UMA NOVA CONSTITUIÇÃO -A LIBERTADORA-

 A LIBERTADORA

Na sua coluna de ontem, 04, a jornalista Cristina Graeml, da Gazeta do Povo, fez um resumo dos pontos mais importantes da ótima entrevista que fez com o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), autor da importante obra - A LIBERTADORA - que trata de uma NOVA CONSTITUIÇÃO PARA O BRASIL: UMA PROPOSTA PARA ENCERRAR A CRISE ENTRE OS PODERES.


GRANDES REFORMAS

Tal obra - A LIBERTADORA - UMA CONSTITUIÇÃO PARA O BRASIL, como conta Cristina Graeml, acaba de ser lançada e é resultado de vivência política e muita pesquisa, estudo de todas as constituições brasileiras e, em especial, de conversas com juristas que querem LIBERTAR O BRASIL das claras amarras impostas pela Constituição de 88. Na entrevista, o deputado explica as GRANDES REFORMAS que o país precisa enfrentar. Vai muito além das REFORMAS ADMINISTRATIVA E TRIBUTÁRIA, ambas paradas no Congresso. Na visão do deputado, a REFORMA POLÍTICA e uma URGENTE REFORMA DO JUDICIÁRIO são os maiores desafios que o Brasil tem pela frente.


DEPUTADOS SENSÍVEIS

Durante a conversa, que durou cerca de 20 minutos, Graeml perguntou ao deputado -se há tempo e maturidade no atual Congresso para se discutir a possibilidade de uma NOVA CONSTITUIÇÃO. A resposta, obviamente, foi não, mas ele fala da possível aprovação de propostas de emendas constitucionais (PECs), enquanto se AMADURECE A IDEIA DA CONSTITUIÇÃO -LIBERTADORA-. Na opinião de Luiz Philippe, "Os deputados são muito sensíveis à opinião pública e eu tenho trabalhado mais a opinião pública. Eu sei que essa questão de Constituição (e eu fazendo o protagonismo aqui de defender essa causa até como sendo uma causa de mandato), eu diria que é um começo isolado", complementando que já há outros deputados "fazendo tabela".


STF - REFORMA MAIS DO QUE URGENTE

O deputado comenta também as propostas, em discussão no Congresso, que podem ser aprovadas muito antes de o assunto "NOVA CONSTITUIÇÃO " ganhar adesão da maioria e virar prioridade. Todas dizem respeito à FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA ALTA CÚPULA DO JUDICIÁRIO, especialmente o STF, que de antemão é a instituição que precisa de uma REFORMA MAIS DO QUE URGENTE. - "Eu faço uma mobilização, trago conscientização para a sociedade, uma parcela da sociedade vê isso como sendo realmente um problema e começa a cobrar do seu deputado. Então eu já estou vendo a adesão de alguns deputados mais próximos. Não é aquela maioria que a gente precisa, mas é um começo."


RECALL

O deputado, assim como grande parte da população, vê no Supremo Tribunal Federal a origem da atual crise entre os Poderes da República. Ele cita as vezes em que o Judiciário quis legislar (e legislou), tarefa que cabe única e exclusivamente ao Legislativo. Lembra, ainda, das incontáveis interferências no Executivo, impedindo o presidente da República de cumprir tarefas que são exclusividade sua. Para colocar os JUÍZES SUPREMOS de volta na condição de GUARDIÕES DA CONSTITUIÇÃO e impedir que sigam usurpando tarefas de outros Poderes, Luiz Philippe comenta, por exemplo, a proposta de que APENAS JUÍZES, E NÃO MAIS ADVOGADOS OU PROCURADORES DE JUSTIÇA, ascendam ao cargo de ministro de tribunal superior. Mais: - também sugere um "recall" nos moldes americanos, que consiste em consultas públicas ao eleitor (nós, o povo) sobre estarem ou não de acordo com o trabalho desempenhado pelos juízes supremos. Havendo recusa, devido a desrespeito ao que manda a lei, juízes seriam destituídos de seus cargos.


