Ícone da música, Gal Costa morre aos 77 anos

Causa da morte da cantora ainda não foi revelada

Gal Costa morreu aos 77 anos 

O Brasil perdeu nesta quarta-feira, dia 9, uma de suas vozes mais marcantes. Morreu, aos 77 anos, a cantora Gal Costa, um dos maiores nomes da música do País. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista. A causa da morte não foi divulgada.

Baiana de Salvador, Maria da Graça Costa Penna Burgos foi um nome fundamental do Tropicalismo e da MPB. Começou a cantar no início dos 60, ao lado de nomes como Caetano Velloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Tom Zé.

Nos anos 1960, ela conheceu João Gilberto, que a classificou como a "maior voz do Brasil". Nessa fase passou a ter contato com seus grandes parceiros de arte de vida, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil. A primeira gravação aconteceu em 65, com "Sol Negro". O primeiro LP veio dois anos depois, com o lançamento de "Domingo", em parceria com Caetano. Foi aí que surgiu o seu primeiro hit, "Coração Vagabundo".

Nos anos 70, diferentemente de Caetano e Gil, ficou no Brasil durante a Ditadura Militar. Em 1975 teve a sua música mais famosa, "Gabriela", tema de abertura da novela de mesmo nome. Repetiu o sucesso de um tema de novela nos 80, ao gravar "Brasil", de Cazuza, para a abertura de "Vale Tudo".

O seu último trabalho de estúdio foi "Nenhuma Dor", de 2021. Ela tinha shows marcados para São Paulo, em dezembro, e Rio de Janeiro, em janeiro. A sua última apresentação foi no festival Coala, em setembro.

Em setembro, Gal Costa tinha sido internada para a retirada de um nódulo nas fossas nasais. A cantora teve sua participação cancelada no Primavera Sound, que aconteceu no último final de semana em São Paulo.

R7 e Correio do Povo

Moraes manda polícias identificarem líderes de atos pós-eleição

 



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=aBEQU1Fsy1U

"Gigante onda vermelha não aconteceu", diz Biden sobre republicanos

 Presidente dos Estados Unidos falou com jornalistas nesta quarta-feira sobre as eleições de meio de mandato


O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, convocou uma coletiva nesta quarta-feira para comentar sobre as eleições de meio de mandato, realizadas na última terça-feira em todo o país. Biden, do Partido Democrata, começou o discurso alfinetando os republicanos, que esperavam dominar o 'midterm', segundo pesquisas realizadas antes das eleições. Apesar de projeções apontarem para uma grande vitória do partido de Donald Trump na Câmara dos Representantes, a 'derrota azul' foi menor do que se esperava.

"A gigante onda vermelha não aconteceu", destacou Biden aos jornalistas. O presidente também ressaltou a grande participação dos eleitores norte-americanos no pleito. De acordo com o mandatário, a democracia do país esteve em risco nos últimos anos, mas as eleições mostraram, mais uma vez, a essência do povo dos EUA.

"Foi um bom dia para a democracia. A democracia foi desafiada nos últimos tempos, mas, com os votos, o povo americano mostrou quem realmente é." Biden também fez questão de destacar que o 'midterm' — considerado por especialistas como uma avaliação do governo no poder — de 2022 foi o melhor para um presidente desde 1986. "Alguns bons democratas não venceram ontem, mas outros democratas tiveram uma ótima noite", disse o presidente.

Sobre pautas consideradas mais progressistas nos EUA, Biden reforçou o desejo de interromper a vende de rifles no país. "Ainda quero banir armas de assalto, vou tentar isso com toda força".

Visto por eleitores como o ponto mais crítico do governo de Biden, a economia norte-americana foi exaltada pelo mandatário. O democrata reforçou que, após o país passar pela pandemia do novo coronavírus, a taxa de desemprego caiu de 6,4% para 3,7% — a menor em 50 anos. "Estou preparado para trabalhar com meus colegas republicanos e espero que eles estejam preparados para trabalhar comigo", ressaltou Biden. "Eu vou dar tudo que posso para reunir as pessoas".


