Porto Alegre – 10 de abril de 2026 – O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do GAECO, deflagrou nesta sexta-feira a Operação Estrela Cadente para apurar a atuação de uma empresa acusada de promover rifas eletrônicas ilegais em todo o país. A companhia utilizava o nome e a imagem de clubes de futebol para conferir aparência de legalidade às campanhas, além de praticar fraudes patrimoniais e lavagem de dinheiro.
Alvos da operação
Com apoio do GAECO do Ministério Público de São Paulo (MPSP), foram cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo, Santo André e São Caetano do Sul, em endereços residenciais e operacionais ligados às atividades investigadas. Entre os clubes associados às ações da empresa estão o Grêmio e o Avaí.
Esquema investigado
As rifas eram disfarçadas como “cotas” ou “e-books”, com promessa de prêmios em dinheiro e bens.
Patrocínios a clubes e torcidas organizadas eram firmados para ampliar alcance e dar aparência de regularidade.
Empresas de tecnologia, marketing e intermediação de pagamentos eram usadas de forma fragmentada para movimentar os valores arrecadados.
Materiais apreendidos
Celulares, computadores, mídias eletrônicas, documentos, contratos e registros financeiros foram recolhidos para análise. O objetivo é rastrear o fluxo dos recursos e identificar possíveis envolvidos na lavagem de dinheiro.
Declaração oficial
O coordenador estadual do GAECO, promotor Rogério Meirelles Caldas, destacou que a operação integra o planejamento estratégico de combate à lavagem de dinheiro: “Iniciativas como a Estrela Cadente demonstram nosso compromisso em enfraquecer os mecanismos que sustentam atividades ilícitas”.
A investigação segue em andamento para aprofundar o rastreamento dos valores e responsabilizar os envolvidos.
Homem é preso por fraude em bombas de combustível em Sapucaia
Sapucaia – 10 de abril de 2026 – A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da Delegacia de Proteção aos Direitos do Consumidor (DECON), realizou nesta sexta-feira a prisão em flagrante de um homem acusado de fraude em bombas de abastecimento de um posto de combustíveis. A ação integrou a Operação Alea Petrolii, conduzida em parceria com o INMETRO.
Durante a inspeção, foi constatado que as bombas forneciam quantidade de combustível inferior à anunciada, configurando crime contra a ordem econômica e as relações de consumo.
Objetivos da operação
Combater práticas abusivas e fraudulentas no comércio de combustíveis.
Garantir transparência e segurança nas relações comerciais.
Proteger os direitos dos consumidores e assegurar a competitividade justa no mercado.
Declarações oficiais
A delegada Milena Simioli, titular da DECON, destacou que as investigações buscam desmantelar esquemas que prejudicam a confiança do público e afetam a integridade das transações comerciais. Segundo ela, as ações representam o compromisso da Polícia Civil em promover justiça, transparência e segurança para cidadãos e empresários.
A DECON reafirmou que seguirá com operações preventivas e repressivas, reforçando o combate a fraudes que impactam diretamente o consumo, a economia e a saúde pública no estado.


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