PRIME NEWS



9ª FEIRA BRASILEIRA DO VAREJO



A 9ª Feira Brasileira do Varejo (FBV) terá como uma de suas atrações o Varejo Now, maratona empreendedora que desafia startups a desenvolverem soluções inovadoras voltadas ao setor. A competição, uma parceria entre o Sebrae RS e o Sindilojas Porto Alegre, promove um espaço multiprojeto, que oportuniza o acesso de startups a grandes players do mercado. A novidade desta edição será o HackLab, que irá propor desafios que buscam criar inovações que conectam o varejo físico e digital. Informações de como participar podem ser obtidas pelo site da FBV (www.feirabrasileiradovarejo.com.br/varejo-now).


Serviço:


9ª Feira Brasileira do Varejo (FBV)


Data: 24, 25 e 26 de maio de 2022


Local: Centro de Eventos FIERGS (Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre/RS)


Inscrições e informações: www.feirabrasileiradovarejo.com.br


 


 


GOLPE JURÍDICO


JURISTAS X STF

Finalmente, os grandes juristas do país começam a se manifestar contra as arbitrariedades e autoritarismo do STF.*

O jurista Evandro Pontes foi entrevistado pela colunista Ana Paula Henkel, para falar sobre os recentes fatos envolvendo o Supremo Tribunal Federal e os atos de seus ministros que levaram a uma enxurrada de pedidos de impeachment.

Mestre e doutor em Direito Societário pela USP, Evandro Pontes defendeu que há um golpe de Estado em curso. De fato, Pontes defende que o golpe já ocorreu.

Pontes iniciou a entrevista afirmando que “estamos assistindo a uma quebra constitucional irreversível. O STF já cruzou linhas que constituem verdadeira atividade paraestatal”. Após uma explicação de como se define um golpe de Estado, ele afirmou: “Ora – para mim é claro e mais do que óbvio que esse golpe já ocorreu. Na medida em que o STF age a latere do sistema, age de forma a violar a própria constituição, o próprio STF já consolidou um verdadeiro golpe de estado em que todos os poderes foram criminosamente usurpados pela Corte: ela julga, ela investiga, ela legisla, ela manda abastecer navios, ela atua como executivo e impede a extinção de conselhos, ela impede o executivo de enxugar a máquina – enfim, o golpe de estado já foi dado diante de nossos olhos e ninguém simplesmente não fez nada para restaurar a ordem”.

Em resposta à surpresa da entrevistadora, que questionou se não se trataria de atos isolados de alguns ministros, com crimes isolados de responsabilidade, Evandro Pontes respondeu:

“Adoro o professor Carvalhosa, a quem tenho como Mestre muito querido, mas neste ponto eu discordo de meu Mestre sob o ponto de vista estratégico. Veja: quando uma ordem do STF é emanada por um Ministro usando papel timbrado da corte e todos os demais se calam, não há dúvida que esse silêncio integra a decisão ilegal dada pelo colega. O silêncio da corte quando um sistema paraestatal é montado e levado a plena operação, significa exatamente que a ilegalidade contaminou irremediavelmente a atuação dos demais ministros. Exemplo contrário disso foi o do Desembargador Favretto: ao tentar lançar mão de um expediente ilegal, a Corte como um todo se insurgiu e impediu que a ordem ilegal saísse com o timbre do TRF4. Os demais colegas preservaram a integridade institucional da Corte. Se o STF não faz o mesmo e aceita que ordens sejam emanadas em nome da Corte, a responsabilidade é sim colegiada e recai sobre aqueles que preferem reclamar na imprensa (que não é função de um juiz) e deixam de agir como juízes impedindo que um sistema paraestatal seja colocado em operação.