R7 e Correio do Povo

RS assina contrato para monitorar agressores e vítimas de feminicídio

 Medida é inovadora em todo o país e prevê redução nos casos de violência doméstica


A Secretaria da Segurança Pública e a empresa suíça Geosatis assinaram nesta quarta-feira, em solenidade no Palácio Piratini, um contrato para a disponibilização de 2 mil tornozeleiras eletrônicas para serem utilizadas em agressores que cumprem medidas protetivas da Lei Maria da Penha e mostram potencial de risco para a mulher.

A contratação dos equipamentos foi autorizada pelo Estado por meio de inexigibilidade de licitação, e o investimento é de R$ 4,2 milhões. As vítimas também contarão com um aplicativo de celular, interligado à tornozeleira, que monitora o agressor em tempo real e alerta a vítima e as forças de segurança caso a zona de  distanciamento venha a ser ultrapassada.

A nova tecnologia é parte de uma das ações do governo do Estado para frear os casos de feminicídio e violência doméstica no Rio Grande do Sul, tendo como ponto de partida os municípios de Porto Alegre e Canoas. A ferramenta integra o projeto “Monitoramento do Agressor”, iniciativa do Comitê Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (emFrente, Mulher), que busca fortalecer a rede de apoio às vítimas e promover uma mudança de cultura que valorize a proteção da mulher na sociedade.

O governo do Estado também fez um acordo de cooperação com a London School of Economics and Political Science para o processamento de dados do Sistema de Gestão Estatística em Segurança Pública (GESeg). O objetivo é estabelecer um fluxo de informações estratégicas para fortalecer o enfrentamento da violência contra mulher e estruturar um banco de dados voltado à formulação de políticas públicas. O projeto prevê uma análise de estudos dos últimos 10 anos sobre violência doméstica com o exame de perfis e estudos técnicos que viabilizem o desenvolvimento de ações.

Como funciona

A utilização da tornozeleira eletrônica faz parte da política pública de segurança no combate à violência doméstica e familiar no Estado. Mediante autorização da Justiça, a vítima irá receber um celular com o aplicativo interligado ao aparelho usado pelo agressor. No monitoramento, se ocorre aproximação à vítima, o equipamento emite um alerta.

Caso o agressor não recue e ultrapasse o raio de distanciamento determinado pela medida protetiva, o aplicativo irá mostrar um mapa em tempo real e também alertará novamente a vítima e a central de monitoramento.

Após este segundo alerta, a Patrulha Maria da Penha ou outra guarnição da Brigada Militar mais próxima irá se deslocar para o local. O aplicativo foi programado para não ser desinstalado e também permite o cadastro de familiares e pessoas de confiança que a vítima possa estabelecer contato para casos de urgência.

Equipamento

As tornozeleiras são feitas de polímero com travas de titânio, que sustentam mais de 150 quilos de pressão.  Ao tentar puxar ou cortar, os sensores internos enviam imediatamente sinais de alarme para a central de monitoramento. O carregador portátil garante carregamento da bateria em 90 minutos, que dura 24 horas. O sistema emite um alerta em caso de baixa porcentagem de carga.

Correio do Povo

OAB Digital Summit discute os desafios das novas plataformas digitais para a advocacia

 A 3ª edição do evento está sendo realizado no Espaço Cubo da OAB/RS, no bairro Praia de Belas, em Porto Alegre



Os desafios das novas plataformas digitais e da tecnologia para a advocacia e a atividade jurídica em geral estão sendo discutidos na 3ª edição da OAB Digital Summit, conferência da Ordem dos Advogados do Brasil no RS (OAB/RS), com programação até a próxima sexta-feira. O evento, iniciado nesta quarta-feira, está sendo realizado no Espaço Cubo da OAB/RS, no bairro Praia de Belas, em Porto Alegre, reunindo profissionais de áreas do Direito e Tecnologia da Informação (TI).

