e William] discutam sobre seus objetivos compartilhados em relação ao clima, sobre priorizar os problemas de saúde mental e diminuir o peso da doença", disse Jean-Pierre aos jornalistas.
AFP e R7
Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional faz alerta para Tarcísio
O Sindicato da Polícia Penal emitiu nota em que alerta, mais uma vez, para a possibilidade de o sistema penitenciário entrar em colapso.
STF decide a favor dos aposentados e aprova revisão da vida toda pelo INSS
O STF (Supremo Tribunal Federal) encerrou hoje à tarde o julgamento da revisão da vida toda da aposentadoria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), no placar de 6 a 5 pela revisão. Votaram a favor os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Marco Aurélio. Os votos vencidos foram dados por Kassio Nunes Marques, Luis Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
Como tecnologia está ajudando a Ucrânia a resistir ao avanço russo
Dentro de bunkers e a quilômetros de distância, comandantes coordenam artilharia com o auxílio de drones
Militar ucraniano na região de Donetsk29/11/2022 Radio Free Europe/Radio Liberty/Serhii Nuzhnenko via REUTERSEm uma sala no leste da Ucrânia, jovens se sentam em uma longa mesa repleta de laptops, com os olhos grudados na televisão, a um braço de distância.
Eles observam figuras escuras no topo de uma colina, que parecem entrar em pânico e, então, correr. É um vídeo ao vivo de um pequeno drone ucraniano a vários quilômetros de distância – um dispositivo usado para auxiliar equipes de artilharia a acertar soldados russos em suas trincheiras.
Ao longo das linhas de frente do leste, em centros de comando subterrâneos escondidos atrás de portas de metal não marcadas, soldados ucranianos estudiosos direcionam o fogo de artilharia em uma tentativa desesperada de conter o avanço russo.
Este é um campo de testes da vida real para a guerra inovadora do século 21. Os homens usam drones baratos e disponíveis comercialmente e programas de bate-papo para identificar e comunicar alvos para um armamento que, em muitos casos, tem várias décadas.
A luta mais feroz está ocorrendo pela cidade de Bakhmut, sitiada por meses pelas forças russas. A agressividade dessa batalha é aparente desde os primeiros momentos de aproximação da cidade, onde a fumaça escura sobe a partir de prédios de apartamentos.
Quando uma equipe da CNN entrou na estrada principal de tráfego intenso, um projétil de artilharia russa atingiu um edifício a apenas algumas dezenas de metros de distância.
Momentos depois, outro projétil atingiu o prédio novamente, levando nossa escolta militar a exigir que a equipe se retirasse. Grande parte dessa guerra é travada evitando a incessante ameaça da artilharia russa.
O Kremlin concentrou um grande número de forças para este ataque a Bakhmut, mas as tropas da Ucrânia estão lutando, diz Petro, o comandante da Guarda Nacional que dirige esta unidade.
“Parece um ataque constante e ininterrupto. A única janela para descansar é quando eles ficam sem gente e esperam por reforços”, diz.
Como outros militares ucranianos, Petro usa apenas seu primeiro nome, para proteger sua identidade. Ele descreve uma batalha para a qual a Rússia enviou onda após onda de forças, aparentemente se importando pouco se fossem eliminadas.
“A tática deles é enviar essas pessoas pobres que precisamos eliminar. Eles não podem tomar Bakhmut com um ataque direto, então eles contornaram. Tivemos que nos deslocar das áreas urbanas para os campos onde estamos muito expostos à artilharia”, explica.
A descrição de Petro é similar à de Serhiy Hayday, chefe ucraniano da região vizinha de Luhansk, que afirmou no mês passado que perto de Bakhmut os russos “morrem em massa – os mobilizados simplesmente avançam para identificar nossas posições”.
Condições adversas
Alguns soldados russos descreveram baixas significativas, embora o Ministério da Defesa do país tenha pontuado no início deste mês que as perdas “não excederam 1% da força de combate e 7% dos feridos”.
Cada canto do centro de comando subterrâneo é ocupado – por quadros brancos registrando abates, camas de dormir, caixas de drones esperando para serem configurados.
“As estradas estão lamacentas. Não podemos evacuar os feridos rápido o suficiente e entregar munição”, adverte Petro.
Os comandantes ucranianos também reclamam da falta de comunicação entre as unidades e da falta de oficiais de escalão inferior suficientes para manter os soldados motivados e na luta após meses de guerra extenuante.
Voltando ao campo de batalha, mais à frente, em uma linha de árvores que faz fronteira com terras agrícolas, está a unidade de artilharia ucraniana, conectada por telefone com o centro de comando.