O STF é hoje, sem a menor sombra de dúvida (por isso não falo das pessoas, falo da corte mesmo, pois no caso da decisão da transferência do Lula, em que houve supressão de instância, a Corte integrou a decisão com 10 votos favoráveis; pense-se também no caso do Inquérito de Censura à Crusoé: foi claramente um ato institucional da própria Corte e não de ministros isoladamente), uma entidade de poder suprema e de atuação paraestatal. Suas decisões sequer são respaldadas em seus próprios precedentes (um indício de que o seu histórico foi completamente abandonado), nem mesmo na Constituição: basta ler as decisões que citei e procurar o dispositivo constitucional que serve de base para a decisão – não há, simplesmente não há. São atos de puro totalitarismo gestados a latere. Desta forma, Ana, o golpe já foi dado. Tudo o que decorrer dele é mera consequência de um golpe, jamais será uma resposta em ato isolado ou um golpe a parte ou contragolpe. Já estamos na marcha da história para recobrar o sistema que já foi rompido por iniciativa clara e descabida do STF (e, repito, a responsável por isso é a corte sim e não os ministros isoladamente) ou simplesmente aceitá-lo.

“A escolha agora cabe ao povo brasileiro”.

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Pontocritico.com

Aprovado piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras

 


A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), por 449 favoráveis e 12 contrários, o projeto de lei que institui piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. Oriundo do Senado, a matéria segue para sanção presidencial.

Pelo texto, o valor mínimo inicial para os enfermeiros será de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente tanto em hospitais públicos e quanto em privados. Nos demais casos, o piso será proporcional: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem e 50% do valor para os auxiliares de enfermagem e para as parteiras.

Com a galeria do plenário lotada de profissionais que defendem a proposta, essa foi a primeira votação após as restrições impostas pela pandemia de covid em que foi permitida a presença do público externo.

O texto estabelece que o piso da categoria será reajustado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e garante ainda a manutenção de salários eventualmente superiores ao valor inicial sugerido, independentemente da jornada de trabalho para a qual o profissional tenha sido contratado.

“Os profissionais da enfermagem compõem mais de 70% da força de trabalho da saúde, sendo que 90% destes são mulheres, muitas com dupla” – ou tripla – “jornada. Na atenção básica, há mais de 200 mil profissionais compondo as equipes de Saúde da Família, de Consultório na Rua, UPAs, centros de especialidades, salas de vacina e nos diversos programas de saúde. Além de presentes 24 horas nas unidades hospitalares, a enfermagem atua desde a porta de entrada, nos serviços de emergência, setor de internamento, UTIs, centros cirúrgicos, entre outros”, defendeu a relatora da proposta, deputada Carmen Zanotto (Cidadania – SC).

Segundo Carmen Zanotto, a proposta tem impacto de R$ 50 milhões ao ano na União, mas não há previsão sobre os gastos dos entes públicos e do setor privado. A deputada afirmou que os parlamentares estudam formas de viabilizar recursos para garantir o piso salarial. Entre as opções analisadas está a desoneração de encargos e a ampliação de recursos a serem repassados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos estados e municípios.

Contrário

Único partido contrário à medida, o Partido Novo tentou retirar a proposta da pauta de votação desta quarta. Para o líder da sigla, deputado Tiago Mitraud (MG), a medida é eleitoreira e tem alto impacto orçamentário.

“Este projeto vai acabar com a saúde brasileira, porque vamos ver as santas casas fechando, leitos de saúde fechando e os profissionais que hoje estão aqui lutando pelo piso desempregados, porque os municípios não conseguirão pagar esse piso”, disse.

Desafio

O texto aprovado não indica fonte de recursos para o pagamento do piso. Segundo o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), a criação do piso é um grande desafio para os cofres públicos.

“Hoje grandes desafios para serem enfrentados por esta Casa. Temos os R$ 2 bilhões prometidos para as Santas Casas, os R$ 5 bilhões para o transporte coletivo urbano. Temos o Plano Safra, que precisa de mais R$ 2 bilhões, e temos este projeto da enfermagem. São R$ 16 bilhões. Todos eles estão aguardando a fonte dos recursos e estamos trabalhando demoradamente, insistentemente, na busca de recursos para garantir as conquistas, para que elas sejam efetivas”, afirmou.