"Desde mais ou menos 2010 temos trabalhado com tecnologia de maneira mais profunda dentro da advocacia, quando foram implantadas as ferramentas eletrônicas dentro do Judiciário. A partir daí, houve avanços muito grandes. O OAB Digital Summit não é um evento jurídico, mas de tecnologia voltado para advogados", comenta o presidente da Comissão de Direito da Tecnologia e Inovação (CDTI) da OAB/RS, Filipe Mallmann. O evento traz discussões a respeito do uso de ferramentas como NFTs, blockchain, metaverso, entre outras áreas.

Conforme Mallmann, estas tecnologias podem ser agregadas ao Direito de diversas formas, como agregadas às regras de um contrato discutido judicialmente, por exemplo. "Neste caso, é preciso um programador e também de um advogado para dizer quais são as regras deste contrato", salienta. O head metaverso e cryptoservice da empresa Mercado Bitcoin, Igor Erthal, realizou duas palestras relacionadas ao assunto na abertura do evento. 

Para ele, estas ferramentas trazem, em especial, um sentimento de pertencimento a uma comunidade que cresce cada vez mais. Igor também reconhece que há algumas barreiras a serem superadas, principalmente no metaverso, mas que elas podem ser resolvidas quando houver melhor interoperabilidade entre as diversas redes. O problema, segundo Igor, foi o mesmo enfrentado pela Internet logo no início público dela, no começo da década de 1990. 

"Sem ser interoperável, hoje meu escritório de advocacia pode estar no metaverso A, e o cliente no metaverso B. É necessário, portanto, que haja uma ou outra migração. Há aulas no âmbito jurídico e criação de escritórios sendo feitos no metaverso", observa ele. O evento segue nesta quinta, com quatro palestras sobre cibersegurança e automação digital na prática do Direito, e encerra na sexta com workshops sobre inovação, startups e diferenciais competitivos.

Correio do Povo

Presidente do PL declara oposição ao governo Lula

 Segundo Valdemar Costa Neto, partido não vai abrir mão dos ideais liberais



O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou nesta terça-feira, 8, que a sigla será oposição ao novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O atual presidente, Jair Bolsonaro, faz parte da legenda. O pronunciamento oficial ocorreu durante uma coletiva de imprensa na sede do partido, em Brasília.

“A maioria dos deputados e dos senadores escolhidos pela população brasileira são defensores dos mesmos ideais que o Partido Liberal representa”, declarou Neto. “Ideais e valores que foram glorificados com a chegada do presidente Jair Bolsonaro ao nosso partido. Portanto, o PL não renunciará a suas bandeiras de ideais e será oposição às ideias comunistas e socialistas. Será oposição ao futuro presidente.”

O partido conquistou as maiores bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, com 99 deputados e 14 senadores — sendo seis eleitos nessas eleições.

Valdemar ainda elogiou a gestão do presidente do Brasil. “Ele enfrentou uma crise mundial causada pela pandemia e pela guerra”, disse. “Ainda assim, fez nossa economia crescer, gerando empregos e oportunidades. Bolsonaro colocou o Brasil entre as 20 nações que mais criaram emprego no mundo. Somos eficientes no verdadeiro combate à pobreza.”

Neto também convidou o chefe do Executivo para assumir a presidência de honra do PL. “Queremos Bolsonaro comandando o nosso partido”, afirmou.

O futuro do presidente e os protestos dos eleitores

Bolsonaro deve percorrer o Brasil palestrando e fazendo “política”, segundo Neto. “Quero montar uma estrutura na sede do partido para o presidente”, observou. “É importante que ele percorra o país e continue fazendo política.”

Ao ser interpelado sobre as manifestações de apoiadores do chefe do Executivo contra a vitória de Lula, o presidente do PL reafirmou que os protestos, dentro da lei, têm o apoio da sigla. “O que Bolsonaro deixou claro é que não podemos fazer um movimento que traga prejuízo para o país”, disse. “Agora, quem protesta dentro da lei tem o nosso apoio.”