Tuman, o comandante do pelotão, recebe as coordenadas em um celular em uma das mãos e as anota em um caderno que segura na outra.
Ele as grita, e um soldado as repete de volta antes de mirar a peça de artilharia da era soviética que eles agora carregam com projéteis de fabricação polonesa. Com o puxão de uma corda, as folhas de outono são sacudidas do solo quase congelado e um projétil assobia em direção ao horizonte.
“Nosso Estado-maior tenta fornecer o maior número possível de munições, mas entendemos que estamos com pouco calibre. Mas você consegue o que é possível”, destaca Tuman na relativa segurança de uma trincheira próxima.
Ele afirma que a precisão da artilharia russa se deteriorou ao longo do ano, pois as forças ucranianas prejudicaram a capacidade do inimigo de realizar reconhecimento aéreo.
“A precisão deles caiu, mas seus projéteis estão voando sobre nós o tempo todo”, ressalta.
Em outro centro de comando subterrâneo, mais ao sul da região de Donetsk, outro grupo de soldados olha para seu próprio conjunto de telas. O comandante deles, Pavlo, nos afirma que eles contabilizam dezenas de baixas diárias.
“Veículos e munições são expansíveis. Tentamos não contá-los e usamos o quanto precisamos para impedir o avanço do inimigo. A única coisa que não podemos recuperar são vidas humanas”, observa.
Mas ele está otimista sobre esse custo. “Não há guerra sem vítimas. Se resistirmos e não quisermos que os russos capturem nosso território, precisamos lutar. Se lutarmos, sofreremos baixas. Essas baixas são justificadas e inevitáveis”, pondera.
CNN Brasil
Demissões e mudanças na Jovem Pan News e CNN Brasil servem de alerta à GloboNews
Canais concorrentes na TV paga precisam sair da zona de conforto, fidelizar público e atrair mais anunciantes
Todo fim de ano acontece o 'passaralho', termo para as numerosas demissões em consequência do balanço financeiro das empresas de comunicação.
Deu prejuízo? O lucro foi baixo? Precisa cortar custos para fazer investimentos no ano que vai começar? Simples: manda-se jornalistas embora.
Desta vez, a triste tradição ganha novos contornos com as movimentações na Jovem Pan News e na CNN Brasil.
O canal alinhado a Jair Bolsonaro sentiu o peso da derrota do presidente nas urnas. Seu dono, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, foi rápido na tentativa de desvinculação.
Saíram da emissora alguns dos maiores defensores do bolsonarismo raiz, como Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Guilherme Fiuza e Carla Cecato.
Aqueles que permanecem no ar foram orientados a evitar ataques virulentos contra Lula e o STF. O contundente discurso de direita foi suavizado na maior parte da programação.
A Jovem Pan News sofreu um baque com a suspensão da monetização de seus vídeos no YouTube por ferir o protocolo da plataforma contra a disseminação de desinformação.
Caso a punição seja mantida, a emissora poderá deixar de faturar em torno de R$ 1,5 milhão por mês. Para compensar a queda nas receitas, o departamento comercial busca novos anunciantes para os intervalos.

Perto da sede da Jovem Pan, também na Avenida Paulista, está instalada a CNN Brasil. O canal do bilionário Rubens Menin passa por profunda reformulação.
No dia 21 de novembro, a CEO Renata Afonso se demitiu. A partir daí, o novo presidente-executivo, João Camargo, determinou demissões, redução de custos e mudança na linha editorial.
A lista de dispensados inclui Monalisa Perrone, Boris Casoy, Gloria Vanique, Leandro Karnal, Kenzô Machida, Marcela Rahal e Sidney Rezende.
Algumas atrações do bloco 'soft' (notícias leves), implementado por Renata, serão substituídas por programas de 'hard news' (notícias do momento). A ordem é priorizar as informações sobre política e economia.
A cúpula da CNN Brasil quer se recuperar no Ibope, onde foi ultrapassada pela Jovem Pan News, e ampliar o faturamento com publicidade.
As mudanças nas concorrentes servem de alerta para a GloboNews. Apesar de ser líder no ranking de audiência, a emissora não é inalcançável.
Recentemente, a Jovem Pan News conseguiu encostar em seus índices de público em dias isolados. A concorrência na TV paga está mais empolgante do que entre as emissoras de sinal aberto.
Ainda que tenha promovido algumas novidades, como o vespertino 'GloboNews Mais', o canal de notícias da Globo peca pela falta de ousadia em sua grade.
Há exagerada repetição de matérias nos diferentes telejornais e a maioria dos comentaristas diz basicamente a mesma coisa. Falta pluralidade e confronto de ideias.
Terra


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