Segundo estimativas da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), a aprovação do PL causará um aumento de 12% no preço dos planos de saúde. A confederação reúne estabelecimentos hospitalares privados e filantrópicos do Brasil, além de clínicas, casas de saúde, laboratórios de análises clínicas e patologia clínica, serviços de diagnóstico, imagem e fisioterapia, entre outras unidades do gênero, totalizando mais de 250 mil estabelecimentos pelo País.

O Sul

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Anvisa aprova uso emergencial do antiviral molnupiravir contra a covid

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (4) o uso emergencial do medicamento Molnupiravir para Covid-19.

A agência recebeu o pedido de uso do antiviral fabricado pela Merck/MSD em novembro de 2021, mas somente agora a decisão de liberação foi tomada, durante reunião extraordinária do órgão.

Como funciona e quem pode tomar?

Segundo a Anvisa, o medicamento é indicado para adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão da doença para casos graves e e cujas opções alternativas de tratamento aprovadas ou autorizadas pela Anvisa não são acessíveis ou clinicamente adequadas.

O molnupiravir, conhecido internacionalmente pelo nome comercial de Lagevrio, é um antiviral; atua impedindo a replicação do coronavírus.

Limitações de uso

O medicamento é de uso adulto, com venda sob prescrição médica.

Seu uso não é recomendado durante a gravidez, a amamentação e em mulheres que podem engravidar e que não estão usando contraceptivos eficazes. Segundo a Anvisa, isso acontece porque estudos de laboratório em animais mostraram que altas doses do medicamento podem afetar o crescimento e o desenvolvimento do feto.

A Agência também esclarece que o medicamento é contraindicado para o uso por mais de cinco dias, para início do tratamento em pacientes que necessitam de hospitalização devido à Covid-19 e como forma de profilaxia pré-exposição ou pós-exposição ao SARS-CoV-2.

Ainda segundo a entidade regulatória, o medicamento deve ser usado após a avaliação e a prescrição médica e ele não substitue as vacinas contra a Covid.

“Esse é um medicamento de aplicação bastante específica, que demandará monitorização constante e que, portanto, não se trata de nenhuma panaceia de uso amplo e irrestrito no caso da pandemia de Covid-19, onde a vacina se impõe como carro-chefe”, afirmou o diretor-presidente da Agência, Antônio Barra Torres.

Quais órgãos internacionais recomendam/aprovaram o uso?

A MHRA aprovou o medicamento no Reino Unido no dia 4 de novembro de 2021. O antiviral foi considerado seguro e eficaz pela agência após uma “análise rigorosa dos dados disponíveis”.

Já a EMA emitiu parecer favorável sobre o uso do molnupiravir para o tratamento da Covid-19 desde o dia 19 de novembro de 2021. Atualmente, a agência regulatória europeia está analisando mais dados para emitir um parecer sobre o pedido de autorização de comercialização do medicamento.

Nos EUA, a FDA aprovou o uso emergencial e doméstico do molnupiravir no dia 23 de dezembro de 2021.

O Sul

Bolsonaro lança pacote trabalhista com uso do FGTS para creche e flexibilização da licença-maternidade

 


O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (4) um pacote de medidas para estimular a geração de empregos para mulheres e jovens.

Além da liberação dos recursos da conta vinculada ao FGTS no pagamento de creche, o governo flexibiliza a jornada de trabalho para mulheres que acabaram de ter filhos, com período parcial e compensação por banco de horas.

O pacote, lançado por medida provisória, também altera regras para menores aprendizes: o prazo máximo da aprendizagem de dois para três anos. Haverá incentivos para que as empresas deem oportunidades para menores aprendizes com contrato de trabalho por tempo indeterminado, após a conclusão do programa de aprendizagem.

Durante a cerimônia, o ministro do Trabalho, José Carlos Oliveira, destacou pontos da MP assinada nesta quarta-feira.