Revista Oeste

Rigotto fala sobre sua participação na equipe de transição de Lula

 Indicação, sinal de prestígio ao MDB gaúcho e ao RS, ajuda novo governo a se aproximar de adversários históricos no Estado



O ex-governador Germano Rigotto (MDB) disse, no início da tarde desta quarta-feira, que pode dar uma "contribuição grande" aos trabalhos da equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele ressalvou, contudo, que sua participação não significa vinculação política. "É um espaço para contribuir, não me vincula politicamente. Estamos vendo, neste momento, a participação de pessoas, muitas delas as melhores de suas áreas, com o objetivo de contribuir, auxiliar com seus conhecimentos e experiências."

Rigotto foi um dos três representantes do MDB anunciados no final da manhã pelo presidente nacional do partido, o deputado Baleia Rossi (MDB/SP), via redes sociais, como os novos integrantes da equipe de transição. Além dele, que atuará na área de indústria e comércio, Baleia anunciou também os senadores Renan Calheiros (AL) e Jader Barbalho (PA). Os dois senadores atuarão no conselho político. A  senadora Simone Tebet (MS), que concorreu à presidência e, no segundo turno, fez campanha para Lula, já havia sido indicada para a equipe. Ela trabalhará na área de desenvolvimento social.

Rigotto chega ao grupo após ter coordenado o plano de governo de Simone. Ele estará em Brasília para dar início a sua participação nos trabalhos a partir de segunda-feira.

Ao avaliar a importância para o Estado de sua participação na equipe, Rigotto lembrou o fato de os setores de comércio e serviços serem fortes no RS. E destacou a solidez da  indústria metal mecânica.

Ainda sobre a questão política, o ex-governador considerou que Baleia Rossi deverá construir o máximo de unidade possível dentro de uma sigla que abriga diferenças conhecidas e históricas. O RS, por exemplo, é um dos estados apontados como um daqueles com forte oposição à Lula e ao PT e onde há uma maioria de lideranças regionais alinhadas ao bolsonarismo.

"O único erro que o partido não pode cometer é vincular apoio a espaços de governo. Isso seria um erro absurdo, que já atrapalhou a imagem e até a credibilidade do MDB", projeta Rigotto.

Correio do Povo

Donald Trump sai enfraquecido das eleições de meio de mandato

 "Onda vermelha" esperada não aconteceu e Ron DeSantis se apresenta como opção ao Partido Republicano


Donald Trump esperava surfar uma "onda vermelha" - cor dos republicanos -, de olho em uma nova candidatura presidencial em 2024 após as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, mas com conquistas limitadas e um resultado de destaque de seu principal adversário dentro do partido, o ex-presidente parece ter morrido na praia.

O ex-inquilino da Casa Branca (2017-2021), que insinuou que anunciará sua nova candidatura presidencial em 15 de novembro, atuou nas primárias republicanas e realizou comícios em todo o país, nos quais repetiu suas declarações infundadas de fraude nas eleições de 2020, que perdeu para o democrata Joe Biden.

Mas vários dos candidatos que escolheu a dedo não se saíram bem nas urnas na terça-feira. Alguns inclusive perderam para os democratas assentos antes ocupados por republicanos. Analistas e alguns membros de seu partido o culpam pelo resultado, apesar da chance de recuperar por uma estreita margem a Câmara dos Representantes. O controle do Senado é incerto. "Embora de certa forma as eleições de ontem tenham sido um pouco decepcionantes, da minha perspectiva pessoal foram uma grande vitória", disse Trump nesta quarta em sua rede social, a Truth Social.

Mas sem dúvida, a vitória de maior destaque do lado conservador foi a de Ron DeSantis, que foi reeleito governador da Flórida e se consolidou uma estrela republicana em ascensão e o mais forte oponente de Donald Trump para a nomeação presidencial republicana de 2024.