“Trata da empregabilidade da mulher. Com essa medida provisórias as mulheres poderão sacar recursos do Fundo de Garantia para investir na capacitação. A criação do selo ‘Emprega Mais Mulher’, com o objetivo de incentivar as empresas na contratação de mulheres e suas ascensão profissional A medida provisória direcionada também para o jovem. Até o final de 2022 pretendemos empregar cerca de 250 mil jovens”, afirmou o ministro do Trabalho José Carlos Oliveira.

Em seu discurso, o ministro fez um especial agradecimento em nome do governo Bolsonaro a todos os empresários brasileiros, pois, segundo ele, o governo tem “plena convicção de quem gera emprego e riqueza são os pequenos, médios e grandes empresários”.

O presidente Jair Bolsonaro comentou apenas que o Executivo e o Legislativo são um “casal” nas ações em prol das mulheres, e, em seguida, convidou a deputada Celina Leão (PP-DF), presidente da bancada feminina, para discursar.

“Eu acho que, ou melhor, tenho certeza, que tem uma pessoa muito melhor do que eu que pode falar um pouco do que são essas ações em prol da mulher dentro do parlamento e um pouco no executivo, porque nós, executivo e legislativo, somos um casal nessa questão. Quero convidar a Celina Leão, nossa deputada, para falar”.

Em linhas gerais, o pacote prevê a criação de uma linha de reembolso de creche para filhos entre quatro meses e cinco anos de idade. Além disso, outra ideia é permitir que as mulheres possam usar o FGTS para pagar cursos de qualificação. Também será possível a suspensão do contrato de trabalho para que elas possam fazer cursos oferecidos pelos empregadores.

Os detalhes sobre o uso dos recursos da conta vinculada do FGTS no pagamento de creche, como limite de valor, número de parcelas e por quanto tempo, ainda serão definidos pelo Conselho Curador do Fundo. O secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Dalcomo, explicou que a medida será opcional e está oferecida como uma alternativa para reforçar a “empregabilidade das mullheres”.

“A taxa de admissão quando elas retornam (da licença maternidade), é alta”, destacou Dalcomo.

Ele admitiu que o volume de recursos existente nas contas individuais das trabalhadores no FGTS não será suficiente para atender toda a demanda. O pagamento do reembolso creche por parte dos empregadores, com benefícIo tributário será uma medida complementar a ser adotada.

O pacote do governo prevê ainda suspensão do contrato de trabalho para mulheres, no sistema lay off, já existente para os homens. Esses trabalhadores recebem uma bolsa do Fundo de Amparo ao Trabalhador, enquanto realizam curso de qualificação.

Também prevê flexibilização da jornada, com redução de salários, tempo parcial com compensação de banco de horas para mulheres e homens, que acabaram de ter filhos.

Para aumentar a contratação de menores aprendizes, o governo está elevando o limite de duração do contrato de dois anos para três anos. No caso do contratado ter 14 anos e jovens em situação de vulnerabilidade, o período pode chegar a quatro anos.

As empresas que contratarem esses jovens poderão contabilizar a cota em dobro. O governo estima que a medida possa resultar na contratação entre 200 mil e 250 mil menores aprendizes neste ano.

O governo de Bolsonaro tem ampliado o uso do Fundo para saques emergenciais, com o objetivo de reativar a economia. Isso tem gerado críticas do setor da construção civil, que teme pela redução da principal fonte de financiamento da habitação.

Terceirização do trabalhador rural

Nos programas de aprendizagem que envolvam o desempenho de atividades vedadas a menores de 21 anos, como transporte e segurança, o limite de idade passa a ser de 29 anos.

A proposta prevê ainda a possibilidade de jornada de oito horas diárias a aprendizes que já tenham concluído o ensino médio.

Além disso, os contratos de terceirização de mão de obra deverão prever a contratação de aprendizes.

O governo também deve criar o regime de contratação temporária na área rural com intuito de formalizar esses trabalhadores. Empresas terão autorização para intermediar mão de obra com os produtores rurais em sistema semelhante à terceirização.

O Sul

Em cinco anos, o real perdeu 30% de seu poder de compra

 


Nos últimos cinco anos, a inflação oficial do Brasil cresceu de forma cada vez mais intensa. Em 2018, o IPCA registrado no país foi de 3,75% – taxa que saltou para 10,06% em 2021. Já nos 12 meses até março deste ano, chegou a 11,30%, indicando mais um ano de preços em disparada.

Com tanta inflação, de março de 2017 a março de 2022 o real perdeu 31,32% de seu valor e poder de compra. Em outras palavras, com o mesmo valor agora a gente consegue comprar apenas dois terços do que comprava naquele ano.

Essas porcentagens se refletem todos os dias na vida dos brasileiros, que encontram preços mais altos para os mesmos produtos e serviços. E a inflação afeta os orçamentos das famílias de maneira diferente de acordo com a faixa de renda.

Para as mais pobres, o aumento dos preços dos alimentos e do gás de cozinha consome boa parte da renda no início deste ano. Em pelo menos 11 capitais, apenas os itens da cesta básica já equivaliam a mais de 50% do salário mínimo em março. Já as famílias de renda alta sentiram muito os reajustes dos preços de transporte, puxados pelo aumento da gasolina.

O economista Fabio Louzada, analista CNPI e CEO da escola Eu Me Banco, explica que o brasileiro parece “sentir mais” o peso da inflação porque vivemos “o pior cenário em termos de inflação versus reajuste de salários.”

“O brasileiro sente mais a inflação porque está nos produtos e serviços que a população mais consome no dia a dia: gasolina, gás de cozinha, alimentos, energia elétrica e aluguel. Complementando, vem o salário do consumidor que teve poucos reajustes nesse período, principalmente por conta da pandemia”, explica Louzada.

“Nos outros anos, por mais que a inflação subisse, os salários também subiam, então afetava um pouco menos o poder de compra.”

O aumento da inflação é explicado por fatores nacionais e internacionais, diz Louzada. “Quanto maior a instabilidade global, mais os investidores tiram dinheiro dos emergentes. A pandemia foi o principal fator nesse período, seguida da guerra na Ucrânia”, diz.

Crise hídrica e fenômenos climáticos em 2021, que alongaram períodos de secas e cheias, também afetaram a produção de alimentos e energia elétrica, diminuindo a oferta de produtos no mercado.

Além disso, o “aperto monetário” feito pelo Banco Central, com aumento da taxa de juros, não está sendo de fato efetivo para reduzir a inflação, avalia Patrícia Campos, supervisora da área de preços do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

“A política adotada é o aumento da taxa de juros, mas ela não trata a inflação na sua causa porque a economia brasileira está parada”, explica.

Famílias cortam gastos

Os juros altos também afetam o poder de compra do brasileiro, que conseguem consumir menos produtos, já que os empréstimos também ficam mais caros.

Sentindo o poder de compra diminuir, mais de 60% da população teve que cortar gastos nos últimos seis meses, segundo uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no final de abril. E mais de 30% teve que fazer cortes “grandes ou muito grandes” nas despesas. As informações são do portal de notícias G1.

O Sul

Sérum Facial Garnier SkinActive + Creme Hidratante - Facial + Sabonete Facial + Água Micelar

 


Usar água micelar é indispensável para complementar os cuidados de limpeza diária com a pele, seja ela normal, seca ou oleosa. Sua versatilidade permite com que seja usada como demaquilante antes de lavar a pele ou como tônico após a higienização. O seu grande diferencial da água micelar são as micelas, pequenas partículas que agem como ímãs e que vão mais fundo para remover as impurezas e o excesso de oleosidade. A Garnier, conta com a Skin Active, a linha Uniform&Matte, combina Vitamina C antioxidante com a tecnologia micelar em uma loção de limpeza de pele antioleosidade para pele normal a oleosa. As suas micelas atuam como imãs que capturam e eliminam impurezas, maquiagem e oleosidade, deixando a sua pele saudável, limpa e hidratada, tudo esses benefícios em uma embalagem de 400ml.