Um editorial da emissora Fox News, de viés conservador, proclamou DeSantis como "o novo líder do Partido Republicano". Embora ainda não haja resultados finais completos, o mapa político que se desenhou na manhã desta quarta-feira claramente não se parece com o que tinha sido projetado.

"Não deveria ter sido tão difícil para os republicanos" recuperar o controle da Câmara dos Representantes e do Senado, disse à AFP Jon Rogowski, professor de Ciência Política na Universidade de Chicago. Sobretudo, se somados os contextos de alta inflação e baixa popularidade do presidente Joe Biden.

"Muitos candidatos (que Donald Trump apoiou) tiveram um desempenho inferior e custaram ao seu partido a oportunidade de conquistar assentos que deveriam ser alcançáveis" para os republicanos, destacou Rogowski.

"Enquanto isso, outros candidatos republicanos com os quais brigou publicamente conquistaram facilmente seus assentos", acrescentou. Um exemplo foi Brian Kemp, abertamente contrário a Trump, que manteve o cargo de governador da Geórgia. O ex-presidente sempre criticou o papel de Kemp na certificação eleitoral de 2020 a favor de Biden e tentou desbancá-lo, apoiando outro candidato nas primárias.

"Qualidade" dos candidatos

Os resultados mostram que "você pode ser conservador, ter princípios, se opor a Trump e vencer", declarou à AFP Peter Loge, professor da Universidade George Washington. "É realmente um ponto de inflexão para o Partido Republicano", disse à emissora CNN nesta quarta-feira de manhã Geoff Duncan, vice-governador republicano da Geórgia, que durante muito tempo foi abertamente crítico ao ex-presidente. "É hora de seguir adiante", acrescentou.

Antes das eleições, o líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, já se preocupava com a "qualidade" dos candidatos apoiados por Trump. Em vista dos resultados, o ex-presidente poderia ter perdido sua aura de "fazedor de reis". O célebre cirurgião Mehmet Oz, apoiado por Donald Trump, não levou o assento-chave de senador no disputado estado da Pensilvânia.

Também neste estado, o candidato ultraconservador e antiaborto Doug Mastriano, que esteve na ocupação do Capitólio, foi derrotado em sua candidatura ao governo. Uma exceção notável foi a do trumpista J.D. Vance, eleito senador por Ohio. Segundo projeções da mídia, mais de cem candidatos republicanos que não reconhecem o resultado das eleições presidenciais de 2020 foram eleitos na terça-feira a cargos locais e nacionais.

Caminho para a Presidência

Na manhã de quarta-feira, o ex-presidente estava "furioso" e "gritando com todo mundo", admitiu um de seus assessores, citado sob anonimato pelo renomado jornalista da CNN Jim Acosta.

Na Truth Social, Trump argumentou que Don Bolduc, candidato republicano na disputa pelo Senado em New Hampshire, perdeu porque se retratou de seu ceticismo sobre os resultados das eleições de 2020. "Se tivesse se mantido forte e leal, teria vencido facilmente. Lições aprendidas!", enfatizou Trump.

Alguns comentaristas políticos têm especulado que o ex-presidente poderia adiar seu eventual anúncio de uma candidatura à Presidência em 15 de novembro, mas ainda não houve notícias de uma mudança de planos.

Embora alguns pensem que Trump poderia sair de cena e permitir que candidatos como DeSantis assumam a bandeira republicana, Loge avaliou que isso é pouco provável. "Donald Trump não é muito bom em deixar o palco", avaliou.

AFP e Correio do Povo

Stihl Brasil inaugura dois novos prédios em São Leopoldo (RS)

 Espaços serão destinados à ferramentaria e um vestiário aos colaboradores na sede

A Stihl Brasil inaugurou, na tarde desta quarta-feira, dois novos prédios em sua sede, em São Leopoldo. O ato foi marcado por tradições alemãs como o “corte da tora” e a “pazada”, e liderado pelo vice-presidente do Conselho Consultivo da empresa, Nikolas Stihl. “Com o aumento da produção de cilindros, foram necessárias mais máquinas e mais espaço”, explicou o presidente da Stihl Brasil, Cláudio Guenther.