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Percentual de famílias gaúchas endividadas alcança 96,5%

 


O endividamento atingiu 96,5% das famílias gaúchas em abril, um novo recorde histórico para a série iniciada em janeiro de 2010. O percentual sobe para 97,2% para as famílias com renda de até 10 salários mínimos.

Os dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira (04) pela Fecomércio-RS com base na PEIC-RS (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores Gaúchos) referente ao mês de abril.

O Percentual de Famílias Endividadas pode ser decomposto entre famílias com renda mensal de até dez salários mínimos ou de mais de dez salários mínimos. A análise desses grupos demonstra um percentual de 97,2% para as famílias de até 10 salários mínimos e de 93,5% para as famílias de maior renda.

Quando se compara com abril de 2021, o crescimento do percentual de endividados fica mais evidente: para famílias de até 10 salários mínimos era de 74,5% e para as famílias de renda superior era de 67,9%.

“É muito importante não confundirmos endividamento com inadimplência. Endividada é toda e qualquer pessoa que faz uso de crédito. Com a popularização dos cartões de crédito e a possibilidade de parcelar sem juros no cartão, temos um convite ao endividamento, especialmente em um cenário inflacionado como temos atualmente”, comentou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O percentual de famílias que se consideram “muito endividadas” também registrou alta. De abril do ano passado para o deste ano, o percentual passou de 11,1% para 23,5%, o que evidencia a importância do uso do crédito em um contexto em que as famílias têm dificuldades de financiar o consumo com a renda corrente.

O Percentual de Famílias com Contas em Atraso se elevou para 37,5%, já que no mesmo período do ano passado era de 20,9%. A análise por grupos de renda evidencia que a piora tem ocorrido nas famílias que recebem até 10 s.m.

Nesse grupo, o salto interanual foi de 23,3% para 44,8%. Nessa mesma comparação, para as famílias de maior renda, houve redução, tendo o percentual ido de 11,9% em abril de 2021 para 8,3% em abril de 2022.

Ainda nas contas em atraso, o tempo médio para o pagamento apresentou redução nesse período. Em abril de 2021, a média era de 50,2 dias e passou para 39,6 dias nesta última edição.

“A redução no tempo de pagamento com atraso revela que os indivíduos têm se esforçado para resolver a questão da inadimplência. Isso também é visível no percentual de famílias que não terão condições de quitar suas dívidas dentro dos próximos 30 dias”, complementou o dirigente, explicando que nesta edição da PEIC apenas 2,4% das famílias afirmaram que não teriam condições de pagar nenhuma das suas dívidas em atraso nos próximos 30 dias.

O Sul

Número de gaúchos mortos pela dengue desde janeiro já supera a estatística de todo o ano passado

 


Com a confirmação de mais uma morte por dengue, o Rio Grande do Sul chegou nesta semana a 13 casos fatais da doença em 2022, volume recorde entre os gaúchos desde os primeiros monitoramentos, em 2000. E o número de contágios confirmados desde janeiro chega a 16.760, dos quais 13.884 (quase 83%) ocorreram dentro do próprio Estado.

Para se ter uma ideia do avanço dos óbitos, ao longo de todo o ano passado o Rio Grande do Sul teve 11 vidas perdidas para a doença, transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. Em 2020, foram seis. E e ainda faltam praticamente oito meses para o fim de 2022.

O óbito mais recente foi registrado no município de Rondinha (Região Noroeste). Já os falecimentos anteriores ocorreram em Horizontina (duas ocorrências), Novo Hamburgo, Sapucaia do Sul, Cachoeira do Sul, Lajeado, Chapada, Cristal do Sul, Igrejinha, Dois Irmãos, Boa Vista do Buricá e Jaboticaba.