Um dos novos prédios é destinado à ferramentaria. Com 2,4 mil m², a área abrigará todos os equipamentos e recursos para projeto, fabricação e manutenção dos moldes de fundição e injeção de plástico. O segundo prédio servirá para vestiário aos colaboradores. “Desde a pandemia, contratamos 1,5 mil funcionários e nossos espaços ficaram pequenos”, justificou Guenther. O espaço também traz um ambiente de bem-estar e de atendimento psicológico e dentário, além de área para amamentação. “Não adianta só oferecermos plano de saúde à equipe”, frisou. 

Para os próximos anos a empresa anunciou um investimento de R$ 210 milhões para ampliação do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e o Centro Logístico da sede. "A empresa continua crescendo. Nós aumentamos as exportações então precisamos de um prédio para a parte logística e também para exportar mais produtos e lançamentos de novos produtos". Os movimentos abrirão, inicialmente, mais de 80 novas vagas de trabalho. A expectativa de conclusão das expansões é para o final de 2023. A ampliação do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação significa aumento na quantidade de cabines de testes para validação e criação de sistemas, para motores a combustão, para motores a bateria, inclusive, com salas específicas para prototipagem e inovação, que contarão com modernos equipamentos de impressão 3D de metal, areia e polímeros. 

Já o Centro Logístico, terá um acréscimo de 137% na capacidade de armazenamento, mesmo com o crescimento de apenas 57% da área construída, passando de 14.200m² para 21.600m². Isto se dará por meio de tecnologias de armazenamento com corredores estreitos, estantes mais altas, de até 16 metros de altura, e empilhadeiras de alta eficiência com operação de armazenamento semi-autônoma.

“Teremos área suficiente para estocar internamente todos os nossos produtos acabados, matérias-primas e componentes, reduzindo, significativamente, o custo logístico”, ressalta Guenther. O novo espaço para armazenamento representa menos fretes. A empresa calcula que se reduzirá a emissão de 93 toneladas de CO2 por ano.

Sob o ponto de vista da sustentabilidade, além dos sistemas de iluminação em LED, reutilização da água da chuva e ar-condicionado de alta eficiência energética, os prédios terão geração de energia elétrica própria utilizando mais de 2.000 painéis solares. Os painéis instalados irão evitar a emissão de mais de 710 toneladas de CO2 por ano.

"Desde 2019, investimos mais de R$ 1,1 bilhão, o que representa uma confiança por parte da matriz alemã no trabalho realizado no Brasil, inclusive, exportando tecnologia desenvolvida em território brasileiro para os diversos países. E, sempre caminhando paralelamente com o desenvolvimento do negócio, está a nossa preocupação com melhorar a qualidade de vida dos nossos colaboradores, pois as pessoas são o principal ativo da STIHL”, finalizou Guenther.

Representando o governo do Estado, o secretário do desenvolvimento econômico,Joel Maraschin, saudou a iniciativa do grupo. “A gente encontra aqui, além do empreendedorismo, da capacidade de gerar emprego e renda, tributos, uma grande responsabilidade ambiental em todos os projetos.” Maraschin, ressaltou o momento complexo que o mundo vive após a pandemia e das grandes reformas que a atual gestão realizou. “Isso tem surtido resultado na indústria. Somente em 2022, tivemos uma atração de R$ 1.6 bilhões em novos investimentos, quase 4 mil empregos gerados e mais cem projetos aprovados.”


Correio do Povo

Recluso no Planalto, Bolsonaro está sem agenda oficial há cinco dias

 Com Bolsonaro recluso no Palácio do Planalto e sem agenda oficial há cinco dias, Fábio Faria disse que o presidente está "assimilando a derrota" e usando o tempo em silêncio para avaliar seus próximos passos.




Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Z4n8mdrX194