A fim de conter a expansão dos casos e desfechos fatais de dengue, na última semana de abril a Secretaria Estadual da Saúde (SES) decretou alerta máximo contra a doença em todo o Rio Grande do Sul. Dentre as diretrizes da medida está a intensificação de ações preventivas, sobretudo no que diz respeito a locais de água parada, ambiente propício à reprodução do inseto-vetor.

Até o momento, a SES já considerou 443 dos 497 municípios gaúchos como infestados pelo Aedes aegypti, índice que representa 89,1% – o maior da série histórica iniciada há 22 anos. A lista é atualizada diariamente no Painel de Arboviroses do governo gaúcho, acessível em iede.rs.gov.br.

Saiba mais

Dentre os sintomas compatíveis com a dengue estão febre com duração de até sete dias, acompanhada de ao menos dois dos seguintes sintomas: manchas vermelhas no corpo, dor de cabeça, no corpo e nas articulações (bem como atrás dos olhos), náuseas, vômitos, leucopenia (leucócitos abaixo do limite inferior normal) e vermelhidão ocular.

Trata-se de doença viral com amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recupera após evolução leve e autolimitada, uma pequena parte progride para quadro grave.

A ocorrência e disseminação se dá especialmente nos países tropicais e subtropicais, onde as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti e Aedes albopictus (responsável pela febre-amarela).

Nos últimos 50 anos, a incidência aumentou 30 vezes com aumento da expansão geográfica para novos países e, na presente década, para pequenas cidades e áreas rurais. É estimado que 50 milhões de casos de infecção por dengue ocorram anualmente e que aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas vivem em países onde a doença é endêmica.

Há referências de epidemias de dengue desde o século de 1800 no Brasil, como relatos de São Paulo em 1916 e do Rio de Janeiro em 1923, embora sem diagnóstico laboratorial. A primeira epidemia documentada cientificamente ocorreu em 1981-1982 na cidade de Boa Vista, capital de Roraima.

A situação se repetiu em 1986-1987, atingindo novamente o Rio de Janeiro e, dessa vez, algumas capitais da Região Nordeste. Desde então, a doença vem ocorrendo no Brasil de forma continuada, com ou sem epidemias. Trata-se, hoje, de um dos maiores desafios de saúde pública no País.

O Sul

Federação das Indústrias do RS afirma que o aumento da taxa básica de juros não deveria ter chegado a 1%

 


Após o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) elevar em um ponto percentual a taxa Selic, para 12,75% ao ano, na quarta-feira (04), a Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul) afirmou que a elevação não poderia ter ultrapassado 0,75 ponto.

“Com a continuidade do conflito no Leste Europeu e os efeitos da política ‘zero covid’ na China, vemos um cenário desafiador para as cadeias industriais, ainda em recuperação”, disse o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, ressaltando que o crescimento da inflação ocorre não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Além disso, de acordo com Petry, os juros no exterior começaram a subir muito tempo depois do que os juros brasileiros. “A taxa Selic saiu de 2% para 12,75% em pouco mais de 12 meses, um espaço de tempo muito curto. Os impactos desse aperto monetário ainda não se manifestaram completamente sobre a economia, e a atividade começa a dar sinais de enfraquecimento. Esse quadro sugere uma postura mais cautelosa do Banco Central daqui para a frente”, afirmou.

Fecomércio-RS

A Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS) também comentou a elevação da Selic. “A nova elevação dos juros confirma o ajuste esperado na dose do amargo remédio para combater a inflação, que segue elevada e persistente, tirando poder de compra das famílias e pressionando custos nas empresas. Juros em alta significam crédito mais caro, com as dívidas atreladas à Selic crescendo muito rapidamente, exigindo um esforço de adaptação ainda maior do empresário em um momento em que seguimos somando esforços para continuar a recuperação da crise provocada pela Covid-19. Estamos diante de tempos desafiadores em que as incertezas e condições do cenário internacional deixam espaço aberto não apenas para ajustes adicionais na Selic, mas para a possibilidade de ficarmos com a taxa de juros básica da economia mais alta por mais tempo”, afirmou o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

O Sul